Operação Big Hero | Uma animação muito melhor que Frozen

09/03/2015 3 Por Diogo Batista



Eu adoro animações, tanto que assisto praticamente tudo o que é lançado, e admito que pouquíssimas me desagradaram, para falar a verdade eu mal lembro delas.


Bem, eu recordo de Frozen, que além das musicas serem chatas pra cacete, a unica coisa que sustentou um pouco o filme foi o boneco de neve Olaf, então estou na expectativa de um filme só dele e que não seja outra cantoria insuportável.

Ah, os criadores são o mesmo do Frozen, mas não desanimem, aqui eles acertaram a mão.

Do que estávamos falando mesmo? ah, sim Marvel!



A  poderosa Disney, é responsável por essa nova animação baseada em personagens da Marvel – que por sinal, ninguém conhecia até o lançamento do filme – Nem tente dizer que você consumia o quadrinho antes do filme, porque nem mesmo Stan Lee deveria lembrar deles, talvez o cara dos arquivos ou setor de vendas da Marvel.

A história do filme se passa em San Fransokyo, e conhecemos Hiro Hamada, um jovem gênio que aos 13 anos conclui o ensino médio, mas na falta de ter um objetivo passa seus dias lutando em robolutas clandestinas. Isso muda quando Tadashi Hamada, seu irmão, o leva até a faculdade e apresenta os diversos projetos que à por lá, assim como seus amigos: Honey Lemon, que é uma especialista em química, Fred, que é o mascote da faculdade e não entende nada de ciência, Wasabi, que é compulsivo por organização, e desenvolveu laminas de plasma. E temos a Go Go Tomago, que desenvolveu um material leve o suficiente para aumentar o ganho de velocidade, além de discos magnéticos.

Tadashi apresenta seu projeto, Baymax, um robô médico, que tem como objetivo tratar dores  ou estresse.

Decidido a entrar na faculdade, Hiro desenvolve os microbots, que são micro-robôs que podem ser manipulados conforme o pensamento do usuário devido a um controle neural.
Resumindo, Hiro é bem sucedido em sua apresentação na faculdade, mas algo acontece depois, um incêndio e Tadashi na tentativa de salvar um dos professores, acaba morrendo na explosão, mesmo com o pedido de Hiro, para que não entrasse no prédio.


A partir desse momento você é levado a um Hiro depressivo e tentando superar a perda do irmão. Acidentalmente ele desperta Baymax, que como um assistente médico, resolve ajudar Hiro, então juntos os dois embarcaram em uma aventura.


Leitor, Big Hero 6 é uma animação fantástica e mereceu receber o Oscar de melhor animação, e olha que discordo de quase tudo desse evento – Falo de você Birdman.


BayMax nos quadrinhos e na animação
Bem, Hiro Hamada, apesar de parecer maduro aos 13 anos, ainda é uma criança e lidar com a perda de seu irmão sozinho é tremenda difícil, principalmente por não entender o porque daquilo ter acontecido a ele.




Lidar com a perda de alguém que você ama é extremamente difícil, então é fácil você se identificar com o personagem, principalmente pelas alterações em sua personalidade, que com o decorrer do filme, ele passa a entender cada um dos sentimentos e como lidar com eles.




Você vai se identificar contanto que não seja a Suzane Von Richthofen, porque nesse caso, nem cem filmes com Marleys morrendo para comover.

Baymax é a peça chave para esse crescimento no personagem, assim como seus amigos, que não exitam na hora de ajudar Hiro a combater o vilão mascarado que surge. Claro, Baymax rouba a cena com todo o seu carisma e fofura. É difícil não gostar desse gorducho que parece marshmallow.
O que eu  estou tentando dizer até agora é que você precisa assistir essa magnifica animação. E não se prenda ao fato de que seus personagens são baseados em quadrinhos, pois eles estão bem distantes do que é BIG HERO 6 nos quadrinhos.
OWN!
O Big Hero 6 nos quadrinhos é extremamente diferente, principalmente sua formação que conta com o Samurai de Prata e Solaris como um de seus membros, além do Wasabi que não é americano, mas sim japonês

O Samurai de Prata é o mesmo que enfrentou o Wolverine naquele filme de merda, ainda bem que não apareceu por aqui.

Agora o que você pode fazer é  assistir a essa animação soberba e depois voltar aqui e agradecer.
De Nada!