Arquivos Spec Ops: The Line - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/spec-ops-the-line/ Um pouco de tudo na medida certa Wed, 16 Sep 2020 20:44:55 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Spec Ops: The Line - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/spec-ops-the-line/ 32 32 Spec Ops: The Line | Um Jogo muito maior do que parece https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/#respond Sun, 11 Feb 2018 23:31:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/02/11/spec-ops-line-um-jogo-muito-maior-do/ Spec Ops: The Line é um título que terminei em 2013, cheguei a escrever um artigo sobre ele aqui no site, mas depois de reler, percebi que o artigo estava um pouco pobre. Creio que isso seja porque melhorei significantemente a minha escrita, então pensei: Porque não reescrever. Depois de descobrir que que o jogo […]

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Spec Ops: The Line é um título que terminei em 2013, cheguei a escrever um artigo sobre ele aqui no site, mas depois de reler, percebi que o artigo estava um pouco pobre. Creio que isso seja porque melhorei significantemente a minha escrita, então pensei: Porque não reescrever.

Depois de descobrir que que o jogo entrou na retrocompatibilidade do Xbox One, decidi que seria uma boa retornar a Dubai e falar um pouco mais sobre esse marcante jogo para aqueles que possam desejar desbravá-lo nessa geração.

Então vamos lá!

Como tudo começou

Vamos começar falando um pouco do passado de Spec Ops, pois se você acha que se resume a apenas “The Line”, então está bem enganado. Se trata de uma franquia de jogos antiga e que teve início em 1998, quando o seu primeiro título “Spec Ops: Rangers Lead the Way” surgiu nos PCs, mas que posteriormente chegou aos consoles.

Levemos em consideração que o título anterior a ele saiu em 2002 e “The Line” em 2012, um hiato de 10 anos, mas que aparentemente foi por um bom motivo, o título acabou passando para as mãos da Yager Development, que abandonou a visão isométrica adotada em “Spec Ops: Airborne Commando” oitavo jogo da franquia e exclusivo do primeiro PlayStation, e retornou a visão em terceira pessoa que era a mesma do primeiro jogo da franquia, mas abraçando os conceitos da sétima geração de consoles.

Eu sei que não são todos que se interessam por esse tipo de informação, mas ciente de que Spec Ops não é uma franquia tão conhecida, eu me senti na obrigação de compartilhar um pouco da história por trás do jogo de 2012.

Spec Ops: The Line

Em seu lançamento foi interpretado como só mais um jogo de tiro em terceira pessoa, fazendo que passasse despercebido por muitos durante aquele ano, porém, os poucos que deram uma chance, se depararam com um jogo incrível. Com uma história baseada no livro de Joseph Conrad “Coração das Trevas”,  o jogo procura ser muito mais do que apenas mais um título de tiro com excesso de testosterona.

Na pele do Capitão Walker, somos lançados a uma missão de reconhecimento supostamente tranquila na empoeirada Dubai. Tudo o que você e seus subalternos precisavam fazer é descobrir o que diabos houve com o 33º Comando, os caras simplesmente sumiram sem deixar rastros. Bem, pelo menos era o que pensávamos até encontrarmos os primeiros corpos.

Desse momento em diante o jogo passa a nos conduzir em uma jornada de autodescoberta, onde os personagens passam refletir sobre a guerra e o seu papel nela. Oh, como eu adoraria soltar uns spoilers quanto a história, viu. O que posso dizer é que o jogo oferece muita ação, mas sem deixar de trabalhar o emocional e reflexos dos acontecimentos em cada um dos personagens.

Em todos esses anos dedicado aos games, foram poucos os jogos que exploraram o tema de forma tão brilhante. Ah, se você jogou e achou semelhanças com o filme Apocalypse Now, saiba que o filme também é uma adaptação do mesmo livro “Coração das Trevas“.

Aquela pegada de Gears

A jogabilidade de Spec Ops lembra um pouco Gears of War, graças ao sistema de cover e a câmera por cima do ombro, e também temos a disposição uma variedade de armas, sendo possível carregar duas nas costas e uma pistola. – Mas há quem discorde e o chame de third person genérico. De qualquer modo funciona e não me frustrou durante a jogatina.

Agora a dificuldade do jogo é algo a ser ressaltado, pois há momentos extremamente difíceis ou em que a câmera prejudicou um pouco. Dá pra passar, mas vai exigir muito da habilidade nesses momentos porque não é nada fácil.

Outro ponto interessante é que seus companheiros possuem personalidades distintas, então em alguns momentos você se verá obrigado a ficar do lado de um ou de outro, que mesmo a contra gosto vai acatar sua ordem. Oras, você é o capitão.

Me acompanhe por uma Dubai devastada

Os cenários do jogo são muito bacanas, as localidades de prédios soterrados na areia, os aviões abandonados e o topo de prédios funcionaram muito bem, mesmo que tenham feito uso excessivo de claridade e areia para esconder algumas imperfeições aqui e outras acolá. O resultado final dá a impressão de que algumas áreas pareçam muito maiores do que realmente são.

Agora aos exploradores de plantão, não esperem um mapa gigantesco a sua disposição, mesmo possuindo coletáveis. O jogo é linear apesar de oferecer algumas rotas alternativas e escolhas. O que é triste ao meu ver, visto que Dubai me pareceu um lugar incrível para se explorar.

O jogo também possui uma dublagem decente e consegue transmitir toda a emoção dos momentos dramáticos. Principalmente nos momentos finais do jogo, que é simplesmente incrível.

O FIM

Spec Ops: The Line acaba conseguindo ser muito mais do que um mero jogo de tiro no final das contas. Ele consegue criar uma história e personagens demasiadamente interessantes ao ponto de você se importar com o rumo que cada um deles irá tomar durante a trama.

Graças a esse jogo eu peguei trauma do fósforo branco.

O jogo também faz uso das mudanças físicas e mentais de cada um dos personagens, além do efeito colateral de cada uma das decisões do trio.

Há momentos que você simplesmente se sente mal por ter que fazer algo monstruoso para alcançar o seu objetivo. E como eu disse antes, ele possui alguns defeitos, mas nada que desmereça o título.

Se você ainda não jogou ou tinha dúvidas, saiba que está diante de um jogo que realmente vale a pena ter em sua biblioteca ou coleção.

Olha, se um dia eu listar os jogos da minha vida, certamente esse estaria entre os meus 5 preferido. E como eu disse antes, se você tem um Xbox One, saiba que agora você pode jogá-lo na retrocompatibilidade do console.

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O que eu joguei em 2013 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/12/23/meme-o-que-eu-joguei-em-2013/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/12/23/meme-o-que-eu-joguei-em-2013/#comments Mon, 23 Dec 2013 22:52:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/12/23/meme-o-que-voce-jogou-em-2013/ Esse ano não joguei tanto. Infelizmente dediquei pouco tempo aos games, mas ainda consegui zerar alguns, exceto aqueles que broxei, tipo FarCry 3. Sério, nada me decepciona mais que um final ao melhor estilo “Os Mutantes”, e FarCry 3 conseguiu isso. Destruiu meu amor pelo game ao apresentar um final tão caído quanto as bolas […]

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Esse ano não joguei tanto. Infelizmente dediquei pouco tempo aos games, mas ainda consegui zerar alguns, exceto aqueles que broxei, tipo FarCry 3.

Sério, nada me decepciona mais que um final ao melhor estilo “Os Mutantes”, e FarCry 3 conseguiu isso. Destruiu meu amor pelo game ao apresentar um final tão caído quanto as bolas do Lima Duarte deve ser.

“VUDU É PRA JACU!”

Chega de falar de coisas ruins, vamos conferir os melhores games que joguei em 2013.

Eu sou chato pra cacete na hora de jogar. Consigo enjoar de um game com a mesma facilidade que enjoo de uma cueca nova que começa a apertar.

De uma hora para outra resolvo picotar na tesoura e jogar no ar.

OK, esquece que eu disse isso!

SPEC OPS: THE LINE

game

Bem, com Spec Ops : The Line foi diferente desde o inicio, pois eu havia jogado a demo e simplesmente nem fui atrás do game. Pensei “Mais um TPS, outra hora eu compro” e deixei para lá, até uma promoção na STEAM.

Comprei o game por um valor simpático, e  depois de algumas horas percebi que paguei muito pouco por um game foda. O game possui um enredo merecedor de um filme dirigido por Guillermo Del Toro, ação frenética, cenários estupradores de olhos e …

Eu já falei que a história é de cair a bunda no chão?

Sangue, tiro, escolhas, sangue, tiros e mais tiros, mais um pouquinhos de tiros e sangue, tudo para conferir um dos melhores finais, totalmente FUCKING MIND!

Recomendo demais, viu bicho?

BROTHERS: A TALE OF TWO SONS

game
Sou um balde de gordura derretida quando o assunto é histórias dramáticas.

Eu já chorei ao ouvir uma musica “mela cueca” do Linkin Park, então imagine ao jogar um game com um enredo tão profundo e dramático quanto Brothers: A Tale of Two Sons?

Cenários maravilhosos, trilha sonora de cravar na alma do ouvinte, ele tem tudo para merecer o titulo de melhor game do Xbox360.

Nada mais a declarar, antes que eu comece a chorar… Maldição, é melhor pular para o próximo game.

GRAND THEFT AUTO V

game
Eu nunca zerei nenhum Grand Theft Auto na vida, sempre ficava vadiando e usando cheats como qualquer outro bobão só pela diversão.

Sim, existem pessoas que nunca jogaram o game a sério, geralmente na faixa dos 11 a 15 anos, mas isso é outra história.

Esse é o primeiro game da série que zerei e posso dizer que esse game tomou grande parte do meu tempo, mas isso se deve ao seu enredo e personagens carismáticos, exceto o Franklin.

Michael é o meu personagem favorito, apesar de Trevor ser doidão e milhares de pessoas babarem o ovo dele, ainda prefiro o Michael por conta da sua complexidade emocional.

O game é ótimo, sensacional, foda bagarai, mas Spec Ops: The Line tem história bem melhor.

UFC3

game

A ultima vez que joguei um game do gênero, era Ultimate Fighting Championship do Dreamcast, e eu era terrível, só me ferrava.

Diferente daqueles tempos, aqui eu sento a porrada na cara do filho-da-mãe sem dó ou piedade.

O modo carreira é muito divertido, sempre crio um personagem gordo só para descontar o bullying.  Claro, ele é uma droga quando jogado no chão, assim como todo gordo – Jogar um gordo no chão é como ver uma tartaruga tentando se virar, hilário!

Recomendo demais esse game, só aponto um defeito, os loadings são demorados pra diabo. Pensei que esse inferno tinha sido eliminado nessa 7 geração, me enganei.

SPLATTERHOUSE

game

A história de Rick foi algo surpreendente no primeiro contato, apesar de ter acontecido no 3º game, recordo que fiquei extremamente surpreso pela qualidade e como o personagem se assemelhava ao Jason.

Não tardou até tentar encontrar o segundo titulo e me apaixonar de vez pela franquia.

Anos mais tarde fiquei sabendo sobre uma continuação na geração atual de consoles, fiquei pasmo com o trailer fodástico.

Porém, infelizmente não tinha nenhum console, mas isso mudou, já que hoje em pleno 2013, estou me divertindo horrores com esse remake maravilhoso e digno da série, graças ao meu irmão que comprou um Xbox360.

O game é ótimo e tem uma dificuldade absurda, além de muito sangue e vísceras, nunca estive tão feliz com um remake.

RAINBOW SIX VEGAS 2

game

Não recordo de ter jogado nenhum game da franquia Rainbow Six, meu contato mais próximo se resume ao empréstimo do CD pirata, que nem rodou no meu console… maldição.

Comprei esse game na Steam em uma promoção, logo após um bate bapo no skype com meu brother Marvox.

O cara me encorajou muito, só me resta agradece-lo pois o game é porreta.

Zeramos em várias jogatinas juntos, o game é ótimo e exige estratégia do inicio ao fim, recomendo jogá-lo em dupla, torna o game bem mais divertido.

RAYMAN ORIGINS

game

Rayman Origins levou a franquia a um nível surpreendente, nunca pensei que pudesse me encantar tanto com esse game.

As musicas são contagiantes, o desafio é de cair a bunda², os gráficos são de uma beleza indescritível, foi uma experiencia unica.

Principalmente por que joguei do inicio ao fim na companhia dos meus priminhos, nos divertimos muito.  Um game que pode ser jogado, várias e varias vezes sem enjoar, recomendo vivamente.

FALLOUT: NEW VEGAS

game

Com uma liberdade gigantesca e a capacidade de se transformar canibal (*-*), Fallout me conquistou totalmente.

Me joguei de cabeça em Wasteland e depois de longas, longas, longas horas, zerei o game e ainda não tinha feito tudo. Gastei mais de 100 horas com esse game, claro, maior parte explorando e diabos, é divertido pra cacete.

Preciso retornar qualquer hora a Wasteland, ainda resta algumas pendencias a serem resolvidas. E por enquanto é só isso meus caros leitores, postei apenas os títulos que consegui zerar, caso contrário a lista seria imensa.

Adorei participar da brincadeira, então agora resta vocês conferirem o post dos demais participantes:

Azilator
Blog Desocupado
Café com Cappuccino
Drink n Play
Fórum Retrogames Brasil
Game Genius
Gamer Box
Gamer Caduco
Lugar de Nerd!
SnesTalgia
Sora Gamer
The Angry Videogame Blogger

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