Arquivos Midway - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/midway/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 20 Oct 2024 13:18:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Midway - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/midway/ 32 32 Mortal Kombat (1995) | O Primeiro e Único Filme https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/10/21/mortal-kombat-1995-o-primeiro-e-unico-filme/#respond Mon, 21 Oct 2024 08:07:33 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18083 O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta. Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, […]

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O primeiro jogo da série Mortal Kombat foi um fenômeno nos arcades e consoles. Você, jovem, pode não se lembrar de como foi inovador ver os personagens literalmente se matando da forma mais grotesca possível na forma de um jogo de luta.

Leve em consideração que a época era total dominada por Street Fighter. Porém, MK trouxe uma variante ao gênero, que tinha vantagens e desvantagens em relação a seu concorrente, mas por serem tão diferentes um do outro, eles nunca competiram entre si pela atenção dos jogadores.

Mas eis que, em 1995, a New Line Cinema deu o cargo de diretor para o então novato Paul W. S. Anderson — sim, o mesmo que viria futuramente a dirigir a franquia de filmes de Resident Evil (e a análise do primeiro filme você pode ler aqui). Anderson conseguiu o cargo após os produtores assistirem “Shopping: O Alvo do Crime“, filme do ano anterior dirigido por ele.

Inclusive, Paul W.S. Anderson não tinha NENHUMA experiência com efeitos especiais, e ele mesmo já disse em entrevistas que só pegou um monte de livros sobre o tema e foi enganando até o final. Incrível.

Reprodução: New Line Cinema

História e personagens

Chamar esse tópico de “história” chega a ser engraçado, pois o filme não tenta te enganar com um roteiro complexo e personagens densos. Mortal Kombat basicamente pega o conceito do torneio feito para salvar a Terra e implementa uma sequência de lutas uma atrás da outra, com alguns diálogos engraçados ligando essas cenas.

De início, temos os personagens sendo apresentados, como Johhny Cage, interpretado por Linden Ashby. Ele faz um Johnny Cage canastrão e divertido, sem ser irritante. Ashby viria futuramente a interpretar o personagem novamente no jogo Mortal Kombat 11 em 2020.

Liu Kang, foi feito pelo desconhecido Robin Shou, que até então só havia trabalhado em produções de Hong Kong e em um único filme ocidental chamado Forbidden Nights, de 1990. Ele também ajudou nas coreografias de luta.

Reprodução: Internet – Poster japonês

Cary-Hiroyuki Tagawa fez um excelente Shang Tsung, o vilão do filme e do primeiro jogo. Sua atuação é a mais convincente e suas expressões de ódio, raiva e prazer de ver os outros sofrendo são engraçadas e entretém durante todo o filme.

Christopher Lambert, por sua vez, faz o carismático Lord Rayden, que como todo filme que fazia, entrega sempre uma atuação canastrona e engraçada, mesmo em cenas de seriedade, que aqui não são muitas. Ele não luta no filme, servindo apenas como mentor dos outros personagens.

Temos também Bridgette Wilson como Sonya e Talisa Soto como Kitana, as musas do filme que atual mal pra diabo mas são lindas, e isso que importa.

Todos interagem bem entre si, com diálogos engraçadinhos entre o cast principal, com piadinhas entre as lutas típicas de filmes para adolescentes dessa época.

Mortal Kombat
Reprodução: New Line Cinema

Violência limitada, porém maneira

As lutas são bem feitas, sem muitos cortes de câmera que normalmente são usados para disfarçar cenas mal feitas. Inclusive, elas são criativas, com tomadas abertas, como a luta de Johnny com Scorpion na floresta e a luta de Liu Kang com Sub-Zero mais pro finalzinho do filme.

São cenas marcantes que mesmo com alguns toques de CGI feios da época, não tiram a graça do filme.

O elefante branco da vez é a falta da violência dos jogos, visto que no filme mal temos SANGUE aparecendo, então o filme recorre a mortes off-screen ou cenas de “desmaio” inspiradas nas lutas de WWE (ou WWF, já que o filme é de 1995).

Nada disso age contra o filme, que compensa com hype durante as lutas — expressão que nem existia na época né –, causado pela música Technosyndrome, popularmente conhecida como o tema de Mortal Kombat.

Essa música havia sido usada nos comerciais americanos do primeiro jogo, e foi reutilizada no filme devido a sua popularidade, tocando no início e durante as lutas principais.

Reprodução: New Line Cinema

Veredito

Mortal Kombat (1995) entrega o que um filme de videogame deve fazer sempre: um roteiro simples e sem inventar muito em cima do que já está estabelecido em outra mídia. A caracterização dos personagens é idêntica a dos jogos e as lutas bem feitas fazem ele ser um exemplo de como a simplicidade pode fazer uma adaptação para outra mídia ser bem vista, mesmo muitos anos depois.

Nota: 7,5/10

Reprodução: New Line Cinema

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Trog | Quase um Bomberman pré-histórico https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/08/trog-um-bomberman-dos-tempos-da-cavernas/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/08/trog-um-bomberman-dos-tempos-da-cavernas/#respond Mon, 08 Jul 2013 11:39:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2013/07/08/trog-um-bomberman-dos-tempos-da-cavernas/ Olá meus caros leitores , sentiram saudades? Depois de um tempinho sem postar, retorno com uma nova dica de games e o escolhido foi o Trog, um jogo bacana do que foi lançado para os Arcades, mas ganhou sua versão NES, que é a qual eu joguei. Quase uma fusão de Pac-Man e Bomberman, o […]

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Olá meus caros leitores , sentiram saudades? Depois de um tempinho sem postar, retorno com uma nova dica de games e o escolhido foi o Trog, um jogo bacana do que foi lançado para os Arcades, mas ganhou sua versão NES, que é a qual eu joguei.

Quase uma fusão de Pac-Man e Bomberman, o que resultou em uma combinação bem interessante e divertida pra cacete.

Nossa jornada tem inicio aproximadamente 230 milhões de anos atrás, nos tempos em que os dinossauros ainda caminhavam na terra, para ser preciso esse mundo tem um nome OG.

Trog

Naqueles tempos imperava a lei da sobrevivência, era o comendo o menor, sempre! Apesar de não soar legal, é bem isso mesmo o game. Em meio a esse come-come desenfreado, precisamos salvar os ovos dos nossos protagonistas pré-históricos Bloop e Spike e tentar se manter vivos dos ataques dos Trog´s.

O objetivo do game é fugir desesperadamente dos temíveis Trog´s e coletar todos os ovos espalhados pelos labirintos. Uma missão não muito fácil já que com o passar das fases os Trogs vão se fortalecendo e mudando o padrão de ataque.

Eles ficam mais esperto com o passar das fases e aumentam o numero de Trogs na tela, dificultando cada vez mais as proteger os ovos, fora os buracos que praticamente surgem do nada e nos leva a morte.

Trog

No inicio apenas ficam zanzando e nos perseguindo, mas basta um toque para que nos devorem ainda vivos e utilizando de garfo e faca, isso mesmo que você leu, GARFO E FACA, são Trogloditas avançados e com noção de modos a mesa.

Bem, não somos tão indefesos já que há vários Power Up espalhado pelo cenário, cada um deles com trazem atributos, como velocidade, força e também temos outros que servem apenas para nos atrapalhar, reduzindo nossa velocidade.

O melhor Power Up é o abacaxi que ao ser coletado, transforma nosso meigo personagem jurássico em um T- Rex sanguinário e faminto. Assim podemos contra-atacar comendo nossos perseguidores friamente e acreditem, após um tempo jogando ( blasfemando ), isso se torna muito prazeroso.

Trog

O Formato do game lembra muito Bomberman, principalmente os Power Ups, mas ao coletar o abacaxi, logo nos vem Pac-Man. Talvez os criadores devem ter pego ideia emprestada ou copiaram descaradamente.

TROG! Tem tudo para ser um Pac-Man com gráficos melhores e ambientado na pré-historia, mas ao unir duas idéias já aproveitada consegue certa originalidade, se é que se podemos dizer isso.

LEIAM – DIGGER: The Legend of the Lost City | O Indiana Jones da RARE

A proposta do game é divertir e consegue se sair muito bem, os controles respondem bem e não frustra tanto quanto a dificuldade que sobre rapidamente.

TROG apesar de não ser popular por essas bandas, conseguiu me divertir bastante e esse é um dos fatores que mais prezo em um game, então recomendo bro!

Espero que tenham gostado dessa rápida dica de games e até a próxima.

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