Arquivos Batman - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/batman/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 12 Oct 2024 15:29:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Batman - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/batman/ 32 32 TOP 5 Jogos de Game Boy Clássico | Sem Pokémon https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/#respond Thu, 17 Oct 2019 13:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/10/17/top-5-jogos-de-game-boy-classico-se/ São tantos jogos recentes que às vezes tudo que eu queria era algo simples e que me desse uma sensação boa ao terminar. A ideia de jogar deitado, com fones e numa telinha pequena sempre me atraiu, assim como a simplicidade dos jogos, que devido ao hardware limitado, precisavam ser criativos para serem interessantes. Aqui […]

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São tantos jogos recentes que às vezes tudo que eu queria era algo simples e que me desse uma sensação boa ao terminar. A ideia de jogar deitado, com fones e numa telinha pequena sempre me atraiu, assim como a simplicidade dos jogos, que devido ao hardware limitado, precisavam ser criativos para serem interessantes.

Aqui listei cinco joguinhos desse console que merecem sua atenção. Seja por serem ótimos ou por representarem muito bem o Game Boy. Aproveitem!

A lista está fora de ordem e eu fui atualizando conforme eu jogava.

1º Batman: The Vídeo Game (SUNSOFT, 1990)

Reprodução: Internet

Essa versão baseada no filme possui o mesmo nome que um outro jogo lançado também pela Sunsoft no NES, porém é completamente diferente.

O morceguito incrivelmente usa uma arma (lol) e atira bolinhas ou batrangs nos inimigos, que vão desde bandidos comuns a robozinhos. Pra um jogo licenciado e ainda por cima no Game Boy, é incrível como ele consegue se aproximar da história do filme, incluindo algumas cutscenes simples que imitam a estética visual meio dark usada na versão de cinema.

Os sprites são pequenos e os gráficos usam poucos tons de cinza intermediários — algo bem comum nos primeiros jogos do portátil –, porém os controles são precisos. Além disso, o level design é justo e não te pune muito, possuindo ainda continues infinitos, caso você não seja um safado jogando com save state.

Reprodução: Internet

Sobre as músicas, o pessoal da Sunsoft está de parabéns. Alguns temas desse jogo são bem marcantes e vão te fazer querer voltar no tempo e jogá-lo na época do lançamento. Pra mim é talvez o grande destaque dessa versão.

Apesar de curto, “Batman: The Vídeo Game” ainda tem duas fases bem legais com o BatWing, onde você atira nos inimigos em scroll lateral no melhor estilo Gradius.

É possível terminá-lo em uma ou duas horas mesmo sem emulador, visto que ele não é tão difícil. É talvez um dos meus favoritos da plataforma.

2º Castlevania: The Adventure (KONAMI, 1989)

Reprodução: Internet

Aqui temos o primeiro Castelo da Vânia portátil. É difícil dizer se esse é realmente um bom jogo ou sequer uma boa recomendação, visto que ele tem qualidade para um jogo dos anos 80 feito pra um console simples, mas ao mesmo tempo peca em muitos fatores.

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A jogabilidade é bem travada, praxe em jogos antigos da série pré-metroidvania. Aqui, não temos os itens, limitando nossos ataques ao chicote, que tem o diferencial de ter power-ups, podendo até soltar bolas de fogo (?).

Reprodução: Internet

Como de costume dos jogos da época, temos poucas fases, porém da terceira pra frente o game fica quase IMPOSSÍVEL, principalmente por algumas armadilhas e pulos perfeitos que o jogo te pede.

Recomendo jogar em emulador (como se vocês tivessem muita opção né), pois o cartucho não salva. O jogo possui uma versão colorida que saiu em um dos Konami GB Collection. Jogue esse pra ver a evolução da série, e foque nas sequências feitas para o Game Boy.

3º The Legend of Zelda: Link’s Awakening (Nintendo, 1993)

Game Boy
Reprodução: Internet

Um grande clássico que nem sempre é tratado com o devido respeito. Feito por um time diferente e sem a influência do Miyamoto, Link’s Awakening trouxe muitas referências à outras séries da Nintendo, e aproveita maravilhosamente bem o hardware mais simples, sendo inclusive muito melhor que os dois primeiros jogos da série feitos para o NES e talvez, melhor que Link to the Past.

Game Boy
Reprodução: Internet

O mapa é incrivelmente complexo, as dungeons são bem trabalhadas e todos os diálogos e personagens são maravilhosos. Caso queira, jogue a versão DX, com cores e uma dungeon a mais feita pro Game Boy Color OU o remake de 2019 feito para o Nintendo Switch.

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A história dele também é muito influenciada pelo clima misterioso da série Twin Peaks, que fez sucesso no Japão na época de seu desenvolvimento.

4º Super Mario Land (Nintendo, 1989)

Game Boy
Reprodução: Internet

A primeira aventura portátil de plataforma do Mario. Aqui temos um dos jogos da primeira leva do console, por isso os gráficos são bem simples. Além disso, a física em geral do jogo é bem “dura” comparada a todos os jogos contemporâneos dele feitos para o NES. Ainda assim, vale muito jogar pelo desafio — já que o jogo não tem save — e pelas músicas. Foi a estreia da princesa Daisy na série, ainda que não tivesse sua aparência atual, definida somente no Nintendo 64.

Game Boy
Reprodução: Internet
Sobre a série Mario Land, sua melhor versão é realmente a sequência deste, que se assemelha mais aos jogos de SNES, porém esse se destaca por ter saído bem no iniciozinho da vida do GB, e por tentar coisas diferentes até então, como as fases de “navinha” com o Mario pilotando um aviãozinho.

5º Donkey Kong Land (série) (RARE, 1995)

Game Boy
Reprodução: Internet

Lançado já no meio da vida do console (que pra muitos seria o fim), o Donkey Kong Land original (e seus dois sucessores) fizeram um feito incrível: transpor os jogos de SNES que já usavam uma técnica absurda pra época de converter gráficos em CGI para sprites.

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Pra mim, o incrível não foi só isso, mas sim criar cenários que mesclassem bem com os personagens 3D, sem ter a impressão de que eram apenas blocos encaixados, como acontece em muitos jogos da época.

Game Boy
Reprodução: Nintendo Life


Sobre a série para Game Boy, houveram alguns cortes, como um único macaco na tela ao mesmo tempo, enquanto que você se transformava nas montarias ao invés de… montar nelas. Aqui as fases tem a mesma temática, porém são bem diferentes da versão de SNES e fica especialmente lindo no hardware original, e isso vale para os três Donkey Kongs Land no GB.

Ah! A versão japonesa do DKL3 é colorida e exclusiva do GBC. Existe tradução para ela, inclusive.

Game Boy
Arquivo pessoal
Game Boy
Reprodução: Internet

OBS: Fuja dos ports portáteis da série Donkey Kong Country. Não são bons, seja no GBC ou no GBA, eles não têm a mesma personalidade pensada para o Game Boy como a série Land.

Game Boy
Reprodução: Internet

É isso, esses são cinco jogos essenciais do Game Boy original, feita especialmente pra você que acha que o console só tem Pokémon. Existem outras recomendações, como a série Dragon Quest, mas esses ficam melhores no Color e existem versões melhores em outros sistemas. Falem comigo no twitter (@horojoga) e me digam quais jogos do portátil da Nintendo faltaram na lista!

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Batman vs Superman | A origem da Justiça https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/04/02/batman-vs-superman-origem-da-justica/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/04/02/batman-vs-superman-origem-da-justica/#respond Sat, 02 Apr 2016 16:49:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/04/02/batman-vs-superman-origem-da-justica/ Eu não estava esperando por uma boa experiência com Batman VS Superman. Pegar cinema em um dia quente e encarar adolescentes linguarudos. É. Eu não estava em  meu melhor dia, mas quando se programa para fazer algo a dois, é melhor não quebrar a programação. Como disse antes, o dia estava bem quente, acredito que […]

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Eu não estava esperando por uma boa experiência com Batman VS Superman. Pegar cinema em um dia quente e encarar adolescentes linguarudos. É. Eu não estava em  meu melhor dia, mas quando se programa para fazer algo a dois, é melhor não quebrar a programação.


Como disse antes, o dia estava bem quente, acredito que estivesse por volta dos 34°C lá fora e dentro de casa uns 40°C. O calor destrói o meu bom humor e também é uma das razões pela qual o site não vem sendo atualizado como antes. 

De qualquer maneira acabei indo ao cinema assistir Batman VS Superman e sem expectativa alguma. Posso dizer que esse é mais um filme que me surpreendeu – Viu porque baixa expectativa é bom. Eu sai do cinema bem satisfeito com tudo o que foi jogado violentamente na minha cara por duas horas e meia.



Diferente do filme Man of Steel, que gasta um tempo explicando a origem do Clark Kent, aqui somos levados a um mundo em que Superman já faz parte da realidade mundial – Para ser especifico, 18 meses desde que saiu do armário. E que por sinal o governo não está nem um pouco feliz com o fato dele ser autônomo e não pagar impostos como herói.

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Enquanto o governo está pensando em uma maneira de ter controle sobre o Superman, nosso querido Clark Kent descobre que há um vigilante na cidade de Gotham, e que diferente de seu alter ego super, o vigilante quebra os ossos dos vilões e se sobreviver ainda os marca a brasa.


Como um homem de princípios e que acredita que morte não é o caminho e todo aquele blá, blá, blá pró-vida, ele decide investigar – É por isso que gosto do Sentry.

Bem, o homem morcego não é bonzinho como você esperava ou 70% da parte inútil da internet. O Batman já é velho combatente de guerra e tá nessa a mais de 20 anos encarando as merdas na cidade de Gotham. O suficiente pra torrar o saco dele, visto que ele teve amigos mortos por um palhaço fantasiado. 


É preciso lembrar que as situações na qual o personagem é jogado tornam impossível lidar com todos os inimigos ao mesmo tempo. Não dá pra sair no soco e ponta pés. Por mais que o Batman de Arkhan City seja habilidoso, aqui temos um Bruce Wayne 40 e que necessita do uso de armas.


Quem reclamou pelo fato do Batman distribuir tiros e matar os inimigos nesse filme, provavelmente não deve ter assistido ao Superman com Christopher Reeve, pois n
o clássico, o Superman aprisiona Zod na dimensão fantasma mesmo a contra gosto, pois como todos sabemos, Zod quer dominar o mundo. Enquanto no Man of Steel ele tem seu pescoço quebrado.

Cadê o choro?



Batman é humano e tem brinquedinhos muito avançados, mas não dá pra socar 20 soldados fortemente armados com metralhadoras sem levar nenhum tiro no traseiro antes. Entendo que nos quadrinhos e animações o Batman é bonzinho e só desmaia a bandidagem na base da porrada, mas esse universo ele não funcionaria.


Acredito que todo o filme tem suas falhas e BvS não escapa a essa regra, porém, ficar martelando essa conversa de que o Batman é ruim, o filme é ruim, Zod é mau, Nolan é bom.


“Ah! Mais o Nolan conseguiu mimimi Nolan mimimi Rola mimimi”


Sério, o cara nos trouxe um Bane chorão e umas das mortes mais ridículas já criadas em um filme do Batman. 


O que eu gosto do Batman de Nolan? O Coringa do Ledger. 


Acredito que usar a trilogia do Nolan como parâmetro para criticar o Batman desse filme é estupidez. Claro, você pode tentar fazer isso na tentativa de mostrar o quanto você é bichão e manja de cinema. 


Oras, masturbar o ego sempre é bom.



Eu não pensei que a Mulher-Maravilha funcionasse bem no cinema, mas depois de conferir ela em ação, não tenho dúvidas: Gal Gadot é a Mulher Maravilha que o cinema precisava e que tanto esperamos.


Leva um tempo para ele entrar em ação, mas quando você ver ela chegando no meio da pancadaria, tenha certeza que ela não tá pra brincadeira. O fato de usar espada, laço e escudo foi uma coisa que me agradou muito. Ela é uma amazona, acredito que só o laço em referencia a personagem clássica foi o bastante.


Ela é linda e ainda chuta a bunda do Apocalipse. Não quero mais nada, me tragam logo o filme solo da Mulher-Maravilha.

O Luthor de Jesse Eisenberg foi outro personagem duramente criticado e que apos assistir o filme, compreendi um pouco dos motivos, mas que discordo. Não senti tanta proximidade com o Coringa do Heath Ledger, como muitos vem alegando. Talvez por ser diferente do Luthor que estamos habituado, que é sério, enquanto aqui temos um Luthor mais jovem, mas tão frio e calculista quanto o clássico.

Obviamente não irei dar spoiler, mas achei fantástico a maneira como ele entra na trama e como ela se encerra com ele.
“Ah! mas ele é ruivo e não careca, seu bobo”


O Luthor clássico era ruivo, mas tu não lembra porquê cê tava balançando dentro do saco do seu pai.

A origem do Apocalipse não é como a dos quadrinhos ou desenho, aqui ela se dá por causa de um personagem que resolve fazer um ritual proibido e acaba gerando um monstro. A aparência dele lembra a muitos personagens, eu esperava por cristais no corpo e tudo mais, só que no momento em que o bicho começa a pegar na batalha isso é suprido.


Eu gostei dele, pois o cara é fodão e solta explosões e rajadas de energia digna de um Shinkuu Hadouken do Ryu em Marvel Vs Capcom. 


Quê? Me lembrou, oras!


Acho que o maior tiro no pé do filme foram tê-lo entregado como o vilão principal antes do lançamento. Eu detesto essa mania de entregarem pontos importantes durante os trailers. Claro, tem quem goste, mas se me oferecem dois trailers discretos, pra mim tá ótimo.


Outro ponto negativo é que a batalha final com Apocalipse é um tanto curta. Poxa, é a batalha final, então que se alongasse por uns 20 minutos.



Conclusão: Batman VS Superman é repleto de referencias aos universo dos quadrinhos, então quem conhece o universo dos quadrinhos ira vibrar. Quem não leu também vai se divertir, pois o filme te entrega uma história original e que deixa muitos pontos em aberto para um próximo filme.


Há falhas, como havia dito antes, mas nada que possa estragar a experiencia de assistir ao filme. As batalhas são ótimas e faz com que você fique animado o tempo todo para ver o embate entre os dois super heróis. E tenha certeza que a batalha faz valer o ingresso do filme.


Finalmente os amantes da DC podem se gabar de uma adaptação de qualidade dos seus personagens mais famosos.


Ah! antes de encerrar eu preciso tirar isso do peito: Foda-se Lana Lang! Foda-se Smallville!


Obrigado!

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