O primeiro Watch Dogs vendeu o suficiente para irritar muitos gamers e garantir uma continuação. Obviamente que uma sequencia nos deixaria apreensivo, visto que o primeiro não entregou tanta inovação quanto esperávamos, exceto que podíamos hackear quase tudo.  

Particularmente achei o jogo chato e a história insossa, mas hackear era legal pra diabos. Posso dizer que era a única coisa no jogo que realmente prendia atenção, assim o salvando-o do limbo dos jogos de mundo aberto.

Well, agora que coloquei isso para fora, vamos falar do Watch Dogs 2.


Eu não sou um grande fã de Assassin's Creed pelo simples fato de que não tive acesso aos jogos quando a franquia teve inicio e nas poucas vezes que pude experimentar os jogos mais recentes, eu não gostei. 

Há algum problema em um cara que não é fã dos games assistir ao filme no qual ele se baseia? Não! Pelo menos é a resposta que costumo receber do público dos filmes de Resident Evil.

Fazia muito tempo que não colocava as mãos em um jogo da franquia Tales Of, porém, com o lançamento do Tales of Berseria tão próximo e a liberação de uma nova demo, acabei não resistindo e o peguei para jogar.

A demo foi liberada no dia 10 para PlayStation 4 e PC, oferecendo duas modalidades de jogo. Uma é o modo cenário, onde você precisa alcançar um objetivo, possivelmente ligado ao modo história e com um mapa maior a ser explorado, enquanto o outro modo podemos dizer que é um boss battle, onde há inúmeros inimigos para combater e com dois bosses para se enfrentar - O último boss é dureza.

Se 2016 fosse uma pessoa, certamente seria um lutador profissional cheio de esteroides, e nós acidentalmente devemos ter pisado em seu calo acidentalmente, pois ele não parou de bater em ninguém durante todo o ano.

Perdemos atores, músicos, sofremos com a crise econômica, vivenciamos um impeachment, tivemos escolas invadidas por uma esquerda burra, sofremos uma tragédia no futebol brasileiro e tivemos que aguentar idiotas balbuciando a todo momento sobre golpe.

Cara, que ano foi esse. Poderemos contar a nossos filhos que sobreviver 2016 foi uma luta e tanto. Claro, obviamente que as pessoas morrem, isso acontecer com uma frequência maior em um determinado ano não significa nada, mas vamos ficar com a versão pop do ano.