2013 - Arquivos do Woo

Esse ano não joguei tanto, infelizmente dediquei pouco tempo aos games, mas ainda consegui zerar alguns, exceto aqueles que broxei, tipo FarCry 3

Sério, nada me decepciona mais que um final ao melhor estilo "Os Mutantes", FarCry 3 conseguiu isso, destruiu meu amor pelo game ao apresentar um final tão caído quanto as bolas do Lima Duarte deve ser. 

"VUDU É PRA JACU!

Chega de falar de coisas ruins, vamos conferir os melhores games que joguei em 2013.


Sabe, quando se dedica um tempo escavando a biblioteca de jogos de consoles clássicos, você esta sujeito a encontrar algumas pérolas. Crystal PonyTale, é uma dessas pérolas, só que é tão colorido quanto a Elke Maravilha dopada de ácido em uma noite de carnaval.

No game você controlará um pônei, o que é meio obvio se você se atentar ao titulo, mas vamos manter o foco aqui. Depois de escolher a cor do seu alazão, você irá se aventurar em um mundo colorido, tomado por morcegos demoníacos e bruxos aposentados que amam aporrinhar éguas.

Gilberto "Soren" Zaragoza é o criador da arte do Earthworm Jim
Há uma infinidade de heróis nos videogames, e lembrar de cada um deles afim de elaborar essa listas foi uma tarefa muito divertida, pois eu obviamente adoro videogames. É, isso lhes parecem bem obvio, né? OK, o lance é que decidi trazer alguns heróis muitos famosos e outros tão famosos quanto subcelebridades da internet, mas com conteúdo e profundidade.

Mas ficava na dúvida, com qual herói eu poderia começar. Quem seria tão interessante ao ponto de ser o primeiro a encabeçar essa lista. Não limitando a uma determinada plataforma, decidi escolher os que consideravam mais legais, logo só um nome vinha a mente logo de cara. 


Confira abaixo:

Todos os gamers com mais de 20 anos jogou Altered Beast ao menos uma vez na vida, se ainda não o fez, por favor, se mate!

A frase "Rise From Your Grave" esta cravada em meu subconsciente de tal forma, que ao escrever a frase, sinto como se estivesse ouvindo Zeus sussurra-la em meus ouvidos.

Claro, pode ser que eu esteja sofrendo de algum distúrbio mental!


Eu adoro conversar sobre os mais diversos assuntos com meus amigos, e isso acabou me levando a unir forças com alguns amigos e criarmos um podcast.

Claro, tenho planos de abordar outros temas futuramente e tenho alguns projetos para 2014, mas enquanto eles não saem do papel, resolvi fazer um catado das minhas participações.

Espero que se divirtam.

Obs: Para vocês efetuarem o download, basta clicar no banner.

Participantes:

Leonardo Soler - Game Genius

Participantes:

Leonardo Soler - Game Genius
Tchulanguero - Vão Jogar


Participantes:


Leonardo Soler - Game Genius
Tchulanguero - Vão Jogar


Participantes:

Leonardo Soler - Game Genius
Tchulanguero - Vão Jogar
Marvox - Marvox Brasil


Participantes:

Geovanne C. Sancini - JBox
Tony Horo - JBox

E por enquanto são esses, conformes surgirem novas participações, eu atualizarei esse post.

Lembro que o medo havia tomado conta de todo o meu ser gorduroso ao descobrir que Silent Hill ganharia sua adaptação no cinema. Ainda tentava digerir Resident Evil – Hospede Maldito, naquele tempo, e lembrar-se de Alice, fazia com que meus intestinos tentassem saltar pra fora do meu corpo.

Apesar de ser um cara extremamente medroso na hora de jogar games de terror, eu pude apreciar cada pedacinho de Silent Hill em seu lançamento no Psx, pois meu pai o jogava em meu lugar, já que provavelmente eu sujaria a sala.


Heróis como Jaspion, Changemans, Jiraya, Ultraman e Spectreman (Esses dois não tinham robôs gigantes, mas o tamanho era o mesmo), tornaram minha infância muito divertida. Cansei de ver o Japão ser invadido por monstros radioativos, alienígenas e todos os tipos de criaturas que somente os super heróis japoneses podiam combater, seja por sua tecnologia ou pelos misteriosos poderes que aparentemente são exclusividade do continente asiático.

Ah,como a vida era boa naqueles tempos, uma pena que ao longo dos anos esse tipo de entretenimento deixou a TV aberta, ficando restrito a nichos na internet. E com o advento dela descobri toda a cultura por trás das batalhas de robôs e monstros gigantes.

Na fase adulta sempre me questionei de como seria uma visão moderna daquele embate que tornava as minhas manhãs mais agitadas. As probabilidade de que isso um dia fosse as telas me pareciam bem baixas, mas eis que Guillermo Del Toro, renomado diretor, nos brinda com Pacific Rim (Circulo de Fogo PT-br). Um filme que é exatamente isso: Uma briga de robôs e monstros gigantes como nunca antes visto.

Minhas expectativas estava nas alturas, eu não podia lidar com tanta empolgação em anos, então não se espantem se ao longo desse artigo eu não me conter.

Esse meme foi criado pelo nosso amigo Breno do blog Desocupado, obrigado pelo convite amigo ^^


Hoje é dia de ganhar presente do papai e da mamãe, então hoje é permitido arrombar a porta do quarto dos seus pais e cobrar presente as 05:00, mas antes se acomode na cadeira, pois irei contar uma das minhas lembranças gamisticas.

Então prepare-se para chorar, sorrir e perceber que talvez o melhor da vida não seja só os presentes que você deseja.


Olá caros leitores, sejam bem-vindos a mais um novo post da seção " Fala Sério", esse que é aquele momento onde desabafo minhas frustrações e os momentos em que vida me fode sem ao menos me beijar.

Preparados?


Se você é do tipo que curte tênis colorido e acha que fazer bico e usar cabelo de menina é ser rockeiro?

Pra começo de conversa, faça um favor a humanidade  e se mate, sério, pode pegar aquela faca de caça do seu avô e corte a garganta o mais profundo que conseguir.

Corre lá, eu espero!

Bem, agora que eliminamos os vermes, irei apresentar a vocês uma banda que irá gritar tanto de forma abençoada em seus ouvidos, que vocês precisaram de tampões para conter o santo sangramento.

A banda se formou em 1997, após um anjo vir a terra e avisá-los que Deus queria ser louvado com guturais e guitarras abençoadas pelo Papa João Paulo II. Naqueles tempos a mulecada não deu muito atenção e seguiu adiante com seu rock satânico, o que levou a diversos atritos interno e mudanças de formação na banda.

Cansados de louvar satanás, seguiram o bendito conselho e não demorou até alcançar o sucesso.

Depois de 3 álbuns repleto de peso, gritos e sangramento auricular, os membros decidiram que deveria amenizar um pouco, berrar com mais calma, assim o vocalista não desmaiaria a cada faixa cantada, então em 2008 nasceu o álbum "The Anti-Mother".



Brutal e com melodias que ficam gravadas em seu crânio como se tivessem sido cravadas por uma picareta. Esse álbum possui 10 faixas que iram abençoar o ambiente em que ele for reproduzido e afastar funkeiros a serviço de satanás.

The Anti-Mother contou também com a participação do irmão Chino Moreno cantando e auxiliando em algumas faixas, também conhecido como vocalista de uma banda pouco conhecida, Deftones



Particularmente eu não sou um grande fã do Deftones e não admiro tanto o seu trabalho, mas ficou muito boa as faixas no qual Chino dá aquela força.

Anti-Mother é um álbum ótimo e com uma ótima produção  e bem melódico, comparado aos anteriores - A banda mesmo afirma que é um dos seus álbuns mais melódicos. E mesmo investindo em algo diferente os caras conseguiram acertar e criaram um álbum marcante e com todas as características da banda, soando original.



Eu recomendo a todos aqueles que não conhecem a banda, dedicar algum tempo ouvindo esse álbum, sem deixar de ouvir os anteriores é claro.

Esse é o meu top 5 do álbum;


1 - Death of the Anti Mother
2 - Surrender Your Sons...
3 - Discipline Your Daughters
4 - Robots: 3, Humans: 0
5 - And There Will Be a Swarm of Hornets

O único ponto negativo é que o álbum possui poucas faixas e quando você se der conta já acabo. Algo muito comum quando o álbum é foda!

A 10 faixa possui 09:27 o que achei desnecessária já que poderia ter sido incluso algum bônus ou qualquer outra coisa.

Agora fiquem com o videoclipe de uma das musicas fodas...ops, abençoada!


Olá caros leitores, preparem seus celulares, pois hoje irei apresentar um joguinho viciante para curtir na fila do banco, do pãozinho, do supermercado, do banheiro, na fila da balada, em qualquer tipo de fila existente, então prepare-se para caçar.


Depois de uma longa espera, finalmente pude  assistir ao novo filme da franquia e acreditem, valeu a espera.

O filme tem inicio a partir da entrega de um misterioso pacote na casa de Nica (Fiona Dourif), uma garota paraplégica que vive com sua mãe em uma mansão no meio do nada e distante de qualquer civilização.

O pacote em questão é o Chucky, ta na cara, certo?

Bem, ainda na mesma noite a mãe de Nica sofre um “acidente” e morre devido aos ferimentos.  Nica passa a desconfiar do boneco, pois ele simplesmente desaparece do nada, principalmente após o primeiro contato com  Alice, sobrinha de Nica.


Curse of Chucky tem toda a essência dos três primeiros filmes e não decepciona de forma alguma. 

Diferente dos anteriores, Chucky não utiliza de ataques diretos ou mortes exageradas (exceto a do machado, mas isso é o final do filme, então não vale), aqui ele usa o elemento surpresa muito mais do que nos anteriores, já que poderia levar a pior em um ataque direto devido ao seu tamanho.

O filme também apresenta eventos do passado de Charles Lee Ray, algo que simplesmente explodiu minha cabeça, ele faz com que você enxergue as motivações dos crimes do Chucky de outra forma.

Pela primeira vez você vê que ele realmente pensa antes de cometer qualquer crime, há momentos em que ele simplesmente poderia estripar qualquer um e pular corda com os intestinos, mas não, ele simplesmente deixa passar, na espera de uma brecha.


Eu recomendo vivamente, e se você gosta da franquia, principalmente dos primeiros, então com certeza você vai desejar esse filme em sua coleção.
Brothers: A Tale of Two Sons | Uma jornada para fazer pensar

Brothers: A Tale of Two Sons é o tipo de jogo que normalmente eu ignoraria, mas que acabei cedendo após um amigo muito próximo falar maravilhas sobre a trama. Só que eu não tenho Xbox360, e como ele estava empolgado para que eu pudesse jogar o titulo, acabou trazendo o videogame aqui em casa.

Obrigado, Erivelton!

Conforme combinado, ele trouxe o videogame e zeramos o jogo em uma tarde.  Olha, eu não esperava que o jogo pudesse ser tão bom, foi uma porrada emocional tão grande que levei um tempinho para digerir tudo aquilo. 

Bem, agora cá estou escrevendo a respeito, me acompanhem!

Você pobre mortal trajando a camiseta da Avril Lavigne, rasgue essa camisa vergonhosa e se prepare para ganhar algum cabelo nesse peito pálido e sem vida. Hoje irei apresentar a você uma banda de peso e com um gutural tão grosso quanto às coxas do Jô Soares.

Estou falando de Amon Amarth, uma banda de som tão brutal que faria Ivete Sangalo falar fino pelo resto da vida dela.

Falo Sério!

Amon Amarth é uma banda de death metal melódico com letras focadas na cultura escandinava, o que acabou lhes rendendo o rotulo de viking metal.  

Um titulo que somente verdadeiros filhos de Odin pode receber.

Tão feio quanto verdadeiros Vikings
Antes de conhecê-los, eu era apenas um cara franzino, que facilmente poderia apanhar de uma idosa maneta e com catarata, mas depois de ouvir o álbum “Twilight of the God of Thunder”, ao fim da ultima faixa eu já havia ganhado barba, peso e cabelo suficiente para resistir um final de semana nu na Finlândia.

Esse poder todo vem de faixas como a maravilhosa "Live For The Kill" onde você é pego pelas bolas na companhia da banda Apocalyptica e lançado em uma floresta escura, sozinho e com um lobo a sua espreita. Não podemos deixar de lado a grudenta "Guardians of Asgaard" que conta com a participação gritador Lars Göran Petrov da banda Entombed.

A primeira faixa "Twilight Of The Thunder God" é uma porrada na cabeça e provavelmente você terá os ossos do pescoço totalmente deformado com tamanha brutalidade que você irá banguear - experiencia própria.
Expressão de alegria headbanger
O álbum contém dez abençoadas faixas de puro metal nórdico, algo que provavelmente irá espantar aquele seu vizinho chato no sábado de manhã, então não se esqueça de virar as caixas de som para a casa dele e se vingar como um verdadeiro NÓRDICO

Caso perguntem o porque de sua ação, levante sua cabeça como se estivesse olhando diretamente para os olhos de Odin, coce a barba em seu queixo e BERRE, pois verdadeiros nórdicos não falam, eles berram, isso demonstra força e fará com que respeitem você por isso.

Qualquer coisa tu corre, não pensa muito não, haverá outras batalhas!

Bem, você agora foi iniciado no caminho nórdico e deve seguir sozinho, mas antes não deixe de adquirir a discografia, ela será útil em sua jornada. 

Saiba que um dia nos encontraremos novamente, mas será nos salões de Vallhala e quando esse dia chegar, apreciaremos uma boa taça de hidromel e lutaremos nos campos lado-a-lado, como verdadeiros filhos de Odin, mas até lá você vai me visitando aqui no blog mesmo.


O meu top 5 desse álbum!

- 01 Twilight Of The Thunder God
- 02 Guardians Of Asgaard
- 03 Varyags Of Miklagaard
- 04 Tattered Banners And Bloody Flags
- 05 Live for the Kill


Quando adolescente, sempre tive o costume de cantarolar essas musiquinhas pop da moda, mas acrescentando um bom gutural, pois sempre senti falta de algo nelas. Eu me sentia o gênio da musica por fazer algo que até então ninguém tivesse pensado.

Não me julgue, pois naquela época eu não tinha internet e me divertia dessa forma. Era apenas um adolescente imaginando como seriam essa versões agressivas e brutais das musicas pop mela-cueca.

Bons tempos aqueles!

Depois de um bom tempo sem me aventurar em games que me levam as lagrimas, resolvi retornar com mais essa lista dos games mais frustrantes.

Queria esclarecer a todos que os games listados aqui não são ruins, apenas difíceis ou possuem alguma fase ou uma particularidade que tenha me frustrado. O conteúdo é baseado em minha experiência pessoal e obviamente pode haver pessoas que nem tenham sofrido tanto com alguns dos games listados abaixo.

E se você não leu a primeira parte, basta clicar aqui - Boa leitura a todos!


Eu adoro o Super Nintendo, um dos consoles mais legais que já tive e apesar de não ter sido o meu primeiro console, foi o videogame que tive por mais tempo e isso me rendeu a milhares de jogatinas ao lado do meu velho e irmão, vale ressaltar que até minha mãe jogava conosco (Ela adora Fighting Games).

Pensando nesse carinho que tenho por esse grande console da Nintendo, cheguei à conclusão de que ainda existem diversos motivos para se ter um Super Nes, então, enquanto junta grana para comprar o seu XboxOne ou PS4, o que acha de reviver os bons tempos da Nintendo?

Quer alguns bons motivos?

Resident Evil foi um dos primeiros títulos do PlayStation que conheci e foi o motivo do meu contato com a SONY no mundo dos games. Quando noticiada a produção de um filme sobre o jogo, na hora eu fiquei louco. Recordo de começar a acompanhar tudo o que podia sobre a produção até o dia do seu lançamento. 

A sua estréia foi bem sucedida financeiramente, por outro lado o conteúdo apresentado na película dividiu os fãs. Naquele momento nasceu milhares de novos fãs do filme pelo globo e do outro, milhares de fãs dos jogos cortavam os pulsos e pediam o seu dinheiro de volta ao sair do cinema. Mas eu eu ainda havia assistido, continuava confiante. Oras, um enredo simples como o do jogo não deveria algo difícil de se trabalhar. Tínhamos filmes de zumbis que se assemelhavam ao RE, logo fazer um filme de RE não seria difícil. 

Era o que eu pensava naqueles tempos. Maldito seja PAUL W.S ANDERSON e seu toque de bosta. 

Depois de assistir ao ultimo filme de Resident Alice, fiquei pensando em como a CAPCOM foi filha-da-puta ao permitir que alguém estuprasse diversos personagens e um enredo digno de fazer com que The Walking Dead se assemelhe a uma senhora em plena manhã de domingo alimentando patinhos.

Só para provar que é ruim,  resolvi rever todos os filmes da franquia e compartilhar minhas impressões com todos vocês, espero que gostem porque a vontade de arrancar os olhos ou esfregar a cara em um muro de chapiscado foi grande.


Olá meus caros leitores , sentiram saudades? Depois de um tempinho sem postar, retorno com uma nova dica de games e o escolhido foi o Trog, um jogo bacana do que foi lançado para os Arcades, mas ganhou sua versão NES, que é a qual eu joguei. Quase uma fusão de Pac-Man e Bomberman, combinação bem interessante e divertida pra cacete.


Todos conhecem Final Fantasy VII seja por causa daquele seu amigo que não deixa você esquecer o quanto é foda ou qualquer outra mídia. Eu nunca joguei mais do que 10 minutos desse game e não sinto muita vontade, talvez seja falta de coragem em me aventurar por mais de 100 horas de jogatina, coisa que passei ao jogar Dragon Quest VIII e que posso dizer com toda a propriedade do mundo – JOGAÇO


Depois de 8 anos sem matar ninguém (exceto em Mercenários 2), o Mr. Olímpia volta a ativa e acreditem, a idade não parece ser um obstaculo para essa maquina de matar austríaca. Claro, ele não possui a agilidade que tinha 20 anos atrás, mas convenhamos, ele nunca precisou correr pra isso.

Aqui temos um Arnold mais velho, cansado e  ainda com a expressão de uma geladeira velha, capaz de causar medo aos mais sensíveis.

O enredo do filme é simples, o chefe de um dos cartéis mais cruéis de todos os tempos, será levado ao corredor da morte, mas como todo bom chefe de cartel, tinha um plano de fuga e durante o transporte, seus amiguinhos resolvem ajuda-lo a fugir, pois ver aquele que paga o seu salario ser executado não é interessante pra ninguém.


Milhares de agentes mortos depois ele consegue fugir em carro esportivo modificado, como esse;

Lindo né?
Em posse desse super-carro, tem inicio uma perseguição acirrada que termina com, mais agentes sendo mortos pelo Mach 5. Enquanto isso, em uma cidadezinha no meio do nada, próximo a fronteira do México e  com um nível de violência tão baixo, que as únicas ocorrências registradas são as bebedeiras do Rodrigo Santoro.

É nessa cidade calma que o xerife Ray (Arnoldão) reside e descobre que os capangas do chefão do crime estão construindo uma ponte para facilitar a ultrapassagem do Boss ao México. Com um senso de justiça grande o suficiente para motivar todo o contingente de policial do Brasil.  Ray, une seus policiais (apenas 3) e se preparam para não deixar que o chefão brinque em seu quintal.


Cenas de ações radicais com o Mach 5, tiroteio e muitas balas perdidas, bandidos caindo como moscas e habitantes que parecem não se importar com a guerra acontecendo do lado de fora de suas residencias.

O filme é do cacete meus caros, um filme de ação sem muita lógica e com exageros, tipico dos filmes de ação do passado. O mais legal de tudo é que, em nenhum momento você verá Arnold chutando bundas como 20 anos atrás, pois ele esta velho e isso é bem aproveitado no filme, pois você percebe na lutas corporais, que são limitadas a lançar o oponente no chão com força, muita força.


Há momentos engraçados e todos eles acontecem por culpa de Johnny Knoxville e Luiz Gusmán (Adoro esse cara), que são a veia cômica do filme. Temos um garota bonitinha também, só para aliviar um pouco a festa da salsicha que é o filme.

Não posso deixar de falar de um dos grandes vilões de todos os tempos de Hollywood, Peter Stormare, pois se existe um personagem filho-da-puta e sem coração, tenha certeza que Peter será convidado e interpretará magnificamente.

Eu sempre me perguntei, quando haveria um novo filme só do Arnold e após assistir "The Last Stand", pude confirmar que sempre será foda!


Recomodadíssimo aos amantes de um bom filme de ação!


Como puderam conferir sou péssimo para lidar com agendas, mas nem por isso deixarei de postar algumas dicas de games. E para retomar as atividades aqui na base do soco e pontapé, resolvi trazer a vocês um grande clássico da Super Nintendo, e que por sinal me divertiu no passado e ainda continua me divertindo muito nos dias de hoje, então espero que gostem.


Quando Resident Evil nasceu, ele nos mostrou os horrores de uma ameaça biológica ao nos confinar em uma mansão cheias das mais diversas criaturas monstruosas. Uma pena que com o passar dos anos deixamos de nos chocar com essa formula, superamos esse medo e até mesmo passamos a rir deles.

Foi então que Dead Space surgiu para revitalizar o gênero survival horror, mas de uma maneira muito mais agressiva do que esperávamos. Com uma violência gráfica de colocar sorriso na cara de qualquer amante de gore, e dar sustos pontuais sem apelação alguma. O jogo nos mostrou que é melhor deixarmos os mistérios do espaço em paz, isso se não quisermos acordar algo além da nossa compreensão.

Me acompanhem a bordo dessa viagem sem volta á USG Ishimura.
Quem disse que é preciso que joguem sangue e vísceras na cara do telespectador para causar impacto?

O diretor alemão Michael Haneke conseguiu expressar isso com seu filme FUNNY GAMES de 1997 que acabou por receber um remake dirigido pelo próprio Michael no ano de 2008 e será essa versão abordada. 

O enredo do filme é simples, começa com uma família feliz em férias que ao chegar em sua casa beira ao lago topa com dois jovens rapazes educados que ao fim do dia demonstram ser dois psicopatas dispostos a brincar com a sanidade da família.


O filme nos leva ao uma noite regada de torturas psicológicas e questionamentos que fará os telespectadores repensarem alguns pontos de sua vida, como a de colocar esconder diversos celulares carregados e tornar o seu quintal um lar para pitbull´s abandonados.

Vocês entenderam essa piada só depois de assistir ao filme, acredite!

Não recomendo o filme a  pessoas facilmente impressionáveis, mesmo  não sendo um filme com tripas e mulheres vomitando uma nas outras (ECA), você irá se sentir incomodado com as diversas cenas. 

Acho que a morte não é nada perto de certas humilhações e nesse filme elas transbordam.



Esse foi a dica de filme da semana então em breve vocês poderão conferir uma nova dica, aguardem.

Assistiu ao filme? Gostou? Não? Deixe seu comentário e debateremos sobre ele nos comentários.

Olá caros leitores, sejam bem-vindos novamente ao Mega Tensei World! Hoje veremos um pouco da história por trás do 57º demônio da Goétia.

Não conhece Goétia? Não tem ideia do que estou falando?

Goétia é uma arte de invocação e evocação de anjos e demônios, que por sinal é de onde todo o mundo de Shin Megami Tensei é baseado na minha opinião. Mas isso é só a ponta do iceberg, pois suas raízes são bem profundas, ela se inicia na tradição judaico-cristã em que o rei de Israel, Salomão fora agraciado pelos anjos com um sistema que lhe dava o poder de controlar os principais demônios da terra. Incrível não?

Salomão em posse desse sistema, evocou e aprisionou 72 demônios em vasos de bronzes selados com símbolos mágicos, assim ele poderia obriga-los a submeterem a seus desejos.

Como podem ter visto, na  Goétia existe uma lista com 72 espíritos e Ose é o 57º famoso por ser um dos grandes presidentes do inferno e ter sob seu comando três legiões de demônios (O numero de legiões sob seu comando é incerto, alguns autores citam até 30 legiões). Ose ainda é mestre das ciências liberais e conhece todos os segredos divinos. Seus invocadores costumam retrata-lo como um leopardo, mas que após um tempo toma a forma humana.

Em Shin Megami Tensei ele é mais bunitinho
Um fato curioso é que segundo a vontade do invocador, Ose pode mudar a estrutura física do seu inimigo ou somente leva-los a loucura, depende do bom humor do invocador. Acredito que se você leitor esta lendo essas linhas, provavelmente já deve estar pensando “Diabos, eu posso controlar demônios de verdades, como faço?”.

Sou tão curioso quanto você caro leitor e a possibilidade de ter demônio e anjos ao meu dispor é extremamente tentador, mas os adeptos da Goétia levam a prática muito a sério e não recomendam aos curiosos,  se aventurarem sem o conhecimento ou preparação necessária.

Talvez não seja tão legal como no mundo dos games, mas deixo um recado para alguns interessados, pensem bem antes de mexer com o desconhecido. Agora se você gostou e quer se arriscar, deixe seu comentário contando como foi o seu primeiro contato com Ose ou qualquer outro demônio, anjo da sua escolha e não venha dizer que não alertei.

Por hoje é só caro leitores, aguardem para o próximo post um persona bem conhecido no mundo real!

Olá caros leitores, sejam-vindos de volta a mais um Mega Tensei World! Hoje o tinhoso da vez é o baixinho MOKOI!



Olá a todos! Sei que faz um tempo que parei com as postagens mas acreditem que foram vários os motivos que me impediram. Vou aproveitar esse clima de retrospectiva e descrever um pouco do ano de 2012 em minha vida.

Começo apresentando o meu rechonchudo rosto pra aqueles que não o conhecem (Acreditem, não perderam muito hahaha).