Arquivos Beta - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/beta/ Um pouco de tudo na medida certa Sun, 31 Oct 2021 22:11:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://www.arquivosdowoo.com.br/wp-content/uploads/2020/12/cropped-logo-150x150.png Arquivos Beta - Arquivos do Woo https://www.arquivosdowoo.com.br/tag/beta/ 32 32 Nioh 2: Prévia | Tudo sobre o Beta Aberto https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/17/nioh-2-previa-tudo-sobre-o-beta-aberto/ https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/17/nioh-2-previa-tudo-sobre-o-beta-aberto/#comments Sun, 17 Nov 2019 11:00:00 +0000 https://www.arquivosdowoo.com.br/2019/11/17/nioh-2-previa-tudo-sobre-o-beta-aberto/ Nioh é um jogo que tem uma história por trás da produção tão interessante quanto o folclore mostrado no primeiro jogo. O anuncio de Nioh data lá de 2004, e o jogo originalmente era para ser um RPG de lançamento do PS3 com o título de “Oni” (não confunda com o jogo da Rockstar de […]

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Nioh é um jogo que tem uma história por trás da produção tão interessante quanto o folclore mostrado no primeiro jogo. O anuncio de Nioh data lá de 2004, e o jogo originalmente era para ser um RPG de lançamento do PS3 com o título de “Oni” (não confunda com o jogo da Rockstar de mesmo nome, para PC e PS2) e teria seu enredo baseado em um script não finalizado do lendário Akira Kurosawa (Você sabe, dos Sete Samurais), e teria um filme junto com o jogo.

Em 2005, o filme fora cancelado e o jogo continuava em produção, sendo um tempo depois rebatizado de Ni-Oh (sim, com traço mesmo), só que chega 2006, o jogo não sai. Mas, a Koei insistiu que o projeto não havia sido cancelado. Porém, logo depois, a produção do jogo mudou de time, em 2008, saía o time interno da Koei, e entrava na jogada, o Omega Force. Então, o jogo deixou de ser um RPG, para ser um hack’n slash típico do estúdio. Aí, após a aquisição da Tecmo por parte da Koei, entrava em campo o Team Ninja, colaborando com o Omega Force no título.

Seguindo a história, por volta de 2010, vendo que o jogo poderia ser taxado como um “Warriors para o público ocidental”, a Koei Tecmo tirou o Omega Force do desenvolvimento, e ele ficou internamente sendo desenvolvido pelo Team Ninja, sob a supervisão de Kou Shibusawa (a mente por trás dos títulos base da casa, Nobunaga’s Ambition e Romance of the Three Kingdoms).

Ainda assim, algo não estava certo. O jogo estava parecido demais com Ninja Gaiden, e em 2014, o projeto voltou a estaca zero. Dessa vez, ao invés de usar uma engine da casa, como nos dois casos anteriores, a engine de Nioh foi criada do zero, e o time conseguira encontrar o ponto ideal, tendo influências da série Souls, assim como de Ninja Gaiden, criando algo próximo do que era o produto final.

Anunciado em 2015, Nioh seria publicado pela Sony (fora do Japão) e sairia no fim de 2016. Porém, com o feedback das versões alfa e beta, lançadas naquele ano, a Koei Tecmo achou mais prudente adiar o jogo em alguns meses, para refinar o jogo. E assim foi, sendo um sucesso de público e crítica… Mesmo com a mídia ocidental catalogando o jogo como “Um Dark Souls no Japão”… Malditos millenials, tudo difícil pra eles é o “Dark Souls de X”… Mas, deixemos de lado meus devaneios e críticas ao jornalismo de games, que provavelmente vão fechar portas para mim. Enfim, mesmo com o rótulo raso, o jogo adquiriu uma fanbase, e vendeu 2.5 milhões de cópias, o que para um título de uma produtora de médio porte, como a Koei Tecmo, é um feito e tanto.

Mas vocês não estão aqui para ler sobre Nioh 1, até porque lá em cima, no título desse post está: Nioh 2: Prévia. Pois bem, na conferência de 2018 da Sony, foi anunciada a sequência de Nioh, sem uma data, sem nada. Pois bem, no começo desse ano, houve um alfa fechado. O qual eu não participei. Não se pode ganhar todas. Mas, no começo de Novembro, a Koei lançou na PSN um beta aberto para quem quisesse experimentar o jogo e amigos. Eu experimentei.

Primeiramente, umas ressalvas particulares minhas. Eu baixei o beta na loja japonesa, o que significa que eu comecei a jogar cerca de oito horas antes do que o pessoal de outras regiões (levou umas quatro horas para baixar o beta). Isso teve essa vantagem, mas por outro lado, eu não pude aproveitar o pequeno bônus, quando se tem o save do primeiro Nioh, que é poder jogar com o protagonista do jogo, Williams Adams. (Os saves são incompatíveis devido a diferença de regiões – Eu baixei o jogo na PSN JP e meu save de Nioh é da conta brasileira).

Colocando isso de lado, o jogo conta com um competente criador de personagens, no qual é possível tentar recriar seus personagens favoritos, até perceber que não tem opção de óculos ou clipes de cabelo pra recriar a NiCO de Dead or Alive, mas aqui sou só eu enchendo linguiça na matéria. Mas enfim, a ferramenta de criação de personagens é superiora a de muitos jogos lançados recentemente (Sim Outer Worlds, estou olhando bem pra você) e eu até consegui recriar a Kassandra, de Assassin’s Creed Odyssey… Que ficou mais bonita que a original. Obrigado Team Ninja, eu vos saúdo por isso.

A partir daí, você pode escolher suas armas, tal qual no primeiro jogo, mas diferente de lá, aqui, você pode testar as novas armas no momento em que escolhe. Dependendo das armas escolhidas, elas lhe darão um pequeno bônus no atributo atrelado as mesmas. Partindo desse momento, você pode fazer o tutorial do jogo (recomendado, a anta aqui não fez) para pegar as manhas. E mesmo que você já tenha o primeiro jogo na bagagem, Nioh 2 tem novidades na jogabilidade, que fazem valer uma pequena visita ao tutorial.

Primeiramente, você vai morrer. Vai morrer um bocado, até pegar a manha de como usar o que você tem a seu favor.

O jogo não pega leve com você, se você jogar de maneira leviana e despreocupada. Tal qual Demon’s Souls, Nioh é um jogo onde você estuda como seu oponente ataca, e reage de acordo. Porém ao contrário de Demon’s Souls ou qualquer outra obra da linhagem do Miyazaki (Tá, eu não joguei “Sucrilhos: I wanna be Nioh” pra saber dele), você não ataca com os botões de ombro (novamente, outra pausa aqui para reclamar: QUEM ACHOU que atacar com os botões de ombro em um RPG de ação era uma boa ideia? Não me levem a mal, eu gosto de Demon’s Souls e Bloodborne, mas atacar com os botões de ombro é idiota. Fim.), mas com os botões faciais. Quadrado faz um ataque rápido, triângulo um ataque forte, o X corre/esquiva, L1 defende, R1 usa o pulso de Ki, os gatilhos são usados pra armas de disparo, R3 trava a visão em um inimigo (ou ajeita a câmera, quando não há inimigo a vista) e os botões direcionais usam os itens que foram indexados nos atalhos.

O que diferencia Nioh, de um souls qualquer a respeito da jogabilidade, além do mapeamento dos botões, é o fato de que em Nioh você tem três tipos de posicionamento corporal (vulgo stance), e eles influenciam no dano que você causa nos inimigos, e quanto Ki você gasta ao fazer as mesmas ações. Com o posicionamento alto, você vai causar mais dano, mas seus golpes serão ligeiramente mais lentos e você cansará mais rápido. Com o posicionamento médio, você tem um uso de ki/dano mais balanceado. Por fim, no posicionamento baixo, você causa menos dano, mas por outro lado, usa menos ki, logo, poderá dar mais golpes antes de cansar.

Agora que já expliquei como Nioh funciona em sua base, vamos falar sobre o que há de novo em Nioh 2, mecanicamente falando. Primeiramente, seu personagem agora tem uma forma Youkai. Isso foi falado já, mas sim, você pode se transformar. E considerando que na construção de personagens, tem a opção de Youkai lá, provavelmente (pode ser que não) poderemos customizar a aparência de nosso personagem na outra forma.

Mas bem, conforme vamos derrotando os inimigos, a barra roxa (de Anima) vai enchendo, além do indicador ao lado da vida (redondão). Quando o indicador do lado da vida enche, é possível se transformar em Youkai por um período. Com isso, você ganha mais força e pode subjugar alguns inimigos maiores com certa facilidade. Essa barra vai diminuindo com o tempo (exceto se você estiver no reino youkai), mas caso seus inimigos te acertem golpes, ela esvazia mais rápido.

Ao derrotar youkais, existe a chance deles deixarem um pedaço da alma (Soul Core), que caso adquirido e purificado, pode ser usado para auxiliar em sua jornada, e acredite em mim, você vai querer essa ajuda. Claro, que os ataques derivados dos Soul Cores gastam a barra de Anima, mas se usados com parcimônia, eles podem transformar o que seria um combate duro, em uma peleja justa.

Uma das principais habilidades dos Soul Cores, é um contra golpe, hiper útil. Em alguns momentos dos combates, o inimigo vai fazer um ataque em que ele pisca em vermelho. Dependendo do inimigo, se você usar o counter (R2+O) na hora certa, o ataque do inimigo será evitado e você causa um dano considerável. Alguns podem ser no meio do ataque, enquanto outros precisam ser antes do ataque sair.

Os outros ataques que usam Soul Core variam conforme o utilizado, podem ser desde um raio paralisante, ou um verme que entra no chão e sobe atacando o inimigo.

Comparando Nioh 2, com Nioh 1, digamos que o segundo jogo se tornou mais limpo e recompensante. Primeiramente, ao invés das especializações em arma darem pontos que podem ser usados em todas as armas, cada ponto de especialização pode ser usado apenas naquela determinada área. E a maneira que isso é feito, é um tanto mais limpa, numa árvore de habilidades. Claro, ainda depende do tipo de build que você vai construir e você vai ficar meio confuso a princípio, porque novas armas foram adicionadas, e novas habilidades foram adicionadas.

O jogo ainda vai te punir por seus erros, e se você não ficar atento, vai morrer com facilidade para o mais idiota dos inimigos, mas quando você pegar o jeito, as coisas viram, e mesmo Youkais que poderiam te dar trabalho, se tornam uma virgula em seu caminho para a gloriosa vitória.

E… Caso não esteja conseguindo lidar com algum trecho difícil, existem os túmulos benevolentes, que são deixados por jogadores mais experientes. Com o uso de algumas “Ochako cups” (Eu não decorei o nome em português), é possível evocar espíritos de jogadores para lhes ajudar. Isso pode ser uma mão na roda, nem que seja para usar como isca para uma boss battle ou um Youkai que esteja lhe dando trabalho. É importante lembrar que o comportamento da AI é limitado ao estilo de quem deixou o túmulo benevolente. Então nem sempre o túmulo vai fazer o que é melhor para você.

Outra mudança bem vinda, é o Bazar Kodama. Um problema de Nioh, é que você só pode comprar munições entre as missões, o que não é problema em Nioh 2. O Bazar Kodama permite que você compre determinados itens (que dependem de onde você está no jogo), mas ao invés de usar a unidade monetária regular, você utiliza Arroz divino, obtido sempre que você desfaz alguma arma nos santuários.

No geral, Nioh 2 é o que se espera de uma sequência. Apesar no aumento de dificuldade, você tem muito mais recursos e o jogo é mais leniente com o jogador em diversos aspectos, tornando uma experiência bem menos frustrante que o jogo anterior.

Por fim, o beta de Nioh 2 continha duas missões principais, uma missão paralela (a batalha contra Toshie Maeda) e uma Missão Crepuscular (ou eram duas, porque eu não consegui vencer o Maeda pra ver se liberava outra), e no geral me deixou animado quanto ao produto final.

O jogo tem arestas para aparar? Sim, tem. A batalha contra a cobra pode ser estressante por conta de um dos ataques dele que dependendo da sua sorte, é repetido seguidamente, acabando com a luta em segundos.

A taxa de frames de alguns inimigos, vistos de muito longe (O verme me vem a mente) cai absurdamente, a ponto de ser visível. Fora outras coisas, aqui e ali.

Se eu recomendo a compra no lançamento? Se você tiver gostado do primeiro Nioh, sim. É uma alternativa mais amigável a série Souls, se quer saber a minha opinião honesta. Se você tem experiência com o gênero, o jogo não vai te deixar perdido.

Nioh 2 sairá dia 13 de Março de 2020, para PlayStation 4 e contará com legendas em português.

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Disclaimer antes de começar o texto: Eu não sou fã de Resident Evil. Mesmo tendo jogado praticamente todos os jogos da franquia (com exceção dos spin-off’s e o 7), a série nunca me fisgou, então não tive interesse em pegar jogos dela no lançamento, ou mesmo com descontos, sempre tem outros jogos que me interessam mais que ela… Mesmo sendo jogos piores.

LEIAM – Resident Evil 2 Remake | Uma aula de como se fazer um remake

Dito isso, recentemente a Capcom anunciou um novo spin-off multiplayer de Resident Evil, intitulado Project Resistance. E no mesmo momento, lembranças de RE: Operation Raccoon City me vieram a mente. E de Umbrella Corps, que é um jogo com tantos méritos e tão querido pelos fãs, que tive que procurar no Google pra saber se o nome do jogo estava certo.

RESISTANCE

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Claro, o teaser deixou óbvio que ele não seria na mesma pegada das duas abominações anteriores, mas seguro morreu de velho em ficar temeroso. E, com as inscrições do beta fechado do jogo, fomos (por fomos entenda como EU) convidados a participar do mesmo, então, peguei todo o meu cagaço com jogos de terror e toda a minha inabilidade, e encarei o beta de Project Resistance.

O foco de Resident Evil Resistance é a disputa entre dois grupos, o de sobreviventes, quatro cidadãos comuns, e um vilão, que deve evitar que os sobreviventes escapem.

O vilão tem um grande arsenal de armadilhas e criaturas biológicas a sua disposição, além de câmeras de vigilância, armas nas câmeras. Já os heróis possuem um arsenal limitado, mas possuem certas habilidades que podem ajudar em perrengues.

AS HABILIDADES

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Cada um dos quatro personagens tem habilidades e status distintos, como se fossem classes diferentes (você tem o healer, o tanque, o ladino, etc) e eles devem agir em cooperação para escapar das instalações da Umbrella.

Você tem um tempo determinado para fugir, e suas ações (curar aliados, derrotar zumbis, destruir armadilhas), dão tempo extra, enquanto ser ferido diminui o tempo. O mesmo vale pro vilão, com combos de armadilhas com zumbis diminuindo o tempo para a fuga e zumbis mortos ou puzzles resolvidos aumentam o mesmo.

LEIAM – Resident Evil 3 Raccoon City | Impressões da DEMO

A jogabilidade lembra um pouco a de Resident Evil 2 Remake, com a adição das habilidades dos sobreviventes, mas com o inventário mais reduzido. Há lojinhas com armas e munição, mas isso custa créditos e eles a princípio são escassos. De resto, resolva puzzles sem sentido prático, evite armadilhas e mate zumbis.

UM CORRIDA CONTRA O TEMPO

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Já o modo do vilão, lembra um pouquinho Dead by Daylight com uma pitadinha de Deception, apesar de não poder fazer os combos cabulosos da franquia da Koei Tecmo.

Coloque inimigos em lugares específicos, use as câmeras pra planejar seus movimentos, e quando possível, mande o Mr. X pro meio da treta. E sim, é possível controlar os zumbis, com controles meio desajeitados, mas é possível.

Felizmente, não era necessário ter a Plus para testar o beta, então pude jogar com outras pessoas, apesar de algumas vezes eu ficar reunido com o Esquadrão Noob (do qual eu tenho certeza que era o líder devido a minha ‘habilidade’). Nisso, no beta só está disponível o modo de partida rápida, então eu era posto em partidas com pessoas aleatórias de todo mundo.

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E me admira o trabalho da Capcom nesse departamento do Online, porque apesar de algumas demoras (por vezes a espera por uma partida podia chegar a cinco minutos), uma vez que a partida iniciava, não havia lag algum, independente de região, pois caí em partidas com gente dos EUA, Europa e Japão.

A título de comparação, lembro que nos meus tempos de PS3, eu sofria com lag ao jogar CDZ Alma dos Soldados e J-Stars Victory Vs, e isso era com gente AQUI do Brasil.

Mas, nem tudo são flores e se tem algo que pode ser criticado em Project Resistance, é o balanceamento. O Mestre/Vilão é bem mais poderoso que o grupo de sobreviventes. Claro, ele está em desvantagem numérica, mas ele tem uma gama de armas biológicas e armadilhas muito maior que os mocinhos, e isso tornou minhas partidas em uma sessão de: “Quanto tempo até meu fracasso chegar?” O recorde foram exatos quinze minutos.

CONCLUSÃO

Resident Evil Resistance | Jogamos o beta!

Por fim, jogar o beta de Project Resistance foi uma experiência divertida. Claro, multiplayer nunca foi minha praia e certamente não vou jogar em seu lançamento devido a questão de gosto. Mas, é uma experiência divertida e caso seja do seu agrado talvez valha o investimento. Digo talvez, porque jogo (pago) dedicado a multiplayer, tem um certo tempo de vida atrelado a ele.

E no fim das contas, foi revelado que o Project Resistance era o modo multiplayer do Remake de Resident Evil 3. Logo, as últimas linhas não fazem mais sentido.

A prévia desse modo foi possível graças ao código cedido pela Capcom e o remake de Resident Evil 3 (que contém esse multiplayer) sairá dia 3 de Abril de 2020 para PS4, Xbox One e PC.

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