Arquivos Riot - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/riot/ Um pouco de tudo na medida certa Tue, 04 Jun 2024 13:09:53 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Riot - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/riot/ 32 32 RKGK / Rakugaki | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/06/04/rkgk-rakugaki-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/06/04/rkgk-rakugaki-analise/#respond Tue, 04 Jun 2024 13:09:53 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17009 Rakugaki é um jogo de plataforma 3D que se faz valer de diversas inspirações como animes e games, principalmente dos anos 90 e 2000. Suas influências não se limitam a um jogo só, mas de cara vemos que muito do estilo visual e de gameplay tem como base clássicos como Jet Set Radio (Sega, 2000), […]

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Rakugaki é um jogo de plataforma 3D que se faz valer de diversas inspirações como animes e games, principalmente dos anos 90 e 2000. Suas influências não se limitam a um jogo só, mas de cara vemos que muito do estilo visual e de gameplay tem como base clássicos como Jet Set Radio (Sega, 2000), e seu visual futurista que se inspira em diversas coisas, como Evangelion e outros animes.

Ainda assim, a Wabisabi Games não é um estúdio oriental. Sua base é na Cidade do México, então é natural que muitas influências orientais sejam as mesmas que as nossas, pois crescemos num grande polo chamado comercialmente de LATAM, onde tudo era vendido e exibido meio que igualmente entre todos os países abaixo dos EUA.

RKGK
Créditos: Wabisabi Games

História

Em RKGK (lê-se “Rakugaki”, que é uma gíria em japonês para “rascunho” ou “grafite”), jogamos com Valah, uma tomboyzinha que lidera o grupo de resistência às grandes corporações chamado Rakugaki.

Seu objetivo é passar por vários locais de Cap City e pintar os telões espalhados pela cidade pelo tal do Sr. Buff, um empresário maligno que está usando esses painéis de LCD gigantes para transformar pessoas em escravos / NPCs.

RKGK
Créditos: Wabisabi Games

Gameplay

Como falei na introdução, Rakugaki lembra vagamente Jet Set Radio, no que tange ao fato de que você deve andar pelo mapa grafitando pontos específicos, mas o jogo tem uma estrutura bem mais linear, como um jogo comum de plataforma.

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RKGK tem à sua disposição um robozinho que pode ajudá-la em alguns ataques, além de que ela mesma também pode deslizar mais rapidamente usando a tinha de suas latas de spray. Não só isso, mas o robozinho também te permite flutuar por um tempo, permitindo acesso à plataformas mais distantes.

Isso, quando somado ao pulo duplo, faz com que Valah alcance áreas mais separadas. Típico de jogos de plataforma 3D, mas bem satisfatório.

Créditos: Wabisabi Games

O combate de RKGK se dá com um ataque normal com o botão de ataque, que pode ser usado pra combos. Inclusive, toda estrutura de plataforma me lembra as fases de desafio de Super Mario Odyssey (Nintendo, 2017) ou até jogos mais antigos como Jak and Daxter: Precursor Legacy (Naughty Dog, 2001) ou Ratchet & Clank (Insomniac, 2002). A diferença é que as fases são mais curtas.

Isso é bem doido, pois todo o marketing me levou a crer — e isso talvez tenha sido culpa minha — que o game era bem estilo arcade e não um game de plataforma mais padrão. Fico feliz com o resultado pois gosto de ambos os gêneros, mas tenho uma queda maior para jogos desse último estilo citado.

E apesar de não ser bem estilo Arcade, o game te seduz a refazer as fases com melhor tempo ou pegando todos os itens, te premiando com rankings maiores e mais conteúdos desbloqueáveis.

Créditos: Wabisabi Games

Conclusão

RKGK / Rakugaki é uma grata surpresa de um estúdio latino, que assim como nós, sabe muito mais que os americanos sobre como imitar perfeitamente a estética japonesa em jogos.

Seu visual lembra um mix de diversos games e animes futuristas, mas se assemelha muito também a jogos como Cyberpunk 2077, tanto na ambientação quanto na trilha sonora, que é repleta de canções techno compostas exclusivamente para o jogo.

Seu estilo de arte também é competente, com personagens bem animados, tanto durante o gameplay, quanto nas cutscenes animadas em 2D.

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Rakugaki foi considerado um jogo indie, mas com um aporte de 10 milhões de dólares da Riot (mesma de League of Legends) e publicado pela Gearbox, não podemos realmente considerá-lo um esforço feito com pouco investimento.

Ainda assim, ele não se prende às amarras e armadilhas de outros games com orçamento menor ou aos OUTROS problemas que tanto mancham jogos de orçamento MAIOR, como lootboxes, microtransações e outras besteiras usadas pra prender a atenção do jogador.

Com controles excelentes e loop de jogabilidade muito gostosinho, RKGK é uma ótima surpresa para esse ano, e esperamos que a Wabisabi Games nos presenteie com mais ideias boas assim.

Nota: 8,0 / 10

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Esta análise foi feita com uma cópia do game cedida gentilmente pela produtora do jogo.
RKGK / Rakugaki está disponível, por enquanto, apenas no PC.

Créditos: Wabisabi Games

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Venom | Não é Marvel, mas não falha https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/12/venom-nao-e-marvel-mas-nao-falha/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2021/10/12/venom-nao-e-marvel-mas-nao-falha/#respond Tue, 12 Oct 2021 20:38:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=8615 Faz algum tempo que não escrevo sobre filmes, e uma dos motivos é o tempo. Ou jogo ou vejo filmes, ou qualquer outra coisa infantil com meu filho.  Hoje consegui rever Venom, que nem é lá um filme que me agradou tanto, mas conseguiu me divertir mais do que na primeira vez. LEIAM – Homem-Aranha: […]

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Faz algum tempo que não escrevo sobre filmes, e uma dos motivos é o tempo. Ou jogo ou vejo filmes, ou qualquer outra coisa infantil com meu filho.  Hoje consegui rever Venom, que nem é lá um filme que me agradou tanto, mas conseguiu me divertir mais do que na primeira vez.

LEIAM – Homem-Aranha: De volta ao lar | Impressões sem spoiler

Como pretendo assistir a sequencia, decidi que seria interessante falar um pouco sobre minhas impressões do Protetor Letal. Claro, é minha opinião, então sinta-se livre pra discordar dela.

É engraçado pensar que já fui ferrenho critico dessas adaptações, mas parei um pouco ficar naquela expectativa exagerada. Creio que este filme é um deles que aprendi a ignorar os problemas e focar no que ele tem bom para oferecer.

É isso!

LET THE CARNAGE BEG… WUT!?

Venom

Venom tem como protagonista o nosso querido Eddie Brock, vilão ferrenho do universo do Aranha. E para a nossa sorte é Tom Hardy que o interpreta, que como um bom ator entende que o roteiro não é grande coisa, logo o carisma dele sustenta o filme todo.

Isso mesmo, o roteiro é bem fraco e tampouco tenta dar qualquer profundidade ao vilão do longa ou qualquer outra relação que Eddie tenha. Os atores parecem se dar conta disso e o publico saca logo, o que faz o filme ser mais leve e menos sombrio.

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Tudo acontece rapidamente e o desenrolar da trama até o seu final é bem interessante, apesar do maçante inicio. Não há qualquer luta, exceto a de Brock em se manter vivo e derrubar a Fundação Vida.

O SIMBIONTE AMIGÃO DA VIZINHANÇA

É na Fundação Vida que Brock se contamina com Venom e enfim o filme tem inicio, com o protagonista tendo reações exageradas e bem engraçadas por conta do simbionte, enquanto é caçado. Não dá pra deixar de apontar que nesse aspecto o filme entrega alguns piadas bobas pra dar aquela descontraída.

Mesmo com essa carranca de filme sério e adulto, Venom é um filme infantil pra molecada dos 12 anos em diante.

O mais próximo de violência mesmo que eu notei foi a batida de moto, onde a perna do Brock está torta, quanto ao resto, nada de pessoas sendo partidas ao meio ou literalmente devorada em frente a câmera.

Ah, se eu gostaria de ver isso? Obvio, mas sabia o que encontrar aqui. Só achei que podiam ter ousado mais e ainda conter o nível de violência. Porém, olhando HOJE para o filme e os rumores, entendo o porque da escolha de um roteiro mais leve e focado no publico mais jovem.

ERA PRA SER UM VILÃO

Mas tornou-se apenas uma razão para colocar outro simbionte contra o Venom. Riot é fisicamente mais forte do que o protetor letal, isso fica bem claro logo no primeiro embate e porque Venom faz questão de dizer que ele faz uns lances impressionantes.

É um personagem que realmente pertence ao universo do anti-herói, mas que não funciona lá muito bem aqui. A motivação é interessante, não tenha dúvida, mas você entende que poderia ser muito melhor se trabalhado mais a figura do Riot, tudo é muito corrido. Poderiam ter enfiado os outros simbiontes do grupo do vilão, MAS, eu sei que to sendo chato, mas prometo me redimir até o fim desse texto.

De qualquer modo isso é razão o suficiente para colocar os dois para trocar altos socos em CGI, o que é legal pra caramba. É o ápice do filme e desenrola rapidamente a luta final, que é finalizada de uma forma bem medíocre.  Se ele atirasse uma granada ou qualquer outra coisa o filme acabava bem mais rápido.

Hey, estamos vendo filmes baseado em quadrinhos pra ver porrada digital, então quem liga?

WE ARE VENOM!

Não vou ser injusto, o design do Venom é uma das coisas mais legais que já vi, inclusive eu simpatizei com a personalidade do simbionte.

Ah, mas…. Não, é legal. Não tem aranha aqui, não precisa se ater que ele segue o padrão do que conhecemos do uniforme do aranha. Ele poderia ter qualquer forma, mas quem liga, ficou legal pra cacete.

Os efeitos não são bons, mas funciona muito bem. O lance da moto onde ele a deita e vai deslizando em seu próprio corpo e depois somos levado a essa primeira aparição do GIF. Isso valeu o filme, pelo menos pra mim.

Pode não ser a melhor obra baseada em um quadrinho, e não é mesmo, mas entrega uma entretenimento rápido. Há várias boas cenas, tem humor e ainda deve ter vendido muito bonecos e camisetas.

Oras, conseguiu o suficiente para ganhar continuação. Isso deve valer de algo? Não, muito filme lixo consegue o mesmo, mas esse aqui me conquistou.

CONCLUSÃO

Venom

O filme é bem divertido, simples, direto e sem muita enrolação como um bom primeiro filme deve ser. Não é como aquele Venom pavoroso do Sam Raimi no terceiro longa do Aranha.

No geral, o elenco do filme com apenas com Tom Hardy, um ator de peso (assistam Bronson com ele, sério). Logo, os demais não possuem lá grandes destaques, estão ali apenas para ser pano de fundo dos diálogos e as ações entre o simbionte e o Eddie.

Esse daqui vai um pouco além, sem muita firula ou tentando dar alguma solução mirabolante dos motivos disso ou daquilo. É tudo porque sim e segue adiante moer a galera na porrada.

To ansioso pelo segundo filme com o Carnificina, pois acho que vou me divertir tanto quanto foi com esse daqui. É um filme divertido e que vale apenas desligar o cérebro para conferir, então recomendo.

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