Arquivos Brainium Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/brainium-games/ Um pouco de tudo na medida certa Fri, 21 Mar 2025 20:53:38 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Brainium Games - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/brainium-games/ 32 32 Beef Cat Ultra | Salvando a bifelândia https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/21/beef-cat-ultra-salvando-a-bifelandia/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/03/21/beef-cat-ultra-salvando-a-bifelandia/#respond Fri, 21 Mar 2025 20:53:38 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=19526 Quando se tem um jogo bem sucedido, é claro que vão ter jogos copiando elementos dele. Só ver a quantidade de consoles de pong nos anos 70, quantos jogos copiaram as fórmulas de Space Invaders e Pac-Man. Ou a quantidade de jogos de luta mais refinados que surgiu depois de Street Fighter II. Mais recentemente, […]

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Quando se tem um jogo bem sucedido, é claro que vão ter jogos copiando elementos dele. Só ver a quantidade de consoles de pong nos anos 70, quantos jogos copiaram as fórmulas de Space Invaders e Pac-Man. Ou a quantidade de jogos de luta mais refinados que surgiu depois de Street Fighter II. Mais recentemente, é impossível não ver a imensa quantidade de roguelikes com elementos de deckbuilding no steam, que chega a ser nauseante. Ou seja, não é algo que é novo ou recente, desde os tempos mais primórdios dos jogos, existem clones de jogos.

Recentemente (já tem uns anos), um hit indie que gerou um bocado de clones, foi Vampire Survivors. Ele juntou elementos de Bullet Hell, Roguelikes e Modo Horda/Survivor e os juntou em um pacote viciante. E claro, que o sucesso do jogo gerou uma quantidade de clones, incluindo o também bem sucedido Holocure: Save the Fans (Um dos fangames de hololive mais bem sucedidos) e um spin-off de Warriors Orochi, intitulado Warriors Abyss.

Reentemente, a Brainium Games lançou nos consoles, o porte de Beef Cat Ultra, que havia sido lançado no Steam em setembro do ano passado. O jogo traz a jogabilidade inspirada por Vampire Survivors, mas tenta trazer um elemento extra pra diferenciar o suficiente, mas… Será que o jogo vale a pena, ou fica no “mais um clone sem inspiração” que tanto permea a cena indie? (Se eu ouvir mais um Cozy Game, eu vou pirar… Se bem que em breve aqui no Arquivos do Woo, eu vou trazer a análise de um desses Cozy Games). Enfim, vamos lá.

Hora de Salvar a Bifelândia

No vibrante mundo de Beeflandia, nosso herói Beef Cat e seus amigos sempre sabem como celebrar os bons momentos. Mas quando um misterioso Big Guy aparece e causa problemas, tudo muda. Os tempos tranquilos acabaram, e é hora de uma nova aventura!

É uma das histórias já feitas… Enfim, é uma desculpa simples pro jogo, não vou reclamar. Por quê Big Guy apareceu? Seria Beef Cat o rei da Bifelândia? Qual o salário dos vassalos do Big Guy? Mistérios que nunca saberemos as respostas…

Vampire Survivors e mais

Se você jogou Vampire Survivors, sabe bem como funciona o core de Beef Cat Ultra. Com um ataque em área, sobreviva, ganhe levels e escolha perks após upar leveis. Aprendemos isso em Vampire Survivors, mas Beef Cat Ultra oferece essa experiência e um pouco mais, com seus estágios variantes.

As fases do jogo (sim, o jogo tem uma progressão linear), são divididas em vários tipos, temos o clássico modo de Sobrevivência, que funciona como o Vampire Survivors, sobreviva por algum tempo enquanto mata inimigos e colete itens. Só que ao invés daquele enorme tempo de uma partida de VS, o timer é menor. Temos o modo Gauntlet, onde você precisa achar a saída da fase, destruir spawnadores de inimigos e coletar chaves, lembrando o clássico da Atari, Gauntlet.

O modo Coletathon te coloca pra coletar (dã) gemas, o Horda te coloca pra matar inimigos específicos, há fases que são só Boss Battles. E os Modos Voleyball e Deathmatch são focados em multiplayer, seja contra IA ou outro jogador localmente (A versão de PC permite usar o Steam Remote Play).

O problema, é que o sistema de upgrades do jogo não o fortalece tanto pra poder sair solando os inimigos com simplicidade, e tomar hits será algo inevitável, então encontrar a estratégia ideal de upgrade é o desafio para o jogador. Alguns podem achar isso irritante, outros podem achar que é a essência do gênero.


Estética do Game Boy, Ótima trilha

Inicialmente, o que me chamou a atenção em Beef Cat Ultra foi a estética inspirada pelo Game Boy clássico. Os sprites e cenários do jogo tem a pegada do portátil da Nintendo, apesar de obviamente não ter a resolução ou aspecto de tela do mesmo (o que é um alívio). E pelo menos, ao contrário de Vampire Survivors, não parece que a tela vai derreter quando está cheia de inimigos e efeitos. Nisso, kudos ao desenvolvedor Beef Cat.

A trilha sonora em chiptune é MUITO, MUITO BOA. Recomendo ouvir ela fora do jogo. São músicas excelentes que merecem o pagamento de um pão com mortadela ao encontrar o compositor (esse é meu elogio máximo a um compositor, pra quem não é familiar com minhas reviews).

Ele tenta, tropeça, mas diverte

Beef Cat Ultra tem algumas falhas no geral, já que é fácil demais ser engolido pelas crescentes tropas, mas ele traz elementos diferentes a fórmula de Vampire Survivors, com diferentes modos, sem necessariamente alterar o core do gameplay. Se você tiver grana sobrando, talvez queira tentar essa variante de Vampire Survivors. É levemente divertida, com uma estética agradável e excelente trilha. O gênero não é pra mim exatamente, mas eu me diverti com Beef Cat Ultra, apesar dele ser mais caro que o próprio Vampire Survivors (mas não tem DLC’s então o custo total é menor)

Nota: 7.5/10

Beef Cat Ultra está disponível para Playstation 4, Nintendo Switch e Xbox One, além da versão original de PC, e esta análise foi feita com uma chave de PS4 fornecida pela Branium Games.

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Ink | Tinta criativa ou só mais um? https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/21/ink-tinta-criativa-ou-so-mais-um/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/11/21/ink-tinta-criativa-ou-so-mais-um/#respond Thu, 21 Nov 2024 18:01:14 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=18542 Acho que já devo ter dito em um, dois ou vinte textos, que não sou muito chegado em roguelikes, mesmo tendo feito textos sobre um ou mais jogos do gênero (de cabeça, me vem aquele do Heavy Metal que eu esqueci o nome, e o beat’em up side-scroller do Team 17 que eu também esqueci […]

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Acho que já devo ter dito em um, dois ou vinte textos, que não sou muito chegado em roguelikes, mesmo tendo feito textos sobre um ou mais jogos do gênero (de cabeça, me vem aquele do Heavy Metal que eu esqueci o nome, e o beat’em up side-scroller do Team 17 que eu também esqueci o nome). Eu não sei de onde exatamente vem minha aversão ao gênero, talvez porque assim como os AAA imitam as tendências de um jogo de sucesso (lembra quando todo jogo queria imitar GTA, ou Gears of War? Ou quando todo jogo passou a ser “Mundo Aberto” com centenas de caralhos pra coletar, side-quests ruins a rodo pra esconder o quão vazia era a experiência principal? Acho que vale o mesmo pra roguelikes pra mim, agora TODO SANTO JOGO o dev quer colocar elementos de roguelike. Isso quando ele não mistura roguelike com FUCKING CARTAS. Sim, só olhar qualquer showcase de jogos independentes e fazer um drinking game de cada jogo roguelike… Shot duplo se tiver cartas. Você vai ter cirrose em seis meses. Se adicionarmos jogos de fazendinha imitando Stardew Valley? COMA ALCOÓLICO NO DIA.

Então, dá pra entender meu ceticismo ao falar sobre o gênero, é um do qual eu nunca fui particularmente fã, que todo aspirante a desenvolvedor indie quer pegar carona achando que virá “grana fácil” (Isso aqui é completamente subjetivo já que todo desenvolvedor indie SABE que é mais fácil ganhar na mega sena do que ter “grana fácil” desenvolvendo jogos). Mas ainda assim, mesmo eu não gostando do gênero, aqui no Arquivos do Woo, prezamos pelo nosso profissionalismo e integridade jornalística (sim, alguém tem que ter esse tipo de coisa trabalhando com jogos, mesmo que certos sites gringos e nacionais tenham jogado a integridade na latrina… Star Wars: Outlaws “um dos melhores jogos de Star Wars”? SÉRIO, JOVEM NERD? Outro Ubisoft: The Game com skin de Star Wars, extremamente mediano com personagem sem carisma, e vocês chamam de “um dos melhores jogos de Star Wars?” Num mundo com os dois Star Wars Jedi da EA, os Battlefront originais (e até mesmo o Battlefront 2 da DICE é bom, descontando o caminhão de microtransações), os Knights of the Old Republic (incluindo o MMO) e Force Unleashed. Tenha paciência). Aonde eu estava? Ah sim, integridade jornalística. Aqui, prezamos esse tipo de coisa, e analisamos jogos de gêneros que não somos tão ligados assim.

Foi assim que Ink. (Sim, tem um ponto no título do jogo. Boa sorte tentando pesquisar no Google/Duck Duck Go/Seu motor de pesquisa), título independente da Brainium Games, desenvolvido pela Linked Rooms Games (boa sorte tentando pesquisar sobre eles também) chegou as minhas mãos, e ao acesso antecipado no Steam. Será que vale a pena pegar, ou é só mais um em meio a milhares de roguelikes?

Aventuras através dos Olhos de uma Criança

Tecnicamente, o protagonista do jogo é Liam, uma criança criativa que dá vida a incríveis histórias através de seus desenhos, e o jogador em si, assume o papel de um dos três diferentes gatos de pelúcia que ele possui (Spok, Smuk e Skrat) e basicamente… Você cria a sua história, atirando em tudo o que se mexe, pois possivelmente Liam assistiu muito Rambo, Braddock e Commando, pois seus gatinhos de pelúcia atiram em tudo o que se mexe.

É, o jogo não oferece tanto em narrativa, é o jogador, através das decisões e caminhos que toma em suas runs é que cria o que os gatinhos vivenciarão. Nada contra isso, mas também…

Jogar no touchpad é uma miséria

Eu não sou o maior versado em PC gaming, mas Jesus Cristo de cascatinha, touchpads de laptop e jogos NÃO COMBINAM. Eu reclamei disso na análise de Mustache in Hell, mencionei em Void Sols e só por desencargo de consciência, devo mencionar também quando joguei o híbrido de visual novel e simulador de fotógrafo da Super Sonico no PC: TOUCHPADS DE LAPTOP SÃO UM HORROR PRA JOGAR. Então, se você tem um mouse e teclado, ou um controle… Pode ficar tranquilo, que Ink. é fácil de jogar e compreender em termos de controle. Ele funciona no seu mais básico, como um dual stick shooer, você se move com um analógico/WASD e mira com o outro analógico/mouse. E obviamente atira com o botão esquerdo do mouse, usando o direito para esquivar. Controles realmente básicos e que não lhe deixam na mão, a não ser que você seja um idiota como eu e use o touchpad pra jogar. Ou pior, esteja tão acostumado com a esquiva do Void Sols no shift, que você usa o shift pra tentar esquivas aqui e sofrendo dano desnecessário (eu já disse que sou um imbecil?).

O jogo usa um esquema de navegação parecido com o jogo de Heavy Metal que eu mencionei e ainda não tive a cara de pau de lembrar o nome, no qual as salas são randomizadas e devemos navegar por elas matando tudo o que se mexe, atirando, esquivando e coletando possíveis power-up’s para a nossa arma. No geral, apesar de não ser o jogo mais criativo do mundo, Ink. é funcional. Claro, que como um jogo em Acesso Antecipado, a campanha de Ink não está completa, com apenas dois capítulos disponíveis, então sua diversão por hora será limitada. Nem tão limitada assim, já que Ink possui modo cooperativo local para até três jogadores atirarem em tudo o que vêem pela frente.

Uma crítica que tenho embasamento para fazer, e também é válida em Void Sols (e mencionei na análise) é que quando se abre ele pela primeira vez, o jogo abre com as configurações no máximo… Qual é a tara de devs que acham que todos tem PC’s da Nasa pra rodar tudo no máximo? Como manda a cartilha de roguelikes, Ink possui um arsenal de armas variado e que deixaria Stallone com um sorriso no rosto… Ou o Arnold clássico. Enfim, o arsenal de Ink é variado, apesar da arminha de merda que você começa. Creio que uma boa dose de sorte é necessária para encontrar um arma boa o suficiente para quebrar a run, tal qual aconteceu comigo naquele roguelike de Heavy Metal, que até documentei em vídeo.

Bonito graficamente

Só de olhar as screenshots, percebe-se que Ink. chama a atenção pelos gráficos, vistosos com sprites bem desenhados, apesar da movimentação parecer meio não natural. Os inimigos também tem essa pegada, com eles tendendo a puxar pro nojento, mas não num nível Binding of Isaac, que chega a ser Nightmare Fuel, mas um bonitinho grotesco.

Os cenários… Pelo menos o que o jogo oferece até aqui, parecem repetitivos, creio que conforme o jogo vá se desenvolvendo no futuro, uma maior variedade de biomas será adicionada. Ou não, não sei, não prevejo o futuro.

Sonoramente.. É um jogo funcional, nada ofende, mas nada marcante. Não há do que reclamar, mas não irá ficar na sua cabeça.

Uma outra reclamação que pode entrar na parte gráfica do jogo, é que o jogo pode apresentar quedas de frames em PC’s menos potentes em momentos, quando o seu HP está em baixa e a tela escurece, os efeitos exigem do PC e pode dar um slowdown absurdo. Pode ser resultado da minha máquina merda? Certamente, mas ei, meu texto, minhas regras.

Finalizando

Ink. tem potencial, ainda está no início do desenvolvimento (dois capítulos dos nove previstos estão disponíveis em Early Access), mas essa é a maravilha do Acesso Antecipado, um título que possui falhas, melhorar a ponto de faturar premiações de jogo do ano (Aconteceu com Baldur’s Gate 3, o jogo teve recepção morna em acesso antecipado, mas graças ao feedback dos fãs, a Larian entregou um mega hit quando chegou a versão 1.0). Se eu acho que Ink. vá chegar a ser jogo do ano? Não, mas assim como todo jogo em Acesso Antecipado, tem potencial de se tornar um excelente jogo, do jeito que ele está, é uma boa pedida e relativamente barato para fãs de roguelikes.

Nota: 7/10

Ink. está disponível para PC no Steam e em Acesso Antecipado, e essa análise foi feita com uma chave fornecida pela Brainium Games.

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Ginger – The Tooth Fairy | Confuso e Básico https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/18/ginger-the-tooth-fairy-confuso-e-basico/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/07/18/ginger-the-tooth-fairy-confuso-e-basico/#respond Thu, 18 Jul 2024 21:52:09 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=17150 Eu deveria ter escrito esse review há muito tempo, sério, eu recebi esse jogo tem mais de um mês, mas as coisas não tem estado boas pro meu lado. Tudo tem parecido difícil pra mim, e a depressão resolveu aparecer no mês do meu aniversário. Hooray! Mas chega de auto culpa, e vamos com o […]

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Eu deveria ter escrito esse review há muito tempo, sério, eu recebi esse jogo tem mais de um mês, mas as coisas não tem estado boas pro meu lado. Tudo tem parecido difícil pra mim, e a depressão resolveu aparecer no mês do meu aniversário. Hooray! Mas chega de auto culpa, e vamos com o que interessa.

Outra coisa que tem me ocupado bastante, é IA. Sim, eu tenho usado o Character AI pra jogar RPG em texto, e vou dizer. É divertido, exceto quando temos que corrigir a IA. Mas vocês não estão aqui pra ler sobre minhas aventuras em IA, ou minha depressão que me faz querer chutar o balde, e sim sobre videogames.

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Algum tempo atrás, eu analisei The Skylia Prophecy, do Ezekiel Rage, um jogo que tinha potencial pra ser mais, mas tinha umas falhas de design que meio que impediram isso. Em 2022, o mesmo Ezekiel lançava no Steam o plataforma Ginger – The Tooth Fairy, que agora em 2024 chegou ao PlayStation 4, Nintendo Switch e PCs.

Será que ele vale o seu tempo?

Premissa e jogabilidade básicas, layout de fases confuso

O jogo não é exatamente carregado em história. Diabos, nem a premissa é interessante, como era a de Skylia. Basicamente, para poder continuar sendo a Fada do Dente, Ginger precisa recuperar todos os itens de um vilão mau que odeia o bem chamado Cavity… E é isso. Nada mais. O jogo tem também “outra premissa” de ser um jogo educativo, mas ele só coloca alguns fatos sobre dentição nas telas de pause.

O jogo é um coletathon extremamente básico, você não possui habilidades complexas ou ganha elas conforme o tempo. São seis mundos, que ao mesmo tempo que seguem arquétipos de platformers que conhecemos desde os anos 90, possuem uma longa e extensa exploração para coletar itens. Isso não seria um problema, se não fosse necessário coletar TODOS OS COLETÁVEIS, quando não se há um indicativo deles.

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Eu achei que havíamos deixado esse hábito quando o Amiga morreu comercialmente, mas tem gente que insiste. O jogo não comete erros crassos em básicos como jogabilidade, resposta dos controles, e hitboxes, o que é uma benção se tratando de jogos indie. Porém, o design confuso das fases pode afastar jogadores mais novos, que parece ser um dos públicos-alvo do jogo (só ver a página das lojas online (Steam/PS/Switch).

Belos gráficos, músicas aceitáveis

Os gráficos de Ginger – The Tooth Fairy são bonitos, com sprites bem feitos e cenários belíssimos, com bons efeitos visuais. Ainda que não chegue a um nível de detalhes de jogos como Kaze and the Wild Masks, está além de alguns jogos que adotam um minimalismo cretino que você se pergunta se fazem de propósito. Musicalmente, é mediano. Nada ofende, mas nada se destaca.

Só mais um platformer

Ginger não é um jogo ruim, é aceitável e não erra muito, mas por outro lado, ele não se destaca em comparação a dezenas de outros jogos lançados todos os dias. Se você tropeçar nele em uma promoção e já tiver jogado aqueles jogos que te dá vontade, talvez o pegue.

Nota: 6,5 / 10

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Esta análise foi feita com uma chave digital  de  PlayStation 4 cedida gentilmente pela Brainium Games.

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