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A origem da série

Luigi’s Mansion 3 é a mais recente iteração da série que começou lá em 2001 no Game Cube. Na ocasião, muito se questionou se lançar um console da Nintendo com um jogo protagonizado pelo irmão secundário da principal série da casa seria uma boa empreitada, e no fim das contas tudo se provou certo. O jogo original, feito pela Nintendo EAD — único da série feito no Japão — foi um enorme sucesso, trazendo o medroso bigodudo magrelo a um ambiente totalmente diferente das séries anteriores. Ficaram de fora as tartarugas e os goombas e entraram os fantasmas.

Totalmente diferente dos Boos da série original (que ainda estão presentes), as aparições em Luigi’s Mansion possuem brilho semelhante à luzes de neon e são semi-transparentes, com olhos amarelados, e em sua maioria possuem características marcantes, como se usassem a roupa que morreram. Luigi por sua vez, deve caçá-los com seu Poltergust, uma mochila-aspirador que — assim como todo o resto do jogo — é claramente inspirada em Os Caça-Fantasmas (1984).

Continuações ocidentais

Apesar do sucesso do jogo original, a série ficou dormente por 12 anos, não recebendo versões novas no Wii e Nintendo DS, até que em 2013, ficou a cargo da Next Level Games fazer a continuação do primeiro jogo, dessa vez no 3DS. Essa desenvolvedora já havia trabalhado com a Nintendo anteriormente, fazendo os ótimos Mario Strikers (2005), Mario Strikers Charged (2007) e o remake de Punch-Out!! para o Wii (2009). Mesmo que tenham se especializado em franquias esportivas, é notável o esmero e a qualidade de seus jogos, eles usam os personagens da Nintendo de maneira criativa e com uma aparência ligeiramente diferente do que estamos acostumados com jogos da empresa japonesa, e Luigi’s Mansion 2 (conhecido nas Américas como Dark Moon) não foi diferente. Com direção de arte semelhante ao original, o segundo jogo colocava Luigi em uma série de mansões para caçar mais fantasmas, diferentemente do jogo original, onde a exploração se dava em apenas um local, quase como um Resident Evil clássico.

O jogo foi muito bem recebido, porém houveram críticas quanto aos controles, já que o 3DS não possuía originalmente um segundo analógico. O sistema de missões também foi mal recebido, mas provavelmente foi uma escolha feita devido ao jogo ser portátil, onde os jogadores normalmente fazem sessões de gameplay mais curtas.

Com o sucesso do segundo jogo e a confiança total da Nintendo, era natural que uma sequência mais robusta para seu próximo console chegasse eventualmente, e em 2019 tivemos Luigi’s Mansion 3

Maravilhosamente assustador

Luigi’s Mansion 3 é um jogo lindo. Precisamos tirar logo isso da frente pois é uma tecla que seria muito batida ao longo desse texto. Cada detalhe visual, desde os cenários até a animação dos personagens lembra muito um mix de filmes da Pixar Studios com Dreamworks. Não inventaram muito no modelo dos personagens, porém as animações são bem mais detalhadas que em jogos normais da série Mario. O hotel e seus 13 andares onde o jogo se passa é incrível.

Cada andar, cada sala e cada cantinho possui imenso apreço pelo visual, e é possível interagir com absolutamente tudo: mesas, papéis, gavetas, armários, estantes, camas, tomadas, canaletas de esgoto… todas as essas coisas podem ser tocadas, sugadas, assopradas ou pisadas, reagindo através da física do jogo. Papéis ficam espalhados, elementos do cenário ficam quicando pela tela e rolando no chão, dando um ar de realismo que o segundo jogo não possuía. Aqui voltamos à forma original do primeiro jogo, com Luigi tendo que explorar um único local, com a vantagem de que cada andar possui uma temática diferente.

Por se tratar de um hotel, os desenvolvedores encontraram a perfeita oportunidade pra criar cenários que não se limitariam a uma casa mal-assombrada: temos academia, pirâmides, salões de festa, uma casa maluca de mágicos e outros ambientes que não fariam sentido em um jogo realista mas que aqui, só adicionam variedade à série.

Arsenal variado

Luigi caça os fantasmas com seu aspirador de pó superpotente como sempre, mas agora vem acompanhado de outras ferramentas para auxiliar na exploração. De volta do segundo jogo, temos a lanterna, onde um feixe de luz forte pode ser usado para paralisar os fantasmas antes de sugá-los. De novidade temos a luz negra, usada para descobrir objetos ocultos no cenário e o desentupidor, que serve para puxar objetos e arremessá-los, além de ser útil em algumas batalhas contra inimigos específicos.

Apesar de toda essa parafernália nova, o destaque fica para o Gooigi, uma versão gosmenta do protagonista que é usada para resolver puzzles em dupla. Foi a desculpa que a Next Level Games usou para adicionar multiplayer na campanha principal, mas que também funciona muito bem no single player. Ao toque do R3, você troca o controle do personagem para a versão melequenta do Luigi, que possui a vantagem de poder passar por ralos e não ser atingido por projéteis. Infelizmente, sua energia é mais curta e ele não pode entrar em contato com a água. Com isso, já se pode imaginar a quantidade de puzzles que utilizam desses prós e contras não é mesmo? E não são poucos.

Jogabilidade estranha

Apesar de toda qualidade do jogo, um enorme ponto negativo são exatamente os controles. Mesmo com um segundo analógico à disposição, a NLG não conseguiu criar um esquema de controle semelhante ao usado no primeiro jogo. Controlar Luigi e mirar o aspirador ao mesmo tempo deveria ser uma tarefa simples, mas passa bem longe disso. Existem dois modos de mirar: em um deles o analógico direito só gira na horizontal, enquanto os movimentos verticais são feitos pelo giroscópio. Já no outro modo, todo o movimento fica a cargo do analógico.

Por incrível que pareça, nenhuma dessas opções é ideal, e não ajuda que o personagem não gire imediatamente para a direção apontada pelo jogador, sendo necessário girar completamente o boneco até que a mira esteja no local desejado. Isso incomoda de leve durante todo o jogo, mas alguns chefes exigem uma precisão e destreza que os controles não permitem e fica claro que a maioria das suas mortes são causadas por essas falhas e não por falta de habilidade.

Outro detalhe é que alguns puzzles não são intuitivos e sua solução às vezes não é clara mesmo após ver um guia. Muitas vezes me peguei resolvendo problemas do jogo somente sugando todo o cenário, quase que numa caça do pixel certo que o jogo queria que eu interagisse. Faltam signos visuais que auxiliem o jogador. Não digo que deveria ser tudo jogado na cara, mas que fossem usadas técnicas de game design melhores, onde o jogo deixa as regras do problema claras e o jogador, munido dessas informações, resolve o quebra-cabeças. Isso falta, e muito, em Luigi’s Mansion 3. Somado a isso, o cenário bem detalhado não mescla muito com a câmera fixa, deixando algumas áreas confusas. Esse é um problema menor mas que seria facilmente solucionado com algumas leves mudanças de câmeras em determinados pontos.

Finalmente, o jogo possui diversas conquistas, mas nenhuma delas te recompensa de forma satisfatória, fazendo parecer que estão lá somente para esticar o conteúdo.

Concluindo

Luigi’s Mansion 3 é um jogo muito bom que faz jus ao legado deixado pela Nintendo e pela própria Next Level Games. Porém, há muito espaço para melhorias em uma futura continuação. Problemas de controle, câmera e a falta de premiação por completar 100% do que é proposto pelo jogo fazem com que ele esteja longe de ser um dos melhores jogos da série Mario.

Ainda assim, recomendo para todos que possuem um Switch, pois o esmero no visual e detalhe técnico são realmente impressionantes.

 

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Esse ano tivemos a oportunidade de cobrir a Brasil Game Show mais uma vez, sendo o nosso 5º ano no evento, então não podíamos deixar de relatar aqui tudo o que pudemos conferir ao longo dos dias em que estivemos por lá.

A começar que esse foi o ano em que pudemos passar mais tempo dentro do evento, conseguimos cobrir três dias do evento, então jogamos muitas coisas, e lembrando que esse foi o ano em que a Nintendo retornou a BGS. Sua ultima participação foi em 2012, logo foi muito bom ver a BIG N por lá.

Mas vamos ao que interessa.

Eu não vou negar, a Nintendo foi a grande atração do evento pra mim, passei mais tempo por lá do que em outras estandes disponíveis. Não me arrependo, até porque quando não fui lá jogar os games disponíveis no Switch, eu tava andando pelo evento.Como disse anteriormente, esse ano decidi dar uma atenção especial a Nintendo e assim pude conferir o mais novo lançamento Luigi’s Mansion 3, que foi disparado um dos meus jogos favoritos do evento.

Não sei se o fato de não ter tido contato com os outros jogos anteriores da franquia possa ter influenciado no impacto que tive ao jogar esse jogo, mas como primeiro contato, só tenho elogios. Graficamente é lindo e os controles muito intuitivos, além de muito divertido. O fato de focarem no medroso do Luigi em uma situação onde assombrações estão envolvidas geram momentos engraçados.

A demo disponível no evento encerrava após o combate com o vilão do jogo, dentro de uma arena, onde ele vestia uma armadura e ficava nos cercando e investindo algumas vezes. Nada complexo, só questão de desviar da investida e acertá-lo algumas vezes no alvo em seu peito para torná-o vulnerável e arremessá-lo ao chão até zerar sua energia.

Ah, controlar Luigi ou sua contra-parte fantasmagórica não foi difícil e certamente foi uma adição interessante ao jogo, além de que podemos alternar a qualquer momento entre eles, nesse caso o Luigi feito de ectoplasma (Ghostbuster me ensinou muito bem) pode passar por áreas pontiagudas sem levar nenhum dano, enquanto Luigi fica adormecido esperando

Creio eu que seja o primeiro dos diversos combates que teremos contra ele ao longo da historia.

No caso, não sei se vale a pena citar, mas eu joguei usando um pro controller do Switch, o que trouxe uma experiência diferenciada em comparação a que tive jogando nos joy-con em outros jogos ali na estande da Nintendo. Os Joy-con’s realmente passam uma sensação de fragilidade. E como sendo o meu primeiro contato com o novo console da Nintendo, de modo geral foi muito positivo.

Eu fui um dos idiotas que criticaram quando a Nintendo anunciou Super Mario Maker em alguma E3. É. eu mereço levar umas chibatadas no lombo para aprender a ser gente de vez em quando. Mas o tempo ensina e dessa vez eu fui de coração aberto e me pus ao teste de jogar Super Mario Maker 2.

Reconheço que queimei a língua porque o jogo não só é muito divertido, como também possibilita a criação de todo tipo de fase para se desafiar. Essa ultima parte é meio obvio só pelo nome do jogo MAKER.

Bem, eu joguei algumas disponíveis e me diverti bastante com o jogo. É algo para se jogar descompromissado, para passar o tempo sem esquentar muito a cabeça, pelo menos sem pegar alguma fase criada por satanás.

Cara, eu quero um Switch pra mim.

Eu nunca  terminei nenhum Zelda em toda a minha vida, e sei que preciso dar mais atenção a famosa franquia do eterno jovem, Link. De qualquer maneira, eu não podia deixar de jogar o mais recente jogo The Legend of Zelda: Link’s Awakening, que na verdade é um remaster, mas um de peso.

O visual do jogo é lindo e aparentemente a Nintendo sabe muito bem como cuidar da estética de seus jogos. Ignorando totalmente o padrão de realismo que temos aos baldes, ela optou por um tom mais cartunesco que salta aos olhos de tão belo.

Eu não gosto muito da expressão “Jogo que vende consoles” mas a biblioteca de exclusivos da Nintendo faz essa expressão ter todo o sentido. Eu realmente fiquei muito espantando com o quão bonito ficou esse remaster e os demais jogos que pude jogar. Todos eles fizeram meus olhos brilharem e cogitar a aquisição de um Switch.

Depois da Nintendo a estande da Xbox foi disparada a que mais passei tempo ao longo dos três dias de evento. Lembrando que nos demais dias foi um pouco mais difícil conseguir jogar alguns jogos, mas creio que consegui experimentar todos os que queria – Exceto o FFVII.

Bleeding Edge é o jogo multiplayer que vem sendo desenvolvido pela Ninja Theory, estúdio recém-adquirido pelo Xbox. Não posso dizer que estava muito animado por esse jogo, pelo simples motivo de que não me dou bem com jogos do gênero. Na grande e disparada maioria das vezes exige muito tempo para ganhar habilidades e começar a xingar os amiguinhos durante as partidas. Coisa que não tenho muito tempo e paciência para gastar, mas deixando o meu gosto e relatando o que vi: É bem divertido.

O jogo disponibilizado na estande se trata de uma versão alpha, então não dá pra atirar muitas pedras. Pelo menos deu pra notar o que está por vir.

Bleeding Edge é basicamente um filho fora do casamento entre Overwatch e League of Legends em terceira pessoa, acho que foi a melhor definição que encontrei para o jogo. Ele não está muito distante da arvore que gerou o fruto dos jogos citados. Ele claramente é voltado para criar competições. O que é muito bom, eu acho.

Bem, mas sem me estender mais, achei os combates muito divertidos, tem hora que não dá pra ver se você tá batendo ou apanhando, tal como LOL quando estamos aprendendo os macetes. Os respawns estão terrivelmente demorados, e em um jogo como esse é algo que não dá pra tolerar muito, só que é preciso entender que ainda está em alpha. É o tipo de coisa que será consertado rapidamente após um beta fechado. Foi uma experiência divertida, eu até joguei bem e me senti estimulado a jogar mais vezes. Talvez seja esse o jogo focado em multiplayer online que vai me capturar? Não sei. Fallout 76 eu tinha expectativas e elas foram devidamente destroçados pelo chão.

Ori and the Will of Wisps é um dos jogos mais bonitos que eu vi lá na BGS, alias, o seu antecessor é tão bonito quanto, mas aqui se nota que realmente buscaram evoluir toda a arte do jogo.

Eu infelizmente não fechei Ori and the Blind Forest, apenas joguei um pouco e dei prioridade a outros jogos, mas é um jogo que certamente quero terminar antes de mergulhar em sua sequencia que me pareceu ainda mais belo que seu antecessor. A musica do jogo e o design estão em um nivel absurdo. O jogo é quase uma pintura em movimento.

Curiosamente em todas as vezes que passei na estande, ao menos no dia de imprensa, estava sempre livre para jogar. Fiquei um tanto chocado, vide que hoje em dia muitos adoram encher a boca para falar de arte dos jogos, e Ori and the Will of Wisps é arte visual pura.

O novo Battletoads estava lá e bem acessível para jogar no dia de imprensa, então pude jogar bastante sem ter que me preocupar em dar lugar para outra pessoa. Sério.

Eu sei que é um jogo que a velharada ficou bem ouriçada por conta do novo visual e pela lentidão dos personagens. Olha, realmente eles são lentos e isso incomoda um pouco, porque um beat’em up precisa ser rápido o personagem e a resposta. Eu acho até OK não gostarem do visual cartoon e tudo mais, só que os personagens serem lentos é algo que compromete o jogo todo.

Os sapos são lentos e os golpes igualmente, o Pimple que é o sapo maior e mais forte é o mais lento de todos, quase se arrasta, por sorte temos uma esquiva que ajuda a movimentar um pouco melhor mas que não sustentaria horas de jogatina sem você atirar o controle no chão de tão frustrado.

Eu e os demais não conseguimos avançar no Turbo Tunnel, acho que deve ser uma maldição que também decidiram remasterizar. Eu perdi a conta do número de mortes tentando chegar ao fim desse túnel maldito. A diferença aqui entre o clássico é que há check points para não obrigar o jogador voltar ao início ou atirar o joystick contra a TV. Acho que não dá pra reclamar disso, pois mesmo sendo dificil o check point auxilia horrores.

A experiência final com Battletoads foi até positiva, eu realmente queria avançar mais naquele jogo, mas a jogabilidade lenta é um fator que realmente atrapalha a experiencia final. Torço para que isso seja alterado até o lançamento do jogo, porque o design, efeitos e humor estão ótimos.

Dragon Ball Z: Kakarot é um jogo que estava disponível para se jogar na loja da Panini dentro do evento. Foi uma baita surpresa topar com o jogo enquanto eu procurava por algumas HQs e mangás.

Fui convidado por um dos rapazes que trabalhava na loja e que também se ofereceu para tirar fotos e até filmar. Muito gentil da parte. Essa foto que encabeça esse trecho do artigo foi tirado por mim e sou péssimo com fotos. Certo, deixemos isso de lado e vamos ao que interessa.

O jogo é um anime controlável, podemos voar com Goku pelo cenário e até mesmo com a nuvem voadora. Gostei bastante dessa experiência de liberdade pelo cenário sem ficar preso a loadings e mais loadings para avançar de uma cena a outra. Porém, essa primeira fase consiste em uma batalha contra Raditz, o irmão de Kakaroto. Oras, quem conhece o anime sabe disso, mas não custa relembrar que Goku se mata com o irmão.

O combate é fluido, os especiais são tão grandiosos como deveriam obrigatoriamente ser e os efeitos visuais são de arrancar lagrimas de felicidades. Vale lembrar que o jogo também está localizado em português, o que é sempre maravilhoso de se deparar. Creio que se colocarem os dubladores brasileiros oficiais no jogo, estaremos diante de uma das melhores coisas já feita nos games com a franquia.

Por enquanto não tenho nada negativo a dizer sobre o jogo. Mas eu também não tinha nada a dizer sobre Dragon Ball Fighter Z – E isso vai ficar para outra hora, me aguardem.

Olha, estou com boas expectativas, acredito que terei em Dragon Ball Z: Kakarot o meu Budokai Tenkaichi 4 que sempre sonhei, até porque ele é um RPG de pancadaria. Que o jogo venha com todos os personagens possível para se desbloquear. É. Chega de querer me vender os personagens em suas outras variações, coloca tudo no jogo e me deixa desbloquear, cacete.

Como dizem os jovens: PISTOLEI.

Foi a primeira vez que dediquei tempo em fila para conseguir um autografo, mas valeu a pena

Brasil Game Show 2019 foi memorável pra mim, pois além de conseguir jogar jogos que queria, ainda tive a oportunidade de tirar uma foto com Charles Martinet, dublador do Mario, Wario, Waluigi e cia. Eu estava tão nervoso que tropecei ao subir no palco e recebi um “Careful, are you ok?”. Eu respondi com um inglês digno dos bordões que permeava as novelas da rede Globo nos 90: Yes, sorry, i’m really happy to be here.

Ele foi extremamente gentil, enquanto eu era só tremedeira e mãos suadas. O importante aqui é que valeu a pena trocar algumas palavrinhas com ele, isso é o que importa.

Deixando esse momento gostoso e embaraçoso de lado, vamos ao que interessa que é a opinião geral sobre o evento. No caso fica perceptível que a BGS tem rumado para se tornar um evento semelhante a CCXP. Eu não enxergo isso com maus olhos, contanto que os games continuem sendo o foco principal, o que acho que não deve mudar, acho.

Não posso deixar de dizer que cada vez fica melhor o ambiente para se locomover, mesmo nos dias mais cheios, sendo possível ficar fresquinho por conta do ar condicionado. Só foi uma pena mesmo a Americana não ter comparecido esse ano. Era quase de lei ir comprar algumas besteiras por lá, assim não gastava tanto com alimentação lá dentro, algo que é caro.

Outro ponto que merece ser criticado e não acho que seja culpa do evento, na verdade foi algo que descobri durante uma conversa que tive com um pessoal em frente a sala de imprensa. Se você fosse até a estande da SONY e se identificasse como imprensa, receberia um adesivo circular dourado no crachá que possibilitava o acesso aos jogos sem ter que aguardar na fila.

Olha, eu devo ser muito burro mesmo, porque normalmente não me identifico dentro das estandes, sempre peguei fila. Fiquei enfurecido ao descobrir isso, apesar de que cheguei a conversar com um cara da estande e ele disse que eu tinha que pegar fila. Outras pessoas confirmaram a mesma coisa, então só posso deduzir que o problema era comigo. Como descobri isso apenas no meu ultimo dia lá dentro, deixei pra lá, mas ano que vem e vou direto pra estande da SONY – Credencial se prepare que irei lhe usar.

Quanto a treta que rolou com os atores que interpretavam os personagens de GTA V? Infelizmente eu já havia retornado a minha amada Itu, logo li tanto quanto vocês a respeito do assunto.

Foi também a primeira vez que produzi conteúdo em vídeo, o que foi bem legal, porque é algo que começarei a produzir com muito mais frequência a partir do ano que vem, então já convido a todos a se inscreverem no canal e conferir o vídeo da cobertura:

Espero que tenham gostado do artigo e até a próxima BGS!

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