Arquivos Sweet Baby Inc - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/sweet-baby-inc/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 19 Apr 2025 21:37:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Sweet Baby Inc - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/sweet-baby-inc/ 32 32 O que o sucesso do filme de Minecraft nos ensina? (Pro mal e pro bem) https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/19/o-que-o-sucesso-do-filme-de-minecraft-nos-ensina-pro-mal-e-pro-bem/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2025/04/19/o-que-o-sucesso-do-filme-de-minecraft-nos-ensina-pro-mal-e-pro-bem/#comments Sat, 19 Apr 2025 21:37:21 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=20104 Eu não sei se o Diogo levou o pimpolho dele pra assistir “Um Filme Minecraft”, mas é inegável que o filme pode ser considerado um sucesso e hit (faturou no momento desse texto, quase 600 milhões de dólares), apesar da qualidade bastante questionável. E não, a desculpa de que “É pra criança” não cola pra […]

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Eu não sei se o Diogo levou o pimpolho dele pra assistir “Um Filme Minecraft”, mas é inegável que o filme pode ser considerado um sucesso e hit (faturou no momento desse texto, quase 600 milhões de dólares), apesar da qualidade bastante questionável. E não, a desculpa de que “É pra criança” não cola pra um produto abaixo do ideal. E as pessoas que eram crianças quando Minecraft explodiu também merecem um produto melhor.

Porém, esse sucesso todo, aliado a muitos fracassos tanto na indústria dos jogos quanto na cinematográfica me fez pensar numa coisa, e veio a ideia de fazer esse texto. O que esse sucesso do filme de Minecraft (e vou colocar no balaio aqui, o sucesso do filme de Five Nights at Freddy’s, que faturou 300 milhões num orçamento de 20 milhões) representa pra industria e público num geral, tanto pro bem, quanto pro mal? Não sei o quão grande esse texto vai ser, então vamos começar.

Reprodução: Sony

O lado ruim: A mediocridade é recompensada no peso da ip

Isso é algo que é extremamente comum na indústria de jogos, só olhar as listas de jogos mais vendidos do ano, você vai ter lá, apesar das críticas, das abusivas microtransações que fazem um gacha parecer bonzinho, Madden, NBA 2K, o EA FC e Call of Duty no topo. As surpresas foram Helldivers 2 e Elden Ring (impulsionado pelo DLC), mas a maioria é parte de franquias anuais. E o fato é que o peso da ip de Minecraft foi o suficiente pra fazer com que o filme faturasse muito.

Ainda que essa tendência esteja mudando com muitos jogos AAA ocidentais com performance abaixo do esperado (A Ubisoft foi de jogo de performance ruim a jogo de performance ruim por todo 2024, e a controvérsia de Assassin’s Creed Shadows levou o jogo a ser adiado pra 2025), em 2024 mesmo com ip’s de peso, como Star Wars e Dragon Age, não foi o suficiente para se converter em vendas, a falta de qualidade em Minecraft não foi o suficiente para deter o sucesso do filme, mas ao menos deteu uma projeção de que o filme faturaria mais que o filme de Mario (com o resultado do primeiro fim de semana, alguns especularam que Minecrafr bateria Mario, mas agora a projeção de Minecraft é pra pouco menos de um bilhão de dólares de faturamento).

Mas, o sucesso do filme é o triunfo da mediocridade. Deixando de fim a negatividade, vamos aos positivos do sucesso de Minecraft.

Reprodução: Double Eleven, Mohjang Studios

Não saíram ofendendo os fãs ao sinal de críticas

Lembram do primeiro teaser trailer do filme? A internet inteira se uniu em um ódio coletivo a esse trailer, porque foi uma as coisas mais “boomer velho sem contato com a realidade fazendo filme para o jovem” que eu já vi. Todo mundo zoou o trailer a torto e a direito. Curiosamente, uma coisa que não ouvi após esse trailer, foi a produção do filme ou alguém do elenco saindo pra xingar os fãs de racistas, fascistas, homofóbicos ou qualquer outra variante, coisa hoje que é comum em especial na indústria de jogos, mas vem acontecendo nos filmes desde o Caça Fantasmas de 2016.

A produção aguentou as críticas de pé, e os trailers posteriores não sofreram essa torrente de críticas, e os fãs mais fervorosos de Minecraft recuperaram o otimismo em relação a produção. Se esse otimismo é justificado, agora olhando pro filme finalizado, são outros 500, porque assim como o filme de Super Mario Bros., a aventura do filme de Minecraft é menos genérica. (Fica aqui a minha tangente de que a Anya-Taylor Joy não ficou muito boa de Peach, e o Chris Pratt se saiu melhor do que o esperado, mas divago).

Imagine se durante a produção de filmes como o Caça-Fantasmas de 2016, As Panteras de 2019, os remakes da Pequena Sereia e Branca de Neve, os produtores e elenco não saíssem atacando todos os críticos, e os classificando como machistas, misóginos racistas? Porra, no caso da Branca de Neve, o produtor teve que viajar pra dar um esporro na Rachel Zeigler pra ela parar de falar merda! Ainda que não fossem faturar tanto, as pessoas iriam ver esses filmes com a cabeça mais aberta se a produção não passasse tanto tempo espantando o possível público alvo. E o remake da Pequena Sereia teria de fato se pagado nos cinemas, porque dos filmes que mencionei, foi o mais bem sucedido.

Reprodução: Silver Cow Studio

Foi uma produção (quase) livre de polêmicas

Dungeons & Dragons: Honra entre rebeldes foi um baita filme baseado em Dungeons & Dragons, porém… O filme fracassou nos cinemas. O motivo? Durante a produção, alguém disse que o filme seria uma obra de empoderamento feminista e blá blá blá. Isso, devido ao clima atual, coloca as pessoas com um pé atrás. Todo mundo está mais do que cansado da trope da girlboss. Só que o filme não é essa obra que falaram, é um filme competente e bastante divertido, mas devido a essa declaração, ninguém foi ver. E mais recentemente, a Marvel matou a animação de MUITA GENTE para o novo filme do Quarteto Fantástico.

Eu tinha minhas reservas pessoais de ver a Vanessa Kirby como Sue Storm (pessoalmente, a Sue deveria ser um cadinho mais jovem, a Kirby tem a minha idade) e o Arroz de Festa Pedro Pascal interpretando Pedro Pascal, digo, Reed Richards, mas o primeiro teaser trailer me deixou esperançoso, era o tipo de filme que a Marvel precisa, que elenco a parte, poderíamos ter algo bom. Porém, estava bom demais pra ser verdade, porque a Vanessa Kirby e Joseph Quinn deram declarações que brocharam não só a mim, mas muita gente que estava ligeiramente otimista com o filme. Kirby comentou que o filme será uma obra de empoderamento feminista, enquanto que Quinn disse que seu Johnny não será um cara flertador “machista”. Sim, o mesmo Quinn que fazia muita gente que conheço molhar as calcinhas depois de Stranger Things. (A pessoa de quem falo sabe quem é, VOCÊ NÃO ME ENGANA). Ou o filme vai ser uma desgraça, ou essa é uma sabotagem e tanta, tal qual foi em D&D. Pra esse tipo de coisa, você fica calado, no clima atual, as pessoas estão sensíveis e qualquer coisa mínima é motivo pra briga em rede social.

Minecraft por outro lado, passou sua produção praticamente livre de qualquer tipo de polêmica barata. Digo praticamente, porque uma das pessoas que faria um cameo no filme, a streamer Rachell Marie “Valkyrae” Hofstetter deu uma declaração de que Jason Momoa teria destratado uma pessoa no set e tal. Só que a polêmica morreu rapidamente, e o cameo de Valkyrae foi removido. Duvido que tenha sido algo muito grave, creio que tenha sido mais uma coisa do estresse do ritmo de gravações, porque nenhum outro problema foi reportado.

Reprodução: Telltale Games

O público alvo FOI ASSISTIR

Isso também vale pro filme de Five Nights at Freddy’s. Uma das coisas que vemos na indústria dos jogos, são produções que tem um público alvo, a chamada audiência moderna… Que parece não existir. Ou é pequena demais pra fazer um jogo ser bem sucedido. A tal audiência moderna parece mais focada em falar no twitter, no Blue Sky e outros locais, que você PRECISA jogar o “Flopperson Xtreme Bidennus”, caso contrário você é um preconceituoso, rachista, macista, misógino, transfóbico e eleitor do Trump/eleitor do Bolsonaro (mesmo que você não more nos EUA/mesmo que você tenha votado no Lula). Só que elas mesmas não compram tais jogos. Se o jogo foi feito pra você, porque você não comprou? Falar é fácil, se você quer que o jogo seja bem sucedido, compre… Ou você, tal criatura da audiência moderna, vai esperar o streamer modinha jogar o jogo pra formar sua opinião?

O público de Minecraft, assim como o de FNAF, vestiu a camisa e foi aos cinemas, ainda que parte do púbico (de Minecraft) tenha estado mais preocupado em fazer bagunça e arruinar o dia de quem limpa as salas de cinema. O fato é, esse público de Minecraft e FNAF, VOTOU COM A CARTEIRA. Porque não adianta nada você fazer uma defesa de um Dustborn ou Concord da vida, se você sequer vai jogá-lo. Sim, eu entendo que os jogos estão caríssimos, e são entretenimento de luxo. Mas se você, que está interessado no jogo, pode se dar a opção de não comprar o jogo que quer porque está caro… Porquê eu, que não estou interessado no jogo, não tenho essa opção? Tremenda hipocrisia.

Reprodução: Mohjang

Finalizando…

A conclusão que chegamos com o sucesso do filme de Minecraft, é que apesar da mediocridade, o peso da ip PODE ajudar no sucesso, se a produção não passa seu tempo atacando o público alvo e espantando o público alvo. Ter uma produção livre de polêmicas e declarações polêmicas também vai ajudar, mas principalmente… O público alvo PRECISA TAMBÉM colaborar para que o produto seja um sucesso. Isso vale pra filmes, mas pode ser muito bem aplicado a jogos, com sucessos como Black Myth Wukong, Hogwarts Legacy, Space Marine 2, Split Fiction e Stellar Blade. A mensagem principal desse texto pras produtoras é: não desrespeite seu público. E para os jogadores, independente de sua crença: Vote com sua carteira e não seja um hipócrita.

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É difícil entender a chamada “audiência moderna”, você sabe, aquele grupo de pessoas que até hoje clama que o fracasso do Caça-Fantasmas de 2016 foi por conta de machismo, sexísmo, extrema direita e Trump (sim, aquele filme foi usado como munição nas eleições americanas), e não por ser um filme completamente sem graça, arrastado e que o público para o qual apelava NÃO FOI VER. Digo, você clama por algo online, mas quando tal produto existe… Você NÃO VAI LÁ COMPRAR/ASSISTIR/JOGAR? Quase como se essas pessoas só quisessem tornar o hobby de outros uma experiência miserável porque não passam de bullies que atazanavam nossa vida no passado.

Agora saindo numa tangente totalmente desconfortável, uma das principais reclamações que podemos colocar na indústria AAA, são as tentativas de reboot ou continuação que tiram o que faziam algo ser especial e substituem por… Nada. Como o reboot de Saints Row que é um dos jogos mais covardes de todos os tempos, que removeu o humor edgy dos últimos dois jogos (e expansão), e pretendia por substituir por um humor com tendência “progressista”, mas que no final falhou miseravelmente nisso a ponto de fecharem a Volition.

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Pelo menos ultimamente, alguns dos fracassos tem sido ip’s originais, o que quer dizer que ao menos estão tentando criar algo. Infelizmente esse algo que foi criado, são produtos como o Cringefest chamado Forspoken (que ainda quero jogar, porque porra, é o Isekai da USP mano), e a completa comédia que é Dustborn (Que em uma das músicas do jogo comete a pachorra de rimar born com born). Claro, flops com ip’s famosas ainda são lançados, como não lembrar o fiasco que foi o jogo do Esquadrão Suicida, que praticamente catalisou o Gamer Gate 2? E Concord, que vendeu 25 mil cópias e teve seus servidores fechados em menos de duas semanas, menos tempo que um scam chamado The Day Before.

Um jogo que até chamou minha atenção quando revelado, mas passou batido por muita gente (inclusive pelo Diogo, que me contou sequer saber da existência dele) e posteriormente também foi sugado nesse vórtice da guerra cultural. Claro, falo de Unknown 9: Awakening. Distribuído pela Bandai Namco e desenvolvido pela Reflector Entretainment, o jogo é estrelado pela atriz Anya Chalotra, que fez a Yennifer na adaptação de The Witcher da Netflix, o jogo chegou com tanto marketing quanto a Sony fez para Concord e Everybody’s Golf (o de PS4)

As Aventuras de Yennifer

Os jogadores estão no papel de Haroona, uma Quaestor nascida com a capacidade de se aventurar numa dimensão misteriosa que se sobrepõe à nossa, conhecida apenas como Umbral. Na sua demanda por conhecimentos ocultos, Haroona aprenderá a dominar a sua ligação única ao Umbral e que lhe permite canalizar os seus poderes no nosso mundo… Mas estes poderes não passam despercebidos e Haroona passa a ser o alvo de uma fação renegada conhecida como os Ascendentes, que quer usar o Umbral para alterar o rumo da história humana.

Em teoria, a história de Unknown 9: Awakening tem potencial pra ser algo decente, mas tudo parece ter sido feito pela metade… E obviamente, a narrativa é lotada dos tropes de escrita pro público moderno, como “mulheres sábias e homens burros”. E claro, não podemos esquecer dos diálogos que são tão naturais quanto Ryan Gosling interpretando o Pantera Negra ou Miles Morales sendo um Deus Nórdico. (Adivinhem qual dessas duas alternativas foi feita real nos quadrinhos?).

É uma pena, como eu disse, tinha um potencial, mas pelo visto a consultoria de um certo grupo canadense é feita por gente que não sabe escrever. No fim, é o típico quase chega lá.


Combate quase divertido

Assim como a história, há muitos elementos da jogabilidade de Unknown 9: Awakening que me agradam. O problema é que o combate não possui refinação o suficiente para chegar ao nível de jogos aclamados. O corpo a corpo é totalmente duro. E mesmo o stealth é básico demais.

Pelo menos quando desbloqueamos as habilidades do Umbral, o jogo brilha levemente, com o combate ficando mais divertido, controlar um inimigo para atirar no outro é bem bacana. Um ponto positivo na minha opinião, é o design linear. Numa época onde todo santo AAA tenta fazer um mundo aberto com centenas de sidequest’s, coletáveis imbecis e alongamentos extremamente penosos, é bom ver um jogo ser linear. Sim, chegamos a ESSE PONTO, onde ser linear é positivo.

LEIAM – Sonic Generations | Análise Retro

Mas, chega de elogiar o combate de Unknown 9: Awakening, porque o combate contra chefes do jogo é boçal pra caramba, e se resume a repetição de padrões e fases, com tudo se resumindo a repetição até o fim. E agora vamos a rant do Sancini sobre uma coisa não só relacionada a Unknown 9, como aos jogos modernos de ação em geral.

Desde que Demon/Dark Souls se popularizou, muitos jogos resolveram colocar seu combate nos botões de ombro e essa é uma praga que eu detesto. Nem todo jogo precisa disso, por isso eu curti Nioh, onde o combate é com os botões de face do controle, como nosso senhor Jesus Cristo ordenou. E sim, se não deixei claro com isso, o combate de Unknown 9: Awakening USA OS BOTÕES DE OMBRO.

Belos cenários, modelos feios, performance medíocre

Uma das coisas que me deixou genuinamente impressionado são os cenários do jogo, que são absolutamente lindos. Eu sou fã de arquitetura de videogames, graças as recriações de Assassin’s Creed, então o que a Reflector conseguiu com Unknown 9 é admirável.

Pena que conseguiram estragar a parte gráfica com os modelos dos personagens, que são atrozes. Maldita essa tendência ocidental de enfeiar mulheres na hora de fazer seus jogos, embora pra ser honesto, TODO MUNDO É FEIO NESSA PORRA. Mas não, não vou passar pano, porque embarangaram a Anya Chalotra, uma atriz linda (não importando o que a produção do Netflix disse sobre escalá-la para ser a Yennifer), que ficou parecendo ter sido atingida por golpes de pá. E não, não é uma questão de poderio da geração passada, só olhar vídeos da versão de PC ou PS5, por exemplo, todo mundo continua feio.

ASSISTAM – O que eu acho sobre remasters e remakes

Falando em PS5… A performance do jogo não faz uso do poderio do mesmo (pra isso eu tive que consultar outros reviews, porque o pé rapado aqui só tem PS4) e o SSD do mesmo só é utilizado para loadings mais rápidos, o jogo é capado a 30 FPS no PS5. Bom, pelo menos nisso o jogo é equivalente no PS4, mas é triste quando jogos mais velhos do PS4 tem performance melhor que um lançamento de nova geração.

A dublagem é uma faca de dois legumes, já que a performance dos atores é inconsistente. Não é de toda ruim, mas inconsistente. Entretanto, se você não quer ouvir ocidentais falando, o jogo possui dublagem em japonês, pra ressoar com seu weeaboo interior.

Podia ter sido mais

Há coisas que eu genuinamente gostei em Unknown 9: Awakening, mas em sã consciência eu não poderia recomendar esse jogo a todos, especialmente pelo preço cobrado e a duração, entre 10 e 15 horas com uma história pretensiosa, modelos de personagens feios e jogabilidade refinada.

Se não fossem as circunstâncias ao redor dele, seria uma jóia bruta, mas sendo o que é, é um resquício do que poderia ser. Se eu jogaria ele de novo? Sim, mas esse sou eu que gosto de jogos medíocres. E no fim do dia, é o que define Unknown 9: Awakening, oportunidade desperdiçada. Se por malícia (da tal empresa de consultoria canadense) ou incompetência, fica a seu cargo decidir.

Nota Final: 6,5/10

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Unknown 9: Awakening está disponível para PC, Xbox Series S|X e PlayStation 5, e esta análise foi feita com uma chave digital de PlayStation 4 gentilmente cedida pela Bandai Namco

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