Quem não gosta de Castlevania? É certo que alguns jogos são extremamente difíceis, outros fogem um pouco do gênero, mas no geral, Castlevania é uma franquia com ótimos jogos, sendo uma das principais franquias da história dos jogos eletrônicos.



Antes de
mais nada, esse aqui não é um review do jogo Castlevania Bloodlines. Quero que
pensem nisto como uma prévia desse jogo, para quem nunca jogou este clássico, como
sendo uma de suas primeiras experiências, como se neste momento, você estivesse
lendo em uma revista sobre um jogo que quer muito jogar!



Então espero que aproveitem este tipo de experiência que tentarei passar para vocês.

Capa da versão europeia
Castlevania
Bloodlines
foi o primeiro Castlevania a aparecer num console da SEGA e é
considerado por muitos um dos melhores jogos do Mega Drive. 
Lançado em
1994, Castlevania Bloodlines, na América, ou Castlevania: The New Generation na
Europa e Vampire Killer no Japão, se passa em 1917, mas sua história começa bem
antes disso.

Em 1421, a
condessa Elizabeth Bartley foi encontrada ao lado
do cadáver de um jovem, este, com 2 perfurações no pescoço. Elizabeth foi
julgada por ser vampira e foi condenada.


A Condessa Elizabeth Bartley

Agora, quase
5 séculos depois, de volta a 1917, uma bruxa chamada Drolta Tzuentes, numa
visita às ruínas de um antigo castelo na Transilvânia, realiza um ritual e
revive a condessa Bartley, esta que é nada mais, nada menos, que a sobrinha do
Conde Drácula.
Revivida, a
condessa está determinada a reviver seu falecido tio.

Sua missão é
interromper a condessa antes que ela consiga reviver o conde Drácula, e para
isso, podemos fazer uso de 2 personagens diferentes.

O primeiro
personagem é o texano John Morris
Os Morris
são considerados parentes distantes dos Belmonts, o que justifica o fato deles
conseguirem usar o Vampire Killer, o famoso chicote matador de vampiros. Uma
curiosidade é que Quincy Morris, o pai de John Morris, derrotou o Dracula em
1897 junto com Jonathan Harker, na história de Bram Stoker.
Outra
curiosidade é que o filho de John Morris é Jonathan Morris, um dos
protagonistas de Castlevania: Portrait of Ruin, jogo exclusivo para Nintendo
DS, considerado a continuação da história de Castlevania Bloodlines
Como um
Morris, John deve seguir a tradição familiar e lutar contra as forças da
escuridão a todo custo.

O segundo
protagonista é Eric Lecarde, natural de Segovia na Espanha… confesso que esse
nome não me parece muito espanhol, maaaasss…
Eric, amigo
de John, se voluntaria para a batalha, mas por um motivo mais importante que um
legado familiar. Gwendolyn, sua amada, foi transformada em vampira pela
Condessa Bartley, e agora o lanceiro quer vingança!

Em minhas
pesquisas encontrei alguns fatos interessantes, como informações que diziam que
os poderes mágicos da família Lecarde permitiam que os membros da família
Morris usassem o Vampire Killer, que a lança de Eric, a Lança Alcarde a havia
sido dada pelo próprio Alucard, dentre outras informações, no entanto, como não
achei nenhuma fonte consistente, talvez isso não devesse ser levado em
consideração.
Cada um dos
personagens tem uma habilidade diferente. John consegue se pendurar no teto com
seu chicote, enquanto Eric consegue efetuar pulos muito altos pegando impulso
com sua lança.

No jogo
temos 6 fases, onde passamos por diferentes países na caçada da condessa, e as
fases são bem diferentes entre si, com cenários bem detalhados.
As sub-armas
clássicas da franquia continuam presentes, como a faca, machado, bumerangue e
água benta, e além dos upgrades normais, também podemos contar com um
super-upgrade, que além de permitir um ataque especial muito forte também deixa
a nossa arma bem mais potente!


Essa é a
pedida para você começar a jogar Castlevania Bloodlines. A série desse clássico
começará em breve aqui no canal, mas enquanto isso, aproveite para você jogar
esse belo jogo, que na minha opinião, é um dos melhores jogos da 4ª geração.

Valeu Cyber Woo por me ceder espaço para eu falar sobre um jogo que tanto gosto!