O que eu joguei em 2018 - Arquivos do Woo

O que eu joguei em 2018


Mais um ano se inicia e com ele vem aquele meme que participamos desde 2013, o famoso O que você jogou em xxxx, onde vários produtores de conteúdo listam os jogos  que terminaram ao longo daquele ano.


Posso dizer que o início de 2018 eu pude me dedicar a alguns jogos, mas ao longo de todo o ano acabei precisando deixar de lado para me cuidar da vida pessoal, nesse caso estudos e o nascimento do meu filho. Claro, os jogos continuaram fazendo parte do meu cotidiano, mas infelizmente nem tudo o que joguei tive tempo para terminar.


Bem, mas sem enrolação vamos direto ao ponto.




Eu não gostava de Gears of War, mesmo que tenha tentado algumas vezes no Xbox 360, mas com o Xbox Game Pass eu decidi dar uma chance ao Gears of War 4. Oras, se eu não tinha gostado do primeiro talvez algo nesse quarto título mudasse a minha opinião.

Posso dizer que foi uma grata decisão, pois joguei dias a fio e me diverti horrores no processo.Também foi um dos poucos jogos que me fez gastar horas em seu online por conta do modo Horda. No fim das contas eu peguei gosto pela jogabilidade e decidi dar uma chance aos títulos anteriores, afinal, eu queria saber mais daquele universo e as guerras que os pais dos personagens tiveram de lidar no passado.


Como eu devorei o jogo em um curto espaço de tempo, minha esposa acabou me presenteando com o Gear of War Ultimate Edition, versão remasterizada do primeiro título. 




Eu achei o enredo de Gears of War bem simples, na realidade eu não esperava nada grandioso demais por ter lidos reviews e criticas no passado, mas de qualquer modo ele funciona para a construção dos personagens, que ao meu ver é onde merece a nossa atenção.

Em meios a tiroteios desenfreados e colegas sendo despedaçados, um grupo de soldado começa a criar um laço de amizade diante de todo esse caos. Marcus Fênix, o líder desse grupo cresceu em meio a essa guerra e agora tem o papel de cumprir a mesma missão que seu pai sucumbiu tentando realizar.


Eu não vou me estender explicando todos os detalhes da trama, mas eu terminei Gears 1, Gears 2, to na metade do 3 e finalizei o 4 jogo. Só que não irei me estender falando também do segundo jogo.


Posso dizer que me tornei fã e estou muito ansioso por Gears 5. A evolução dos personagens e a maneira como expandiram esse universo é incrível. Se não conhece ou tinha preconceito com o jogo, faça como eu e comece pelo 4 jogo.




Lá em  2017 eu terminei Halo pela primeira vez, o que me fez mudar totalmente minha concepção sobre o título. Como muitos detratores da franquia eu acreditava que se tratava apenas de atirar em aliens trajando roupas moderninhas, mas estava enganado. 


Halo tem uma história profunda e um universo extremamente rico, sendo necessário ir atrás de livros e até assistir algumas animações para conseguir ter um total entendimento do universo em que vive Master Chief.

Halo 5: Guardians é um dos jogos mais bonitos de toda a franquia, apesar de alternarmos entre os personagens principais a história é boa e com momentos de tirar o folego, como descer correndo o corpo de um guardian.




É, isso foi demais!!


Bem, posso dizer que estou ansioso por Halo Infinite, além de que irei pegar os livros assim que puder.




Tales from the Borderlands foi o único título da Telltale que eu terminei na vida, mesmo chegando a jogar outros, mas sempre achei um porre enorme. Esse daqui tem uma história muito boa e certamente eu teria aproveitado melhor se fosse uma animação em 3D  ao invés de eu ter que ficar pressionando alguns botões em determinados momentos.

Oh, céus! Eu detesto esse modelo de jogo!


Só que eu não posso ser injusto e dizer que não me diverti, sério, me diverti horrores com esse jogo. Só acho que uma boa ideia como essa funcionária melhor em outra mídia, porque no que compete a gameplay ou experiência de jogo é totalmente descartável. A curiosidade é que normalmente as pessoas que costumam gostar de jogos do gêneros são os que caçam troféus ou platina.


Nada de errado ao meu ver, cada um se diverte como quiser, mas pra mim Telltale nunca mais.




Max: The Curse of the Brotherhood foi outro jogo que tive acesso graças ao Xbox Game Pass e que valeu a pena. Eu conhecia o jogo graças ao meu amigo Marvox que escreveu uma ótima analise sobre o jogo - Recomendo vivamente a leitura.


Posso dizer que me surpreendi com o jogo, pois além de ser bem criativo e divertido, tem uma dificuldade desafiadora. Por alguns momentos eu quase desisti por causa de certas fases, mas depois de esfriar a cabeça eu retornava e concluía aquele obstaculo.

Se você procura um jogo com quebra cabeças de visual agradável, certamente esse título vai agradar, recomendo.



Brothers: A Tale of Two Sons é um excelente título com foco em narrativa, eu simplesmente desabei a chorar a primeira vez que joguei. Diferente de títulos como os da Telltale, aqui temos um jogo pensado e que causa sensações seja no gameplay (principalmente após eventos finais) ou mesmo a por encontros com outros personagens daquele universo.

Este é um jogo que costumo colocar no nível de Shadow of the Colossus, onde temos um gameplay simples mas que funciona para a narrativa. 

Posso dizer que foi o único jogo que eu fiz questão de platinar, não que fosse algo impossível, mas eu recorri a um guia pra saber todos os pontos que havia deixado de lado na primeira vez que joguei. Se você não conhece Brothers, então pare tudo o que está fazendo e corra jogá-lo (Ele está no Xbox Game Pass).



Em 2017 eu terminei o jogo base de Sunset Overdrive, mas ano passado eu aproveite e peguei todas as DLCs em uma promoção. 

Apesar das dlcs serem curtas, posso dizer que continuam tão divertidas quanto o jogo base além de adicionarem novas armas. Talvez eu seja suspeito ao falar por gostar muito do título, mas é pra mim uma das melhores coisas feitas nessa geração de videogames.


Só tenho a dizer que se não jogou ainda, por favor, dê esse presente a si mesmo e vá jogar Sunset Overdrive



Com o lançamento de Darksiders 3, a THQ Nordic acabou lançando um pacote chamado de Furys Collection, que trazia os dois jogos anteriores remasterizados. Oras, o preço era bom e eu nunca havia jogado Darksiders para valer, então peguei.

Posso dizer que o jogo não é nada fácil e tem batalhas contra alguns chefes que tira a paciência de qualquer um. Não só isso, esse foi um dos poucos jogos que decidi ir atrás de conquistas ao longo da jogatina, o que me tomou horas, principalmente para coletar os pedaços da armadura do caos.



Eu consegui mas o jogo não reconheceu, logo não ganhei a conquista. EU QUERO MINHA CONQUISTA!

Maldição!

Fora esses problemas o jogo é ótimo.



Ryse: Son of Rome saiu no Xbox Live Gold, o que foi um grata surpresa porque tava louco para comprá-lo.

O jogo não é muito fácil mas é um hack'n slash muito bacana e com uma história épica, um tanto injustiçado diga-se de passagem. Gostei bastante da experiência, mas assim como qualquer outro título do gênero, uma vez que terminado as chances de revisitá-los são muito baixas, principalmente por ser muito linear. 

A dublagem do jogo também é algo que merece aplausos, o protagonista Mario é dublado por Ricardo Juarez, o mesmo dublador de Kratos.

Os gráficos são incríveis, se pudesse apontar um ficaria com a floresta onde vamos enfrentar alguns bárbaros. Outro ponto é a violência empregada nas finalizações, são bem variadas e divertida de executá-las. É um título merecia mais atenção, pois sem dúvida uma continuação faria bem por conta do seu tema.



Quantum Break é um daqueles jogos que entram na linha do que gosto de chamar de "Jogos filminhos", onde entra Uncharted, Last of Us e uma grande parcela dos triple A da Sony. Claro, preciso alertar antes que alguém atire uma pedra que isso não os faz serem títulos ruins.

Eu particularmente não gosto, achei Quantum Break ótimo, mas é um título que decidi jogar na maior dificuldade para provar a mim mesmo que essa leva de jogos não são desafiadoras e consegui finalizar. A batalha contra o boss final foi a única coisa frustrante, não porque ele realmente apresentasse um desafio mas porque a dificuldade alta fazia com que o número de soldados blindados tentando te matar triplicasse, só isso.

Certamente foi muito divertido, gostei da história e os personagens, mas adoraria que o jogo tivesse um algo mais. Se você gosta de jogos do gênero e tem curiosidade, saiba que a história sobre viagem no tempo e os poderes do personagem são muito divertidos e vale o investimento.

Eu torço para que o próximo jogo da REMEDY fuja um pouco desse formato.



Eu adorei South Park The Stick of Truth, tanto que o terminei mais de uma vez, sendo no PC e no Xbox360. Foi então que saiu A Fenda que Abunda Força, fiquei me rasgando de ansiedade mas me segurei até surgir uma promoção.

South Park A Fenda que Abunda Força tem tudo aquilo que os fãs de South Park gostam e até consegue ir um pouco além, mas em termos de história é conseguiu ser mais fraco que o seu antecessor. Sua jogabilidade continua simples e intuitiva, tornando fácil até mesmo quem não é lá muito chegado ao gênero pudesse jogar sem dificuldades.

Eu terminei o jogo em uma semana ou menos, não recordo ao certo, mas fui direto para suas DLCs que conseguem ser tão boas ou até melhor que a história principal. Este é outro título que me dediquei a ir atrás da conquista, no momento me falta apenas mais um para platinar o jogo, só que precisaria terminá-lo mais uma vez - O que está fora de questão no momento.

Se você gosta de South Park e curtiu o jogo anterior, invista seu tempo e dinheiro que é garantia de risadas e diversão, agora se você se ofende facilmente e não gosta de South Park, então passe longe desse jogo.



Para finalizar a lista dos jogos que conclui em 2019 temos Capcom Beat'em Up Bundle, uma coletânea de setes jogos da Capcom, obviamente, que me permitiu experimentar alguns títulos antes restrito ao arcade.

Dentre os setes títulos presentes ressalto Armored Warriors e Battle Circuit que não são muito conhecidos e se tornaram meus favoritos desse bundle. Eu espero que outras coletaneas possam surgir em breve, pois mesmo que com alguns problemas no online, a iniciativa é boa e ainda vale a pena revisitar os jogos mesmo que offline. 

Pelo menos é uma alternativa relativamente barata para quem quer reviver os coop de sofá. Recomendo.



Bem, esses foram os jogos que terminei ao longo de 2018, certamente não foram muitos mas foi o que consegui ir até o final. Espero que tenham gostado e agora confiram abaixo o artigo dos participantes desse meme bacana.

Desocupado => Paulo Victor
Gamer Caduco => Gamer Caduco
Gamerníaco => Eduardo Farnezi
Locadora Resident Ivo => Ivo Ornelas
MarvoxBrasil => Marvox
RetroPlayers => Sabat
Vão Jogar! => sucodelarAngela
Vão Jogar! => Somari
Vão Jogar! => Rafael “Tchulanguero” Paes
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

===Canal (YouTube)===

5 Pixels - Games => Carlos Henrique
Aleskis o Alx => Alexis
Jogatinas Saudáveis => Rodrigo Vigia

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