Olha só, estamos na nossa sétima participação do meme “O que você jogou em 20xx”, um meme organizado por nosso grande amigo, Marvox, do blog Marvox Brasil, que completou recentemente 10 anos de vida.

Sou muito grato por participar desse meme que reúne tanta gente bacana que produz conteúdo sobre games. Acho que não preciso dizer a vocês que devem visitar cada um dos links dos participantes e prestigiar o incrível trabalho feito por cada um deles.

Qual é, não vai cair sua mão. Claro, mas faça isso depois de ler o que eu joguei em 2019, OK?

Então lá vamos nós.

Resident Evil 2 Remake poderia ter sido o meu jogo favorito de 2019 se um outro jogo ai não tivesse sido lançado ainda esse ano. Também não posso dizer que não liste como um dos favoritos, alias, to até pensando em fazer um listão com os meus jogos favoritos da nova geração, aproveitar que ela ta no fim de vida. É. To devaneando.

RE2 Remake é o remake que não conseguiríamos conceber em nossos sonhos mais molhados, de tão bom que ele se saiu. Infelizmente algumas pessoas não gostaram por fugir do que fora o original, mesmo respeitando detalhes cruciais do enredo, além de nos entregar um Mr X mais chato do que o anterior. O miserável me causou altos sustos e momentos de tensão.

Independente de gostar ou não por conta de pequenos detalhes, temos um jogo que certamente consegue agradar a gregos e troianos por conta da ótima jogabilidade – O que pode ser questionável levando em conta que tiros críticos são um porre de se conseguir e as vezes gastamos um pente na cabeça do zumbi e ele não morre. Continua sendo visualmente incrível.

Se ainda não jogou, recomendo fortemente que compre porque realmente vale muito a pena.

The Outer Worlds é o novo RPG da Obsidian, responsável por um dos melhores Fallout’s de todos os tempos. Esse game maravilhoso eu terminei recentemente por conta do Game Pass, mas está na minha lista de jogos a serem comprados em mídia física – Junto com Resident Evil 2 Remake.

Obsidian trouxe tudo o que tornava Fallout incrível e trazendo uma jogabilidade semelhante mas com conceitos originais e diversos novos elementos, tudo muito requintado, e planetas para desbravarmos. Esse elemento é muito importante, porque realmente tem bastante coisa para se fazer em cada um deles. Fora os companions que são muito divertidos.

Eu realmente espero Outer Worlds receba mais conteúdo em breve para que eu possa retornar ao espaço com minha tripulação. Os dias perderam um pouco de brilho após a conclusão da história, mas havia chego em um momento que não havia mais nada para se fazer. Eu gastei mais do que o tempo necessário fazendo todo tipo de quest secundária afim de estender ainda mais o tempo de jogo, mas chegou o momento que não tinha mais nada a ser feito.

Cogitei tentar fazer os 1000g, só que não tenho tempo e nem paciência pra isso.

Como notaram, esse daqui é o meu jogo favorito de 2019, a cereja no topo do bolo de jogos que encarei ao longo do ano. To devendo analise dele aqui no site, mas vai sair, lá para janeiro aparece, então fiquem ligados.

The Surge é um jogo que estou com ele a certo tempo mas sempre me desanimou ao começar a jogar. Eu odeio o gênero souls-like com todas as minhas força, abomino, mas eu quis dar uma chance ao jogo por conta da temática e porque simpatizei com a história do protagonista Warren.

Agora você me pergunta: Mas tá jogando?

Eu diria que to enroscando e me vendo obrigado a retornar a todo momento pra upar o maldito núcleo do exoesqueleto, que é o que alimenta todo o aparato e possibilita melhorar armadura e etc…

Entendam, não estou dizendo que o jogo seja ruim por conta disso. Só que não é pra mim. Continuarei dando alguma chance a ele pra ver até onde consigo chegar, mas suspeito que irei abandonar muito em breve. Pobre Warren, ainda bem que muitas pessoas deram um fim ao seu sofrimento.

Ninjin – Clash of Carrots é aquele titulo despretensioso para passar algumas horas e voltar sempre que pode, por ser um jogo bem rápido e que casa perfeitamente para ser jogado em smartphones.

Esse daqui foi desenvolvido por um estúdio brasileiro que fez um trabalho incrível, e que certamente vai agradar adultos, jovens adultos e crianças. Ta ai um que to ansioso para jogar com meu filho quando ele tiver idade para isso.

Fallout 76 é o jogo que dei oportunidades, muitas oportunidades mesmo, tentei não ser injusto com ele mesmo diante da enxurrada de criticas pesadas recebidas ao longo do seu lançamento e pós-lançamento, mas ele não ajuda a si mesmo.

Depois de muito insistir por meses acabei desinstalando o jogo do console. Foi doloroso lidar com o fato de que um jogo que poderia ter sido tão grande ter errado tanto, e a desenvolvedora não entender a mensagem dos fãs nesse processo.

Eu queria ter coisas boas para falar do jogo, mas suas missões são enfadonhas, a ausência de NPCs humanos realmente dá uma sensação de vazio e que não há nada relativamente interessante para se fazer. Na verdade não tem nada mesmo. Todas as missões são no minimo decepcionantes, inclusive algumas que possui um começo cercado de mistério mas se desenrola de uma maneira estupida, e como se não bastasse, os bugs ainda estão lá.

Torço para que a Bethesda reencontre o caminho e nos entregue um Fallout 5 com engine renovada e decente para compensar isso aqui – Acho que sai Elders Scrolls VI antes de um Fallout 5.

Brawlout é um jogo que me surpreendeu, pois sempre pensei que todo brawler fosse só mais um clone de Smash Bros. Não que ele não seja, claramente e cuspidamente explicito que ele não só bebe como gargareja a essência de Smash Bros, só que ele faz isso muito bem.

O único ponto negativo é que seus personagens não possuem muito carisma, o que é compensado com personagens de outros indie games que estão participando do jogo como convidados: Yooka-Laylee, Hyper Light Drift, Guacamelee e Shovel Knight, deve ter mais mas to com preguiça. Leia o review clicando no titulo em negrito, vai.

É um jogo divertido para passar o tempo e que se estiver em promoção até compensar pegar no caso de você não ter um Nintendo Switch com Smash Bros Ultimate e seus milhões de personagens.

Onimusha Warlords é outro remake que a Capcom nos brindou nesse ano de 2019 e que fez a alegria da galera retrogamer.

É um jogo que apesar da melhoria gráfica não mudou absolutamente mais nada nele, exceto resolução, mas de resto continua tudo lá. Podemos dizer que o jogo recebeu um banho de loja e ficou bonitão.

No passado o que mais joguei foi o terceiro jogo da franquia, aquele com o ator francês, Jean Reno. Encarar esse daqui foi uma surpresa boa, porque me deparei com um jogo que possui diversos dos elementos de Resident Evil. Na verdade era para ter sido um da franquia e tal. Cês conhecem a história, então não vou estender muito.

Quero ver se retorno com as lives do canal e pegue ele pra jogar do inicio ao fim por lá. Falando nisso, se inscreve lá em nosso canal do Twitch e do YouTube, é de graça.

RAGE 2 é uma loucura sem tamanho, universo grande, diversas siquests, recentemente saiu algumas dlc’s, tem a BFG de DOOM na edição deluxe e ainda to jogando. Não me falta muitas horas para concluir o jogo, só preciso parar de ficar fazendo missões secundarias e pular logo para as principais.

O jogo é divertido, não tanto quanto eles tentaram passar com todo o marketing mas o humor ainda tá lá nos diálogos. Se Bethesda errou feio com Fallout, com RAGE 2 ela acertou em cheio, porque é disparado um dos jogos de ação mais legal desse ano – Mesmo não sendo tão engraçado. Oras, se me promete humor eu quero humor, simples assim.

Ele é repetitivo pra cacete, mas não deixa ser divertido retornar aos ermos para esmagar mutantes e todo tipo de lixo que tem por lá. O jogo entrou no serviço de Xbox Game Pass, então se você é assinante, acredite, vale a pena dar uma chance ao jogo.

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Author: Diogo Batista

Criador e Editor-Chefe do Arquivos do Woo, além de ser um eterno apaixonado por retrogames e RPGs clássicos. Sua rede social favorita é o Twitter: https://twitter.com/cyber_woo Sigam-me os bons, maús e os feios !!!