Arquivos Dolmen - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/dolmen/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 08 Apr 2023 22:17:19 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Dolmen - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/dolmen/ 32 32 Brasil Game Show 2018 | Análise Definitiva sobre o Evento https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/#respond Thu, 18 Oct 2018 13:21:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2018/10/18/brasil-game-show-2018-analise/ Olá, QUERIDÕES que visitam o ARQUIVOS DO WOO, estamos aqui numa verdadeira maratona de eventos, começando com o caro e decepcionante GameXP que aconteceu no Rio de Janeiro, dessa vez temos o maior evento de games da América Latina, a Brasil Game Show. Chegando em sua 11ª edição — se contarmos com a Rio Game […]

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Olá, QUERIDÕES que visitam o ARQUIVOS DO WOO, estamos aqui numa verdadeira maratona de eventos, começando com o caro e decepcionante GameXP que aconteceu no Rio de Janeiro, dessa vez temos o maior evento de games da América Latina, a Brasil Game Show.

Chegando em sua 11ª edição — se contarmos com a Rio Game Show de 2009 –, o evento liderado pelo fluminense Marcelo Tavares junta grandes nomes da indústria de videogames, além de lojas, produtoras indies e outros expositores em um espaço bem grande em São Paulo durante cinco dias, onde os visitantes podem aproveitar demos de futuros lançamentos, fazer compras, lanchar nos food trucks, socializar, fazer cosplay e até mesmo conhecer seus ídolos da indústria.

AMBIENTE

O lugar escolhido para essa edição é o já conhecido Expo Center Norte, localizado na Zona Norte da cidade de São Paulo. O lugar possui cinco pavilhões, totalizando quase 100 mil m², o suficiente para absorver as mais de 150 mil pessoas que comparecem ao evento todos os anos (não ao mesmo tempo né).

Com isso, temos já o primeiro ponto positivo da feira. O Expo Center Norte é do tamanho de uma FAZENDA. Isso faz com que a circulação, mesmo nos últimos dois dias, seja relativamente fácil, sem filas pra passar em corredores e outros contra-tempos.

A segurança do evento foi grande. Vários guardinhas na entrada com detetores de metais, com fiscalização de mochila e tudo. Ou seja, completamente diferente da GameXP onde o cara usava seu poder Jedi pra escanear sua mente pra saber se você iria matar alguém la dentro. Além disso, havia enfermaria e ambulâncias disponíveis, o que acredito que seja uma exigência da prefeitura para esse tipo de evento.

Outra coisa legal foi que, segundo informações, 70% dos contratados temporários da própria BGS foram pessoas com alguma deficiência. Essa inclusão é muito importante, ainda mais dada a dificuldade de se conseguir emprego no Brasil, por mais que este seja temporário.

Se há algo ruim nessa questão seria a disposição de alguns estandes. Não faz sentido termos Playstation e Xbox colados um com o outro, ainda mais sabendo que são os estandes mais procurados. Isso fez com que o pavilhão onde eles estavam — que também estava as Lojas Americanas, muito requisitada — ficasse inchado, enquanto que outros setores ficassem mais vazios. Seria interessante se nas próximas edições isso fosse aprimorado de forma que os estandes maiores servissem como uma “ilha”, com diversos estandes menores ao redor, até porque isso ajudaria na divulgação dos mesmos.

Ainda assim, nada muito problemático, vale dizer.

JOGOS


Sabe, quando saí da GameXP no mês passado, evento este organizado pela família Medina, a mesma do Rock in Rio, tive a impressão de que enfrentei filas enormes e não joguei muita coisa. Aqui na BGS tivemos a situação oposta. Era notável a satisfação das pessoas ao sair do evento. Incrivelmente todo mundo conseguia jogar bastante coisa, desde indies até arcades ou jogos da moda em PC/PS4/XONE.

Logicamente, nem tudo são flores, e cada estande fez um approach diferente sobre como absorver a quantidade enorme de pessoas querendo jogar, nem que fosse por apenas 15 minutos.

A Sony repetiu o sistema que vêm usando em todas as suas presenças em feiras mundialmente: você precisava baixar o app Experiência PlayStation, se cadastrar ou logar com sua ID da PSN e esperar a abertura de horários para reserva. Esses foram previamente divulgadas no Blog Playstation, mas não o suficiente fora de lá, tanto que MUITA GENTE acabou ficando na fila do backup, que só entrava gente quando a reserva furava.

Além disso, esse sistema funciona melhor quando se tem muitas estações para cada jogo. Porém, na BGS cada game tinha apenas 4 consoles no máximo, fazendo que a reserva dependesse de sorte + conexão boa com internet, até porque as vagas acabavam em SEGUNDOS.

Eu mesmo não consegui jogar Days Gone e nenhum jogo VR no estande da Sony, porém consegui com até certa comodidade, aproveitar as demos de Resident Evil 2, Sekiro: Shadows Dies Twice, Kingdom Hearts 3 (duas vezes!) e Dead or Alive 6.

Os outros estandes, como da Activision, XBOX e todos os que tinham jogos de PC adotaram o sistema de fila simples, e aí caíamos naquele velho problema de poucas máquinas em relação ao número de pessoas.

Digo, eu fui em quatro dias de evento, mas imagina o cara que só pode ir em UM, e nas 8 horas que ele poderia ficar lá dentro, passar de uma à duas numa fila pra jogar 15 minutos de um jogo é desanimador. Sendo assim, eu mesmo me aventurei pouquíssimo nesses setores. Me arrisquei a esperar por Devil May Cry 5 na XBOX, porém em 20 minutos, a fila sequer se mexeu e por isso desisti.

Havia também um pavilhão inteiro dedicado a jogos de PC, principalmente os multiplayers. Lá também tinham estandes de grandes como a Razr, que vendia seus acessórios.

 

Corredor dos Indies

Um ponto a parte foi o setor dos indies nacionais, com muitos jogos que iam além do pixel art manjado ou da animação em vetores similar a Flash.

Destaque vai para o INCRÍVEL Dolmen” da Massive Work Studio“, que já esteve presente no ano passado e que esse ano mostrou como o jogo está quase pronto. Eles tentaram Kickstarter duas vezes mas agora conseguiram financiamento da própria Square Enix (!!) para terminar o projeto. Ele mistura uma ambientação similar a Dead Space com jogabilidade de Dark Souls. Realmente um projeto incrível que pude jogar por meia hora e sei que será um sucesso.

Além desse, tivemos a versão de Puzzle Quest baseada em Magic the Gathering, projeto que a Oktagon de Londrina assumiu e manteve a qualidade; outro destaque vai para Trajes Fatais, que foi portado para uma nova engine e agora se assemelha mais a um jogo de luta tradicional.

Esse “corredor indie” foi ótimo pois havia espaço para jogar e sem filas, ainda que fossem jogos betas e pouco conhecidos, vi que até mesmo a garotada presente estava se divertindo bastante. Tive a oportunidade de conversar com alguns desenvolvedores e fiquei feliz de ver como eles estavam empolgados em mostrar seu produto.

Merchandising e comidinhas


Esse tipo de evento grande tem como característica principal o preço elevado de TUDO, principalmente de comida, não é mesmo?

Bem, de fato haviam coisas caras, principalmente em lanchonetes como Bob’s, que estava cobrando o dobro do preço por cada lanche, ainda que os mesmos fossem versões “hot pocket“, mas fora isso, tudo tinha um preço de acordo.

Quem não quisesse gastar com comida, poderia levar lanches de casa ou comprar guloseimas no estande das Lojas Americanas, que tinha tudo que uma loja normal deles possui, e felizmente pelo mesmo preço.

Os produtos como camisas, quadros, acessórios e jogos estavam por um preço médio. Destaque para a Riachuelo, que colocou toda sua coleção “geek” (como odeio esse termo) à disposição, com preço médio de cinquenta reais por camiseta. Todas muito bonitas e confesso que deixei mais de 200 reais lá. Jogos eu infelizmente não comprei, visto que não havia nenhuma promoção que me fizesse comprar algo lá que eu não compraria se estivesse em casa.

Uma estreia do evento foram os cartões de jogos da Nintendo que, diferentemente do praticado pelas suas concorrentes, NÃO dão crédito no e-shop, mas sim códigos para os jogos em si, e pelo mesmo preço da versão física. Ou seja, era possível comprar Mario Odyssey, Zelda BotW e outros first-party da Ninty, porém por 230 reais e sem caixinha e cartucho. A vantagem talvez seja o parcelamento, mas ainda assim acredito que você encontre ofertas mais interessantes em jogos físicos no mercado paralelo.

De qualquer forma, é mais um pézinho que a Big N coloca aqui no país. Toda iniciativa, por mais simplória e não ideal que seja é bem vinda. Dê suporte SE possível.

Personalidades presentes


Nessa edição a organização resolveu chamar praticamente TODO MUNDO DA INDÚSTRIA DE GAMES (ok, exagero) pra compensar a falta de um nome de tanto peso quanto foi o Kojima no ano passado.

Dentre os presentes, deixo alguns destaques como:

Cory Barlog, diretor de God of War (2018);
Fumito Ueda, diretor de Ico, Shadow of the Colossus e The Last Guardian;
Katsuhiro Harada, diretor da série Tekken;
Yoshinori Ono, diretor da série Street Fighter;
Charles Martinet, voz original do Mario (que eu tirei fotinha e autografei meio jogo!)

Todos eles deram autógrafos, mas alguns, por exigência da organização, só tiraram fotos. Todos foram bastante solícitos e pareciam estar muito felizes com a empolgação do público. A química entre todos era clara e tudo fluiu naturalmente nessas filas, sem problemas e muita alegria de modo geral de ambas as partes.

Conclusão

A Brasil Game Show é realmente uma ótima experiência pra todos que gostam de vídeo game. A energia geral, a quantidade de cosplays, famílias e o encontro de amigos que moram longe é muito legal de presenciar e participar.

É possível jogar muita coisa, desde que você se planeje antecipadamente pra não ficar perdido igual uma galinha, rodando entre estandes sem saber exatamente o que fazer.

Existiram pouquíssimos pontos negativos (pelo menos pra mim) e acredito que, de modo geral, essa seja a impressão de todos que acompanharam o evento.

Espero que ano que vem seja tão bom quanto esse ano!

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Se no ano passado eu infelizmente não pude dar a devida atenção a área indie da Brasil Game Show, nessa décima edição eu tive tempo para conferir vários títulos e conversar bastante com seus desenvolvedores.

É ótimo ver que mercado nacional indie está a todo vapor, e quem teve o prazer de conferir os jogos que estavam no evento, certamente saiu bem satisfeito. Outro ponto que preciso ressaltar é que esse ano houve um movimento maior do que vi na edição anterior.

O que mostra que a mentalidade do gamer brasileiro vem mudando e passaram a prestar atenção no mercado br de jogos.

Bem, nesse artigo estarei abordando três dos indies que mais gostei e joguei durante a BGS10.

reprodução/ Revolver Game Studio

Valgard and the Armor of Achille – Revolver Game Studio

Em um mundo onde cada vez mais consumidores buscam experiências cinematográficas, Valgard and the Armor of Achilles vai na contramão em busca de focar no fator diversão e ótimo gameplay.

Desenvolvido pelo brasileiro Revolver Game Studio, o jogo Valgard resgata um gênero a muito esquecido, o Shoot ’em up vertical. Gênero que marcou muitos marmanjos nos tempos do Nes e arcades, mas que aqui é empregado roupagem moderna e atraente para os dias atuais.

Cuidado ai embaixo – Reprodução/ Revolver Game Studio

Os cenários belíssimos e repleto de cores, com uma trilha agradável que dificilmente você enjoará de jogá-lo, e quando digo isso me refiro ao fato de que o desafio é alto, mas sem ser injusto com o jogador.

O que ao meu ver é um jogo que será melhor aproveitado jogando com amigos, mas que também vai agradar muito quem joga single player devido ao sistema de ranking online que os desenvolvedores estarão implementando no jogo.

Reprodução/ Revolver Game Studio

O personagem Valgard está em uma missão em busca de armadura de Achilles que fora forjada por Odin, mas para alcançar o seu objetivo precisará encarar 8 mundos repletos de inimigos, por sorte terá  variados power-ups coletáveis para melhorar seus ataques ao longo das fases, só não se empolgue porque nem tudo que pisca na tela deve ser pego, porque dai é morte garantida!

No final de cada uma delas será preciso encarar um chefe, sendo o primeiro um Cyclops que deve ter batido em mais da metade das pessoas que se aventuraram a jogar Valgard na feira.

Posso afirmar que Valgard foi um dos meus jogos favoritos da feira desse ano, e no momento em que conversava com os desenvolvedores sobre quais as plataformas em que o jogo seria disponibilizado, estava confirmado apenas para PlayStation 4 e PC/Steam, mas a galera do Xbox Power que também estava na feira entrou em contato com Eduardo Gottschald, que faz parte da direção do Xbox Brasil e o mesmo afirmou que será também lançado para Xbox One.

Agora resta torcermos para que essa delicia de jogo futuramente também possa chegar ao Nintendo Switch. E se você ficou curiosíssimo sobre o jogo, acesse o site da Revolver e saiba mais.

Agora resta torcermos para que essa delicia de jogo futuramente também possa chegar ao Nintendo Switch. E se você ficou curiosíssimo sobre o jogo, acesse o site da Revolver e saiba mais.

Reprodução/ Massive Work Studio

DOLMEN – Massive Work Studio

Desenvolvido pelo estúdio brasileiro Massive Work StudioDolmen é um daqueles jogos que chama a atenção visualmente por remeter a Dead Space, mas que ao jogarmos foi possível compreender que está muito além dessa estética ao agregar um sistema de combate ao melhor estilo Dark Souls, mas possibilitando o uso de armas de fogo.

Dolmen nos apresenta um cenário sombrio em que o personagem precisa buscar respostas e entender como foi diabos parar ali, mas pra isso ele conta com anotações espalhadas pelo cenário.

Reprodução/ Massive Work Studio

Como qualquer outro jogo aos moldes da franquia Souls, Dolmen conta com uma dificuldade desafiadora e não tão cruel, pelo menos essa foi a impressão que fiquei com os poucos minutos que joguei.A ideia de um personagem perdido em um lugar desconhecido e que precisa lidar com inimigos monstruosos enquanto busca um meio de sair dali, apesar de clichê, funciona e realmente chama a atenção.

O fato de também modificarmos o aspecto do personagem ao equipar uma nova armadura, talvez seja a coisa que mais me lembrou Dead Space.

Dolmen, apresenta um visual muito bonito e cenários interessantes, nota-se um cuidado ao criarem aquele universo. Também destaco o controle do personagem controle do personagem que responde rapidamente aos comandos. Ele também contará com um sistema de coop, pra tornar tudo ainda mais divertido.

Dolmen acabou sendo uma experiência bem gratificante, pois fiquei muito curioso para explorar mais da história, porém, o jogo ainda vai demorar um pouco a sair.

Ele está com uma data prevista para chegar ao PlayStation 4, Xbox One e PC por volta de 2019 a 2020, então é bem provável que muitas coisas mudem até lá.

Pra mais informações acessem o site do jogo aqui.

Reprodução/ Ambize Studio

White Lie – Ambize Studio

White Lie é simplesmente um dos jogos mais belos cativantes que joguei durante a Brasil Game Show desse ano.

O jogo está sendo desenvolvido pelo estúdio Ambize Studio, e conta a história de Greg, um coelho de pelúcia que de algum perdeu sua dona, Emma. Restando ao jogador conduzir o personagem em uma jornada de autodescoberta  entre suas lembranças na tentativa de entender o que houve com Emma.

A arte do jogo é incrivelmente maravilhosa, tudo feito a mão e com tons de sépia que casaram perfeitamente com a arte e trilha sonora – que também é linda.

O controle do personagem é simples e intuitivo, e o desafio está na resolução de alguns puzzles, que ao menos esses primeiros que joguei, não são difíceis, Mas também não te explicam detalhadamente o que é preciso fazer, sendo necessário prestar a atenção aos elementos de interação no cenário.

Reprodução/ Ambize Studio

O jogo alterna com fases em que é preciso explorar o cenário a procura de Emma, sendo que a fase final da demo nos leva a um conto que Emma gostava de contar a Greg, então somos transportados para um cenário em forma de livro, mas em outras ocasiões somos levados a momentos como aquele em que Greg está olhando para um balanço do lado de fora, e compete ao jogador movimentar a mão do personagem de modo que limpe o vidro para que ele possa enxergar melhor.

A proposta de lidar com a falta de uma figura importante em nossas vidas e a solidão é algo que realmente me pegou. Greg está só e repleto de dúvidas, uma situação que todos nós um dia tivemos ou teremos que lidar, tornando White Lie uma experiência e tanto.

O que diabos está acontecendo comigo!? Nem sabia que batia um coração em meu peito!

Reprodução/ Ambize Studio

White Lie provavelmente encantará e emocionará a muitos jogadores que buscam por experiências novas no mercado de jogos. O que me faz crer que a criatividade ainda respira e não está no mainstream, mas sim com os desenvolvedores indies.

A Ambize Studio pretende lançar o jogo em 2019, mas para isso eles contam com uma campanha no Catarse. Espero muito que eles possam levantar o valor que almejam para lançar o jogo não só nos PCs, como também futuramente nos consoles.

Visitem o site e a pagina do jogo no Catarse para saber mais sobre a campanha e dar aquela força, nem que seja compartilhando.

Encerro esse artigo deixando-os com um gameplay feito pelos desenvolvedores:

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