Arquivos Mother 3 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/mother-3/ Um pouco de tudo na medida certa Sat, 21 Mar 2026 21:31:01 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Mother 3 - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/mother-3/ 32 32 Game Boy Advance completa 25 anos – e aqui vão 10 jogos para comemorar https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/21/game-boy-advance-completa-25-anos-e-aqui-vao-10-jogos-para-comemorar/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2026/03/21/game-boy-advance-completa-25-anos-e-aqui-vao-10-jogos-para-comemorar/#respond Sat, 21 Mar 2026 21:15:59 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/?p=21909 O Game Boy Advance, um dos portáteis mais bonitos da Nintendo, completa hoje 25 anos. E eu não poderia deixar essa data passar em branco. Estamos falando de um aparelho que vendeu mais de 81,5 milhões de unidades ao longo de sua vida e fez parte da infância – e da história – de muitos […]

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O Game Boy Advance, um dos portáteis mais bonitos da Nintendo, completa hoje 25 anos. E eu não poderia deixar essa data passar em branco. Estamos falando de um aparelho que vendeu mais de 81,5 milhões de unidades ao longo de sua vida e fez parte da infância – e da história – de muitos de nós.

O GBA, como ficou popularmente conhecido, chegou como sucessor de um dos projetos mais bem-sucedidos da Nintendo: a linha Game Boy, que inclui o clássico original e o Game Boy Color. A promessa era clara – oferecer uma experiência mais avançada, sem abandonar a gigantesca biblioteca construída ao longo dos anos anteriores.

LEIAM – O problema nunca foi o videogame

E aqui está um dos seus maiores trunfos: a retrocompatibilidade. Enquanto o console construía sua própria identidade com uma biblioteca incrível de jogos exclusivos, ele também permitia revisitar títulos das gerações passadas. Uma ideia que, com o tempo, se tornaria padrão na indústria.

Para celebrar a data, eu decidi trazer a vocês os meus jogos favoritos de Game Boy Advance. Me acompanhe.

Reprodução: https://www.deviantart.com/bryanthearchivist

Metroid Fusion (Disponível no Switch Online)

Eu não vou mentir para vocês, nunca finalizei um Metroid na minha vida, e o motivo foi a minha incapacidade de me localizar no jogo. Eu acabava sempre perdido e preso em algum momento, só que isso não me impediu de gastar horas jogando Metroid Fusion em 2010.

No enredo, Samus é infectada por um parasita, um vírus letal que imita seres vivos. Salva por uma vacina feita de células Metroid, ela ganha imunidade, mas agora precisa encontrar uma forma de enfrentar seu clone maligno e sair dessa estação espacial.

Talvez tenha sido o Metroid que mais joguei, e tudo nele me agradou bastante – desde a trilha sonora, as cores e a movimentação da personagem. Me diverti descobrindo caminhos paralelos e conseguindo os upgrades. Sem dúvida eu poderia ter finalizado naquela época, mas acabei deixando de lado ao ficar enroscado pela milésima vez e não quis olhar detonado.

Isso não me impede de indicar o título. Não. Se eu, que não terminei, gostei, imagino que você vai se divertir ainda mais. E se você tem um Nintendo Switch e assina o serviço online, pode jogá-lo direto por lá. E se não tiver… bom, você sabe como resolver isso.

 

Reprodução: Nintendo

Mother 3 (Disponível no Switch Online Japonês)

Mother 3 é um baita jogão que gastei horas e horas jogando durante uma fase da minha vida em que trabalhei de porteiro. Não tinha gente chata e inconveniente para eu tratar, então estava eu lá, quietinho no meu canto, jogando.

O jogo acompanha a história de Lucas, um garoto que vive em uma vila tranquila chamada Tazmily. Um lugar que, aos poucos, começa a mudar com a chegada de elementos estranhos e uma tecnologia que transforma a rotina dos moradores. Não quero dar nenhum spoiler, mas eu posso dizer que é um RPG de turno tão gostoso de jogar, por conta dos personagens e do seu desenvolvimento, que é difícil de largar depois que se começa.

Infelizmente, o jogo nunca foi lançado no ocidente, ficando restrito apenas ao Japão, mas isso só durou até boas almas se juntarem e localizarem o título em inglês. Sei que o inglês ainda pode ser uma barreira para algumas pessoas, só que não é nada que um bom dicionário e coragem não possam resolver.

Mother 3 é um dos exclusivos do Game Boy Advance que merecia um relançamento localizado nos dias atuais.

Reprodução: Nintendo

Advance Wars (Exclusivo no Portátil)

Advance Wars é, sem sombra de dúvida, um dos jogos, ao lado do Metroid Fusion, em que mais investi horas no Game Boy Advance.

Eu adoro estratégia, e a maneira como esse elemento é desenvolvido nesse jogo é muito divertida e gostosinha de se jogar. Os personagens são animados, e o fato de que cada um dos personagens que controlamos possui um determinado poder, que pode virar o rumo de algumas rodadas, fazia com que eu, às vezes, jogasse até mais de uma vez a mesma rodada, a fim de tentar algo diferente.

Se você busca um título que vai te fazer ferver um pouco os neurônios, com certeza Advance Wars vai te atender. Apesar de não estar disponível no Nintendo Switch Online, ele ganhou uma versão remasterizada, com o segundo jogo incluso, e pode ser encontrado pela internet a um preço um tanto salgado. Então, se a carteira não puder, você sabe como jogar esse incrível jogo sem pagar nada.

Reprodução: Nintendo

The Legend of Zelda: The Minish Cap (Switch Online)

The Legend of Zelda: The Minish Cap foi um dos jogos da série que mais joguei, e o fato de ser um exclusivo do portátil foi um dos fatores predominantes. Eu adoro jogar em portátil, e acredito que isso foi um dos fatores que permitiu que eu continuasse empenhado na jogatina desse capítulo da franquia Zelda.

O título conta com arte e animações acima da média, onde tudo é muito colorido e cheio de vida, o que exalta uma sensação de leveza e aventura constante a cada nova área explorada. Existe um cuidado nos detalhes que faz com que o mundo do jogo pareça vivo, mesmo dentro das limitações do portátil.

Outro ponto que me marcou bastante foi a mecânica de encolher e interagir com o mundo dos Minish. Essa ideia de explorar os mesmos cenários sob uma nova perspectiva trouxe uma sensação de descoberta muito gostosa, quase como se você estivesse revisitando lugares já conhecidos, mas de um jeito completamente diferente.

Sem falar nos puzzles, que seguem aquela linha clássica da série – simples de entender, mas satisfatórios de resolver. Nada que quebre o ritmo, mas o suficiente para te manter envolvido e curioso.

The Minish Cap é, sem dúvida, uma daquelas experiências que mostram como a série Zelda consegue se reinventar mesmo em propostas menores. E faz isso com uma naturalidade absurda.

Obs: Conversando com meu amigo, Diego, que cedeu a foto do Game Boy Advance branco, perguntei a ele qual seria o jogo favorito do GBA, para a minha surpresa foi exatamente The Minish Cap, segue transcrição:

Cara, eu acho que apesar de Pokémon, Zelda Minish Cap é  o melhor pra mim. Um jogo que parece ter saído do Super Nintendo, feito com carinho, gráficos extremamente detalhados e uma história excelente, tudo isso em um portátil.

Não poderia concordar mais. Obrigado, Diego.

Reprodução: Bandai Namco/Nintendo

Dragon Ball Advanced Adventures (Exclusivo do Portátil)

Dragon Ball Advanced Adventure é talvez um dos meus jogos preferidos do Game Boy Advance, não só porque é um título baseado na série de anime Dragon Ball, mas sim porque é, talvez, um dos melhores jogos de Dragon Ball já feitos.

A experiência de ter jogado esse jogo pela primeira vez foi tão boa, mas tão boa, que, mesmo após concluí-lo, eu ainda me via voltando para jogar o modo torneio que o jogo possui. Mal dá para acreditar que conseguiram fazer um jogo tão bom de beat’em up, onde usamos todos os comandos durante o combate.

Ele tem uma ambientação rica e se rende ao entregar muito fanservice para o jogador. É triste como esse jogo ainda não ganhou uma versão remasterizada para os consoles atuais, se mantendo exclusivo do Game Boy Advance até os dias de hoje. Se você procurar pela rede, deve até encontrar versões localizadas em português, tamanho sucesso que foi por aqui.

Se você gosta de Dragon Ball e de beat’em up, com certeza vai encontrar no portátil da Nintendo um dos melhores jogos já produzidos do gênero.

Reprodução: Nintendo

Wario Land 4 (Exclusivo do Portátil)

Wario Land 4 é aquele tipo de jogo que me pegou de surpresa. Eu já conhecia o Wario mais pelo lado caótico dele, mas aqui notamos um cuidado com a jogabilidade que me fez ficar preso a ele por horas.

O jogo tem uma proposta diferente do que a gente estava acostumado nos plataformas da época, principalmente se comparado aos jogos do Mario. Não é só sair correndo da esquerda para a direita – tem exploração, tem ritmo e tem aquele momento de tensão quando você ativa o cronômetro e precisa sair da fase antes do tempo acabar.

Outra coisa que sempre me chamou atenção foi o visual. É tudo muito expressivo, cheio de animações exageradas, com o Wario reagindo a cada situação de um jeito único. O jogo busca ter uma personalidade própria.

E mesmo sendo um jogo de portátil, ele não se apoia só nisso. Tem fases bem pensadas, desafios que fazem você querer voltar para melhorar e pegar tudo que deixou para trás. O nível de criatividade é tamanho, que levar uma picada de uma vespa no jogo te incha o suficiente para inflar como um balão e alcançar areas mais altas.  Sensacional.

Wario Land 4 é, pra mim, um daqueles jogos que mostram como o Game Boy Advance tinha coisa muito além do óbvio. Talvez não seja o mais lembrado quando se fala da Nintendo, mas com certeza é um dos mais marcantes pra quem deu uma chance.

Reprodução: Ubisoft (quem diria, hein)

Lunar Legend (Exclusivo do Portátil?)

OK, vou ser sincero novamente, eu tô colocando Lunar Legend porque essa foi a versão que mais joguei desse clássico, sendo, inclusive, a versão que finalizei.

Ele talvez não seja a melhor versão do clássico de Sega CD, por conta das ausências de cutscenes. Por outro lado, ele se beneficia da portabilidade, afinal, eu podia jogar Lunar enquanto estivesse no banheiro. E isso é apenas uma das vantagens, porque estamos diante de um port muito bom, com a trilha sonora sendo bem competente, assim como os gráficos.

Sejamos sinceros que os gráficos de Lunar nunca foram o ápice da indústria de video games, mas o conjunto de fatores como gameplay, história, trilha sonora e animação sem dúvida realça a beleza do título. Pra quem não tinha acesso à versão original, com certeza se divertiu, assim como eu me diverti e recomendo Lunar Legend para o Game Boy Advance.

Hoje em dia deve ser uma pequena fortuna conseguir o cartucho, mas sabemos que dá para curtir esse clássico sem ser assaltado por algum salafrário vendedor de cartuchos usados.

Mario and Luigi: Superstar Saga (Switch Online)

Mario and Luigi: Superstar Saga é um daqueles jogos que, à primeira vista, parecem diferentes, mas, depois de jogar por algumas horas, você está se divertindo com o humor pastelão e bobo que só Luigi, o irmão engraçado, pode proporcionar.

Nessa aventura, controlamos ambos os irmãos e precisamos usar o poder da fraternidade para enfrentar os mais variados inimigos em fases com puzzles que dependem dos dois personagens para serem solucionados.

É um título que promete diversão e assim o faz, sendo um bom jogo para se jogar devagar, sem a loucura de querer terminar logo, e assim aproveitar a ambientação, as cores e a ótima trilha sonora. Se você tem um Switch e paga o online, então use-o e descubra mais esse grande clássico do Game Boy Advance antes de jogar a sua continuação exclusiva do Switch.

Reprodução: Game Freak/ Nintendo

Pokémon FireRed (Switch Eshop)

Eu não sou um grande fã de Pokémon como fui no passado, mas, se pudesse escolher um jogo dessa franquia que eu jogaria outra vez, com certeza seria Pokémon FireRed.

Esse foi um dos primeiros jogos da franquia que eu finalizei e me senti orgulhoso pelo feito, e, apesar de não ter ido atrás dos 300 e poucos pokémons para completar a Pokédex – até porque não sou pokecrackudo -, posso dizer que me diverti bastante durante toda a jornada.

Não é difícil entender por que as pessoas gostam tanto desse jogo, ao mesmo tempo em que me frustra ver como a Game Freak não está nem aí para os fãs e continua entregando o mínimo possível.

Estamos falando de um título lançado em 2004 e que está sendo vendido, quando ele deveria claramente fazer parte do sistema online do console da Nintendo.

É um título que recomendo, caso você nunca tenha jogado um jogo da franquia, mas certamente não incentivo a compra dele pelo preço que está sendo cobrado.

Reprodução: Nintendo

Kirby & The Amazing Mirror (Switch Online)

Kirby & The Amazing Mirror é, talvez, o jogo mais diferente da franquia no Game Boy Advance e isso se deve justamente por abandonar a estrutura linear e apostar em um mundo aberto, cheio de caminhos interligados e pouca orientação.

Aqui, mais do que simplesmente avançar, você precisa explorar, se localizar e descobrir por conta própria para onde ir, algo que pode tanto encantar quanto afastar dependendo da sua paciência. Ainda assim, é justamente essa quebra de padrão que faz dele uma experiência única dentro da série, e um ótimo exemplo de como até as franquias mais consolidadas podem se reinventar quando se arriscam um pouco mais.

Esse, junto de Kirby Super Star, talvez tenha sido um dos Kirby que mais joguei, e por isso digo que vale muito a pena investir um tempo nele. Se bem que, parando pra pensar, não lembro de ter jogado um Kirby realmente ruim… bom, talvez Kirby 64.

Reprodução: Internet

Conclusão

O Game Boy Advance foi, sem dúvida, um dos maiores consoles portáteis da Nintendo, e celebrar os seus 25 anos é resgatar um pedacinho dessa história que ele construiu ao longo da sua vida entre nós, jogadores.

Mesmo que você não tenha tido acesso ao console na época, hoje ao menos é possível revisitar esses jogos, seja pela emulação ou pelos serviços da Nintendo, e perceber como verdadeiras joias foram criadas mesmo diante das limitações do hardware. Quando fazemos um paralelo com os jogos atuais, fica difícil não sentir que a indústria, em muitos casos, relaxou na entrega do que nos oferece.

Talvez essa crítica venha de um lado mais nostálgico, ou simplesmente do quanto eu gosto do GBA. Mas, no fim das contas, o que importa é que estamos celebrando os 25 anos desse portátil que marcou uma geração.

E, para comemorar, eu vou jogar mais um pouco dele. Você pode escolher algum da nossa lista – ou, se tiver suas próprias recomendações, deixa aí nos comentários os seus títulos favoritos do Game Boy Advance.

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O que eu joguei em 2015 https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/12/20/o-que-eu-joguei-em-2015/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/12/20/o-que-eu-joguei-em-2015/#respond Sun, 20 Dec 2015 22:01:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2015/12/20/o-que-eu-joguei-em-2015/ Mais um ano que está chegando ao fim, e o Arquivos do Woo continua vivo, gordo, forte e sendo atualizado – mesmo que mensalmente, mas que não deixa de fazer parte desse MEME anual que une os brothers. Infelizmente esse ano as coisas foram um pouco complicada e acabei não terminando nenhum game. Comecei muitos, […]

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Mais um ano que está chegando ao fim, e o Arquivos do Woo continua vivo, gordo, forte e sendo atualizado – mesmo que mensalmente, mas que não deixa de fazer parte desse MEME anual que une os brothers.

Infelizmente esse ano as coisas foram um pouco complicada e acabei não terminando nenhum game. Comecei muitos, mas completar eles que é bom NADA.

Eu não vou me estender muito, pois se você está lendo isso, então provavelmente quer saber o que diabos eu andei jogando durante todo o ano, então vamos começar com:

MOTHER 3

games
Meu contato com Earthbound (Mother 2) aconteceu por volta de 2010. Lembro que o design e alguns textos que havia lido a respeito do jogo fizeram com que eu desse uma chance ao título.

Vou ser direto, eu não segui adiante nas jogatinas e quando me dei conta eu nem lembrava mais do jogo ou da existência dele.

Anos depois me deparo com um texto sobre Mother 3. Lembrei do episódio com Earthbound e decidi que é hora de me redimir e dar uma chance a essa franquia que é tão cultuada.

Depois de algumas horas jogando eu não queria parar mais. O jogo é bem melhor do que seu antecessor, Earthbound, principalmente os personagens. Posso dizer que a história dele me prendeu muito, principalmente o drama familiar que não posso explicar, pois seria spoiler.

Oras, eu gosto de histórias tristes.

Infelizmente ainda não conclui o jogo, mas meu save tá lá parado, quietinho e me aguardando.

Legend of Zelda – Minish Cap

games
Eu nunca zerei nenhum game da franquia Legend of Zelda, no máximo passei algumas horas explorando e depois deixei ali parado. No caso do Legend of Zelda – Minish Cap, eu resolvi me esforçar um pouco mais, pois queria sentir aquela magia que tantos dizem.

Talvez não tenha rolado aquela química na mesma intensidade que eu esperava, porém foi o suficiente para me prender e fazer com que eu continuasse com as aventuras do Link. E se alegra os fãs, eu estou me divertindo muito e pretendo terminar ele até 2077.

Sim, foi isso foi uma referencia.

Depois de terminar esse eu pretendo partir para outro título da franquia. Quais você recomendam Link to the Past ou Ocarina of Time?

PERSONA 3

games

Eu adoro a franquia Persona, principalmente o quarto título, porém, Persona 3 tem um sério problema: Tártaros.

Andar por aquela torre é extremamente chato. Eu sei que é a dungeon e etc… Só que eu acho chato. Não me importo de passar horas nas dungeons do Persona 4, mas aqui não rola. E tem o fato de que você ainda pode topar sem querer com a maldita morte durante a dungeon.

O jogo é ótimo, eu sempre avanço um pouco na história, mas é daquele jeito, uma partida a cada 1 a dois anos e meio. Se não fosse pelo PSP, provavelmente não teria jogado esse titulo esse ano.

Yoshi´s Island – Super Mario Advance 3

games

Yoshi´s Island – Super Mario Advance 3 é aquele jogo muito gostoso de se jogar. Eu passei horas jogando ele depois de ficar sem energia em casa – que por sinal vira e mexe acontece onde moro.

Eu já conhecia o jogo pela versão do Super Nintendo, mas nunca havia jogado pra valer. Nessa versão do Game Boy Advance o game continua lindo, mas se me perguntarem se há diferenças de uma versão para a outra eu não tenho ideia.

Só digo uma coisa: O Mario é um tremendo pé no saco nesse jogo, mas recomendo fortemente esse jogo.

Obscure

games

Obscure foi um dos games que eu tive nos tempos em que o PlayStation 2 ainda era rei. O filho da mãe nunca rodou sem travar em alguma parte, então acabou ficando jogado e terminou no lixo.

Anos depois o meu amigo Marvox escreve a respeito da duologia Obscure (Que você pode conferir aqui) e isso me motivou a ir atrás do jogo. Eu poderia ter pego o primeiro título, mas não queria ter o trabalho de pegar ISO, queimar DVD e jogar no console, então peguei Obscure – Aftermath e botei no PSP.

É um ótimo game de horror teen, sem dúvida alguma. E o fato de ser possível jogar com mais de um personagem é muito divertido. No console é possível um coop local, então se tem amigos com que jogar, não perca a oportunidade e os convide, pois vale muito a pena.

Eu tomei altos sustos e olha que sou um baita bundão pra games de horror, porém, continuei firme e forte, até que bugou o meu save.

OH! VIDA!

Dragon Ball Super Sonic Warriors

games

Não é segredo pra ninguém que eu sou um grande fã do anime Dragon Ball, pelo menos para quem me acompanha. O que me faz sempre pesquisar por títulos de jogos que eu ainda não tenha conhecido, e a bola da vez foi o Dragon Ball Super Sonic Warriors.

Conheci ele através de uma lista de top 10 jogos, que vi lá no YouTube e não lembro o link ou canal… Eu não vou fazer jabá mesmo, dane-se!

O jogo tem ao seu dispor quase todos os personagens da série, e talvez seja esse o seu maior ponto positivo. mesmo sendo necessário desbloqueá-los.

Os comandos são bem simples ( também puderá, tamo falando de Game Boy Advance) e as lutas bem rápidas e um tanto frustrante as vezes. É um ótimo game pra se conhecer e brincar por um tempo, mas ainda recomendo o Budokai Tenkaichi 2.

Fallout: New Vegas

games

Fallout: New Vegas retorna a lista. Nada é tão divertido quanto fugir de DeathClaws e brigar com Nightwalkers – ou tomar sustos com os Feral Ghouls.

Uma das coisas mas divertidas de voltar a Wasteland, é que dessa vez estou curtindo as quest e explorando tudo o que esse cenário pós-apocalíptico tem a oferecer.

Na primeira vez que o terminei, lá em 2013, eu estava tão focado em termina-lo logo, que hoje posso ver o quanto perdi do universo de Fallout.

É isso, to jogando de novo e se você não jogou ainda, ouça o podcast sobre Fallout que gravei meus brothers Marvox e Marcos Tirso.

Metal Gear Solid: Peace Walker

games

Quem conversa comigo sabe o quanto adoro a franquia Metal Gear, mesmo que tenha jogado apenas a trilogia (MGS, MGS 2 e MGS3), que por sinal TODOS PRECISAM JOGAR, caso contrário. Não porque estou “pedindo”, e sim por serem jogos excelentes.

Metal Gear Solid Peace Walker era o título que eu sempre quis jogar (depois do MGS 4), e graças ao bom coração do meu primo, Neto, eu pude jogá-lo.

Eu queria dizer a vocês que minha experiencia foi muito boa, mas não foi. Não gostei nada dos comandos no PSP, e olha que eu persisti, mas achei tão frustrante controlar o personagem que acabei abandonando.

Um dia eu voltarei, um dia.

Super HOT

games

Ultimamente eu me permiti a experimentar alguns jogos que provavelmente eu ignoraria, e acabei descobrindo o Super HOT.

Ele é um FPS bem diferente dos BF e CoD da vida – Ou qualquer outro FPS. A começar com o fato de que você interage em um mundo todo em slow, e o tempo só acelera quando você se movimenta.

LEIAM – O que eu joguei em 2014?

Rola uma dificuldade para se adaptar, mas depois que pega o jeito vai embora.

games

O clima do jogo lembra muito aqueles filmes de simulação virtual dos anos 80. Eu lembrei muito do filme Lawnmower Man de 1992, que aqui ganhou o nome O Passageiro do Futuro – O filme é terrível, não assista.

Esse ano eu não joguei tanto quanto eu queria, mas esses foram os que mais dediquei um tempinho jogando.

Espero que tenham curtido e até a próxima, e não deixem de conferir o texto dos participantes logo abaixo.

Participantes
Breno Barbosa – Blog Desocupado – des-ocupado.blogspot.com.br
Eduardo Farnezi – Gamerniaco – gamerniaco.wordpress.com
Felipe B. Barbosa – Videogames com Cerveja – videogamescomcerveja.blogspot.com
Fúria – Round ONE Games – round1.com.br
Gamer Caduco – Gamer Caduco – gamercaduco.com
Gebirge – Canal Gebirge BR – youtube.com/gebirgebr
Hugo Varani – ChampzCast – champzcast.wordpress.com
Kyo – New Old Players – newoldplayers.blogspot.com
Marcos Vieira Machado – QG Master – qgmaster.blogspot.com.br
Marvox – Blog MarvoxBrasil – marvoxbrasil.wordpress.com
Mestre Ryu – Santuário do Mestre Ryu – www.santuariodomestreryu.com.br
thr2e – zeroplay4fun – youtube.com/zeroplay4fun
Usopp – Canal Jornada Gamer – alvanista.com/jornadagamer
Willi Weiss – Point Games Brasil – www.pointgamesbra.blogspot.com

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