Arquivos Samanosuke Akechi - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/samanosuke-akechi/ Um pouco de tudo na medida certa Mon, 23 Jun 2025 11:01:56 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Samanosuke Akechi - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/samanosuke-akechi/ 32 32 Onimusha 2: Samurai’s Destiny (Remastered) | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/06/18/onimusha-2-samurais-destiny-remastered-mais-um-classico-trazido-de-volta/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/06/18/onimusha-2-samurais-destiny-remastered-mais-um-classico-trazido-de-volta/#respond Wed, 18 Jun 2025 15:23:18 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20450 Após o primeiro jogo, a Capcom resolveu, assim que ele foi lançado nos EUA, anunciar a produção do segundo jogo. Isso foi em 2001, bem no início ainda da era do PlayStation 2. Depois do sucesso de Onimusha: Warlords, a ideia era expandir os conceitos do primeiro jogo. Apesar disso, o game não foi produzido […]

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Após o primeiro jogo, a Capcom resolveu, assim que ele foi lançado nos EUA, anunciar a produção do segundo jogo. Isso foi em 2001, bem no início ainda da era do PlayStation 2.

Depois do sucesso de Onimusha: Warlords, a ideia era expandir os conceitos do primeiro jogo. Apesar disso, o game não foi produzido pelo mesmo grupo interno da Capcom que havia feito Onimusha: Warlords. Mantido do primeiro jogo, ainda temos o cabeça, o produtor e eterno vagabundo, Keiji Inafune.

Ele, que na época não era conhecido por enganar o público com seus Kickstarters falidos, ainda era visto com bons olhos pela mídia especializada, vindo de jogos de sucesso como a série Mega Man X.

LEIAM – Onimusha Warlords Remaster | Um clássico atemporal, ou quase

Lançado originalmente em 2002, Onimusha 2: Samurai’s Destiny conta a historia de Jubei Yagyu, que teve sua vila atacada por Oda Nobunaga, que após a morte do vilão Fortinbras no primeiro jogo, tomou conta das tropas dos demônios Genma e deseja dominar todo o Japão.

Após ver que toda sua vila foi destruída, Jubei sai em uma missão de vingança para deter Nobunaga. Logo no início de sua aventura, Jubei conhece seus quatro amigos que irão aparecer durante quase todo o jogo:

  • Ekei, um gordão cachaceiro e mulherengo;
  • Magoichi, um guerreiro supostamente honrado;
  • Kotaro, um ninja jovem;
  • Oyu, uma ninja peituda.

Esses personagens são a origem de boa parte das mudanças trazidas para essa continuação, pois sua relação com eles, alimentada por presentes, faz com que certas rotas e cenas de história mudem.

Outro detalhe bacana é que, dando continuidade ao lance que Onimusha tem de colocar atores famosos interpretando protagonistas, aqui temos Yusaku Matsuda, famoso ator que faleceu em 1989, dando seu rosto ao jogo de forma póstuma.

Divulgação: CAPCOM

História

Os diálogos durante a aventura parecem menos focados se comparados com o primeiro jogo. Jubei, apesar da urgência em enfrentar Oda Nobunaga, que destruiu sua vila, passa boa parte do tempo fora do combate tendo conversas leves com seus companheiros ou então recebendo flertes da Oyu.

Onimusha 2: Samurai’s Destiny conta com uma história que claramente tenta ser mais leve, puxando um pouco para o teatro Noh — estilo de peça clássica no Japão –, caracterizado pelos figurinos e movimentos exagerados. Jubei é a exceção, sendo praticamente um Dedé Santana de todas as trapalhadas que acontecem ao seu redor.

Até mesmo os vilões, como a Gorda (que esqueci o nome) e o divertido Gogandantess, oferecem combates difíceis mas que acontecem entre cenas bem leves. Não é um problema em si, mas dada a ambientação e a história principal que está ocorrendo, o tom de algumas cenas parece bobo, apesar de inofensivamente divertido.

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O vilão, Oda Nobunaga, é citado diversas vezes durante a história, mas sua primeira aparição real é somente como chefão final, não sendo uma ameaça verdadeiramente presente durante a aventura, tirando o fato de que os vilões estão a seu serviço.

Grande foco de Onimusha 2: Samurai’s Destiny é dado para a relação de Jubei com Oyu, mas as cenas de interação entre eles faz parecer que seu relacionamento é artificial ou instantâneo demais, e como não há tantos documentos que aumentam a bagagem da história, como é na série Resident Evil, realmente parece que tudo acontece rápido demais.

Jubei conhece os quatro “amigos” no início da jornada, e se torna instantaneamente íntimo de todos eles, a ponto até mesmo deles aparecerem durante momentos críticos para te ajudar. Apesar disso, tirando Oyu, os outros três não possuem um fechamento digno, e são esquecidos no momento em que você chega na última área do jogo.

Divulgação: CAPCOM

Jogabilidade

O game traz de volta muitos conceitos do primeiro Onimusha, como o gameplay similar a Resident Evil, com câmeras fixas que atrapalham bastante no combate mais voltado ao corpo a corpo. É um take mais leve no gameplay da série de zumbis, pois você raramente passa sufoco em relação a itens de cura e os inimigos são consideravelmente menos implacáveis.

Após a introdução, Jubei pode começar a absorver almas assim como Samanosuke fazia no primeiro game. Ao segurar o botão O, o personagem pode absorver as almas voadoras que aparecem após derrotar inimigos. Essas almas servem como “moeda” para melhorar as armas e vestimenta de Jubei.

Sobre as tais armas, nosso arsenal tem quatro armas que representam elementos diferentes, cada uma com um estilo de combate que muda ligeiramente os golpes usados, além de seus ataques especiais.

O peitoral, avambraço e e botas da armadura também podem ser melhorados com almas vermelhas, deixando o personagem mais forte em termos de ataque, defesa e velocidade.

Jubei também tem acesso a um arco e flecha e uma espingarda, que ajudam pouco no combate e servem mais para tirar você de um sufoco sem se aproximar de inimigos.

Além disso, ao pegar 5 almas roxas e apertar L2 + R2, é possível se transformar no Onimusha, uma forma onde o ataque melhora e fica mais rápido, que deve ser guardada para chefes ou momentos mais difíceis. Na versão original do jogo, a transformação acontecia automaticamente, e essa ativação controlada é uma das melhorias do remake.

Divulgação: CAPCOM

 

Dar presentinhos para os amigos

Também novo no segundo jogo da série é o sistema dar presentes. Ao comprar ou adquirir ao longo do jogo certos itens, eles podem ser dados como presentes para seus quatro amigos.

Isso melhora sua relação com eles, o que rende alguns itens que te ajudam na jornada, mas principalmente cutscenes diferentes em determinados pontos da história caso seu nível de amizade com os personagens esteja alto.

Essas ramificações na história não alteram drasticamente seu curso, mas criam alguns momentos onde você pode controlar outros personagens e ver pequenas interações diferentes aqui e acolá.

Os personagens têm diferentes gostos e alguns podem preferir mais uns itens do que de outros, mas num geral o ideal é você tentar e ver o que acontece. OU seguir essa tabela, mas isso tira um pouco da graça do primeiro gameplay.

Uma pena que esse sistema de semi-RPG, onde você volta à vila principal, compra itens com as moedas que os primeiros inimigos dropam, é simplesmente ABANDONADO antes da metade do jogo.

Isso é muito estranho, pois os seus presentes e dinheiro ficam sempre visíveis no menu de pausa, mesmo perdendo a total utilidade quando você sai da área inicial.

Fora que, como a amizade dos personagens não tem uma barra de progressão visível, é bem difícil manipular esse sistema para ver todas as rotas do jogo, sendo algo que deveria ter sido mais bem pensado antes de ser colocado como uma das mecânicas mais relevantes que diferencial Onimusha 2 do primeiro jogo.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

Remaster

Em 2018, o primeiro game foi remasterizado, esse remaster sofreu diversas críticas, principalmente devido a troca da trilha sonora, devido aos problemas com o suposto compositor Mamoru Samuragochi, que na verdade era um plagiador safado. Vale muito a pena inclusive pesquisar vídeos sobre o cara, já que sua história de picaretice lembra casos como o do falso dono da Gol aqui no Brasil.

Mas o que você precisa saber sobre isso agora é que esse cara ficou tão queimado que tiveram que fazer uma trilha sonora nova para relançar o primeiro jogo. Já em Onimusha 2: Samurai’s Destiny, a trilha foi realmente feita por Hideki Okugawa, que está presente nesse relançamento.

Agora em 2025, o segundo jogo recebeu uma remasterização. Esse novo pacote traz as melhorias de sempre, como gráficos em HD, trilha sonora que pode ser ouvida no menu do extras, artworks, minigames e roupas especiais estão liberadas desde o início.

Isso é bom porque, sendo bem sincero, esses minigames são ruins e as roupas só eram liberadas após fazer tudo no jogo, então não tinha muito motivo para usá-las.

Outra adição maravilhosa é o salvamento automático, que ocorre de vez em quando, e também a primeira vez a tradução do game para português brasileiro, e foi com ela que joguei a história.

Posso dizer que a tradução está boa, assim como nos outros games recentes da Capcom, mas senti que evitaram usar muito a palavra “Genma“, que se refere aos demônios do jogo. No lugar, usam “demônio” mesmo, o que é um tanto peculiar.

Uma pena que a tradução tenha sido feita em cima do inglês, que não é uma tradução muito fiel ao original. Os diálogos são encurtados para caber na dublagem americana, e isso acabou sendo trazido para a versão em português.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

Também há adições de qualidade de vida, como a já citada ativação do poder Oni ao apertar os dois gatilhos juntos (ao invés de ativar automaticamente quando se tem 5 orbes azuis) e também a possibilidade de trocar de armas sem dar pause, além da virada de 180º, que é feita apertando R3.

A principal mudança mesmo é a possibilidade de controlar o personagem com o analógico. Nesse modo, o controle de tanque dá lugar a controles naturais, onde o personagem vai pra onde você aponta a alavanca.

Isso muda TOTALMENTE a forma como o jogador encara os combates, mas alguns golpes de comando são melhor executados com o direcional, já que por ele os comandos são sempre os mesmos, não precisando serem executados na direção do inimigo.

As opções gráficas da versão de PC são boas, permitindo jogar em janela e tanto no controle quanto no teclado. Porém, nota-se que usaram uma API mais antiga, visto que não há suporte nativo ao controle DualSense, Dualshock 4 ou o Pro Controller do Nintendo Switch, restando ao jogador fazer uso da ferramenta de controles da própria Steam ou ao DS4Windows.

Assim, mesmo usando controles da Sony ou da Nintendo, os botões na tela sempre serão de PC ou de Xbox. Já existe um mod no nexusmod que permite a substituição dos ícones para os do PlayStation, mas ainda nada de suporte nativo via atualização.

Um grande ponto desse Remaster é que o jogo foi recompilado na RE Engine, não sendo uma emulação do PlayStation 2. Por isso ele permitiu as mudanças como save automático e a troca instantânea das armas, já que o jogo foi basicamente refeito do zero, usando assets e código-fonte da versão original.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

Veredito

Onimusha 2: Samurai’s Destiny é um jogo bem simples, que inova pouco em relação ao seu antecessor. Sua história serve basicamente como plano de fundo para colocar o falecido ator Yusaku Matsuda vestido de samurai, matando demônios ao lado de uma ninja peituda.

O sistema de quase-RPG é deixado totalmente de lado após algumas horas de jogo, voltando a ser o velho e bom Resident Evil de samurai,  o que pesa um pouco na percepção da qualidade geral, visto que parece que as ideias foram coladas aqui e ali sem muita coesão.

É importante no entanto, que esse jogo seja trazido de volta para a geração atual, com um porte competente para PCs também, já que a preservação desses títulos é de suma importância, ainda mais nessa era onde jogos físicos estão cada vez mais raros.

De bônus, é interessante notar que os cenários e vídeos receberam upscale com IA e retoque humano, deixando os visuais bem bonitos que casam bem com a resolução HD dessa nova versão. As CGIs em especial, ficaram muito lindas com imagem melhorada.

Esse pode não ser o melhor dos quatro Onimusha’s principais, mas foi um pequeno passo de evolução da série que em breve deve voltar com tudo em seu novo jogo. Com suas 7 a 9 horas de jogo, esse é um game que nos deixa antes de ficar chato, permitindo o jogador a voltar e tentar ver as outras ceninhas que acontecem durante o gameplay, além de tentar o novo modo Hell, onde se morre com um único golpe.

E não se preocupem: o remaster do terceiro jogo está sendo desenvolvido. E com Jean Reno e tudo.

Nota: 7,5/10

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Esta análise foi feita com uma cópia do jogo para PC, gentilmente cedida pela CAPCOM. Onimusha 2: Samurai’s Destiny também está disponível para PlayStation 4, Switch, Xbox e Windows.

Onimusha 2: Samurai's Destiny
Divulgação: CAPCOM

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A Capcom tem feito um trabalho incrível ao longo dos últimos anos, isso é inquestionável.

Tanto que ao meu ver é disparado uma das produtoras que mais trouxe lançamento incríveis nos últimos tempos, a começar por Resident Evil 7 que foi um divisor de águas da franquia, e o maravilhoso Resident Evil 2 Remake, que produzimos um review aqui no site.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

Dito isso, Onimusha Warlords é mais um desses grandes lançamento da Capcom na atual geração de consoles.

Estamos diante de um jogo que por pouco não se tornou um Resident Evil com espadas, mas que acabou tomando um rumo diferente e criando uma identidade própria, mesmo trazendo consigo diversos elementos que tornaram a franquia RE famosa.

Quais seriam esses elementos? Bem, me acompanhe que irei contar a vocês

Onimusha
Comparativo da versão Xbox One X e PlayStation 2

Onimusha Warlords nasceu para ser um survival horror com samurais, mas o uso de espadas e absorver orbs, apesar de fujir um pouco, ainda não o torna menos que isso. Inclusive é repleto de puzzles e mistérios para solucionarmos – Claro, vocês podem discordar disso e encará-lo só como um hack’n slash com puzzles.

A história do jogo acontece após a derrota do Lorde Nobunaga, que acaba sendo morto em campo de batalha, mas acaba sendo ressuscitado por Genma, uma raça demoníaca que tem intenções de acabar com a vida na terra como a conhecemos. Quando o samurai Samanosuke Akechi descobre o que está acontecendo, deixa o campo de batalha e corre em direção ao castelo para proteger a princesa Yuki.

Chegando lá se depara com um rastro de corpos e inimigos nem um pouco normais. Mesmo lutando com todas as suas forças, acaba sendo ferido.

É então que o personagem é apresentado a manopla de Oni, um artefato que permite que o personagem possa absorver as orbs deixadas pelos inimigos, assim tornando possível que consigamos dar upgrade as armas de Samanosuke. Mas nosso personagem não está sozinho, ele conta com a ajuda de Kaede, uma kunoichi que aparece para nos salvar nos momentos em que estamos nos ferrando.

Onimusha

A primeira coisa que nos salta os olhos é a melhoria gráfica em comparação a versão clássica. Uma melhoria já esperada e que certamente torna o jogo palatável para os mais jovens que decidirem se aventurar em Onimusha Warlords.

Por outro lado, o jogo por se tratar de um remaster, não sofre melhorias em jogabilidade. Apesar de achar que não preciso explicar, porque acredito que o leitor do nosso site é esperto e antenado, sei que algumas pessoas ainda não entendem as diferenças entre um remaster e um remake.

  • Remasters: Jogos clássicos com gráficos e resoluções atualizados para a geração atual.
  • Remakes: Jogos clássicos rei-maginados como motores gráficos da geração atual.

Dito isso, aviso que o jogo possui câmeras-fixas, movimentação “tank” e cenários pré-renderizados.

Onimusha

Claro, esses pontos apesar de atrapalhar um pouco, não comprometem o jogo pelo motivo mais obvio, ele é um jogo antigo com um bonito visual. E vou ser sincero, eu estranhei bastante quando comecei a jogar, fazia algum tempo que não encarava um jogo nesse formato, o que me levou a ficar perdido em diversos momentos até entender como me acostumar com essa mecânica.

Os puzzles são desafiadores, principalmente para pessoas que assim como eu, depois de ler um file, logo em seguida esquece toda informação. Recomendo fortemente que se for assim tão lesado quanto eu, anote os códigos.

Esse tipo de desafio não é tão comum nos jogos de hoje em dia, então garanto que alguns dos puzzles vão calejar vocês. Há um puzzle no começo do jogo que se baseia em números, nada complexo, mas ainda assim bem criativo. Ele já dá uma ideia de que para conseguir itens melhores nas outras caixas lacradas, você vai ter que se esforçar melhor.

Gostaria de levantar uma questão, nada a ver com os puzzles.

Apesar de não ser um empecilho pra mim, acredito que uma localização do jogo para a nossa língua não seria nada mal. Talvez porque estamos mal acostumados a quantidade enorme de jogos que vem sendo lançado em nossa língua, então se deparar com um jogo, mesmo que remaster, todo em inglês causa um certo espanto, mas isso não desabona de modo algum o titulo.

Onimusha

Onimusha: Warlords tem a sua importância na história dos vídeo games, não só porque foi o primeiro título do PlayStation 2 a vender 1 milhão de cópias em todo mundo, mas como também conseguiu se tornar uma franquia de sucesso, mesmo tendo nascido de uma concepção para um novo jogo de Resident Evil.

Com puzzles desafiadores, inimigos bem estranhos e ambientado em um Japão tomado pelo sobrenatural, além do uso de personagens que realmente existiram, Onimusha cria uma identidade própria ao mesclar toda essa formula um enredo interessante e personagens criveis.

Em contrapartida o combate é um hack’n slash convencional, onde você mata inimigos e coleta as orbs deixada por eles, sendo que algumas podem recuperar sua vida e outras apenas para recarga de magia das armas. Com o diferencial de que o personagem coleta itens como; ervas medicinais e kits médicos, além de outras armas convencionais. Não é nada complexo e o jogador se adapta bem rápido.

Onimusha

O titulo chegar a geração atual foi algo mais do que bem-vindo, pois certamente gamers mais velhos conseguiram reaproveitar o titulo com tudo o que ele tem a oferecer e em HD.

Capcom vem acertando muito nesse sentido e nós gamers aproveitando bastante, agora por favor, nos dê Resident Evil 3 Remake.

Ressalto novamente, que uma possível localização teria sido muito bem-vinda, além de ampliar o alcance do titulo entre um publico mais jovem. De qualquer modo Onimusha é mais do recomendado para qualquer um que não teve contato com a franquia.

*Onimusha Warlords Remaster foi analisado com uma chave digital de Xbox One  gentilmente cedida pela Capcom.*

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Esse grande clássico do PlayStation 2 finalmente ganhou um remaster para essa geração. Mas você pode estar se perguntado: O que diabos é Onimusha?

Bem, se você não tem ideia do que se trata, saiba que Onimusha foi o primeiro jogo de PlayStation 2 a vender 1 milhão de cópias, além de em seu desenvolvimento contar com o grande Keiji Inafune, considerado o pai de Mega Man, como produtor do jogo.

LEIAM – Onimusha Warlords Remaster | Um Clássico atemporal, ou quase
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A curiosidade fica por conta de que antes de se tornar Onimusha, o jogo foi planejado para ser lançado no PSone e seria um título da franquia Resident Evil, só que ambientado no passado, mas os produtores acabaram levando o título para o PS2.

Bem, enquanto não sai o nosso review, saibam que vocês podem conferir a primeira 1 hora do jogo logo abaixo:

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