Arquivos Dead Space - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/dead-space/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 03 Nov 2025 23:07:05 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Dead Space - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/dead-space/ 32 32 7 jogos de terror para curtir o Halloween com o Xbox Game Pass https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/20/7-jogos-de-terror-para-curtir-o-halloween-com-o-xbox-game-pass/ Mon, 20 Oct 2025 17:27:48 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20969 Outubro chegou e, com ele, a temporada perfeita para mergulhar em histórias sombrias e arrepios bem-vindos. É o mês em que a escuridão convida, o fone de ouvido vira companheiro fiel e a tensão se transforma em diversão. E o melhor de tudo? Dá pra viver essas experiências intensas direto pelo Xbox Game Pass, sem […]

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Outubro chegou e, com ele, a temporada perfeita para mergulhar em histórias sombrias e arrepios bem-vindos. É o mês em que a escuridão convida, o fone de ouvido vira companheiro fiel e a tensão se transforma em diversão. E o melhor de tudo? Dá pra viver essas experiências intensas direto pelo Xbox Game Pass, sem precisar comprar cada título separadamente.

Pesquisadores da Penn State University apontam que jogos de horror podem ter até efeitos terapêuticos — ajudando a aliviar o estresse e a ansiedade. Então, nada melhor do que aproveitar o clima de Halloween para enfrentar seus próprios medos (e alguns monstros, claro).

Com o Game Pass, você tem acesso imediato a uma coleção assustadora de títulos marcantes, de aventuras psicológicas profundas a terrores cósmicos e claustrofóbicos. É a chance perfeita para descobrir o lado mais sombrio e fascinante dos games, explorando diferentes estilos sem complicação — seja no console, PC ou na nuvem.

Confira sete experiências de arrepiar que estão prontas para te fazer pular da cadeira:

Mais do que um jogo de terror, a saga Hellblade é uma jornada psicológica intensa. Você acompanha Senua, uma guerreira celta que enfrenta demônios internos e externos em busca de redenção. O design de som é tão imersivo que parece que as vozes que perturbam a protagonista estão ao seu redor. É uma experiência emocional, sombria e profundamente impactante.

Dirigido por Shinji Mikami, criador de Resident Evil, este jogo mergulha você em um mundo distorcido e cheio de horrores imprevisíveis. Com uma narrativa envolvente e batalhas contra chefes grotescos, The Evil Within 2 mistura ação e terror psicológico com maestria. Prepare-se para enfrentar seus medos em cenários que parecem saídos de um pesadelo.
Pescar nunca foi tão assustador. Em Dredge, você é um pescador solitário explorando águas misteriosas e ilhas esquecidas. Durante o dia, tudo parece tranquilo. Mas à noite, o mar revela seus segredos: neblina espessa, criaturas bizarras e uma sensação constante de que algo está errado. Um terror atmosférico que mistura exploração e sobrevivência.
Minimalista e perturbador, Inside é uma obra-prima do estúdio Playdead. Você controla um garoto em fuga, mergulhado em um mundo distópico e silencioso. A narrativa é contada sem palavras, apenas por meio de ambientação e jogabilidade. Cada passo revela mais sobre um projeto sombrio e desumano, e o final… bem, é melhor você descobrir por conta própria.
O multiplayer assimétrico que virou febre entre os fãs de terror. Quatro sobreviventes tentam escapar de um assassino implacável — que pode ser desde Michael Myers até o Demogorgon. Com partidas rápidas e cheias de tensão, Dead by Daylight é perfeito para jogar com amigos e testar seus nervos. Cada rodada é uma nova história de fuga (ou fracasso).

Dead Space (Remake)

O clássico do terror espacial está de volta em uma versão completamente recriada. Você assume o papel de Isaac Clarke, um engenheiro preso em uma nave infestada por criaturas grotescas conhecidas como Necromorfos. Com atmosfera claustrofóbica, som envolvente e visuais de tirar o fôlego, o remake eleva o horror a outro nível. Ideal para quem curte tensão constante e sustos bem colocados.

Além de garantir acesso imediato a todos esses títulos assustadores, o Xbox Game Pass oferece uma experiência completa para quem quer jogar sem complicações. Com planos que funcionam no console, PC e até na nuvem, você pode começar uma partida no sofá e continuar no celular, onde estiver.

O catálogo é constantemente atualizado com novidades, incluindo lançamentos e clássicos, e tudo isso por uma assinatura mensal. É uma forma inteligente de explorar diferentes estilos de jogo, descobrir novos favoritos e aproveitar o melhor do universo Xbox.

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PREY | Impressões das primeiras horas https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/02/prey-resumo-das-primeiras-horas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/02/prey-resumo-das-primeiras-horas/#comments Fri, 02 Jun 2017 11:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/06/02/prey-resumo-das-primeiras-horas/ PREY é o mais novo título da Arkane Studios (Estúdio responsável pela famosa duologia DisHonored e Bioshock 2) chegou ainda no começo desse mês, precisamente em 5 de Maio. O jogo foi lançado para Xbox One, PlayStation 4 e PC, e tem como promessa oferecer ao jogador um ambiente a ser explorado, habilidade de craftar […]

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PREY é o mais novo título da Arkane Studios (Estúdio responsável pela famosa duologia DisHonored e Bioshock 2) chegou ainda no começo desse mês, precisamente em 5 de Maio. O jogo foi lançado para Xbox One, PlayStation 4 e PC, e tem como promessa oferecer ao jogador um ambiente a ser explorado, habilidade de craftar e muitos sustos.

Se você não tem ideia do que se trata, então prepare-se para ir a bordo de TALOS I, e encarar um inimigo que pode ser qualquer coisa, até mesmo uma inocente xícara de café.

Em PREY somos colocados no papel de Morgan Yu, um cientista que estava envolvido em experimentos da empresa TranStar, quando algo deu muito errado durante um teste. E agora resta a Yu resolver o problema, salvar os sobreviventes e ainda tentar salvar a si mesmo. Mas antes de começar a sua jornada, você terá a opção de escolher o sexo do personagem, seja masculino ou feminino, uma escolha mais voltada a estética, pois não influenciará em nada.

Estou com um pouco mais de 10 horas de jogatina e gostando bastante, então resolvi expor apenas minhas impressões do jogo até o momento. Não tomem isso como uma experiencia completa, OK?

Peguem seu traje espacial e me acompanhem!

Com algumas horas de jogatina, PREY, já deixa bem claro ao jogador que não é do tipo que carrega você pela mão e entrega todas as localizações de maneira linear. Sim, ele aponta onde você tem que chegar, agora como chegar lá e o caminho depende unicamente do jogador. Isso porque o jogo te dá liberdade para explorar a imensa Talos I.

Por exemplo; Há uma porta fechada e para dar continuidade no objetivo principal você precisa de um cartão para abri-la. Você pode optar por correr atrás de um cartão de acesso ou explorar um caminho alternativo, e explorar significa encarar maquinas corrompidas, fantasmas e os safados dos mímicos.

Particularmente eu gostei bastante dessa liberdade, mas não vá pensando que estamos em um sandbox. Essa liberdade toda tem um custo, e é ai que entra um dos pontos negativos. Voltar para uma determinada área de Talos I significa loadings, o que faz vocês bufar todas as vezes que se dá conta que deixou algo para trás ou que determinado cartão estava em uma área que você havia passado a poucos minutos.

Quem joga Fallout 4 ou Elder Scrolls V: Skyrim, está acostumado a loadings demorados, agora se fosse não faz parte dessa turma, então boa sorte e tente não se esquecer de nada.

Agora vamos falar dos inimigos no jogo. Posso dizer que passei alguns momentos de cagaços ao enfrentá-los. O motivo é o fato de que os primeiros Typhons (os alienígenas) que você tem contato são chamados de Mímicos, e eles se transformam em qualquer coisa, isso inclui canecas, armas, bolsas de energia.

Imaginem o desespero desse pessoal para usar papel higiênico na hora do aperto!

Como se não bastassem os sustos que causam, os mímicos também são extremamente ágeis. Se faz necessário correr e identificá-los o mais rápido possível, antes que se camuflem no ambiente. Por sorte temos uma arma de cola que os paralisa por um curto período de tempo.

Mas temos também os Fantasmas, que são os inimigos mais durões até o momento, além de assustadores. Você os encontrará perambulando e murmurando como aquela voz aterrorizante. Os mais corajosos podem querer enfrentá-los de frente, mas encara-los de frente NUNCA é uma boa ideia, pois são velozes e causam muito dano. Caso não mude de ideia, saiba que se você atacá-lo com arma de fogo pelas costas, você causa um dano extra considerável e ganha vantagem. Mas tenha em mente: Correr é sempre uma opção.

Mas se eu ainda não os convenci, saibam que os fantasmas possuem suas variações e que eles tendem ser mais fortes;

– Fantasma Térmico: Eles podem criar colunas de fogo que atira o personagem pra longe. Ficar parado é uma péssima decisão, então se mexa muito.

– Fantasma Etérico: Rápido pra cacete e ainda cria uma duplicata de si, que ao ser destruída deixa uma nuvem tóxica. Me matou algumas vezes até eu me dar conta da nuvem. É, eu tava nervoso.

– Fantasma Voltaico: Atiram raios e causam explosões elétricas contra o protagonista, o que torna tudo eletrizante – Ba Dum Tsss?

Por sorte, conforme você avança, o você começara a encontrar armas mais potentes, como a shotgun, e ainda pode melhorá-las. Mas não se anime, pois munição é escassa em Talos I, ai compete ao jogador fabricá-las ou economizar.

Para a fabricação você conta com uma maquina de reciclagem, então prepare-se para se ver o tempo todo organizando espaço em seu inventário e coletando todo tipo de tralha pelo caminho.

É possível reciclar desde armas que você encontra pelo cenário até restos de materiais e lixo. A matéria orgânica é útil para criação de kits médicos, kits de reparo do traje, e como os inimigos que enfrentamos deixam loots, entre eles o pedaço de sua matéria que é muito útil para a criação de Neuromods. Mas para a criação, você terá que ter acesso a outra maquina que cria itens. Simples, mas você precisará de diagramas para fabricá-los, e vocês os encontra durante a exploração.

Os neuromods são essenciais para a trama, pois é graças a ele que seu personagem evoluí os atributos na arvore de skills e se tornar mais forte para encarar os desafios dentro da estação TranStar. E para consegui-los é preciso encontrá-los ou fabricá-los em uma maquina construtora, isso depois de achar o diagrama. Mas sua matéria prima necessita dos pedaços de typhons.

Em determinado momento da trama você encontrará o Psicoscópio, ele é fundamental, pois acrescenta mais três novas habilidade a arvore de skill. Dessa vez voltadas as habilidades typhon, e com o aparelho você consegue copiar os poderes dos alienígenas.

Algumas dessas habilidades permite ataques como os dos fantasmas, porém, o jogo faz questão de esclarecer que essas habilidades podem facilitar por um lado e por outro prejudicá-lo.

O que ao meu ver é incrível, pois estou muito tentado a recorrer a essas habilidades afim de ficar mais forte, mas, correr o risco de perder a humanidade do personagem no processo e até comprometer a minha missão não me parece uma boa. Então estou focando apenas nas habilidades humanas, mas o jogador tem essa liberdade de escolher qual a melhor combinação de habilidades.

Falando assim até parece que é tudo muito fácil, então se não se empolgue. Neuromods não se acha com facilidade e a construção deles depende de matéria orgânica typhon ou seja, significa que você precisará mata-los aos montes.

Em meio a alienígenas, psicoscópio e agulhas nos olhos, você ainda terá que dar umas saídas para fora da estação espacial. O que é uma das coisas mais legais de se fazer desde as aventuras que tive em Dead Space.
Gostei bastante dessa liberdade de ir para fora e reparar o casco, além de que é possível chegar em outras áreas. Também não encontrei um limite de tempo que ou oxigênio, então dá para brincar.

O cenário em um primeiro momento passa uma sensação de solidão, mas vira e mexe topamos com construtores indo para lá e para cá, além de alguns sobreviventes. E isso é outro ponto, você ao descobrir o que houve no local pode optar por matá-los ou não. Alguns podem ajudá-los, outros são mais uma questão moral.

Me deparei com um rapaz preso em uma cela de experimentos, ao olhar o painel com seus dados, descobri que era um traficante de crianças. Podia dar uma chance e salvá-lo ou matá-lo dando continuidade ao experimento. Bem, meio que contrario a minha opinião, decidi salvá-lo e com isso ganhei acesso a uma sala de arsenal.

O rapaz ainda agradeceu por eu ter sido a única pessoa que o tratou bem até aquele momento.

É, ser bonzinho não é tão ruim quanto eu pensava.

Apesar de tudo o que eu disse até agora, a história de PREY é bem competente, porém, para um entendimento melhor, você gasta algum tempo lendo emails em terminais, bilhetes, ouvindo gravações. Quem assistiu aos trailers do jogo certamente esperava por algo mais dinâmico, então isso pode vir a desanimar alguns jogadores ou mesmo deixar alguns apressadinhos confuso quanto ao que esta rolando em PREY.

Eu mesmo algumas vezes por preguiça passei batido, mas depois de limpar o lugar retornei. E isso é ruim? Não, mas também não vai agradar todo mundo. Então se você quer ter uma melhor experiencia, se prepare para ler bastante. Mas vamos a outro ponto que acabou por me irritar, e isso eu comentei logo acima, foram os loadings.

As recicladoras ficam em áreas distante uma das outras e muitas das vezes que me dei conta que tinha pouca munição, percebi que teria que voltar para fazer mais. Só que a maquina estava em outra área, então lá vai você para a tela demorada de loading, ai gasta 3 minutos fazendo munição itens ou seja lá o que o seu coração mandar, para voltar e ter de encarar mais loading.

Isso pode brochar algumas pessoas.

Por outro lado temos uma trilha sonora muito boa. Estou gostando da maneira que ela funciona no jogo. Em momentos de tensão ela fica um pouco mais alta, o que contribui para o cagaço.


Por enquanto é só o que tenho a dizer dessas mais de 10 horas de jogatina de Prey.  Eu cheguei a topar com outras variações de typhons também, só que não tenho muitas informações ainda sobre. Há também outras armas e granadas, como a granada de reciclagem apresentada no vídeo acima – É excelente, queria mais delas.

Estou me divertindo bastante, apesar do que disse até o momento. Como disse no começo, ainda não o conclui, então não possa dar um parecer. Entenda esse texto apenas como uma bate-papo sobre os pontos que me agradaram e os que me incomodaram. No geral PREY está sendo um bom jogo.

Agora vocês me deem licença, pois tenho que descobrir que outros segredos me aguardam em Talos I.

*O jogo PREY foi analisado com uma chave digital fornecida pela Bethesda.*

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Dead Space | Uma experiência aterrorizante no espaço https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/04/26/dead-space-uma-aterrorizante/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/04/26/dead-space-uma-aterrorizante/#respond Fri, 26 Apr 2013 22:02:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/04/26/dead-space-uma-aterrorizante/ Quando Resident Evil nasceu, ele nos mostrou os horrores de uma ameaça biológica ao nos confinar em uma mansão cheias das mais diversas criaturas monstruosas. Uma pena que com o passar dos anos deixamos de nos chocar com essa formula, superamos esse medo e até mesmo passamos a rir deles. Foi então que Dead Space […]

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Quando Resident Evil nasceu, ele nos mostrou os horrores de uma ameaça biológica ao nos confinar em uma mansão cheias das mais diversas criaturas monstruosas.

Uma pena que com o passar dos anos deixamos de nos chocar com essa formula, superamos esse medo e até mesmo passamos a rir deles.

Foi então que Dead Space surgiu para revitalizar o gênero survival horror, mas de uma maneira muito mais agressiva do que esperávamos. Com uma violência gráfica de colocar sorriso na cara de qualquer amante de gore, e dar sustos pontuais sem apelação alguma.

GAMEPLAY – DEAD SPACE 3 do início ao fim

O jogo nos mostrou que é melhor deixarmos os mistérios do espaço em paz, isso se não quisermos acordar algo além da nossa compreensão.

Me acompanhem a bordo dessa viagem sem volta á USG Ishimura.

DEAD SPACE

Dead Space

O jogo nos conta a historia de Isaac Clarke e sua jornada de salvamento da sua ex-namorada Nicole, que por azar do destino era tripulante da nave USG Ishimura, que misteriosamente perdeu contato com o mundo exterior.

É ai que entra Isaac, que ao receber uma mensagem em vídeo de Nicole – Onde chorava e declarava alguns arrependimento. – decidiu se voluntariar como engenheiro na unidade de resposta de emergência USG Kellion, para encontrar sua amada.

Apesar desse começo adocicado com um jeitinho de aventura romântica, logo que a nave de Isaac chega em seu alvo, ela sofre diversas avarias, quase se partindo ao meio ao acoplar a Ishimura.

Depois de sobreviverem e conseguirem acessar ao interior da nave, o nosso intrépido herói se deparou com uma nave vazia, sem qualquer vestígio dos tripulantes. Como sua nave estava avariada, eles decidem ir mais a fundo em busca de sobreviventes, é então que são atacados por criaturas antes nunca vista.

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Na fuga ele se depara com o horror que abriga Ishimura: Vísceras e corpos espalhados, paredes pintadas com sangue, reprise do Esquenta! com Regina Casé rolando em alguns monitores, som de metal sendo rasgado e necromorphs.

Assim começa a nossa aventura em Dead Space, onde teremos que encontrar nossa amada e ainda descobrir um meio de fugir com ela, e se der tempo, alertar o mundo dos terrores ali contido.

OS INIMIGOS DO GAME

Dead Space
Necromorph é essa galera bonita aqui

Eu não vou soltar nenhum spoiler do jogo, mas irei abordar alguns pontos que considero importante e o diferencial. A começar pelos monstros recorrente do jogo, os maravilhoso Necromorphs.

Em uma olhada rápida, eles poderiam ser encarados como zumbis que acordaram em um péssimo dia de humor, uma vez que o proposito deles não fogem muito a regra dos tradicionais devoradores de carne. Com a diferença de que eles não comem, apesar de devorar em certos momentos, o objetivo deles é a proliferação de sua espécie e para isso se atiram violentamente pra cima de qualquer ser vivo.

Eles são tremendamente agressivos e continuam atacando mesmo que seja cortados, sendo preciso esmagá-los ou dilacerá-los quase que por completo – Um grupo desses bichos significa que você deve se afastar e tentar pegá-los um por um.

Eles também tendem a sofrer mutações que os torna resistentes (Lembram das variações de zumbi em outro jogo?), mas há outros tipos de inimigos pela nave que variam entre blindados, bebês que atiram garras em sua direção entre outros bem curiosos.

Todos dão um trabalho danado durante toda a jornada, o que não nos deixa com aquela sensação de alivio em momento algum, pois eles costumam entrar e sair pelos dutos de ar da nave. O que me levou a dar diversos pulos de susto varias vezes.

Creio que a construção desses inimigos e suas motivações e razões são o diferencial, por todos eles estão conectados e fazem parte de um ser maior. Ah, uma curiosidade sobre eles é que a Visceral Games usou imagens de acidentes terríveis de carros para criar os necromorphs, por isso eles são tão dilacerados e deformados.

O GAMEPLAY

Dead Space

Outro ponto que torna a experiência de Dead Space tão única é o seu gameplay, que agrega elementos que remetem a RPG e até lembra um pouco o sistema de upgrades de Dino Crísis 2.

Durante a jogatina ao quebrar caixas e matar inimigos, você encontra crédito, que é a moeda do jogo, e com ela você pode comprar armas, kit médico e upgrade para a roupa.

Lidar com inimigos que podem dilacerá-lo facilmente exige reforço, então a medida que você comprar upgrade de roupa para o personagem, ela receberá reforço de metal, assim reduzindo o dano recebido.

Outro ponto que vale salientar é o seu menu em tempo real e sua barra de energia anexada a costa do personagem. Uma ideia bem original diga-se de passagem. Quanto ao menu, acessá-lo enquanto está sendo atacado é garantia de ser morto, por isso é melhor correr o máximo que puder antes de decidir abrir o menu.

LEIAM – Resident Evil “Remake”: O Survival Horror mais caprichado de todos

Dead Space possui muitos dos elementos que transformou Resident Evil referencia do gênero, mesmo não sendo o pioneiro – Costumo ser o chato que lembra as pessoas que Alone in the Dark veio antes com a formula do survival, mesmo que Sweet Home tenha sido o pai de todos.

Oras, estou fugindo do assunto.

CONCLUSÃO

Dead Space

O jogo é visceral e assustador, uma experiência maravilhosa para qualquer um que adore levar sustos e aprecie doses cavalares de gore.

Desmembramentos por conta dos necromorphs, meteoritos que arrancam sua perna ou braços, inimigos que decepam sua cabeça e assumem seu corpo. Há todo o tipo de atrocidade inimaginável prestes a acontecer em cada esquina dentro da USG Ishimura, e que vai te frustrar.

Tudo isso embalado por uma trilha sonora que consegue abraçar todos os elementos e entregar uma experiência rica e satisfatória. Bem, se você ainda não jogou Dead Space, saiba que o jogo merece sua atenção, mesmo que o terceiro título tenha derrapado na curva.

Joguem Dead Space!

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