01/12/19 - Arquivos do Woo

Porque será que demoro tanto para retornar a escrita de artigos assim? Oh, sim, porque a lista de jogos está muito grande e o tempo curto. Bem, mas é sempre muito relaxante voltar a elaborar alguns motivos para adquirir consoles antigos.Não que você realmente precise fazer isso, mas fica ai a sugestão caso esteja pensando sobre isso.

No último artigo eu abordei um dos meus consoles favoritos da SEGA, o Dreamcast. A publicação foi em maio do ano passado, mas eu sinto como se tivesse sido ontem. De qualquer modo hoje eu abordarei outro console dessa empresa que causou boas dores de cabeça a Nintendo. 

Falaremos do Mega Drive, um console que passou de maneira rápida em minha vida, mas o suficiente para me impactar pelo resto dela.


Festival da Boa Pancadaria

Muitos dos leitores do site são obviamente familiarizados com anime, correto? Mesmo que você não goste, ou já tenha deixado essa fase pra trás por diversos motivos, é inegável que quem pegou o finalzinho dos anos 80 até metade da primeira década dos anos 2000, foi muito influenciada pela cultura japonesa, que ficou enraizada na nossa mente e alma, tal qual os desenhos da Hannah-Barbera influenciaram nossos pais e primos mais velhos. 

Infelizmente, por outro lado, havia marketing de peso em cima dessas séries por aqui. Claro, haviam brinquedos, mas nos anos 90 a criançada queria era VIDEOGAME, e isso meu amigo, só na base de muita pirataria e sorte.


Jogos ruins. Todo mundo já jogou algum. Jogos péssimos, certamente. Eu mesmo fiz a análise de duas das maiores atrocidades que a Espanha cometeu contra o mundo nos tempos recentes. Existem aqueles jogos, que só de você olhar a capa (ou a thumb, se você usa algum serviço digital, como o Steam/PSN/Live/eShop), já percebe: NÃO, nem ferrando eu compro isso.

Eventualmente, se o preço é baixo, a curiosidade mórbida acaba batendo e é assim que títulos como Little Adventure on the Prairie acabam parando na biblioteca de muitos jogadores. Custando cerca de 2 dólares (R$ 6,50 na PSN), ele é o que há talvez 10 anos atrás, chamaríamos de 'jogo do Milzão', aquele jogo ruim que você compraria a um preço baixo só pra conseguir 1000 pontos fáceis em seu gamescore do Xbox 360 (em 2009, os troféus ainda não eram uma coisa tão massiva no PS3, quanto os Achievements eram no 360). Mas enfim, eu vou deixar claro logo aqui: NÃO COMPRE Little Adventure on the Prairie, eu cometi esse erro, então vamos lá.


Esse ano tivemos a oportunidade de cobrir a Brasil Game Show mais uma vez, sendo o nosso 5º ano no evento, então não podíamos deixar de relatar aqui tudo o que pudemos conferir ao longo dos dias em que estivemos por lá.

A começar que esse foi o ano em que pudemos passar mais tempo dentro do evento, conseguimos cobrir três dias do evento, então jogamos muitas coisas, e lembrando que esse foi o ano em que a Nintendo retornou a BGS. Sua ultima participação foi em 2012, logo foi muito bom ver a BIG N por lá.

Mas vamos ao que interessa.



A minha relação com Digimon vem de cerca de vinte anos atrás, quando para combater a febre Pokémon, a Globo adquiriu a primeira temporada dos Monstros Digitais. E, episódios assistidos depois, era um tanto notável que Digimon e Pokémon tinham mais diferenças que semelhanças, porque enquanto em Pokémon, era a jornada do Ash para se tornar um mestre Pokémon (ou ganhar alguma liga, coisa que levou tempo demais.), em Digimon, havia aquele grupo de crianças que havia ido parar em um território desconhecido e precisava lidar com ameaças para encontrar um jeito de voltar pra casa...

Pelo visto Digimon tem mais a ver com Caverna do Dragão do que com Pokémon, mas enfim. Uma das coisas mais legais de se assistir a primeira temporada, era se perguntar... Qual Digimon vai digievoluir nesse episódio? Mas enfim, confesso que em relação a desenhos animados, só assisti até a quarta temporada de Digimon (Frontier) e no âmbito dos videogames, minha única experiência foi Digimon World DS, que tinha uma curiosidade. No jogo, como forma de promover a nova série animada, os personagens de Digimon Savers fazem uma aparição. Só que como o anime ainda não havia sido adaptado pro ocidente, temos eles com seus nomes originais. Então, não vemos Marcus, mas sim Masaru. Mas sim, nunca joguei nenhum outro Digimon... Talvez eu tenha jogado uns 20 minutos de Digimon Online no PC, mas foi isso pra nunca mais.

Pelo menos até eu estar andando serelepe em Caxias e achar uma cópia de Digimon Story: Cyber Sleuth – Hacker's Memory por um preço bem em conta (principalmente considerando que o jogo estava por R$ 250 na Americanas e R$ 230 na PSN BR). E depois de muito enrolar, finalmente cheguei ao final do jogo. E então, ele vale a pena?




Shovel Knight é um dos melhores exemplos de um projeto financiado no Kickstarter que não apenas entregou o que prometia, mas foi ao infinito e além, se tornando um exemplo de como fazer um jogo retro, sendo ao mesmo tempo moderno.

E desde seu lançamento, o jogo recebeu duas outras expansões, Plague of Shadows, estrelando o astuto Plague Knight e Specter of Torment, onde o herói é o atormentado Spectre Knight, cada uma não apenas expandindo o mundo de Shovel Knight, mas acrescentando variedade na jogabilidade, fazendo com que o valor agregado a sua compra elevasse imensamente.


Shenmue é um um daqueles jogos que ao surgir durante qualquer conversa sobre grandes clássicos do passado, eu sou o cara que o vai banhar em elogios. Eu tive o prazer de ter tido acesso ao saudoso Dreamcast na infância e consequentemente Shenmue. Por essa razão o lançamento de Shenmue 3 foi algo que despertou um certo receio, uma vez que nostalgia é algo que nos prega peças.

Por sorte a SEGA decidiu lançar um pacote com os dois primeiros títulos da franquia (que podem ser comprados separadamente) totalmente remasterizados para a geração atual: Shenmue 1 e 2 HD Remastered. 


Com o titulo em mãos resolvi voltar a Yokusuka e auxiliar Ryo em sua busca de vingança, mas será que a experiência atual seria tão gratificante quanto o impacto causado pelo jogo no passado?

Vamos descobrir