Arquivos The Surge - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/the-surge/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 05 Oct 2025 16:02:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos The Surge - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/the-surge/ 32 32 The Surge (Xbox One) | Entre aço, suor e paciência https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/05/the-surge-xbox-one-entre-aco-suor-e-paciencia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/05/the-surge-xbox-one-entre-aco-suor-e-paciencia/#respond Sun, 05 Oct 2025 15:28:13 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20795 Não sou exatamente fã de souls-like. Aquele tipo de jogo que pune constantemente, que exige repetição e paciência quase zen, nunca foi minha praia. Ainda assim, me atraem experiências que desafiam minha curiosidade, especialmente quando um estúdio imprime sua identidade dentro de um gênero tão marcante. Foi assim que entrei em The Surge, lançado para […]

O post The Surge (Xbox One) | Entre aço, suor e paciência apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Não sou exatamente fã de souls-like. Aquele tipo de jogo que pune constantemente, que exige repetição e paciência quase zen, nunca foi minha praia. Ainda assim, me atraem experiências que desafiam minha curiosidade, especialmente quando um estúdio imprime sua identidade dentro de um gênero tão marcante. Foi assim que entrei em The Surge, lançado para Xbox One pela Deck13, e embora eu não tenha saído apaixonado, consegui compreender a proposta e enxergar o valor que ele pode ter para quem aprecia o gênero.

Reprodução: Deck 13

Um mundo sufocante e industrial

Ao contrário de Dark Souls e outros jogos do gênero, The Surge troca castelos e cavaleiros por fábricas decadentes e exoesqueletos enferrujados. A corporação CREO promete salvar o mundo, mas mergulha em caos tecnológico e humano. O protagonista, Warren, é um homem paraplégico que busca recomeçar, mas acaba imerso num pesadelo de metal. A história é simples, mas funciona dentro da proposta: uma parábola moderna sobre ambição, tecnologia e consequências humanas.

O ambiente transmite opressão constante. Corredores apertados, máquinas enormes e ruídos industriais criam desconforto. Visualmente, o Xbox One entrega coerência, ainda que a repetição se torne perceptível em longas sessões. Há momentos em que novos setores oferecem sensação de descoberta — pequenas recompensas para quem explora. A navegação nem sempre é intuitiva, mas o mundo consegue contar sua história mesmo sem diálogos explícitos.

Reprodução: Deck 13

Combate tático e desmembramento

O grande destaque do jogo é o combate. Diferente de muitos souls-like, aqui é preciso mirar partes específicas do corpo dos inimigos: braços, pernas, cabeças. Atacar áreas protegidas rende melhores recompensas, mas exige mais esforço; atacar partes desprotegidas é mais rápido, porém menos lucrativo. Essa dinâmica adiciona uma camada estratégica envolvente, reforçando o conceito industrial do jogo: tudo é desmontável, reaproveitável e perigoso.

Mesmo sem ser fã de souls-like, senti o peso da curva de aprendizado. Cada passo em falso pode custar caro, mas a sensação de vitória ao superar inimigos difíceis ou dominar áreas complexas é intensa e gratificante. O feedback do Xbox One — impacto das armas, peso nos golpes e resposta do controle — reforça a imersão e torna o combate crível e satisfatório.

Reprodução: Deck 13

Progressão, loot e customização

A progressão é o motor do jogo: derrotar inimigos, recolher peças e aprimorar o exoesqueleto cria um ciclo viciante de aprendizado e recompensa. O sistema incentiva experimentação, permitindo diferentes builds — tank, ágil ou balanceado. Para quem gosta de estratégias e microgestão, é gratificante; para mim, que prefiro experiências mais narrativas, pode se tornar cansativo. Ainda assim, o sistema é coerente com a proposta: você literalmente se “reconstrói” com o metal dos inimigos.

Reprodução: Deck 13

Dificuldade, desafios e sua atmosfera

The Surge é desafiador, e não tenta esconder isso. Encontros com inimigos simples podem ser letais se você errar, e chefes exigem estudo de padrões e paciência. Para alguém como eu, não acostumado ao gênero, alguns trechos foram frustrantes — backtracking, checkpoints distantes e repetição de inimigos exigem tolerância. Mas a experiência, quando bem-sucedida, oferece uma sensação de mérito difícil de replicar em outros jogos.

O som do jogo é um personagem à parte. Batidas metálicas, ruídos elétricos e ecos industriais constroem tensão constante. A trilha sonora é discreta, mas complementa a ambientação, deixando o barulho mecânico dominar. Jogar com fones de ouvido aumenta a imersão, e cada impacto ou alerta de inimigo se torna quase físico, reforçando a sensação de perigo.

O jogo não é perfeito. Repetição de inimigos, backtracking excessivo e trechos com picos de dificuldade abruptos podem cansar o jogador. Visualmente, há limitações, e algumas áreas se tornam monótonas. Para alguém que, como eu, busca narrativa e exploração emocional, isso pesa. Ainda assim, esses problemas não anulam o que o jogo faz de melhor: combate tático, progressão viciante e atmosfera industrial coerente.

Reprodução: Deck 13

Minha experiência pessoal

Eu particularmente não gostei do jogo, mas consegui notar seus pontos positivos: a complexidade do combate, a coerência da ambientação e a sensação de progresso através da customização são bem executadas. The Surge cumpre sua proposta, e consigo ver claramente o prazer que ele pode proporcionar a fãs de souls-like.

Dito isso, deixo em aberto para os leitores testarem e compartilharem comigo como foi a própria experiência. Cada jogador constrói sua história dentro desse mundo de metal, suor e frustração. O que para mim foi um teste de paciência, para outros pode ser uma paixão inesperada.

___________________________________________________________________________________________________________________

The Surge está disponível para Xbox One, Series S|X, PlayStation 4, PlayStation 5, Amazon Luna e GeForce Now. Essa análise foi feita com uma chave digital gentilmente cedida pela distribuidora do jogo.

O post The Surge (Xbox One) | Entre aço, suor e paciência apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/10/05/the-surge-xbox-one-entre-aco-suor-e-paciencia/feed/ 0
O que eu joguei em 2019 | Diogo https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/01/11/o-que-eu-joguei-em-2019-jogo/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/01/11/o-que-eu-joguei-em-2019-jogo/#respond Sat, 11 Jan 2020 11:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/01/11/o-que-eu-joguei-em-2019/ Olha só, estamos na nossa sétima participação do meme “O que você jogou em 20xx“, um meme organizado por nosso grande amigo, Marvox, do blog Marvox Brasil, que completou recentemente 10 anos de vida, onde descrevemos sobre cada jogo que jogamos ao longo do ano. Sou muito grato por participar desse meme que reúne tanta […]

O post O que eu joguei em 2019 | Diogo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
Olha só, estamos na nossa sétima participação do meme “O que você jogou em 20xx“, um meme organizado por nosso grande amigo, Marvox, do blog Marvox Brasil, que completou recentemente 10 anos de vida, onde descrevemos sobre cada jogo que jogamos ao longo do ano.

Sou muito grato por participar desse meme que reúne tanta gente bacana que produz conteúdo sobre games. Acho que não preciso dizer a vocês que devem visitar cada um dos links dos participantes e prestigiar o incrível trabalho feito por cada um deles.

Qual é, não vai cair sua mão. Claro, mas faça isso depois de ler o que eu joguei em 2019, OK?

Então lá vamos nós.

RESIDENT EVIL 2 REMAKE

Resident Evil 2 Remake poderia ter sido o meu jogo favorito de 2019 se um outro jogo ai não tivesse sido lançado ainda esse ano. Também não posso dizer que não liste como um dos favoritos, alias, to até pensando em fazer um listão com os meus jogos favoritos da nova geração, aproveitar que ela ta no fim de vida. É. To devaneando.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

RE2 Remake é o remake que não conseguiríamos conceber em nossos sonhos mais molhados, de tão bom que ele se saiu. Infelizmente algumas pessoas não gostaram por fugir do que fora o original, mesmo respeitando detalhes cruciais do enredo, além de nos entregar um Mr X mais chato do que o anterior. O miserável me causou altos sustos e momentos de tensão.

Independente de gostar ou não por conta de pequenos detalhes, temos um jogo que certamente consegue agradar a gregos e troianos por conta da ótima jogabilidade – O que pode ser questionável levando em conta que tiros críticos são um porre de se conseguir e as vezes gastamos um pente na cabeça do zumbi e ele não morre. Continua sendo visualmente incrível.

Se ainda não jogou, recomendo fortemente que compre porque realmente vale muito a pena.

THE OUTER WORLDS

jogo

The Outer Worlds é o novo RPG da Obsidian, responsável por um dos melhores Fallout’s de todos os tempos.

Esse game maravilhoso eu terminei recentemente por conta do Game Pass, mas está na minha lista de jogos a serem comprados em mídia física – Junto com Resident Evil 2 Remake.

Obsidian trouxe tudo o que tornava Fallout incrível e trazendo uma jogabilidade semelhante mas com conceitos originais e diversos novos elementos, tudo muito requintado, e planetas para desbravarmos.

Esse elemento é muito importante, porque realmente tem bastante coisa para se fazer em cada um deles. Fora os companions que são muito divertidos.

LEIAM – The Outer Worlds | Tudo o que o espaço tem a oferecer

Eu realmente espero que The Outer Worlds receba mais conteúdo em breve para que eu possa retornar ao espaço com minha tripulação.

Os dias perderam um pouco de brilho após a conclusão da história, mas havia chego em um momento que não havia mais nada para se fazer. Eu gastei mais do que o tempo necessário fazendo todo tipo de quest secundária afim de estender ainda mais o tempo de jogo, mas chegou o momento que não tinha mais nada a ser feito.

Cogitei tentar fazer os 1000g, só que não tenho tempo e nem paciência pra isso.

Como notaram, esse daqui é o meu jogo favorito de 2019, a cereja no topo do bolo de jogos que encarei ao longo do ano. To devendo analise dele aqui no site, mas vai sair, lá para janeiro aparece, então fiquem ligados.

THE SURGE

jogo

The Surge é um jogo que estou com ele a certo tempo mas sempre me desanimou ao começar a jogar. Eu odeio o gênero souls-like com todas as minhas força, abomino, mas eu quis dar uma chance ao jogo por conta da temática e porque simpatizei com a história do protagonista Warren.

Agora você me pergunta: Mas tá jogando?

Eu diria que to enroscando e me vendo obrigado a retornar a todo momento pra upar o maldito núcleo do exoesqueleto, que é o que alimenta todo o aparato e possibilita melhorar armadura e etc…

Entendam, não estou dizendo que o jogo seja ruim por conta disso. Só que não é pra mim. Continuarei dando alguma chance a ele pra ver até onde consigo chegar, mas suspeito que irei abandonar muito em breve. Pobre Warren, ainda bem que muitas pessoas deram um fim ao seu sofrimento.

NINJIN: CLASH OF CARROTS

jogo

Ninjin – Clash of Carrots é aquele titulo despretensioso para passar algumas horas e voltar sempre que pode, por ser um jogo bem rápido e que casa perfeitamente para ser jogado em smartphones.

LEIAM – Ninjin: Classh of Carrots | Coelhos, Cenouras e Raposas

Esse daqui foi desenvolvido por um estúdio brasileiro que fez um trabalho incrível, e que certamente vai agradar adultos, jovens adultos e crianças.

Tá ai um que to ansioso para jogar com meu filho quando ele tiver idade para isso.

FALLOUT 76

Fallout 76 é o jogo que dei oportunidades, muitas oportunidades mesmo, tentei não ser injusto com ele mesmo diante da enxurrada de criticas pesadas recebidas ao longo do seu lançamento e pós-lançamento, mas ele não ajuda a si mesmo.

Depois de muito insistir por meses acabei desinstalando o jogo do console. Foi doloroso lidar com o fato de que um jogo que poderia ter sido tão grande ter errado tanto, e a desenvolvedora não entender a mensagem dos fãs nesse processo.

LEIAM – FALLOUT 76 | Um lançamento Problemático

Eu queria ter coisas boas para falar do jogo, mas suas missões são enfadonhas, a ausência de NPCs humanos realmente dá uma sensação de vazio e que não há nada relativamente interessante para se fazer. Na verdade não tem nada mesmo.

Todas as missões são no mínimo decepcionantes, inclusive algumas que possui um começo cercado de mistério mas se desenrola de uma maneira estupida, e como se não bastasse, os bugs ainda estão lá.

Torço para que a Bethesda reencontre o caminho e nos entregue um Fallout 5 com engine renovada e decente para compensar isso aqui – Acho que sai Elders Scrolls VI antes de um Fallout 5.

BRAWLOUT

Brawlout é um jogo que me surpreendeu, pois sempre pensei que todo brawler fosse só mais um clone de Smash Bros.

Não que ele não seja, claramente e “cuspidamente” explicito que ele não só bebe como gargareja a essência de Smash Bros, só que ele faz isso muito bem.

LEIAM – Brawlout | Uma alternativa para os amantes de Smash Bros

O único ponto negativo é que seus personagens não possuem muito carisma, o que é compensado com personagens de outros indie games que estão participando do jogo como convidados: Yooka-Laylee, Hyper Light Drift, Guacamelee e Shovel Knight, deve ter mais mas to com preguiça. Leia o review clicando no titulo em negrito, vai.

É um jogo divertido para passar o tempo e que se estiver em promoção até compensar pegar no caso de você não ter um Nintendo Switch com Smash Bros Ultimate e seus milhões de personagens.

ONIMUSHA WARLORDS REMASTER

Onimusha Warlords é outro remaster que a Capcom nos brindou nesse ano de 2019 e que fez a alegria da galera retrogamer.

É um jogo que apesar da melhoria gráfica não mudou absolutamente mais nada nele, exceto resolução, mas de resto continua tudo lá. Podemos dizer que o jogo recebeu um banho de loja e ficou bonitão.

LEIAM – Onimusha Warlords Remaster | Um Clássico atemporal, ou quase

No passado o que mais joguei foi o terceiro jogo da franquia, aquele com o ator francês, Jean Reno.

Encarar esse daqui foi uma surpresa boa, porque me deparei com um jogo que possui diversos dos elementos de Resident Evil. Na verdade era para ter sido um da franquia e tal. Cês conhecem a história, então não vou estender muito.

Quero ver se retorno com as lives do canal e pegue ele pra jogar do inicio ao fim por lá.

RAGE 2

RAGE 2 é uma loucura sem tamanho, universo grande, diversas sidequest’s, recentemente saiu algumas dlc’s, tem a BFG de DOOM na edição deluxe e ainda to jogando. Não me falta muitas horas para concluir o jogo, só preciso parar de ficar fazendo missões secundarias e pular logo para as principais.

LEIAM – RAGE 2 | Despretensioso, rápido e desafiador

O jogo é divertido, não tanto quanto eles tentaram passar com todo o marketing mas o humor ainda tá lá nos diálogos. Se Bethesda errou feio com Fallout, com RAGE 2 ela acertou em cheio, porque é disparado um dos jogos de ação mais legal desse ano – Mesmo não sendo tão engraçado. Oras, se me promete humor eu quero humor, simples assim.

Ele é repetitivo pra cacete, mas não deixa ser divertido retornar aos ermos para esmagar mutantes e todo tipo de lixo que tem por lá.

O jogo entrou no serviço de Xbox Game Pass, então se você é assinante, acredite, vale a pena dar uma chance ao jogo.

OS PARTICIPANTES

Blog Desocupado => Paulo Victor
Gamerniaco => Eduardo Farnezi
Gamer Caduco => Caduco
Jogatinas Saudáveis => Vigia
Locadora Resident Ivo => Ivo Ornela
Marvox Brasil => Marvox
Vão Jogar! => SucodelarAngela
Vão Jogar! => Tchulanguero
Vão Jogar! => Somari
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

O post O que eu joguei em 2019 | Diogo apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

]]>
https://www.arquivosdowoo.com.br/2020/01/11/o-que-eu-joguei-em-2019-jogo/feed/ 0