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Monkey Ball é uma série de jogos da Sega que começou nos arcades com o primeiro Monkey Ball (sem o Super), lá em 2001, porém seu sucesso mesmo veio alguns meses depois, quando Super Monkey Ball foi lançado para o Nintendo GameCube, ainda no mesmo ano.

A série consiste em controlar um mico preso numa bola de plástico, e fazer com que ele chegue ao gol no final de cada fase. Diferentemente do que se possa imaginar, você NÃO controla o símio, e sim a FASE. Pense naqueles quebra-cabeças onde você tem que balançar o labirinto pra fazer a bolinha de metal chegar do outro lado.

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É verdade também que os responsáveis pela série sempre foram os mesmos da série Yakuza (hoje Like a Dragon). Toshihiro Nagoshi inclusive, criou as duas séries. Agora, mesmo após ele ter deixado a Sega depois de 30 anos, os seus colegas antigos de trabalho dão continuidade a seus projetos, e isso inclui a série dos macacos nas bolas.

Reprodução: SEGA – Ryu Ga Gotoku Studio

A série no Switch

Talvez o Nintendo Switch seja o console moderno com mais versões de Monkey Ball, o que é curioso pois mostra que a série realmente está tendo um revival nas mãos do Ryu ga Gotoku Studio, o mesmo de Yakuza.

Banana Blitz HD foi o primeiro game da série no console atual da Nintendo, sendo um port de um jogo de Wii lançado em 2006. Essa versão teve uma recepção meio morna, visto que o jogo foi portado para a engine Unity e mudou algumas mecânicas do jogo original, deixando-o mais difícil e até mesmo mais sem graça.

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Banana Mania foi um remake de Super Monkey Ball 1, 2 e do Deluxe, e teve uma recepção igualmente morna, mas ainda superior ao Banana Blitz HD. Notou-se aí que a série poderia estar voltando a um purgatório de jogos medianos pra baixo, mas mesmo assim eles ainda estão tentando e nos trouxeram em 2024 o Super Monkey Ball Banana Rumble, que tenta otimizar e trazer de volta a magia dos jogos da série no GameCube.

Super Monkey Ball Banana Rumble
Reprodução: SEGA – Ryu Ga Gotoku Studio

Jogabilidade

A jogabilidade da série nunca foi muito diferente. O diferencial aqui talvez seja o spin dash, similar ao da série Sonic, onde ao segurar o botão B, seu miquinho pode dar um impulso na direção apontada. Pela minha experiência nas primeiras 50 fases, eu não achei que isso tenha ajudado no modo Aventura do game, sendo talvez mais útil nos mini games.

Porém, como todas as fases possuem objetivos adicionais, como “Pegar todas as bananas” ou “passar em tantos segundos”, acredito que os jogadores mais complecionistas irão utilizar-se desse pequeno turbo pra cortar grande parte das fases e chegar no gol mais rápido.

Super Monkey Ball Banana Rumble
Reprodução: SEGA – Ryu Ga Gotoku Studio

Modo Aventura

Uma coisa que não é novidade na série (sendo vista em Super Monkey Ball 2 primeiramente, se não me engano), são cutscenes em CGI com uma pequena historinha simples com os miquinhos. O estilo de arte dos personagens mudou bastante em relação aos primeiros jogos da série, e as CGIs obviamente estão mais bonitas.

O porém pra mim é que tantas cenas em vídeo nunca casaram bem com um game estilo arcade, e tratando-se de uma história bobinha similar aos desenhos do Gloob, acredito que só as crianças menores vão se divertir com elas, até porque os macacos não falam em nenhuma língua específica, mesmo que exista legenda em português no jogo inteiro.

Essas cenas são usadas para intercalar um modo com 200 fases diferentes. Um número gigantesco e que vai te prender por bastante tempo, principalmente nas mais difíceis. Não só isso, mas esse modo pode ser jogado por até 4 pessoas ao mesmo tempo, o que com certeza deixa a experiência mais divertida, mesmo que vocês morram o tempo todo.

Super Monkey Ball Banana Rumble
Reprodução: SEGA – Ryu Ga Gotoku Studio

Modo multiplayer

Como é de praxe na série, o modo para mais jogadores está presente também em Super Monkey Ball Banana Rumble, com mini games variados, como corrida ao estilo Mario Kart, onde você desce uma ladeira gigante pegando itens e tentando acertar os outros símios;

Tem também um modo de batata-quente, outro onde você deve destruir mais robôs em uma arena e um onde os jogadores dividem-se em times pra ver quem passa por mais gols na fase.

Além de jogar com os amigos, é possível colocar até 15 bots, deixando a luta caótica e dropando o FPS do jogo loucamente, mas nada que atrapalhe de verdade o gameplay.

Super Monkey Ball Banana Rumble
Reprodução: SEGA – Ryu Ga Gotoku Studio

Customização dos personagens

Também é algo visto em jogos anteriores, aqui você tem aquela clássica coisa de poder vestir seu mico com roupinhas diferentes, com moedas que você adquire no jogo.

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Existem sim alguns DLCs, como a possiblidade de jogar com o SONIC GORDINHO (que já vem do jogo anterior), Tails e Beat (de Jet Set Radio), além de algumas roupas da loja online Rakuten, por algum motivo. Quando você joga com o porco-espinho da Tec Toy, todas as bananas se tornam anéis, é bonitinho até.

Super Monkey Ball Banana Rumble
Reprodução: SEGA – Ryu Ga Gotoku Studio

Duração do jogo

Super Monkey Ball Banana Rumble dura umas cinco horas no máximo, se você não ficar morrendo muito, contando com cinco mundos na história principal e mais cinco versões mais difíceis dos mesmos.

A duração é ideal pra jogar em pequenas partidas e, dada a natureza do portátil da Nintendo, se torna algo ideal porque também não deixa o jogo ser longo demais a ponto de enjoar.

Nota 7,0/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para Nintendo Switch, cedida pela distribuidora. Super Monkey Ball Banana Mania está disponível exclusivamente para Nintendo Switch (por enquanto)e  PC.

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Binary Domain | A surpresa do fim de semana https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/27/binary-domain-surpresa-do-final-de/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/27/binary-domain-surpresa-do-final-de/#respond Sat, 27 Feb 2016 19:42:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2016/02/27/binary-domain-surpresa-do-final-de/ Recentemente a SEGA fez uma promoção muito legal chamada Make War Not Love 3: A Bloody Valentine, onde diversos jogos da publisher estão sendo oferecidos por um preço ótimo e outros de graça. Bem, não se nega presentes, então acabei adquirindo seis jogos que me interessou nessa promoção, sendo os mais atraentes Jet Set Radio, […]

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Recentemente a SEGA fez uma promoção muito legal chamada Make War Not Love 3: A Bloody Valentine, onde diversos jogos da publisher estão sendo oferecidos por um preço ótimo e outros de graça.

Bem, não se nega presentes, então acabei adquirindo seis jogos que me interessou nessa promoção, sendo os mais atraentes Jet Set Radio, icônico título lançado para o falecido console Dreamcast. Mas a surpresa foi Binary Domain, que eu nunca havia ouvido falar e se mostrou um  título profundo.

Então apertem os cintos e se preparem para uma viagem filosófica sobre o que é estar vivo!

Binary Domain
Reprodução/ SEGA

Do que se trata BINARY DOMAIN

O jogo foi desenvolvido pelo mesmo estúdio responsável pelo excelente Yakuza (Que qualquer diria abordarei aqui), mais precisamente por Toshihiro Nagoshi. Talvez o tema máfia japonesa tenha cansado o bronzeado designer.

Binary Domain nos leva ao ano de 2080 no controle do sargento Dan Marshall, que além de ser o protagonista principal, também é o responsável por um grupo de mercenários oriundos de várias localidades do mundo como Reino Unido, China, Estados Unidos e França.

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A razão pela qual todos se reuniram é que uma empresa chamada “AMADA” criou diversos robôs semelhantes aos seres humano, alias, não só semelhante, mas acreditam serem humanos. Resta ao seu grupo tentar acabar com os planos da “AMADA” e destruir todos os Hollow Childs, titulo atribuído a esses humanos sintéticos.

O enredo é sensacional, você acredita que será apenas um jogo de ação em terceira pessoa com personagens clichés e tiroteio desenfreado e com roteiro feito para a novela das sete, mas quanto mais se avança na trama, mais profundo o jogo se torna.

Reprodução/ SEGA

Interações e o gameplay

Há um sistema de interação com os personagens do grupo, que permite você pode tomar a frente no tiroteio e ir dando ordens para que os companheiros o cubram ou mesmo ataquem enquanto você se esconde. Mas o interessante aqui é que você ganha pontos de amizade de acordo com suas respostas e ações.

Na medida que o nível de afinidade vai aumentando, você até mesmo pode se envolver romanticamente com uma das suas companheiras. Tudo dependerá do seu desempenho e respostas durante o jogo.

Minha crítica vai para o primeiro capitulo, eu o achei bem longo e cansativo, demorando a engrenar. Mas depois que você encontra com o resto do grupo é só alegria, pois você é levado para um ambiente aberto e em que a ação se torna mais frequente.

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Os inimigos possuem diversos pontos que os despedaçam e em certos momentos você até se confunde se acertou um ou outro quando eles se aglomera, porque é pedaço de metal voando para todos os cantos. Cada ponto do inimigo recebe o impacto de uma maneira diferente, então você pode arrancar um braço, perna ou mesmo a cabeça e assistir o corpo atirando para todos os lados e acertando até mesmo os próprios companheiros robôs.

Claro, eles também podem correr de maneira suicida em sua direção e te assustar pra diabos!

O design dos inimigos lembram muito os robôs do filme “Eu, Robô” que alias, é muito bom e vocês precisam assistir urgente. Tenho certeza que assistir a esse filme vai te dar um gás a mais pra jogar Binary Domain.

Binary Domain
Reprodução/ SEGA

Upgrades

Outro ponto interessante do jogo são as armas que podem receber upgrades, mas infelizmente você consegue fazer upgrades apenas na principal, que no caso é uma metralhadora com um ataque secundário de energia. Quanto mais forte você a deixa, melhor o desempenho durante o combate e mais chances das garotas cederem ao seu charme de sargento fodão -Isso se você liga pra isso.

Bem, por mais que você queira seguir com outras armas, no final das contas você sempre precisará abrir mão delas para pegar um rocket launcher, pois os inimigos robóticos gigantes são quase imunes a ataque com metralhadoras – Acredite, eu tentei.

Você também pode comprar itens que melhorem a sua habilidade e a de sua equipe, o que dá uma pegada RPG ao jogo, visto que as melhorias podem tornar o seu personagem mais letal e resistente a pisada de robôs de 15 metros.

Sinceramente eu nem me importei com esse detalhe e paguei por isso ao ter que encarar uma nave gigantesca por quase 1 hora, então não faça como eu: Não passe horas destroçando androides e dando em cima da asiática do grupo e esqueça de melhorar as habilidades e armas do grupo.

Reprodução/ SEGA

Conclusão

Agora resta torcermos para que a SEGA e o Yakuza Team resolva revisitar esse universo e nos trazer outro jogo. No próximo eles poderiam convidar o Sr. Schwarzenegger para uma participação como T800.

Binary Domain é o jogo que inicialmente vai querer fazer você desligar o console ( ou desinstalar caso jogue no PC), mas dê uma chance a ele e seja surpreendido por um enredo tão bem trabalhado que sua cabeça vai explodir.

O jogo foi lançado para Xbox360, PlayStation 3 e para o PC, que por sinal está com um preço ótimo no STEAM., mas essas impressões foram escritas baseadas na versão de PC.

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