Arquivos Switch Oled - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/switch-oled/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 05 Apr 2026 13:00:12 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Switch Oled - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/switch-oled/ 32 32 Nintendo Switch vale a pena? Minha experiência depois de dois anos com o console https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/04/05/nintendo-switch-vale-a-pena-minha-experiencia-depois-de-dois-anos-com-o-console/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/04/05/nintendo-switch-vale-a-pena-minha-experiencia-depois-de-dois-anos-com-o-console/#respond Sun, 05 Apr 2026 12:59:55 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=21971 Faz aproximadamente dois anos que comprei o meu Nintendo Switch e, nesse período, adquiri cerca de 21 jogos físicos para o console. Foi justamente isso que me motivou a escrever este texto, no qual quero compartilhar com vocês alguns dos benefícios de ter um console da Nintendo em casa. Claro, não vou entrar no mérito […]

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Faz aproximadamente dois anos que comprei o meu Nintendo Switch e, nesse período, adquiri cerca de 21 jogos físicos para o console. Foi justamente isso que me motivou a escrever este texto, no qual quero compartilhar com vocês alguns dos benefícios de ter um console da Nintendo em casa.

Claro, não vou entrar no mérito de preços ou discutir o custo dos jogos — até porque não faltam críticas acerca desse assunto por aí.

A ideia aqui é outra. Quero dividir com vocês a minha visão como usuário desse console híbrido. Afinal, acredito que tenho algo a acrescentar para quem ainda cogita comprar um Switch, seja na versão Lite ou OLED. E, apesar das diferenças entre os modelos, a biblioteca de jogos é a mesma — e é aí que mora um dos seus maiores pontos fortes.

O Nintendo Switch atualmente conta com pouco mais de 4 mil títulos em sua biblioteca, então podemos dizer que falta de jogos definitivamente não é um problema.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa!

Arquivo pessoal

Quando comprei meu Nintendo Switch

O meu Nintendo Switch é um OLED, e eu o comprei usado de um redator aqui do site, o Juliano. Só o console saiu por cerca de R$ 2.352 na época, com pagamento parcelado, acompanhado de um grip e um controle que foram incluídos no valor.

Levando em consideração que esses acessórios não acompanham o console originalmente, acabou sendo um bom negócio — até porque o preço de um Switch OLED em 2023 girava na casa dos R$ 2.800.

O console chegou sem nenhum jogo. Mas, como o Juliano é muito parceiro, ele deixou a conta dele conectada, e o Tony, que também escreve aqui, emprestou a dele. Com isso, tive acesso a uma boa variedade de jogos exclusivos do console logo de cara.

Agora, sendo bem honesto, se eu não tivesse esse acesso às contas dos amigos, provavelmente teria passado um bom tempo investindo em jogos free-to-play, como Pokémon Unite, Fall Guys e outros títulos disponíveis na Nintendo eShop.

Talvez não fosse o cenário ideal — e provavelmente eu não ficaria muito satisfeito no começo —, mas ainda assim tentaria extrair alguma diversão dessa situação.

Foi a partir daí que passei a me inteirar melhor sobre a biblioteca do Nintendo Switch. Antes de ter o console, muita coisa simplesmente passa batida. Você ignora notícias, não acompanha lançamentos e acaba absorvendo apenas aquele boca a boca — geralmente focado nos problemas. Na prática, a experiência é bem diferente.

Reprodução: Nintendo

Eu posso jogar quando vou ao banheiro

Uma coisa que eu vi muito — principalmente em comunidades de Xbox e PlayStation que frequentei por um tempo — é que o Switch é um console perfeito para usar no banheiro. E, mesmo sendo dito muitas vezes com certo deboche, eles não estavam errados.

Começar um jogo na sala e continuar no banheiro é, sem dúvida, uma das coisas mais legais que o console permite.

Não foi uma ou duas vezes — foram centenas — que simplesmente tirei o console do dock e levei comigo. A primeira vez que derrotei um guardião em The Legend of Zelda: Breath of the Wild, por exemplo, foi no banheiro… e foi incrível.

Claro, não é exatamente a prática mais higiênica do mundo, mas também não vamos fingir que isso não acontece.

Hoje, eu acabo jogando muito mais no modo portátil, principalmente por conta da tela OLED, do que na televisão. E, por melhor que seja jogar na TV, existe uma diferença enorme entre estar deitado, confortável, e sentado na sala.

Nesse ponto, o Nintendo Switch se tornou minha principal escolha para jogar — o que acabou deixando até o meu Xbox Series S um pouco de lado.

Arquivo pessoal

Uma ótima biblioteca

Não é incomum encontrar pessoas que fazem críticas aos jogos da Nintendo, principalmente tentando infantilizá-los, como se isso fosse um grande problema. Uso como exemplo Mario Odyssey, quando foi lançado em 2017. Ele foi muito bem avaliado pela crítica, mas, dentro das bolhas de outras plataformas, era possível ver diversas críticas negativas. E, sendo bem franco com vocês, eu mesmo acabei comprando essas opiniões sem nunca ter jogado o título.

Ora, o que poderia haver de mais em um jogo do Mario?

Reconheço que fui moleque. Porque, assim que comecei a jogar Mario Odyssey com meu filho, tive uma das jornadas mais belas e divertidas dos últimos anos. Não se tratava apenas de um jogo com gráficos bonitos — a experiência como um todo é extremamente prazerosa. Existe um equilíbrio entre gameplay, trilha sonora e direção de arte que faz do título algo marcante, mesmo depois de concluído.

LEIAM – Raccoo Venture: Uma Aventura Nostálgica em 3D

Mesmo após terminar o jogo, meu filho ainda volta para Mario Odyssey. E isso é algo raro hoje em dia. Pouquíssimos jogos conseguem fazer você querer retornar depois de terminar.

E sabe por quê?

Porque muitos deles não são pensados para isso. São experiências rápidas, feitas para você consumir e seguir em frente.

Por mais que possa soar como algo “nintendista” — e eu não me considero um —, os jogos exclusivos da Nintendo são pensados para serem memoráveis. São jogos que você quer revisitar. Quer mostrar para alguém.

Eu mesmo ainda nem finalizei The Legend of Zelda: Breath of the Wild e, mesmo assim, já falei dele diversas vezes com meu primo, que também tem um Nintendo Switch. Esse tipo de experiência tive com pouquíssimos jogos. Pensando agora, enquanto escrevo, me vêm à mente: Metal Gear Solid, Spec Ops: The Line e God of War.

Comprar um Nintendo Switch é, em certa medida, ter a certeza de que os seus exclusivos vão te proporcionar muitas boas horas de jogatina. Em dois anos, posso dizer que não me decepcionei até o presente momento. Ele me rendeu desde partidas divertidas de Mario Party com colegas de trabalho até momentos de puro nervosismo em Metroid Dread — maldito robô assustador.

O Switch Lite do meu filho – Arquivo pessoal

Vale a pena — mesmo com os problemas

Um dos maiores problemas é o preço que a empresa cobra pelo serviço, o que acaba tornando-o inacessível para muita gente. Ainda assim, se você está disposto a investir em um console, saiba que estará muito bem servido de jogos. Seus exclusivos são de ótima qualidade, e ainda existem os títulos third-party, além de uma vasta quantidade de jogos indie que também merecem destaque.

Você não vai ficar sem opções do que jogar — isso é fato.

E, caso bata aquela nostalgia pelos clássicos da Nintendo, o Switch conta com um serviço chamado Nintendo Switch Online. Eu, por exemplo, tenho acesso a ele porque participo de um plano família, o que acaba tornando o pagamento anual bem mais acessível.

Dentro desse plano, você tem acesso a uma biblioteca de jogos clássicos por meio de emuladores de Super Nintendo, Nintendo 64, Nintendinho, Game Boy, Game Boy Color e Game Boy Advance.

E, sendo bem honesto, eu quase não uso o serviço.

Mesmo assim, ele continua fazendo sentido para mim.

Dividido entre várias pessoas, o valor fica interessante — e, no meu caso, ele acabou tendo uma função muito específica: apresentar esses jogos clássicos para o meu filho.

Poderia fazer isso no PC? Sem dúvida.

Mas não seria a mesma coisa.

Hoje, ele tem um Nintendo Switch Lite só para ele, e ver ele jogando Donkey Kong Country sempre que pode tem um peso diferente. Existe algo em ter esse “ecossistema Nintendo” concentrado em um único lugar que é extremamente prático — e, de certa forma, até especial.

Claro, isso não significa que a Nintendo esteja acima de críticas. Longe disso. Sempre vamos bater na tecla do valores que ela cobra e problemas de localização, mas pelo menos nesse segundo item ela tem dado avanços.

Recente aquisição – Arquivo pessoal

Você não precisa acompanhar o hype

Ter um Nintendo Switch significa que você não poderá ter tudo na hora, os valores dos jogos são altos, mas existem milhares de grupos de descontos que facilitam em muito a nossa vida.

Por outro lado, as redes sociais nos bombardeiam o tempo todo que precisamos ter os mais novos lançamentos, e eu entendo que você pode se sentir condicionado a fazer dividas em prol disso, mas porque fazer isso? É tão importante assim estar jogando o mesmo jogo em lançamento que os demais estão jogando?

Quando escolho algo para jogar, eu sempre dou preferencia por algo que tenha passado o hype, e isso me gera benefícios, porque vou pagar menos por isso e claramente vou aproveitar muito mais.

LEIAM – 5 Motivos para você comprar um Nintendo Switch

Isso não vale apenas para o Nintendo Switch, mas, se você pretende ter um, saiba que ter autocontrole e estar disposto a aproveitar o que já está na sua biblioteca faz toda a diferença. É isso que vai te permitir economizar dinheiro e, ao mesmo tempo, aproveitar muito mais o console.

Eu não cheguei a 21 jogos físicos comprando tudo no lançamento. Muito pelo contrário. Fui pegando depois do hype, aproveitando promoções e, em alguns casos, até boas ofertas de jogos digitais.

É aí que está o pulo do gato.

Se você tem vontade de comprar um Nintendo Switch — qualquer modelo —, eu realmente recomendo. Mesmo com um sucessor já no horizonte, esse primeiro console ainda tem muita lenha para queimar.

E, no fim das contas, talvez o maior valor do Switch não esteja apenas nos jogos que ele oferece — mas na forma como ele te convida a jogar.

 

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IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller | Análise https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/24/iine-nintendo-switch-pokemon-scarlet-violet-wireless-controller-analise/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2024/01/24/iine-nintendo-switch-pokemon-scarlet-violet-wireless-controller-analise/#respond Wed, 24 Jan 2024 21:56:22 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=15969 No primeiro trimestre de 2023 decidi que iria comprar um console novo e ponto final. Minhas primeiras opções eram um PlayStation 5 ou um Xbox Series X, mas após me certificar de que ambos os videogames não possuíam (e ainda não possuem) uma biblioteca exclusiva de jogos que me convençam gastar o absurdo que cada […]

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No primeiro trimestre de 2023 decidi que iria comprar um console novo e ponto final. Minhas primeiras opções eram um PlayStation 5 ou um Xbox Series X, mas após me certificar de que ambos os videogames não possuíam (e ainda não possuem) uma biblioteca exclusiva de jogos que me convençam gastar o absurdo que cada um desses consoles valem, me decidi por comprar um Nintendo Switch Oled.

O bichinho chegou aqui em casa e eu me apaixonei pelo danado. Voltei a ter, depois de mais de uma década, um console da Nintendo (se pá isso dá um texto depois). Infelizmente os Joy-Con originais realmente passam longe de proporcionar uma boa experiência de jogo, mesmo com o suporte que vem na caixa do console, especialmente para quem possui mãos grandes (que é o meu caso).

Como eu me recuso a pagar o que a Nintendo pede em seu Pro Controller para Switch, fui procurar opções viáveis e de qualidade em controles e Joy-Con.

LEIAM – 8BitDo NEOGEO Wireless Controller | Análise

Longa história curta”: Depois de alguma pesquisa, encontrei uma marca chinesa focada (mas não necessariamente limitada a) em periféricos para Nintendo Switch chamada IINE (iine). Depois de uma boa experiência com dois pares de Joy-Con dessa marca e da inexplicável e insistente falha de conexão de meu 8BitDo Pro 2 Wireless somente para com o console, resolvi apostar novamente em um produto da IINE e importar um controle dedicado para Switch. Esse controle é o foco desse texto.

Caixa IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller

Os produtos usados e mencionados a partir deste ponto do texto foram gentilmente cedidos para teste pelo meu bolso.

O IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller faz parte de uma das linhas de controles para Nintendo Switch mais populares da marca. Usualmente esses controles temáticos possuem alguns outros produtos associados a ele como capa para o console e Joy-Con, maletinha para transporte do console, entre outros. O mais recente, assim como considerado o mais belo, possui o tema de Zelda: Tears of the Kingdom.

Eu sendo usualmente uma pessoa “do contra”, achei o controle com o tema de Zelda dourado e espalhafatoso demais. Desta feita, escolhi o controle com o tema de Pokémon Scarlet e Pokémon Violet, que é mais sóbrio e discreto (pessoalmente, mais bonito).

Minha esposa diria que meu “gosto alternativo” para com questões de design das coisas é somente mal gosto mesmo. Uma afronta!

Características do Produto

O controle é wireless (como seu nome deixa claro) e tem seu design geral obviamente baseado no Pro Controller oficial na Nintendo, apesar de suas medidas serem um pouco menores, o que não atrapalha em nada em sua jogatina.

A construção de sua carcaça é totalmente em plástico ABS de qualidade, tendo sua traseira totalmente texturizada, o que ajuda o controle a não ficar escorregadio. A sensação tátil geral que ele tem nas mãos é de ser um produto de qualidade premium, ao contrário de um “xingling TGT” da vida.

Os botões principais frontais possuem construção em silicone rígido de qualidade e acionamento por membranas de borracha resistentes na medida, o que causa uma sensação gostosa de “click” ao serem pressionados. Os botões superiores também compartilham essas mesmas características, sem exceção. Ou seja, ZR e ZL não são triggers aqui, são apenas botões de acionamento simples.

Se isso poderia ser considerado um problema do controle na maioria dos casos, aqui não o é por um motivo muito simples: o controle é feito para Nintendo Switch. Nem os Joy-Con e nem o Pro Controller oficial possuem ZR e ZL com triggers, ou seja, a falta disso não atrapalhará em nada a experiência de se jogar jogo algum com o controle no console.

Botões de ação superiores e o botão de pareamento do controle

É sim possível usá-lo em outros sistemas, mesmo que não nativamente. Nesses casos a falta dos triggers nesses botões pode realmente ser problemático em alguns jogos e, portanto, um limitador de seu uso.

O d-pad do controle também possui acionamento por membranas de borracha e possuem resistência e sensação tátil ao serem pressionadas similares aos dos botões. Seu tamanho é bom e ele é levemente mais fundo em seu centro.

Os analógicos são tão precisos quanto os do Pro Controller oficial (por consequência muito melhores que os dos Joy-Con oficiais), possuindo uma textura que ajuda o dedo a não deslizar durante seu uso. Infelizmente não temos aqui nenhum tipo de aplicação de tecnologia específica anti-drift.

LEIAM – Apollo Justice: Ace Attorney Trilogy – finalmente o fim voltou!

A grosso modo, drift é quando um analógico em estado de repouso não fica devidamente centralizado, causando a movimentação involuntária indevida do personagem na tela. Esse é um problema mecânico e que aflige analógicos de controles há décadas. O Nintendo Switch é especialmente referência nesse problema devido a uma falha de arquitetura dos Joy-Con.

Atualmente existem tecnologias que visam / prometem diminuir drasticamente, e até mesmo erradicar, a possibilidade de incidência de drift. O exemplo mais promissor disso é a tecnologia de analógico eletromagnético, usada no controle KingKong 2 Pro da marca GuliKit, que, na teoria, é anti-drift.

Possivelmente não há nenhum tipo de tecnologia anti-drift presente no IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller por questões contenção de gastos. Pessoalmente essa ausência não me impede de adquirir um controle (nunca tive um problema de drift em nenhum controle meu desde o início da minha vida gamer), mas a tendência é que tais tecnologias estejam presentes em controles com uma frequência cada vez maior.

A título de curiosidade, os controles base de Playstataion 5 e Xbox Series S/X não possuem tecnologias anti-drift aplicadas.

O controle não possui nenhum botão extra mapeável, mas possui uma função turbo de dois níveis. No primeiro nível é necessário pressionar o botão com turbo ativado para executar a função e no segundo nível não é necessário sequer pressionar o dito cujo botão. O acionamento da função turbo se dá por um botão localizado na parte traseira do controle.

Detalhe traseira do controle com botão de acionamento de Turbo

Ademais, todos os botões extras frontais possuem funções básicas que um controle para Nintendo Switch deve possuir (botão Mais, botão Menos, Home e Print Screen).

Como se trata de um controle exclusivo para Nintendo Switch, o controle possui um veloz leitor de NFC para escaneamento de Amiibo e sensores de movimento giroscópio, assim como o Pro Controller oficial.

Sua função rumble e ajustável e pode ficar extremamente forte. A IINE não promete a suposta tridimensionalidade que o Pro Controller oficial diz ter, mas honestamente não vi nenhuma diferença prática na comparação entre ambos os controles nesse sentido.

Por fim, o controle conta com luzes leds discretas ao redor de ambos os analógicos, um botão de pareamento em seu topo ao lado da entrada para carregamento da bateria e luzes indicativas de acionamento de turbo e de carregamento em sua parte inferior.

Conectividade Padrão e Uso

Como o previamente informado, seu uso padrão é voltado exclusivamente para o Nintendo Switch e nesse sentido seu pareamento não tem nenhum percalço. É simples e rápido realizar o pareamento do controle com o console. Ele funciona também usando um cabo em uma das entradas de USB do console.

Essa informação parece ser uma frivolidade, mas eu pessoalmente assisti mais de um vídeo (entre eles o de um YouTuber brasileiro) informando que o pareamento desse controle não fica registrado no console e que toda vez que for jogar é necessário fazer um novo pareamento, o que é uma enorme bobagem.

Com relação a seu uso geral ele é quase sem problemas. Não há delay, tudo é extremamente responsivo, ele faz o wake-up do console e o mapeamento dos botões uma vez pareado não tem nenhuma troca de posicionamento de funções. É como estar usando um Pro Controller oficial.

Como o informado anteriormente, a sensação tátil dos botões é ótima e o controle realmente passa a sensação de ser um produto confiável e durável. Na verdade, eu prefiro jogar no Switch usando o IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller ao 8BitDo Pro 2 Wireless. E isso está sendo escrito por uma pessoa que é assumidamente uma “vadia da 8BitDo” (sou assumidamente fã-boy da marca).

A bateria do controle durou em média oito horas de jogatina nos testes em que o levei até o limite de sua carga. Em todos os testes o controle estava com o rumble em sua força configurada nativamente (que já é muito boa) e com as luzes led dos analógicos em seu máximo brilho. O tempo médio de recarga do controle de 0% a 100% foi de aproximadamente duas horas.

Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller
Controle ligado com luzes led azul claro aplicadas

Infelizmente, como nada é perfeito, tenho dois probleminhas para com o IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller.

O primeiro deles é para com o d-pad e a realização de movimentos diagonais.

Eu jogo somente pressionando os botões em qualquer controle (pressionar e apertar são coisas diferentes), quase não colocando pressão nos mesmos. No d-pad desse controle eu sou obrigado a aplicar mais força que o usual no dedo para que os dois acionamentos referentes a movimentação diagonal que quero fazer sejam ativados, caso contrário, somente um será ativado.

Pode ser uma grandiosíssima frescura minha, mas acho que quanto mais força coloco em um botão com acionamento por membrana, mais rápido ela vai se deteriorar, então me acostumei desde sempre a somente pressionar os botões enquanto jogo. Minha avó, que aperta mesmo os botões e foda-se o mundo, teve zero problemas usando esse mesmo d-pad.

E sim, minha avó é uma senhora de 85 anos de idade e que é gamer há três décadas e contando.

O segundo dos meus probleminhas para com o uso desse controle, e que infelizmente é algo presente em vários controles de outras marcas, é ele desligar depois de cinco minutos sem que o jogador realize alguma ação nele.

Não tenho nenhum problema com a existência da função, desde que ela possa ser desligada, o que não é o caso aqui. Isso também pode ser uma frescura minha, admito, mas não me faz nenhum sentido a presença da função sem que ela possa ser minimamente personalizada ou desligada.

O controle permite mudar a cor de luzes leds, a intensidade das luzes leds, desligar as luzes leds, alterar a intensidade do rumble, desligar o rumble, ativar em dois níveis diferentes a função turbo de cada um dos botões presentes, desligar a função turbo de cada um dos botões presentes e tu tá me falando que eu não posso personalizar o desligamento do controle por inatividade? Ai não né IINE.

Conectividade Fora do Padrão

Fora do ambiente do Nintendo Switch o testei somente no PC, sistema operacional Windows 11, usando um 8BitDo USB Wireless Adapter 2 e diretamente via cabo.

Via cabo o controle foi reconhecido pelo Windows como um controle genérico, ou seja, em alguns jogos será necessário mapear as funções dos botões para o layout padrão esperado.

Via adaptador da 8BitDo o controle foi reconhecido pelo Windows como um controle de Xbox, ou seja, tive zero problemas de mapeamento de botões, fazendo com que a experiência de se jogar no PC usando esse adaptador fosse superior na comparação.

8BitDo USB Wireless Adapter 2

Uma vez reconhecido pelo sistema, o controle se comportou como o esperado: perfeitamente.

Seu uso no PC, como dito anteriormente, pode ter alguma limitação devido a seus botões ZR e ZL não serem triggers. A experiência em jogos como Forza Motorsport, por exemplo, não será muito agradável devido a essa questão em específico.

Conclusão

O IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller, apesar dos dois probleminhas para com seu uso, é um controle que atendeu 100% da minha necessidade.

Os únicos tipos de jogos em que uso intensamente o d-pad seriam Beat ‘em Up e Fighting Games. Para ambos os casos no Nintendo Switch, uso exclusivamente ou o 8BitDo NEOGEO Wireless Controller (que já possui um texto dedicado a ele aqui no Arquivos do Woo) ou o Arcade Ípega PG-9221 para jogá-los, ou seja, meu incomodo para com o d-pad do controle da IINE aqui apresentado não me impacta diretamente em nada.

Ademais, se eu quiser aplicar um pouco mais de força no d-pad durante a jogatina o problema some, mas já são décadas jogando da mesma forma em um controle de videogame e eu não vou mudar isso a essa altura da vida.

O preço regular do IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller no site da própria IINE, no momento em que escrevo esse texto, é de U$ 46,66. O adquiri via loja oficial da própria marca no Aliexpress em uma promoção no fim do ano de 2023 por R$ 104,87, já incluindo os impostos de importação do produto.

No que cerne a custo-benefício, considerando importação, comparar esse controle da IINE com o Pro Controller oficial da Nintendo para o Switch é até covardia. Comprando localmente (Mercado Livre, por exemplo) a coisa já muda um pouco de figura, porque o pessoal aqui no Brasil aparentemente está afim de lucrar 200% do valor do produto, porque não é possível os valores praticados (pelo menos os que eu verifiquei no momento em que eu estou escrevendo esse texto).

Há controles mais versáteis e efetivamente melhores no geral do que o controle da IINE aqui apresentado, mas se o seu intento é um ótimo controle para jogar exclusivamente Nintendo Switch, esse danado aqui é uma opção certeira.

Relembrando que o tema de Pokémon Scarlet & Violet é somente um dos temas existentes. Há outros, à gosto do freguês, assim como há outras linhas de controles de valores diversificados da marca, com orelhinhas de gatinho e tudo mais.

O post IINE Nintendo Switch Pokémon Scarlet & Violet Wireless Controller | Análise apareceu primeiro em Arquivos do Woo.

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