24 de janeiro de 2016

ESQUADRÃO DA MODA CONTRA LAURA MATSUDA


Sim, finalmente a internet está se tornando um local cada vez mais seguro, harmonioso e repleto de igualdade.

Obrigado, Justiceiros Sociais por seu infinito esforço em patrulhar as redes sociais e confrontar a elite opressora burguesa branca capitalista satânica da família tradicional. O que seria de mim, gordo branco porteiro opressor machista e com uma divida histórica maior que o valor do meu carro que precisei parcelar em 60 vezes.

A vocês o meu maior Obrigado!

Graças ao excelente trabalho, algumas noites atrás eu fui pego de surpresa e até perdi o sono. Descobri que a nova personagem brasileira Laura Matsuda  do Street Fighter V, ganhou novos trajes e pasme: Unicamente para propagar a objetificação do corpo feminino.

Eu fiquei boquiaberto, não podia acreditar na ousadia da Capcom. Eu cai de joelhos em frente ao PC enquanto as lagrimas brotavam de meus olhos. Consternado, eu socava o chão e gritava: POR QUE CAPCOM! VOCÊ JÁ MATOU O MEGAMAN E AGORA ISSO! PORQUEEE! NÃO PODE! É FEIO!

Depois de uma xícara de café bem forte com açúcar para acalmar os nervos e digitar um textão, mas um textão daqueles, eu fui pensar um pouco mais sobre essa pouca vergonha permitida pela Capcom.

Que absurdo, mulher de verdade não é desse jeito e sequer conseguiria lutar com uns peitões desse tamanho. É fisicamente impossível, mesmo que Hadoukens não existam e o jogo não se prende a física do mundo real ou mesmo a crua e machista realidade que todas as mulheres reais vivem.

Eu estou correto em todas as minhas afirmações bando de onanistasEsse jogo é um desrespeito total a mulher brasileira, pois faz dela apenas um objeto de prazer visual aos homis.
Essa Laura está perfeita e aceitável moralmente
Como podem ter percebido esse monte de asneira que escrevi acima é a mesma coisa que milhares de outras pessoas costumam fazer todos os dias, se chama: Problematizar. Querem distorcer tudo ao seu redor para se mostrarem superiores ou melhores. Ser militante social vem se tornando comum e se vai de frente a seus ideais, logo será rotulado de escroto racistas, machista e etc...

Nem mesmo as mulheres que se opõem a esses ataques histéricos são perdoadas. É sempre "Ou está conosco ou está contra nós". É um tanto curioso ver a hipocrisia enraizada nos depoimentos dos SJWs, que sempre acabam oprimindo até mesmo  o oprimido.

Como podem ter notado eu cago para a opinião desse povo mimizento e sei que eles fazem o mesmo por minha opinião, com a diferença que adoram um palco para exibirem seus super poderes de justiceiro social, que se resume a chamar uma esponja de lavar louça de racista e criticar a vestimenta de uma personagem de video game.

Street Fighter é famoso pelos personagens exagerados e até mesmo as mulheres de curvas sensuais, a Chun - Li sem dúvida é uma das mais famosas e representantes desse modelo de mulher na franquia. Obviamente que os homens também são todos sarados e com um corpo que eu jamais alcançarei nessa vida ou em outras três, no caso de reencarnação.

O Ryu ganhou uma opção de roupa que os músculos e barba cerrada levou a mulherada ao delírio e não rolou mimimi. Por que será, hein?

As mulheres brasileiras hoje em dia utilizam roupas curtas, decotes e nós brasileiros estamos tão habituados a isso no dia-a-dia. E agora por causa de uma personagem irreal vocês começam a querer cagar regra de como eles devem criar os personagens. 


Sinceramente eu recomendo que vocês não joguem o jogo, não colaborem com esse tipo de conteúdo que vocês consideram tão ofensivo a mulher brasileira. Quero ver como vai ser a venda dos jogos depois que vocês se negarem a comprá-lo ou jogá-lo.

Quando eu não gosto de algo eu não consumo. Odeio funk, não to comprando CD e nem assistindo vídeo no YouTube. E vocês?


É, eu sei que vocês vão jogar esse game e dentro de alguns meses terão esquecido desse alvoroço todo que estão fazendo.

Sim, é pura hipocrisia e vocês são hipócritas pra carai!

A Bia Chun - Li abordou sobre essa polemica e citou pontos importantes a cerca desse assunto e recomendo a leitura. Eu recomendo fortemente a leitura.

Ah! Eu duvido que alguém vá fazer um cosplayer dessa nova roupa da Laura Matsuda. Nenhuma mulher se sujeitaria a isso.
http://pictigar.com/user/vanessawedge
Ops! Eu estava errado!

22 de janeiro de 2016

SPLATTERHOUSE | UM REMAKE DE ENCHER OS OLHOS DE SANGUE


Splatterhouse é um daqueles jogos que eu sempre quis ter o prazer de me dedicar a jogatina, mas o fato dele ficar restrito aos consoles me entristecia muito, principalmente por ser fã da franquia e não ter os malditos consoles que receberam o jogo.

Só que isso mudou, a cerca de uma semana eu adquiri um Xbox 360 e corri atrás de alguns jogos que meu coração gamer ansiava. Claro, eu já havia jogado em 2013 no console do meu irmão, mas não é a mesma coisa - Pois eu não morei tempo o suficiente com ele para terminar o jogo.

A questão é que finalmente eu estou jogando Splatterhouse e o jogo oferece uma experiencia única, pois se você teve apenas contato com as versões do Arcade e Mega Drive, provavelmente vai se deliciar com as referencias e até mesmo com o fato de que o jogo oferece os três títulos clássicos para serem desbloqueados durante a jogatina.
I’m here to kick ass and chew bubblegum and I’m all out of bubblegum
Apesar do jogo ser lançado 2010 para o PlayStation 3 e Xbox 360, ele não envelheceu nem um pouco mesmo depois de 6 anos.

O enredo não mudou muito e podemos dizer que os personagens ganharam uma profundidade muito maior. No clássico você apenas fica sabendo que Jennifer foi sequestrada e que você foi atacado no processo e caiu desmaiado no chão. Acordou com uma mascara no rosto e poderes do Jason Voorhees.

É, adoro o Jason, baita cara legal quando não tá trucidando adolescentes.

No jogo você começa como nos clássicos, os personagens Rick e Jennifer são atacado enquanto visitava a mansão do Dr.West para entrevista-lo. O protagonista acaba sendo ferido mortalmente por uma das experiencias malignas do Doc e cai em uma poça de sangue tão grande que nenhum absorvente feminino poderia conter. Também puderá, as tripas dele ficaram pra fora.

Bem, o personagem acaba por topar com a mascara de satanás ou Satans Mask, que oferece uma ajudinha a Rick em troca do corpo. Por sinal a mascara é um dos personagens mais divertidos do jogo e ela está sendo incrivelmente dublada pelo grande Jim Cummings que é ninguém menos que a voz do Urso Pooh, Dr. Eggman, Shocker entre outros personagens dos desenhos animados, a lista é enorme, acredite.
Fica parado, tem uma mosca nas suas costas
Transformado pela mascara, agora Rick pode salvar Jennifer das mãos do terrível Dr. West e ainda esquartejar a todos os inimigos que encontrar em um cenário 3D e que em determinados fases alterna para o formato side-scroller. Uma homenagem a suas raízes

A violência também é extremamente alta e não é indicada para você que foi criado a base de danoninho, pois vai chorar toda as vezes que precisar finalizar o inimigo arrancando a bexiga dele pelo o ouvido.

Durante a jogatina também é possível coletar fotos da Jennifer pelas fases, algumas em locais difíceis de enxergar. As fotos que você coleta, pelo menos as duas que completei são da Jennifer com os seios de fora. Acredito que cincos anos atrás as coisas eram mais simples na hora de criar um jogo para adultos e sem os mimizentos do Facebook.
Respira Zé, volta pra nóis
O protagonista também pode adquirir novos movimentos especiais ao coletar sangue dos inimigos que derrota. Rick consegue entrar em estado de Berserk, que faz com que seu corpo seja cobertos por ossos pontiagudos e que dilaceram facilmente a todos. Outro detalhe é que o corpo do personagem vai perdendo carne, o que dá a sensação de dano que você leva. Qualquer golpe mais forte e o braço de Rick é atirado ao chão, que no caso ele pode pegar e utilizar como arma.

Os inimigos gigantes também são uma das novidades e exige muita paciência para ser derrotado, visto que as vezes é preciso encará-los duas a três vezes no melhor estilo God of War, só que sem correntes e sim com os punhos.


Estou com algumas horas e parado no terceiro capitulo, pois as fases são bem longas, mas o auto save realmente facilita nessas horas porque dá pra morrer as vezes de maneira bem boba.

O jogo é mais que recomendado caso você procure por um título repleto de humor negro, violência e desafio.
Prometo colocar só a ponta
Splatterhouse vai ser presença no console por um bom tempo ao lado do primeiro episódio de  Resident Evil Revelations 2, que em breve vai aparecer por aqui. Claro, o Netflix também tá lá, mas isso é outra história.

Abaixo você confere a trilha sonora SENSACIONAL que toca durante todo o jogo:

1 de janeiro de 2016

RETROSPECTIVA | 2015


Nada de retrospectiva 2015 mais magra, eu continuo gordo, mas um pouco mais estável do que antes. A novidade é que  minha testa teve um aumento e a área cabeluda reduziu, mas no geral to bem, obrigado.