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Dead Rising Deluxe Remaster é sem dúvida aquele titulo que definitivamente precisava voltar nas plataformas modernas, não só para conferirmos como o titulo se adequa ao RE ENGINE, que praticamente elevou o nível das produções da CAPCOM, como também apresentar ao publico mais jovem um titulo que sem dúvida não deve cair no esquecimento.

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Com personagens intrigantes e malucos, somos levado a uma cidade tomada por zumbis, e você no papel de Frank West decide se jogar naquela loucura para descobrir os segredos e quem sabe ganhar o Prêmio Pulitzer. Esqueça qualquer traço de moralidade que conhecia (ou não), abrace a loucura, enfrente psicopatas e tente sair vivo nesse remaster de luxo que a Capcom gentilmente nos cedeu uma chave para produzirmos essa analise.

Me acompanhe para saber como foi a minha experiência nesse titulo onde zumbis preenchem o local como enchentes, confira!

Dead Rising Deluxe Remaster
Reprodução: Capcom

Quanto a história

Dead Rising Deluxe Remaster  não traz grandes mudanças na história original e nem tem porque o fazê-lo, afinal, tudo aqui é um grande pretexto para que possamos trucidar o máximo de zumbis das maneiras mais criativas possível em uma versão remasterizada bonitona.

Na trama Frank West é só um jornalista que está disposto a fazer qualquer coisa para conseguir o seu grande furo de noticia, não importa qual meio. Só por isso ele se lançou de um helicóptero no terração do Shopping da cidadezinha de Willamete e com um prazo de 72 horas para descobrir tudo o que está acontecendo e meter o pé daquele lugar. Uma premissa bem direta, certo?

Parece que não, mas existe um pouco de desenvolvimento do personagem, que apesar de ser apresentado como alguém se escrúpulo, ele acaba encontrando os psicopatas e percebendo que é possível ir mais além ao se entregar ao caos que reina naquele lugar. No fim das contas você se verá preocupado em tentar salvar o máximo de vidas que encontrar pelo shopping, não só pelos pontos (que é muito bem-vindo), mas também porque é algo que gostaríamos todos nós de o fazê-lo.

Frank preocupa-se consigo mesmo, mas é interessante ver que ele vai mudando a medida que a história se desenrola e começa até ser mais empático.

Dead Rising Deluxe Remaster
Reprodução: Capcom

Um presente aos fãs

Uma das novidades presente em Dead Rising Deluxe Remaster é a sua localização e dublagem totalmente em português e que está muito boa. É sempre bom ver que a Capcom tem tido essa preocupação com todos os consumidores dos seus produtos, e isso se destaca por investimento como esse.

Ah, mas se você acha que a localização não é o suficiente, calma lá, por meio de DLC você conta com uma variedade de roupas novas para Frank West, que vão desde as roupas de Leon S. Kennedy da serie Resident Evil a Ken de Street Fighter, que só reforça o que sempre soubemos: Dead Rising Deluxe Remaster está muito longe de ser um jogo sério – Certo, nesse quesito eu preciso dizer que cosméticos por mais legais que sejam, só vale a pena se você realmente é um avido fã da série e se encanta com isso.

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Também temos novas funcionalidades que tornam a experiência com o titulo remasterizado ainda melhor. No original precisávamos nos ater aos horários que determinados eventos se passavam, enquanto nessa nova versão podemos simplesmente avançar ao tempo e ir diretos aos eventos que nos interessam, nessa situação aqueles que envolvem os casos que precisamos concluir para avançar no modo campanha.

Existe também a melhoria na durabilidade de todos os itens que coletemos durante o jogo, o que era uma das características mais frustrantes do jogo original. Imagina você se ver cercado e começar a bater em um inimigo e a arma se partir antes mesmo que você consiga deitar um grupo na porrada? É, realmente é frustrante. Por sorte isso melhorou consideravelmente.

Outra novidade é a possibilidade de saltar as conversas com os sobreviventes, algo que no original não era possível, então se você quisesse jogar novamente o titulo após finalizar, seria obrigado a ler todo o dialogo de novo. Não mais, glorias, não mais por aqui.

Dead Rising Deluxe Remaster
Reprodução: Capcom

Um remaster de luxo

Dead Rising Deluxe Remaster é uma ótima surpresas aos fãs que ansiavam por alguma novidade da famosa série, e para a nossa surpresa e, talvez como uma forma de verificar o interesse do publico por uma nova sequencia, o jogo chega quase como um remake aos consoles modernos.

O uso da RE ENGINE sem dúvida transformou o jogo clássico em uma experiência muito acima do original em termos de estética, o que o torna muito mais palatável para a geração atual de consumidores. É difícil não olhar para ele e pensar que trata-se de um remake, mas não se engane, ainda é o mesmo jogo de 2006 mas com melhorias. O que torna isso evidente é quando olhamos para NPCs menos importantes, pois sua restauração destoa em comparação a todo o resto – Enquanto Frank ou outros ganharam uma bela maquiagem e banho de lojas, outros parecem que só receberam um talco de bebê.

Por outro lado, ainda dentro do aspecto estético, podemos dizer que o banho de sangue é maravilhoso, com sangue salpicando tudo e a todos enquanto destroçamos hordas de zumbis. Coisa linda de se ver. Mas saltar e se movimentar ainda é um tanto duro, no pior sentido. Tá ai uma coisa que realmente deveria ter sido modificado para tornar melhor a experiência de correr e caminhar por todo o jogo.

Claro, falando em ataque, preciso apontar que agora temos a possibilidade de alternar os controles, sendo possível jogar com os controle original, aquele com os comandos no qual o titulo foi concebido e o moderno. O que me faz crer que apesar dos comandos originais serem um tanto diferentes, ainda assim, me parecem melhores do que os modernos. Claro, isso se você já jogou algum outro titulo da série.

Reprodução: Capcom

Conclusão

Dead Rising Deluxe Remaster é certamente um grande titulo que enriquecerá ainda mais a biblioteca de jogos que a CAPCOM vem construindo nos últimos anos. Hora publicando remakes, remaster e hora publicando títulos novos como Kunitsu-Gami: Path of the Goddess.

DRDR entra nessa lista de remaster bem sucedidos, que apesar de não reinventar (olha só, não é um remake, não é mesmo), consegue trazer melhorias significativas o suficiente para transformar a experiência original que conhecíamos. O jogo segue sendo uma obra muito divertida e sendo uma ótima desculpa para massacrar mortos vivos simplesmente porque sim, nós gostamos.

O sucesso desse titulo certamente será um termômetro para a CAPCOM continuar sua empreitada em remasterizar títulos aclamados, e por mais que o segundo tá logo ai, eu realmente gostaria de ver o terceiro jogo ganhando o mesmo cuidado, até porque é o titulo que mais joguei e continua sendo exclusivo nos consoles apenas no Xbox One. – Sim, tem no PC, mas consoles só Xbox One.

Nota: 8/10

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Dead Rising Deluxe Remaster está disponível para PlayStation 5, Xbox Series X e Series S, GeForce Now e Microsoft Windows. Esta análise foi feita com uma cópia para Xbox Series S|X gentilmente cedida pela CAPCOM.

 

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Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/05/25/sunset-overdrive-uma-insanidade/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/05/25/sunset-overdrive-uma-insanidade/#comments Thu, 25 May 2017 20:04:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2017/05/25/sunset-overdrive-energeticos-ods-e/ Já critiquei diversos jogos antes mesmo de ter acesso a eles, e posso garantir que não me orgulho disso, porém, ao longo dos anos tenho tentado mudar esse péssimo habito ao dar mais de uma chance a determinado títulos. Sunset Overdrive foi um desses que torci o nariz após assistir alguns gamesplays, mas, depois de […]

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Já critiquei diversos jogos antes mesmo de ter acesso a eles, e posso garantir que não me orgulho disso, porém, ao longo dos anos tenho tentado mudar esse péssimo habito ao dar mais de uma chance a determinado títulos.

Sunset Overdrive foi um desses que torci o nariz após assistir alguns gamesplays, mas, depois de jogá-lo por algumas horas minha opinião mudou.

O título foi lançado em 2014, no começo da oitava geração de consoles, e desenvolvido pela Insomniac Games, exclusivamente para a plataforma da Microsoft. E se o nome da desenvolvedora é desconhecida, o seu trabalho não, pois devem lembrar-se de uma das suas melhores franquias no saudoso PlayStation: Spyro the Dragon.

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Sim, eu gosto bastante dessa franquia. Ainda tenho sonhos molhados com o dia em que ela possa retornar – de preferencia multiplataforma.

Bem, mas vamos direto ao assunto. A partir das razões pela qual ignorava esse título era por acreditar que se resumia a um clone de Saints Row. Quem jogou sabe que a franquia enfiou o pé na jaca depois de não conseguir bater seu rival, o Grand Theft Auto.

E como não gostava de Saints Row, ai já viu.

Sunset Overdrive
A parte boa é que me enganei com Sunset Overdrive, primeiro porque se fosse para criar uma comparação, certamente ele estaria mais para Dead Rising do que Saints Row ao confinar o jogador em uma cidade infestada por monstros mutantes. Claro, aqui o humor é predominante também, mas de um modo bem diferente e único.

O enredo é muito bom e repleto de referencias a diversos filmes e outros jogos, mas o fator importante é a jogabilidade. Você terá de encarar hordas e mais hordas de Od’s utilizando das armas mais loucas e destrutivas enquanto corre pelas paredes ao melhor estilo parkour.

Também é possível saltar rapidamente de plataformas e planar por segundos no ar, fazer grind’s em fios, quinas e laterais de prédios. É possível realizar muitas ações durante o combate ou mesmo atravessar a cidade feito um super herói sem poderes – É, não fez muito sentido.

Você não tem superpoderes, só que consegue escalar prédios enquanto salta e corre por suas paredes, o que possibilita movimentar-se rapidamente por todo o mapa que não é próximo do GTA, mas que é bem grande.

Ainda temos uma das melhores dublagens que pude conferir até o momento. Nos papeis principais temos a Luisa Palomanes (A Docinho das Meninas Superpoderosas), dublando a personagem feminina ou Paulo Vignolo (dublador do Nelson do Simpsons) dublando o personagem masculino.

Sunset Overdrive

Os monstros que enfrentamos outrora foram humanos, o motivo do apocalipse na cidade de Sunset City se deve a bebida Overcharger. Essa bebida é um tipo de redbull experimental criado por uma empresa chamada FIZZCO.

E como eles queriam logo fazer dinheiro, então comprou a galera de colarinho branco e liberou a bebida mesmo sem realizar os testes, e isso culminou na mutação dos habitantes, assim restando poucos sobreviventes. Para evitar que a coisa se espalhe e destrua o nome da empresa, eles decidiram criar um campo de energia impedindo qualquer pessoa de fugir da cidade.

Com isso seu personagem que antes era apenas um mero coletor de lixo sai das sombras para se tornar o “CHOOSEN ONE” de Sunset City.

Ai entramos em um ponto negativo, você tem a opção de escolher o gênero do seu personagem, mas só tem a disposição 4 modelos de corpos. Você não terá um modificador tão robusto quanto em Saints Row ou Skyrim, mas você pode colocar todo o tipo de roupas que você imaginar.

Sério, é uma quantidade muito grande de roupas e acessórios. Eu particularmente não dou a mínima para roupas, não gosto muito de ficar alterando, mas de qualquer maneira minha personagem mulher ficou linda.

É, gosto de utilizar personagens femininas. #GirlPower

Os inimigos do jogo a primeira vista não parecem tão difíceis, só que em grande número são extremamente complicado. Isso força você a não ficar parado de jeito algum, até mesmo no alto de prédios. Apesar dos Od’s serem os inimigos convencionais, eles são rápidos e se jogam contra você, logo acertar um deles é como chamar os amiguinhos para a treta.

Os especiais são os mais divertidos, pois alguns atingem você a longa distancia, outro gigante dá a luz a mais Od’s e tem os congelantes. Como se monstros não fossem o suficiente, temos os Casca-grossa. Uma milícia fortemente armada e que realmente dá dor de cabeça.

Por sorte nossas armas e personagens podem evoluir a medida que avançamos na história. Enquanto as armas aumentam seus levels, os personagens podem receber amplificadores. Eles oferecem atributos como: Ao rolar a personagem fica intangível, gerar raios ao deslizar em fios e etc…

A primeira vista parece confuso, eu sei, mas na pratica é bem simples e você se diverte escolhendo os melhores AMP´S.

Sunset Overdrive também não procura te oferecer aquele realismo que impregnou todos os jogos da oitava geração. Os gráficos e efeitos de luzes são belíssimos, mas o jogo como um todo é extremamente divertido, e ele faz questão de deixar claro que seu objetivo é divertir ao oferecer missões engraçadas e desafiadoras.

Como arrancar a cabeça de um monstro, usar como mascara e ir assustar os Casca-grossas. É, isso foi legal e extremamente difícil de fazer.

Mas o jogo não é só isso, ele também possui um modo multiplayer que se chama: ESQUADRÃO DO CAOS. E o nome faz todo sentido, pois consiste em missões de destruição onde você compete com amigos ou desconhecidos por pontos. Quem causa maior destruição e mata mais inimigos, então ganhará mais pontos e overcharger, que servem como moeda pra compra de amp’s.

Só que infelizmente não há tantas pessoas jogando esse modo, o que faz com que demore um pouco para fechar o esquadrão. Uma pena, pois é bem divertido.

A vantagem é que tu pode ir jogando o modo single enquanto eles buscam partidas em segundo plano.

Eu conclui Sunset Overdrive com quase 38 horas de jogatina, mas nesse tempo jogado tem algumas partidas online, busca por colecionáveis e sidequest’s. Mas se você quer terminar só a trama principal, fica tranquilo que ela pode ser concluída em umas 10 horas mais ou menos.

Há muitas sidequest’s para se realizar e desafios, isso certamente vai te render boas horas de jogatinas. E as recomendo principalmente para que possa melhorar seu equipamento e deixar o personagem boladão.

Certamente eu acho que deveria ser maior, porém, há duas DLC’s com mais duas história (que estão saindo por 19 reais na Microsoft Store). Infelizmente não tive acesso a elas ainda, mas os preços estão bem acessíveis e pretendo pegar em breve.

O jogo principal deixa algumas coisas em aberto, então acredito que possamos esperar alguma sequência (cruza os dedos) e de preferencia multiplataforma, porque todos deveriam jogar Sunset Overdrive.

É isso, Vão Jogar!

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