30 de março de 2016

JOGATINAS SAUDÁVEIS | TESTANDO DARK FLAME



Faaaala meus amigos que curtem uma jogatina saudável, tranquilos? Meu nome é Rodrigo, mas sou conhecido como Vigia e faço vídeos de jogos no youtube, onde tenho um pequeno canal mas que é feito com muita empolgação.

A convite do Woo terei a honra de postar para vocês vídeos sobre jogos e procurarei sempre trazer algo novo ou interessante.

Para começar, escolhi testar o jogo Dark Flame, que me chamou a atenção por sua ambientação sombria e sua arte pixelada. O jogo ainda está em fase pré-alpha, mas já notamos a grande dificuldade que ele impõe.

Com uma clássica pegada que segue os jogos de exploração livre, como Super Metroid e Castlevania Symphony of the Night, vamos obtendo habilidades que nos fazem alcançar áreas antes não alcançáveis, além do elemento "Souls" do jogo, onde não só temos um nível de dificuldade bem elevado, como também temos barra de estamina que deixa o ritmo do jogo controlado, fazendo com que, para obter sucesso o jogador tenha que pensar antes de sair apertando os botões do controle freneticamente.

Enfim, eu espero que vocês curtam essa experiência inicial minha aqui no Arquivos do Woo.

Valeu Woo, farei o meu melhor!

Quem tiver interesse, pode visitar o meu canal para dar uma conferida no conteúdo:





Vou ficando por aqui, até a próxima!!!

27 de março de 2016

THE MEAT GRINDER | COMENDO PARA SOBREVIVER OU QUASE ISSO


The Meat Grinder nos conta a história da pobre vendedora de fidéus, Bodd, que foi deixada a miséria por seu marido, um viciado em jogos que resolveu fugir com a babá. Sem qualquer dinheiro e com uma filha pequena para criar, Bodd se vê forçada a encarar um mundo de violência para sobreviver e manter sua filha bem alimentada.

Todos nós sabemos que mães em situações extremas são capazes de fazerem qualquer coisa para proteger suas crias, então não surpreende ver Bodd moendo carne, logo após a descoberta de um cadáver dentro do seu carrinho de fidéus.

Que? Ela tem criança pequena, oras!

A partir daqui somos levados por meio de flashbacks ao passado de Bodd, onde podemos conhecemos um pouco melhor a história por trás dessa mulher e suas motivações para tornar desafetos em comida.



Bodd inicialmente é introvertida, mas a medida que obstáculos são derrubados, ela se torna uma mulher confiante. Passa de saco de pancadas a dona do próprio destino e decide esmagar a todos que possam atrapalhar sua felicidade com suas próprias mãos.

Se você é amante de um bom terror  e de preferencia com uma magnífica história, certamente The Meat Grinder é o seu filme. Com um final surpreendente e revelações que os deixaram boquiaberto. 

Ah! Mas tem muito sangue? 

O filme é brutal, tem muito gore e violência visual, como podem ter notado nas imagens do texto. rola sangue do começo ao fim do filme e em altas doses, até porquê é impossível esquartejar alguém sem deixar uma gota escorrer.

É estranho assistir um filme onde você compreende o real motivo pelo qual ele comete assassinatos, alias, no final do filme eles mostram que pessoas como Bodd, não são tão difíceis de encontrar, uma vez que grande parte das motivações de um serial killer é ligado a traumas passados ou lesões no crânio.



Fiquei tão empolgado que não contei a vocês que o filme é uma produção Tailandesa, o que só prova que o cinema americano esta precisando muito parar com os remakes e aprender com o diretor Thiwa Meyathaisong, apesar de poucos filmes no currículo, é muito promissora e competente.

É certo que muitas se incomodarão com  o grau de violência e o canibalismo, mas peço que se arrisquem, pois a história é ótimo e a atriz mata a pau durante todo o filme.

Recomendo vivamente esse filme!

16 de março de 2016

ANÁLISE | RISE OF THE TOMB RAIDER - LARA CROFT VOLTOU E FOI PRA FICAR [XBOX 360]


Depois de duas semanas dedicado as jogatinas de Rise of the Tomb Raider, finalmente eu o terminei.

Rise of the Tomb Raider sem dúvida é um excelente jogo, mas que poderia ser muito mais se não pecasse por tentar agradar essa nova geração de gamers. E não se ofenda caro leitor, pois mudanças são necessárias e por se tratar de um reboot de um jogo antigo, essa adaptação é necessária para uma sobrevida da franquia


10 de março de 2016

1º IMPRESSÕES | NETFLIX SÉRIE: LOVE


Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar.

Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui!

A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das minhas comédias favoritas: Virgem de 40 anos), Paul Rust (Arrest Development) e Lesley Afrin (Brooklyn Nine-Nine), nomes comumente ligados a séries e comédias.

Gus (Paul Rust, escreve e interpreta o personagem principal, safadinho) e Mickey (Gillian Jacobs) são aqueles personagens estereotipados que encontramos no dia-a-dia. Um é o tipico nerd romântico e que sempre é sacaneado por tudo e todos, enquanto a outra é a mulher que diz o que pensa e faz o que bem quiser sem se importar com ninguém e muitas vezes sem pudor. 

Personagens como esse são bem comuns nos filmes do Apatow, caso você não conheça nenhum, mas se você conhece, certamente ficará com aquela sensação de que a série acontece no universo criado por seus filmes. Como se estivesse acontecendo no bairro vizinho de Andy Stitzer.


Gus trabalha como tutor em estúdio, onde dá aulas a uma atriz mirim nos intervalos de uma série sobre Bruxas em que ela atua. Quer dizer, ele tenta dar aulas a uma criança que ganha no mês o que ele ganha em um ano e tenta não se sentir mal por ninguém dar a miníma a ele.

Depois de terminar seu relacionamento, começa a rever as decisões que tomou durante toda a sua vida e decide mudar. Quem nunca tomou aquela famosa decisão depois de um dia frustrante: Ninguém mais vai me zuar, a partir de hoje eu vou ser outra pessoa!

Esse ponto é muito interessante, pois a medida que a história segue, Gus toma decisões ousadas na tentativa de conhecer novas pessoas e fugir da impressão de certinho que todos tem dele.

Apesar dos esterótipos, fica difícil não se identificar com Gus, pelo menos eu passei por muitas senão milhares de situações semelhantes a que o personagem passa durante toda a temporada.


Mickey tralha em uma estação de rádio como produtora e tem sérios problemas com bebidas, cleptomania e drogas, porém, ao longo da temporada você começa a compreender melhor o porque de suas atitudes auto-destrutivas e comportamento egoísta.

No início do episódio ele rompe com seu namorado, um careca que a deixa no meio da transa para comprar calças com a mãe. A personagem é desbocada e não liga nem um pouco para as regras, o que a torna a pessoa mais improvável do mundo a ficar com Gus, que no caso é certinho pra cacete.

Sorry, Gus!

Depois do término, Mickey arruma uma companheira para dividir o aluguel, pois segundo ela: Só não quero morar sozinha. Mas arrasta a garota para todo o tipo de presepada.


LOVE sem dúvida faz jus ao seu título, pois mostra que o amor as vezes surge de lugares improváveis e de diferente formas e com pessoas totalmente opostas em um grau bem estranho.

Nessa primeira temporada os personagens estão deixando sua zona de conforto e se arriscando, aprendendo um com o outro as diferentes maneiras de enxergar a vida. Certamente isso nos leva a diversos momentos engraçados e o melhor de tudo é que sem forçar a barra, mas uma coisa é certa, a série não é para crianças devido ao alto número de palavrões e cenas de sexo (não explicito).

Eu não costumo gostar de comédias românticas por serem bem fantasiosas, mas LOVE cria situações que não criveis do dia-a-dia. Pra ter uma ideia, quando comecei a assistir eu pensei em ver apenas o piloto, mas quando me dei conta eu já estava no quinto episódio.

Caso não goste de comédias românticas, arrisque-se assim mesmo, a probabilidade de você gostar são grandes.


Eu conclui a primeira temporada e já estou ansioso para ver o que vai acontecer com Mickey e Gus. Uma pena que agora precisarei aguardar até 2017 para ver as surpresas que esse casal vai nos oferecer.

5 de março de 2016

BEASTS OF NO NATION | A SAGA DE UMA CRIANÇA QUE SE TORNA SOLDADO


Finalmente eu arrumei um tempo para assistir essa produção original do Netflix com calma. Ultimamente eu tenho assistido a tantas coisas que anda difícil eu me decidir sobre o que escrever primeiro. Minha pretensão era escrever sobre a série "LOVE", que estreou recentemente na grade do Netflix, mas após assistir "Beast of no Nation" resolvi que esse filme merece mais atenção.

Primeiramente vamos ao fato de que Beasts of no Nation é baseado no livro homônimo escrito pelo nigeriano Uzodinma Iweala, que teve como inspiração para escrever o livro a guerra civil de Serra Leoa e seu contato com ex-crianças soldados de Uganda. - Crianças soldados são "comum" nas guerras civis pelo fato de que não há fiscalização ou controles, logo é comum vê-los entre soldados adultos. 

O filme parte dessa premissa, eles nos apresentam Agu (Abraham Attah)e sua família, que estão vivendo em uma cidade protegida pelo exercito nigeriano. Com comida escassa e todas aquelas merdas que só a guerra tem a oferecer. Mas ainda assim Agu tenta levar uma vida normal ao lado de sua família, até que, o exercito resolve mudar os planos e deixar a cidade e os cidadãos a sua própria sorte. Claro, eles pedem para que o povo evacue para outra cidade, mas por sorte ou não, seu pai consegue enviar apenas a mãe de Agu e sua irmãzinha, ficando o pai, seu irmão mais velho e o pobre Agu a espera de um futuro incerto.

A guerra não tarda a chegar até a cidade e em questão de horas Agu e seus familiares são capturados e posto em fila para serem executados. Durante uma distração causada por seu pai, Agu e seu irmão fogem, mas não antes de assistirem a execução de seu pai e a morte do seu irmão durante a fuga. Sozinho chega a mata e tenta sobreviver até que é atacado pelo exercito do "Comandante" (Idris Elba).

Comandante (esse é o "nome" dele) conversando com Agu
Como podem ter percebido eu tenho o habito de contar um pouco do início do filme, porém, fiquem calmos que isso não vai atrapalhar em nada o desenrolar, isso é bem por cima do que realmente acontece no filme.

Voltemos!

Beasts of no Nations certamente fez jus ao seu sucesso e as excelentes criticas quanto a atuação de Idris Elba e Abraham Attah, que são incríveis durante todo o filme - Houve momentos em que eu só queria socar a cara do Comandante com o controle da TV.

Eu me senti mal com todo o sofrimento no qual o personagem precisou passar, mas entendo que isso foi necessário para expor ao mundo a maneira como as crianças são transformada em soldados. Perder sua família e passar por tanto trauma realmente mexe com a cabeça de qualquer adulto, então imagine uma criança que perde tudo antes mesmo de conhecer o lado bom da vida - Falo de videogames, seus pervertidos.

Agu é jogado no meio de tudo que há de cruel e passa a enxergar tudo como algo muito comum. É assustador como reagem quando são afastados de toda a lama, violência e drogas. Não mais se veem como outros garotos e até sentem saudades do mundo brutal em que viviam, em alguns casos eles até voltam.


Guerra é terrível e certamente não deveria acontecer nunca, acredito que tudo deveria ser resolvido em partidas de CS GO ou League of Legends - E olha que nem gosto de LoL.

Beasts of no Nation é um excelente drama e que provavelmente vai tirar algumas lagrimas do telespectador mais sensível, mas insisto que se esforce e veja até o final e surpreenda-se com esse magnifica produção do Netflix.

O filme ganhou um globo de ouro e muitas notas positivas em sites especializados como o IMBD, onde recebeu a nota 7,8. 

Agora que você conhece um pouco sobre esse filme sensacional, só resta assistir e tirar suas próprias conclusões, depois volte aqui e me diga o que achou.

4 de março de 2016

GANGSTA | BEM-VINDO A ERGASTULUM


Durante minha ida ao cinema pra conferir Deapool, decidi passar em uma banca de revistas. Foi quando eu vi o primeiro volume do mangá GANGSTA. Não conhecia nada a respeito, mas ainda assim decidi me arriscar e comprá-lo as escuras. 

Agora que li e to feliz com a compra, cá estou a trazer para vocês um pouco sobre esse mundo violento em que dois mercenários vivem.

GANGSTA conta a história de Nicolas Brown e Worick Arcangelo, dois mercenários "faz-tudo" na cidade de Ergostulum. Um local que é tomado pela corrupção e violência em cada esquina - Poderíamos chamá-lo de Brasil, mas provavelmente traria problemas a autora. 


No final das contas essa realidade brutal em que os protagonistas vivem acaba sendo muito bom no ponto de vista comercial, pois Nico e Worick prestam serviços tanto para a mafia quanto a policia local, o que descarta a ideia de que eles são os mocinhos. Por exemplo: No inicio do mangá eles estão espancando um marginal que andava hostilizando a pensão de uma idosa, mas só o estão fazendo porquê ela pagou pelo serviço.


A principio é essa a impressão que você tem dos protagonistas, mas após  aceitarem uma nova missão, na qual o alvo é um cafetão que vem expandindo seus negócios em áreas consideradas proibida. O objetivo da missão é a execução de todas as pessoas ligadas a gangue, mas parece que a prostituta, Alex, chamou a atenção de Worick, então é poupada e acaba por se tornar uma protegida da dupla.

Após essa introdução recheada de ação, sexo e um gore bem de leve, você é levado a intimidade dos "Faz-Tudo";

Worick quando não está prestando serviço como mercenário, ele presta serviços sexuais a mulheres infelizes ou carentes. Segundo o mesmo, o trabalho de gigolô é o seu verdadeiro trabalho e sua clientela é fiel, constituída de mulheres belas, mulheres feias feito o diabo chupando manga e até mesmo travestis tão belo ou mais que mulheres. O personagem é bem descontraído até mesmo em momentos de ação, mas parece esse lado extrovertido é para esconder algo sombrio.

Essa imagem não é do primeiro volume, mas ilustra o grau de violência do mangá
Nicolas é surdo feito uma porta e se comunica por linguagem de sinais - É a primeira vez que conheço um personagem surdo, então vê-lo se comunicando sempre com gestos realmente é muito bacana. Nico é um DOG TAG, o que nesse universo é equivalente a super soldados, mas ainda não há muito informação sobre a razão deles existirem. O que sabemos é que ele é forte pra cacete e curte cortar a galera com sua Katana.

Há um laço muito forte de amizade com Worick que ao final do primeiro volume isso fica muito evidente. Espero que a autora não perca a mão nesse personagem ou tente  narutizá-lo.

Ainda nesse volume temos o primeiro confronto entre dog tags e que dá uma ideia de como eles são "catalogados" por nível de força. Nico aparentemente é de uma classe alta, mas ambos sabemos que sempre tem alguém mais forte, alias, ele fica nessa de procurar inimigos mais fortes para lutar.

Quanto a Alex, nesse primeiro volume não temos muita informação a respeito, além de que ela era forçada a se prostituir. Eu espero que essa personagem desenvolva mais nos próximos volumes.


Eu não conhecia o trabalho de Kohsek, mas pelo pouco que encontrei a respeito da autora, esse nem é o nome real dela e não há fotos de seu rosto. Suas ilustrações são ótimas e os momentos de flashback possuem um dos melhores traços do mangá, ao menos são os meus momentos favoritos.

Gangsta tem humor, ação e um universo muito interessante a ser explorado, fico feliz por ter acertado a mão ao levá-lo para a casa, pois certamente é um mangá que vou continuar a ler, ainda mais pelo fato de estar com apenas 3 volumes lançados por enquanto.

O mangá está sendo publicado no Brasil pela editora JBC e está custando 13,90 R$. Um preço pequeno a se pagar por um mangá de qualidade. Caso não queira ir até a banca, saiba que você pode comprá-lo no site: http://mangasjbc.com.br/titulos/gangsta