Arquivos 2K Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/2k-games/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 20 Jun 2025 20:24:45 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos 2K Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/2k-games/ 32 32 WWE 2k19 | Dois passos pra frente, um passo para trás https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/01/wwe-2k19-dois-passos-pra-frente-u/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/01/wwe-2k19-dois-passos-pra-frente-u/#respond Thu, 01 Nov 2018 19:50:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/11/01/wwe-2k19-dois-passos-pra-frente-u/ Se tem uma coisa que praticamente todo mundo fala… Jogos de esporte anuais são sempre a mesma coisa, muda uns bonequinhos e pronto, tá lá na prateleira das lojas, o mais novo jogo dessa franquia.  Com WWE não é diferente, afinal, há QUASE VINTE ANOS a Yuke’s vem desenvolvendo os jogos oficiais da WWE, ao […]

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Se tem uma coisa que praticamente todo mundo fala… Jogos de esporte anuais são sempre a mesma coisa, muda uns bonequinhos e pronto, tá lá na prateleira das lojas, o mais novo jogo dessa franquia.  Com WWE não é diferente, afinal, há QUASE VINTE ANOS a Yuke’s vem desenvolvendo os jogos oficiais da WWE, ao menos os principais. Recentemente, saiu o mais novo simulador de luta livre da World Wrestling Entretainment, o WWE 2k19. Será que ele é só um “WWE 2k18 que é o 2k17 que é o 2k16 que é o 2k15 com bonequinhos novos?” É o que veremos.

Eu sou um fã de wrestling, isso é notável já de um tempo, e também jogo videogames (Oh, não diga, seu babaca!), tanto que do WWE 12 até o 2K19 eu só não joguei o 2k18 porque quando comprei o PS4 faltava pouco pra sair o sucessor. Dito isso, vou dizer que eu admiro muito quem passa horas e horas montando move-sets para CAWs (termo utilizado para os lutadores customizados criados), porque amigos, fazer isso pro lutador que você criou É CHATO A BEÇA, NÃO IMPORTA O JOGO. Desculpem, me deixei levar.

 



A primeira mudança notável em relação ao 2K17 e ao 2K18, foi a volta do 2K Showcase, que nas duas edições anteriores estava relegado apenas ao DLC do Hall da Fama. Dessa vez, temos a carreira do líder do Yes! Movement, Daniel Brian, pelo menos na WWE, começando lá atrás no início dos anos 2000, até seu retorno na Wrestlemania desse ano.


Admito que sabia MUITO POUCO sobre a carreira dele, e foi legal ver ele recontando esses fatos  (e não coisas lidas na Wikipedia) e foi muito classudo da Ring of Honor ceder imagens da passagem do American Dragon por lá (ainda que tenham omitido o CM Punk porque né), e ver o senso de humor do próprio DB contando os reveses que sofria (“E é agora que a minha carreira deslancha? NÃO”), e confesso aqui: Na época em que ele anunciou a aposentadoria, no ano passado, admito que só fiquei chateado, mas depois de revisar a carreira dele no showcase, foi bem tenso reviver a despedida.


Como Showcase em si, é possivelmente o melhor, já que o do 2K15 é quebrado em duas partes (três se contar o mini-showcase do NXT das versões de PS3 e 360) e o do 2K16 é legal por causa do Austin e o do WWE 13 é a Attitude Era, que também é legal , mas o do Daniel Bryan superou. Desse modo em si, não tenho tanto do que reclamar, exceto talvez a falta de balanceamento em algumas das lutas, já que as vezes você passa por uma difícil para depois conseguir uma fácil logo em seguida.



O Modo Carreira (My Career) recebeu uma repaginada TOTAL em relação aos jogos anteriores, porque agora ele parece mais uma volta do clássico Road to Wrestlemania, que tava sumido desde o Smackdown vs RAW 2011. Você cria seu Superstar e segue por uma história que começa numa pequena empresa independente e termina com a coroação na Wrestlemania, são 14 capítulos que tem o mesmo problema de balanceamento do showcase, lutas duras seguidas de lutas fáceis.



Um lado positivo, é que há uma história coesa, você interage com os superstars da WWE e você se sente parte daquele mundo, por outro… Você não tem tanta liberdade como antes. Nos modos carreira do 2k17 e 2k18, dependendo do seu tryout, você podia parar no NXT ou ir pro Main Roster, ter as rivalidades que deseja dentro das limitações do jogo, ter quem quiser como seu manager e ir atrás dos títulos que quer, atacar os lutadores nos bastidores, interromper lutas, fazer promos. Aqui, você segue em linha reta. Você pode ter lutas secundárias, mas nada que vá interferir na história, só vai dar XP para você evoluir seu lutador.


Uma nova adição a franquia, são as 2k towers, as torres de desafios, que na teoria são novidade, mas na prática, são só mais lutas. Ok, eu falando assim parece meio pessimista, o lado positivo é que essas lutas em sequência te dão pontos que ajudam a desbloquear os outros lutadores (mais pra frente falo do roster), e a principal torre é a Million Dollar Tower, onde com o garoto da capa A.J. Styles, você deve vencer 15 lutas consecutivas, sem regeneração de HP após a luta (nas outras torres, sua energia é recuperada).



E se você é fã de jogatina online, o modo online tem alguns desafios extras pra te manter entretido (ou não, porque dadas as minhas experiências com WWE online, vai dar lag pra caramba) por algum tempo extra.


Agora passemos para o ponto da jogabilidade, onde abordarei desde o roster do jogo, a como funciona a evolução do personagem no modo carreira e as mecânicas do jogo. Em termos de mecânica, ele é uma versão mais refinada do jogo anterior, não é tão difícil de aprender, os golpes são feitos com combinações simples que não exigem tantos botões. Com pouco tempo de prática, já estará dando Superkicks feito os Young Bucks. Anyway, encha a barra de momentum e poderá desferir o Signature Move, um movimento poderoso que ajuda a definir a luta. E após o Signature, você poderá usar o finalizador (ou encha a barra de momentum até os 150% e o Signature se transformará no finisher).


Eu perdi um tempo explicando, mas acredite, é mais simples do que parece, seu único problema vai saber as nuances de cada lutador pra jogar online. Aliás, mesmo com os comandos sendo iguais para os lutadores, eles se comportam de maneiras diferentes e aplicam golpes de maneiras diferentes. Um Suplex com o Mojo Rawley não vai tirar o mesmo tanto de energia que um suplex com Braun Strowman por exemplo.

 



Dito isso, a escolha do roster é meio esquisita. Não pelas escolhas em si, mas pelos lutadores que ficaram de fora do título. Enquanto temos novidades, como Bianca Belair (vinda do primeiro Mae Young Classic), Drake Maverick (como manager) e Kairi Sane (Ex-NXT Women’s Champion e lutadora por qual tenho não uma queda, mas um tombo), gente como Nikki Cross (que já tá no NXT há um tempão) e Tomasso Ciampa (O cara que é tipo… O atual NXT Champion) ficaram de fora. Sei que os Dudley Boys ficaram de fora porque estarão no Showcase do Hall da Fama, mas né.


A falta de gente no roster ao menos é compensada com as criações da comunidade, onde você pode achar praticamente todo tipo de criação, desde roupas atualizadas pros lutadores, a gente que já foi embora da WWE ou não está no jogo, como os brasileiros Adrian Jaoude, Cesar Bononi e Taynara Conti.


Evoluir o seu personagem no modo carreira ficou bem diferente das versões anteriores* (*não tenho o 2K18 pra comparar, se eu o achar por 50 reais, quem sabe…), pois agora você ganha experiência que é automaticamente convertida em pontos para evoluir atributos em uma árvore de skills. É um samba do crioulo doido que se quer saber a minha honesta opinião, complicou o que era simples e funcional das versões anteriores do jogo.


Existem outras minúcias que podem ser exploradas por jogadores com um TOC maior que o meu, como o sistema de overcharge e o de payback. Mas honestamente, foram coisas que pouco usei na prática.

 



Graficamente, eu não tenho tanto a dizer a favor ou contra, porque os modelos são bem feitos e as arenas na maior parte do tempo são fidedignas ao original (exceto quando temos num Universe da vida um NXT sendo fora da Full Sail), mas jogadores podem encontrar alguns glitches, como o do homem invisível atacando um lutador derrotado. E as criações dos usuários na Community Creations, tanto no PS4 quanto no Xbox One, ajudam a tornar a experiência um pouco mais completa, porque existem pessoas na comunidade que já fazem isso há alguns anos e continuam contribuindo.


Sonoramente… É uma faca de dois gumes. A dublagem no modo carreira é, em 95% dos casos, excelente, com os lutadores soando como lutadores mesmo, sejam em promos ou conversas casuais, totalmente diferente da coisa robótica que tínhamos em alguns jogos mais antigos nas eras PS2 e início de PS3 (me referindo a WWE). Inclusive destaco AJ Kirsch que dubla o nosso personagem, Buzz, deu um pouco mais de humanidade a ele. O porquê do 95%? John Cena. Problemas com datas, impediram que o Big Match John dublasse a si mesmo no jogo, e o que temos no jogo é quase como o Randy Orton imitando o Cena, sério. É tosco a esse ponto.


Outro problema, é que a narração é mais ou menos a mesma coisa dos jogos anteriores, você já sabe o que esperar, por mais que eu goste da química entre Michael Cole, Corey Graves e Byron Saxton (substituir o Saxton por uma samambaia não é uma má ideia), não é tão diferente do que teve antes.


Isso me leva aqui a outro ponto negativo, que são os problemas no som, muitas vezes durante o modo carreira, a torcida ficava muda do nada durante uma promo, tipo, sem ruído nenhum. E outro problema não muito agradável, é que muitas vezes as falas da narração são repetidas. Não me refiro a tipo, você ouviu o Michael Cole falando “O João Cena acertou uma cadeirada em AJ Estilos em 2018 no Slam de Verão” numa luta do Universe Mode e depois repetir em outra luta. Me refiro a fala sendo repetida SEGUIDAMENTE.


A trilha, depende muito se você gosta ou não das músicas do jogo e dos temas dos lutadores, você pode ajustar a jukebox então não é nenhum ponto de destaque. Como eu não quero tomar copyright strike nos meus vídeos de 2k19, eu tiro as músicas licenciadas mesmo.


Finalizando, se você não é fã de luta livre, não vejo razão para comprar esse jogo, já que não é do seu nicho. E é uma linha grande entre comprar esse ou pegar a versão anterior mais barata, já que o suporte a criações da comunidade vai até cerca de um ano e meio depois do lançamento (O que significa que os servidores do 2k18 serão desligados até maio de 2019). Mas, se você é fã de WWE e não compra nenhum jogo da franquia faz algum tempo, talvez se você tiver dinheiro sobrando, pode ser uma boa compra. É um bom jogo, mas existem as ressalvas que apontei nessa análise.


WWE 2k19 está disponível para Playstation 4, Xbox One e PC.

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Spec Ops: The Line | Um Jogo muito maior do que parece https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/#respond Sun, 11 Feb 2018 23:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/ Spec Ops: The Line é um título que terminei em 2013, cheguei a escrever um artigo sobre ele aqui no site, mas depois de reler, percebi que o artigo estava um pouco pobre. Creio que isso seja porque melhorei significantemente a minha escrita, então pensei: Porque não reescrever. Depois de descobrir que que o jogo […]

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Spec Ops: The Line é um título que terminei em 2013, cheguei a escrever um artigo sobre ele aqui no site, mas depois de reler, percebi que o artigo estava um pouco pobre. Creio que isso seja porque melhorei significantemente a minha escrita, então pensei: Porque não reescrever.

Depois de descobrir que que o jogo entrou na retrocompatibilidade do Xbox One, decidi que seria uma boa retornar a Dubai e falar um pouco mais sobre esse marcante jogo para aqueles que possam desejar desbravá-lo nessa geração.

Então vamos lá!

Como tudo começou

Vamos começar falando um pouco do passado de Spec Ops, pois se você acha que se resume a apenas “The Line”, então está bem enganado. Se trata de uma franquia de jogos antiga e que teve início em 1998, quando o seu primeiro título “Spec Ops: Rangers Lead the Way” surgiu nos PCs, mas que posteriormente chegou aos consoles.

Levemos em consideração que o título anterior a ele saiu em 2002 e “The Line” em 2012, um hiato de 10 anos, mas que aparentemente foi por um bom motivo, o título acabou passando para as mãos da Yager Development, que abandonou a visão isométrica adotada em “Spec Ops: Airborne Commando” oitavo jogo da franquia e exclusivo do primeiro PlayStation, e retornou a visão em terceira pessoa que era a mesma do primeiro jogo da franquia, mas abraçando os conceitos da sétima geração de consoles.

Eu sei que não são todos que se interessam por esse tipo de informação, mas ciente de que Spec Ops não é uma franquia tão conhecida, eu me senti na obrigação de compartilhar um pouco da história por trás do jogo de 2012.

Spec Ops: The Line

Em seu lançamento foi interpretado como só mais um jogo de tiro em terceira pessoa, fazendo que passasse despercebido por muitos durante aquele ano, porém, os poucos que deram uma chance, se depararam com um jogo incrível. Com uma história baseada no livro de Joseph Conrad “Coração das Trevas”,  o jogo procura ser muito mais do que apenas mais um título de tiro com excesso de testosterona.

Na pele do Capitão Walker, somos lançados a uma missão de reconhecimento supostamente tranquila na empoeirada Dubai. Tudo o que você e seus subalternos precisavam fazer é descobrir o que diabos houve com o 33º Comando, os caras simplesmente sumiram sem deixar rastros. Bem, pelo menos era o que pensávamos até encontrarmos os primeiros corpos.

Desse momento em diante o jogo passa a nos conduzir em uma jornada de autodescoberta, onde os personagens passam refletir sobre a guerra e o seu papel nela. Oh, como eu adoraria soltar uns spoilers quanto a história, viu. O que posso dizer é que o jogo oferece muita ação, mas sem deixar de trabalhar o emocional e reflexos dos acontecimentos em cada um dos personagens.

Em todos esses anos dedicado aos games, foram poucos os jogos que exploraram o tema de forma tão brilhante. Ah, se você jogou e achou semelhanças com o filme Apocalypse Now, saiba que o filme também é uma adaptação do mesmo livro “Coração das Trevas“.

Aquela pegada de Gears

A jogabilidade de Spec Ops lembra um pouco Gears of War, graças ao sistema de cover e a câmera por cima do ombro, e também temos a disposição uma variedade de armas, sendo possível carregar duas nas costas e uma pistola. – Mas há quem discorde e o chame de third person genérico. De qualquer modo funciona e não me frustrou durante a jogatina.

Agora a dificuldade do jogo é algo a ser ressaltado, pois há momentos extremamente difíceis ou em que a câmera prejudicou um pouco. Dá pra passar, mas vai exigir muito da habilidade nesses momentos porque não é nada fácil.

Outro ponto interessante é que seus companheiros possuem personalidades distintas, então em alguns momentos você se verá obrigado a ficar do lado de um ou de outro, que mesmo a contra gosto vai acatar sua ordem. Oras, você é o capitão.

Me acompanhe por uma Dubai devastada

Os cenários do jogo são muito bacanas, as localidades de prédios soterrados na areia, os aviões abandonados e o topo de prédios funcionaram muito bem, mesmo que tenham feito uso excessivo de claridade e areia para esconder algumas imperfeições aqui e outras acolá. O resultado final dá a impressão de que algumas áreas pareçam muito maiores do que realmente são.

Agora aos exploradores de plantão, não esperem um mapa gigantesco a sua disposição, mesmo possuindo coletáveis. O jogo é linear apesar de oferecer algumas rotas alternativas e escolhas. O que é triste ao meu ver, visto que Dubai me pareceu um lugar incrível para se explorar.

O jogo também possui uma dublagem decente e consegue transmitir toda a emoção dos momentos dramáticos. Principalmente nos momentos finais do jogo, que é simplesmente incrível.

O FIM

Spec Ops: The Line acaba conseguindo ser muito mais do que um mero jogo de tiro no final das contas. Ele consegue criar uma história e personagens demasiadamente interessantes ao ponto de você se importar com o rumo que cada um deles irá tomar durante a trama.

Graças a esse jogo eu peguei trauma do fósforo branco.

O jogo também faz uso das mudanças físicas e mentais de cada um dos personagens, além do efeito colateral de cada uma das decisões do trio.

Há momentos que você simplesmente se sente mal por ter que fazer algo monstruoso para alcançar o seu objetivo. E como eu disse antes, ele possui alguns defeitos, mas nada que desmereça o título.

Se você ainda não jogou ou tinha dúvidas, saiba que está diante de um jogo que realmente vale a pena ter em sua biblioteca ou coleção.

Olha, se um dia eu listar os jogos da minha vida, certamente esse estaria entre os meus 5 preferido. E como eu disse antes, se você tem um Xbox One, saiba que agora você pode jogá-lo na retrocompatibilidade do console.

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