01/01/17 - Arquivos do Woo

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I Have No Mouth, and I Must Scream | Um conto de Horror Sci-fi de qualidade

Os livros são maravilhosos, possuem o poder de nos transportar para um mundo diferente, surreal, nos possibilita vivenciarmos aventuras ...

29 de janeiro de 2017

Impressões das 3 Horas Free de Watch Dogs 2


O primeiro Watch Dogs vendeu o suficiente para irritar muitos gamers e garantir uma continuação. Obviamente que uma sequencia nos deixaria apreensivo, visto que o primeiro não entregou tanta inovação quanto esperávamos, exceto que podíamos hackear quase tudo.  

Particularmente achei o jogo chato e a história insossa, mas hackear era legal pra diabos. Posso dizer que era a única coisa no jogo que realmente prendia atenção, assim o salvando-o do limbo dos jogos de mundo aberto.

Well, agora que coloquei isso para fora, vamos falar do Watch Dogs 2.

18 de janeiro de 2017

Assassin's Creed | Mantendo as tradições das adaptações


Eu não sou um grande fã de Assassin's Creed pelo simples fato de que não tive acesso aos jogos quando a franquia teve inicio e nas poucas vezes que pude experimentar os jogos mais recentes, eu não gostei. 

Há algum problema em um cara que não é fã dos games assistir ao filme no qual ele se baseia? Não! Pelo menos é a resposta que costumo receber do público dos filmes de Resident Evil.

14 de janeiro de 2017

Tales of Berseria | Impressões da Demo


Fazia muito tempo que não colocava as mãos em um jogo da franquia Tales Of, porém, com o lançamento do Tales of Berseria tão próximo e a liberação de uma nova demo, acabei não resistindo e o peguei para jogar.

A demo foi liberada no dia 10 para PlayStation 4 e PC, oferecendo duas modalidades de jogo. Uma é o modo cenário, onde você precisa alcançar um objetivo, possivelmente ligado ao modo história e com um mapa maior a ser explorado, enquanto o outro modo podemos dizer que é um boss battle, onde há inúmeros inimigos para combater e com dois bosses para se enfrentar - O último boss é dureza.

7 de janeiro de 2017

Retrospectiva | 2016


Se 2016 fosse uma pessoa, certamente seria um lutador profissional cheio de esteroides, e nós acidentalmente devemos ter pisado em seu calo acidentalmente, pois ele não parou de bater em ninguém durante todo o ano.

Perdemos atores, músicos, sofremos com a crise econômica, vivenciamos um impeachment, tivemos escolas invadidas por uma esquerda burra, sofremos uma tragédia no futebol brasileiro e tivemos que aguentar idiotas balbuciando a todo momento sobre golpe.

Cara, que ano foi esse. Poderemos contar a nossos filhos que sobreviver 2016 foi uma luta e tanto. Claro, obviamente que as pessoas morrem, isso acontecer com uma frequência maior em um determinado ano não significa nada, mas vamos ficar com a versão pop do ano.