01/11/19 - Arquivos do Woo

Nioh é um jogo que tem uma história por trás da produção tão interessante quanto o folclore mostrado no primeiro jogo. O anuncio de Nioh data lá de 2004, e o jogo originalmente era para ser um RPG de lançamento do PS3 com o título de “Oni” (não confunda com o jogo da Rockstar de mesmo nome, para PC e PS2) e teria seu enredo baseado em um script não finalizado do lendário Akira Kurosawa (Você sabe, dos Sete Samurais), e teria um filme junto com o jogo.


A volta dos que não foram


É difícil falar de Horizon Chase Turbo sem puxar-saco, principalmente para nós aqui do Arquivos do Woo. Já fizemos dois reviews bem completos sobre o game -- que você pode ler aqui e aqui -- e quando achávamos que nada mais poderia ser dito para esse sucessor de Top Gear, a produtora brasileira Aquiris nos traz esse conteúdo adicional chamado Summer Vibes, bem no clima pro calorão de fim de ano.


Ah, Yakuza... Uma das melhores franquias que eu não terminei um jogo sequer. Porque os jogos são caros. Enfim, não é para isso que vocês vieram aqui. Pois bem, há algum tempo, a SEGA vinha soltando notícias esparsas sobre o projeto Shin Ryu ga Gotoku, primeiro que haveria um novo protagonista, Ichiban Kasuga. Chegou no primeiro de abril desse ano, o Ryu ga Gotoku Studio solta uma 'pegadinha' mostrando um Yakuza com... Combate por turnos?


No meu atual emprego, aos finais de semana o ritmo cai ao ponto de ser possível ler um livro tranquilamente. Por essa razão criei o habito de sempre carregar comigo seja um livro ou um mangá na mochila, e no plantão passado decidi encarar The Legend of Zelda: Ocarina of Time da Editora Panini. 

Fazia algum tempo que o tinha aqui em casa, mas só havia lido um pouco apenas, então ontem decidi recomeçar do zero e não me arrependi. Me deparei com uma leitura leve e a ótima arte de Akira Himekaya. Foram horas de diversão e situações engraçadas envolvendo Link, e por essa razão decidi escrever a respeito do mangá.

É perigoso ir sozinho, então me acompanhem á Hyrule.


Por Dane F. Santos

Tudo começou com um anúncio de jornal. Era um belo dia e eu era "piquitita" quando resolvi comprar o já antigo Game Boy Color. A verdade é que sou uma fã confessa de jogos da Nintendo e quando vi a oportunidade agarrei na mesma hora. Com essa compra eu ganhei um Mario, mas não me lembro muito dele embora tenha me rendido horas de diversão. 


Não me lembro nem se cheguei a zerar, mas era bem bacaninha. Depois de um tempo consegui colocar minhas mãos em alguns cartuchos de pokemon. (Yellow e Silver). Não tinha nada mais divertido pra mim de ter a impressão de que eu estava viajando enquanto capturava pokemons e ia mais fundo no enredo. Nunca fui muito fã do anime, mas os jogos são muito perfeitinhos em vários sentidos. Acredito que o grande sucesso de pokemon tem como base sua imersão.

Pokemon é um marco e todo mundo sabe a razão de gostar e não gostar. Não parando no Pokemon acabei mais tarde jogando outros jogos de Game Boy e Game Boy Advance. Vou citar alguns jogos que marcaram minha vida nesses pequenos consoles (Não vou colocar pokemon na lista, pois seria muito óbvio).

Vamos lá


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Disclaimer antes de começar o texto: Eu não sou fã de Resident Evil. Mesmo tendo jogado praticamente todos os jogos da franquia (com exceção dos spinoffs e o 7), a série nunca me fisgou, então não tive interesse em pegar jogos dela no lançamento, ou mesmo com descontos, sempre tem outros jogos que me interessam mais que ela... Mesmo sendo jogos piores.

Dito isso, recentemente a Capcom anunciou um novo spinoff multiplayer de Resident Evil, intitulado Project Resistance. E no mesmo momento, lembranças de RE: Operation Raccoon City me vieram a mente... E de Umbrella Corps, que é um jogo com tantos méritos e tão querido pelos fãs, que tive que procurar no Google pra saber se o nome do jogo estava certo.