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Fallout 76 chegou com a promessa de suprir nossas necessidades de Fallout e com o plus de nos permitir jogar com os amigos. Ninguém pediu uma função online, mas ela acabou vindo assim mesmo.

Oras, Fallout 4 conseguiu nos proporcionar uma experiência single player muito gratificante, logo a possibilidade de algo dar errado se a Bethesda abrisse a porta do multiplayer eram baixíssimas.

É, pelo menos era o que pensávamos.

O PRIMEIRO CONTATO

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Quando anunciaram o Fallout 76 com aquela música country maravilhosa, minhas expectativas foram lá em cima. Eu sei que nunca devemos criar expectativas com jogos atuais, mas Fallout realmente mexe comigo. Quem me conhece sabe o quanto gosto da franquia, até um podcast sobre Fallout eu participei.

Enfim, depois de muito aguardar, um B.E.T.A no qual não participei foi liberado, e curiosamente as pessoas falaram até que bem demais do que viram.

O que só aumentou ainda mais minhas já crescente expectativas, que mesmo depois da enxurrada de criticas eu ainda queria jogar, muito. Eis então que tive a oportunidade de por minhas mãos engorduradas em uma versão digital do jogo e agora cá estou digerindo tudo o que vi até o presente momento.

West Virginia é o novo mundo no qual a aventura acontece dessa vez, muito mais colorido que a Washington de Fallout 4. Nesse prequel que tem um mapa gigantesco a ser explorado, você está sozinho, quase que literalmente.

UM PREQUEL

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Se Fallout 4 conseguia nos passar uma sensação de vazio e desesperança (estou usando o quarto título como comparação por razões obvias, foi o título anterior a este) mesmo que com comunidades isoladas de seres humanos. Porém, aqui optaram por substituir os seres humanos por robôs e diversos, não, milhares de holodiscos e cartas para concluirmos missões.

Parece que essa escolha se deve pelo fato de que não queriam colocar humanos, visto que os jogadores poderiam querer matá-los e opção de humanos imortais não parecia a melhor.

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O jogo usa como pano de fundo o fato da Vault 76 ter sido a primeira a ser aberta para o mundo pós-guerra nuclear. O que explicaria a ausência quase que total de outros seres humanos como NPCs.

O que pra mim é até OK, mas dai você começa Fallout 76 é encara horas de vazio e missões desinteressantes ao ponto de me pegar olhando no celular ou dando atenção a outras coisas. Apesar do sistema de crafting ser divertido e melhor do que no jogo anterior, só ele não consegue salvar o jogo.

O jogo ainda continua usando uma engine gráfica datada, mas isso ainda podia ser ignorado se tudo corresse bem, só que em alguns momentos partes do cenário não são renderizados, sendo o caso mais gritante quando meu pipboy ficou invisível e eu sequer conseguia ver o que estava acessando no inventário.

BUGS A DAR COM PAU!

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Mesmo com todos esses pontos negativos, Fallout 76 consegue ser divertido se jogado com amigos.

Jogar com um amigo certamente ajuda a acabar com a sensação de vazio e sem nada para fazer. Organizar caçadas ou mesmo a construção de um forte acabam sendo uma iniciativa do jogador para compensar a ausência de missões divertidas. Ou mesmo encarar os PVPs em grupos, que eu particularmente detesto.

Admiro muito que tenha se aventurado tanto ao ponto de alcançar power armors e os códigos para ogivas nucleares sozinho, se é que isso aconteceu, pois a experiência single player é frustrante.

Abrindo o mapa você pode ver os jogadores que estão online durante a sessão e marcar a posição, caso você deseje encontrá-los. O que eu não recomendo, a não ser que procure um desafio. Isso eu achei bacana porque deixa o jogador um pouco temeroso, pois você não sabe se o cara vai desejar montar um grupo contigo ou acabar com sua vida.

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Uma ideia acertada ao meu ver. Mas sozinho é morte certa, até porque você vai encontrar pessoas com trajando Power Armor logo, o que lhes confere uma vantagem gritante contra pessoas que estejam começando.

Não acho que isso seja ruim, mas um sistema de progressão em que a medida que você evolui passa a ser visível para outros de níveis próximo ou semelhante equilibrariam as coisas para os iniciantes.

Há outros problemas como a colisão com objetos e projetil quando você atira em alguém, existe um atrasado de segundos, o que faz com que você tome dano nesse tempo. Missões que você já fez mas que depois de você deslogar e retornar para outra jogatina elas estão como não concluídas, obrigando você a fazer novamente.

O MAIOR FRACASSO DE 2018?

Fallout 76 | Um lançamento problemático

A Bethesda está ciente dos problemas, o que faz com que o jogo venha recebendo diversos updates quase semanais afim de melhorar o jogo. Quando tive acesso ao jogo ele havia recebido um patch com pouco mais de 1GB.

Eu não duvido que o título possa se tornar bom e trazer alguma justiça a franquia Fallout, porém, a internet não perdoa e o título está fadado a ser encarado como o maior fracasso de 2018.

Não posso nem dizer que o rotulo seja injusto, o jogo não deveria ter sido lançado do modo que foi, talvez se tivessem mudado a data de lançamento, com mais alguns meses de polimento e betas aberto ao publico eles conseguissem entregar um produto final mais consistente e fiel ao que a marca representa.

Também não vou dizer a vocês que terminei o jogo, se é que isso é possível, porque realmente cheguei a um ponto que me via forçado a tentar encontrar algo minimamente interessante para continuar a jogar o jogo e torcer para ele não fechar sozinho no processo – O que aconteceu umas duas vezes.

CONCLUINDO

Fallout 76 | Um lançamento problemático

Fallout 76 pode não apresentar um resultado final que agrade aos fãs ou mesmo quem está ingressando ao universo de Fallout pela primeira vez, mas ele como um game de sobrevivência, até tem um potencial enorme com aqueles que estão acostumado a jogos como RUST entre outros jogos do gênero que levam décadas para ficarem completo. Esses certamente podem se sentir atraído ou gastar horas nesse jogo.

Quem esperava ter uma experiência single player, que nos fora prometido durante a E3, vai se decepcionar e encontrar poucos motivos para dedicar seu tempo a Fallout 76.

Eu fico triste por conta do potencial e ser um grande fã da franquia, apesar de não duvidar que a coisa possa melhorar, acredito que vai levar um tempo que não tenho para conferir as mudanças mensalmente.

Como um fã da franquia, é certo que irei retornar daqui a algum tempo e quero escrever sobre as mudanças significativas que encontrar. Quero muito voltar aqui apenas com coisas boas para relatar quando esse dia chegar.

Reforço que o jogo pode sim se tornar uma experiência incrível no futuro e torço por isso, quero retornar a ele e me surpreender, mas por enquanto é um jogo mediano e que recomendo que os fãs esperem e o pegue em promoções.

Essa analise foi feita com uma cópia cedida pela Bethesda para o Xbox One.

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O que eu joguei em 2017 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017-xbox-one/#respond Wed, 10 Jan 2018 10:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/01/10/o-que-eu-joguei-em-2017/ Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano. Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro. O que dizer de 2017, além do fato de que foi […]

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Lá se foi 2017, um ano relativamente hardcore para muita gente, mas cá estamos novamente, pelo quinto ano consecutivo, participando de um dos memes mais divertidos de fim de ano.

Diferente do último ao, dessa vez estamos publicando nossas jogatinas no mês de Janeiro.

O que dizer de 2017, além do fato de que foi um dos anos que mais joguei, principalmente pelo fato de estar desempregado. Oras, sobrou algum tempo entre mudanças e outros deveres, assim pude me dedicar um pouco mais as jogatinas.

Claro, não tenho intenção de colocar tudo que joguei, por razões de que algumas jogatinas acabam sendo abandonadas, então vou me restringir aos que terminei ao longo do ano e algumas menções honrosas.

Então pegue o seu overcharger e bora conferir!

Sunset Overdrive

Xbox One
Sunset Overdrive é um dos jogos que citei durante o meme do ano passado, porem, eu ainda não havia o terminado. Hoje eu posso dizer que é um dos jogos mais divertidos que joguei durante o ano. Possui um final que sem dúvida vai marcar você.

É um dos jogos mais incríveis que joguei, não só pela mecânica que mescla plataforma com tiroteio (Lembrando vagamente ReCore) como pelo fato de que o humor empregado aqui é insano. Posso dizer que mesmo não gostando de ir atrás de conquistas, ainda retorno a Sunset City só para explorar e matar Od’s.

LEIAM – Sunset Overdrive | Uma insanidade regada a Overcharger

O que me rendeu até o momento umas 60 e poucas horas de jogatina.

Infelizmente o jogo não está disponível para PCs (até o presente momento), então se você tem um Xbox One e tá afim de pegar o jogo (Que vira e mexe tá por 49 conto) não pense duas vezes, pegue. Ele foge totalmente do padrão filmeco entupido de quick time events de hoje em dia.

Broken Age

Xbox One

Broken Age foi o jogo que me fez repensar o gênero point-and-click, que simplesmente abominava. Eu ainda não posso dizer que gostaria de zerar todo o jogo do tipo que surgir em minha frente, mas posso dizer me fez compreender um pouco a razão pelo qual o gênero ainda é querido por uma parcela dos gamers.

A história de Broken Age é muito bacana, e a ideia de controlarmos dois personagens com a possibilidade de mudar a qualquer momento me surpreendeu.

LEIAM – Broken Age | Naves, monstros e árvores falantes 

Além de contar com uma trilha sonora magnifica, ainda tem uma arte quem linda; Oh, tem a dublagem também que é fantástica. Só o puzzle final que me fez chorar um pouco, mas de resto é um jogo que vale muito a pena, principalmente se você assim como eu nunca havia jogado nada do Tim Schaffer.

Ah, não poderia deixar de agradecer ao meu amigo Thiago do site Portallos, que foi quem forneceu o jogo para que eu jogasse e escrevesse a respeito. Alias, é um excelente site, não digo por ser meu amigo e sim porque a qualidade dos artigos são ótimas.

Visitem-o e diga que o Woo mandou um “Oi”.

FALLOUT 4

Xbox One

Eu adoro Fallout New Vegas, mas com o acesso aos jogos da nova geração, Fallout 4 era basicamente um título obrigatório pra eu jogar. É, posso dizer que abandonei muitos jogo só para me dedicar totalmente a jogatina dessa coisa linda – Até porque peguei o jogo emprestado com meu amigo, Matheus.

Oi, Matheus, brigadão!!

O difícil foi me segurar pra não entrar em uma espiral sem fim de sidequest’s, mas consegui superar a tentação. Foram mais de 100 horas jogadas pra realizar os finais de todas as facções (descobri posteriormente que os Minuteman possuíam um final, maldição) e coletar todos os bubbleheads.

É, de certo modo eu me orgulhei por esse feito.

Ah, sem contar o fato de que há power armor espalhadas pelo mapa, o que me fazia vasculhar cada canto do mapa atrás de reatores nucleares, por mais que fosse fácil encontrá-los, nunca era o suficiente. Eu queria ter garantias que poderia andar por ai sem me preocupar com isso.

Bem, tudo isso foi o suficiente para querer me distanciar por um tempo do título. É, eu não tenho autocontrole. Por sinal, eu esqueci de escrever sobre o jogo porque logo depois fiquei sem internet, então esse ano vai pipocar artigo.

Diablo III: Reaper of Souls

Xbox One

Diablo III: Reaper of Souls é um dos jogos que terminei durante um final de semana que ele ficou gratuito, alias, essa é uma das coisas mais legais dessa nova geração: Finais de semanas gratuitos de alguns jogos.

Se você é tão duro quanto eu (financeiramente falando), certamente entende as vantagens de jogar títulos gratuitos.

No meu caso, eu pude zerar Diablo III em um único final de semana, até eu fiquei surpreso, porque simplesmente fiquei viciado no negócio.Terminei apenas a campanha básica e joguei um pouco da expansão Reaper of Souls, que achei bem sem sal ou qualquer condimento. Foi muito divertido, porque não jogava Diablo desde 2012, onde brinquei um pouco com Diablo II.

O meu amigo Vigia me explicou o funcionamento do jogo, então agora olho para Diablo com um certo carinho. Em qualquer promoção ele será comprado, isso depois de pegar outros a frente dele.

Por que a surpresa? Eu disso que sou um duro!

HALO

Xbox One

HALO foi uma das surpresas que tive durante o ano de 2017. Mudou totalmente a ideia que tinha a cerca da franquia e me fez querer entender mais do universo que Master Chief está inserido.

Foi muito divertido e frustrante em alguns momentos, especificamente aqueles em que precisei utilizar do Warthog, veiculo do game. Pelas barbas do Batman, era horrível controlar aquele veículo. Admiro qualquer pessoa que consiga manusear facilmente aquele tróço.

LEIAM – HALO | Muito mais do que apenas um FPS

Fora esse detalhe é excelente e recomendo vivamente que qualquer um que não jogou experimente. O desafio que o jogo oferece é alto, mesmo no modo normal, então prepare-se pra xingar muito em determinados momentos.

TOMB RAIDER (2013)

Xbox One

Esse reboot de Tomb Raider eu havia concluído lá na época do lançamento (2013), jogando junto com meu irmão.

Quando peguei o Xone, a edição definitiva veio junto com ele, então decidi re-jogar. Posso afirmar que passei a gostar ainda mais do jogo, até mais do que o Rise of the Tomb Raider, que apesar de ser muito bom e possuir melhorias, não replicou o mesmo charme que desse primeiro título.

LEIAM – Rise of The Tomb Raider | Lara está de volta

Claro, sei que é tudo uma questão de gosto pessoal, não há problema algum você preferir a franquia clássica, seja por saudosismo ou paixão mesmo, tá OK. Aqui, o que me conquistou foi a maneira como a personagem se desenvolve ao longo da trama, assim trazendo uma profundidade muito maior para a Lara Croft.

Então se você não jogou essa belezura, corra atrás que vale a pena.

Fable III

Xbox One
Fable III foi um dos primeiros títulos que joguei da franquia até o final, apesar de um rápido contato no PC, que eu não tinha dado muita bola.

O jogo é incrível, me surpreendeu muito o fato de que mesmo utilizando mecânicas pouco convencionais, ele ainda consegue ser tão acima da média do que temos hoje em dia no mercado.

LEIAM – FABLE III | Uma Jornada Inesquecível

O enredo é simples, mas construído de um modo que realmente prende a atenção do jogador. Sem contar as inúmeras sidequest’s a disposição do jogador, que são divertidíssimas.

Claro, obviamente ele não é perfeito e suas mecânicas podem afastar uma grande quantidade de pessoas, o que é uma pena. Pra mim esse lista como um dos melhores que joguei ano passado.

Aritana e a Pena da Harpia

Xbox One

Aritana e a Pena da Harpia era um jogo brinquei um pouco e nunca terminei, estava a algum tempo parado em minha conta Steam, mas com o anúncio do Aritana 2, pensei que seria legal divulgar esse excelente indie game brasileiro com gameplays.

Foi uma tarefa árdua, mas eu consegui terminar o jogo e tenho tudo armazenado no canal.

Eu tenho um certo orgulho do meu feito, apesar de não ser grande coisa, mas o jogo é divertido e tão desafiador que valeu a pena gravar as partidas. Sério, o jogo possui algumas áreas que são brutais, exigindo que você fique familiarizado com os controles, que fogem dos comandos que estamos acostumados. Por exemplo; você salta com o gatilho de defesa ao invés dos comuns X ou A.

Talvez esse seja um dos maiores desafios, pelo menos eu li alguns comentários de pessoas que desistiram do jogo por causa do controle. O que é uma pena. Por outro lado o jogo não é focado no combate e sim nos desafios durante a fase. Onde é preciso realizar combos enquanto ataca para alcançar plataformas e áreas. Bem, quem ainda não jogou, prepare-se para morrer muito.

CONCLUÍNDO

Bem, esse foram todos os jogos que terminei ao longo de 2017. Não foram tantos, mas são títulos que peguei firme e fui até o final, enquanto outros, por algum motivo não os terminei. Cheguei a cogitar de colocá-los na lista como menções, mas achei que estaria enchendo muita linguiça. Prefiro colocá-los na lista do meme do ano que vem, muito mais prático.

De qualquer modo é sempre legal participar desse meme e conferir o que os demais amigos e colegas estiveram jogando. Alias, vocês podem conferir clicando nos links abaixo, deem um pulo lá!

Espero que tenham gostado. Desejo a todos um excelente ano novo, e que 2018 possa ser um ano melhor do que 2017!!

Blog Desocupado [Paulo Victor]—————— http://des-ocupado.blogspot.com.br
Blog MarvoxBrasil [Marvox]———————— http://marvoxbrasil.wordpress.com
Gamer Caduco [Caduco]————————— http://gamercaduco.com
Gamerníaco [Eduardo Farnezi]——————- http://gamerniaco.wordpress.com
GebirgeBR [Gebirge]——————————- www.youtube.com/GebirgeBR
Jogatinas Saudáveis [Rodrigo Vigia]————- www.youtube.com/vigiabr
Jornada Gamer [UsoppBR]———————— http://alvanista.com/nostallgiabr
Locadora Resident Ivo [Ivo Ornelas]————- www.locadoraresidentivo.com
Old Magus Pub [Lucas Vinicio]——————– http://oldmaguspub.blogspot.com.br
QG Master [Marcos Vieira Machado]———— http://qgmaster.blogspot.com.br
RetroPlayers [Sabat]——————————- www.retroplayers.com.br
U-8Bits [Ulisses 8 Bits]—————————- http://ulisses8bits.blogspot.com.br
Vão Jogar! [Rafael “Tchulanguero” Paes]—— https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Rodrigo Borges]———————- http://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [Somari]——————————– https://vaojogar.com.br
Vão Jogar! [sucodelarAngela]——————– http://vaojogar.com.br
Videogames com Cerveja [Felipe B. Barbosa]— www.vgscomcerveja.com.br

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