E pelo quarto ano seguido o Arquivos do Woo está participando do meme gamer: O que você jogou em 20xxPreciso dizer que gosto bastante desse meme. Ele é uma ótima maneira de conhecer sites e canais novos, além de interagir com os colegas blogueiros que acabamos perdendo um pouco do contatado devido a atribulado dia-a-dia.

Bem, caso você ainda não conferiu os anos anteriores, basta clicar no texto destacado.

Eu tinha intenções de publicar outros textos essa semana, mas decidi que encerrarei o ano apenas com esse meme, mas em janeiro estarei publicando uma retrospectiva, como venho fazendo desde 2012.

É isso, bora conferir o que joguei em 2016.


E a BGS 2016 acabou - sim, há meses e estou atrasado... muito atrasado - mas cá estou eu para passar para vocês o que vi de legal no setor independente da feira.

Infelizmente não pude ir nas outras edições da feira para ter um parâmetro de comparação, mas me pareceu que destinaram um espaço bem decente para as empresas indies na feira. Não era um canto escuro sujo... era um compilado, onde as pequenas empresas conquistaram merecidamente seus espaços, que devem ter sido altos - leia caro para caramba - mas não tão altos quanto a determinação destes promissores produtores de jogos!


Esse ano eu tive a oportunidade de ir ao cinema diversas vezes. E em todos as vezes encarei um filme de super herói. Me decepcionando ou não, estava diante de um universo que conhecia. Mas quando minha esposa me informou que iriamos assistir os Animais Fantástico e onde Habitam. Admito. Senti um friozinho na barriga.

Ela é uma PotterHead. Ela incrivelmente leu todos os livros pelo menos duas vezes só esse ano. Enquanto eu mal terminei de assistir "O Prisioneiro de Azkaban", simplesmente porque odiei o lobisomem do filme. 

Sério, que coisa abominável.

Bem, de qualquer maneira peguei minha má vontade e a coloquei debaixo do braço e fui a sessão, com as piores expectativas do mundo.

O Halloween infelizmente passou e não tive tempo hábil para publicar no dia 31 em comemoração a data. Bem, isso não será mais problema porque to comemorando atrasado como sempre faço em qualquer data comemorativa.

O texto que irei apresentar aqui não é novo, eu o publiquei anteriormente em outro site, mas ele meio que ficou no underground. Dai tive a ideia de melhorar seu conteúdo (entenda melhorar como corrigir erros) e acrescentar umas coisitas a mais. Sim. eu posso fazer essas coisas, então não enche o saco.



Bem, fazem dois anos desde a ultima lista de 5 Motivos para você comprar, que por sinal abordei o PlayStation 1, e abordar seu sucessor é algo que estava nos planos algum tempo já. Na real eu tenho intenção de abordar a todos os consoles que me interessam e mostrar os pontos positivos de cada um deles e a razão pela qual vale a pena se adquiri-los.



Demorei mais do que esperava, mas finalmente eu conclui a leitura da graphic novel francesa O Perfuraneves. Foram 280 páginas de uma aventura única e com um desfecho de fazê-lo pular da cama. 

Só tenho a agradecer a editora Aleph por trazer essa obra incrível ao Brasil, e com o devido respeito que a obra merece. Gente, o formato europeu e a qualidade  do material estão belíssimo. E você não vai ficar sem compreender o desenrolar, pois a graphic novel possui os três contos em um único volume.

Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show. Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse ano. Também pude comparecer dois dias no evento, sendo que o primeiro dia foi o de imprensa, onde as filas eram reduzidas e só havia imprensa e VIPs. 


Reclame, xingue, bata a cabeça no chão, mas é melhor começar a aceitar que Minecraft já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Não é surpreendente que um jogo que criticamos tanto e que possui vídeos imbecis feito por adultos agindo como crianças, nos faça revirar os olhos ao ponto de enxergar a nuca e cair ao chão babando?

Hoje resolvi trazer algo diferente, graças ao vídeo em homenagem ao dia dos pais, que meu amigo Vigia em conjunto do Issui produziram. O teor do vídeo realmente mexeu comigo, por isso me motivou a querer contar um pouco da minha relação com meu pai e os jogos.


Finalmente o Pokémon GO chegou ao Brasil, para a alegria de muitos - E para a tristeza de outros - o jogo está sendo um sucesso absoluto, porém, se você é uma pessoa madura pra cacete, deve ter notado o caos que se instaurou no país.

Jovens estão abandonando seus lares e indo caminhar com seus amigos na busca de Pokémons. Milhares de pais trocaram o tempo e família em frente a TV de lado e também estão acompanhando seus filhos na busca pelos bichos virtuais. Há também alguns casos ultrajantes em que é possível ver idosos caminhando ao lado de seus netos, claramente forçados a acompanhar nessa caçada demoníaca.


Normalmente quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, elas acaba culminando em jogos incríveis, medianos à ruins, porém, South Park, mesmo depois de alguns títulos no minimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos. Eu já havia comentando a respeito do Stick of Truth em um meme que participei dois anos atrás: O que você jogou em 2014. E com a recente aquisição, decidi jogá-lo novamente e consegui tirar um proveito maior dessa vez.


Aqui estou eu, dessa vez para falar um pouco de 3 jogos de nave que tenho jogado para Super NES. “Tenho jogado” talvez tenha sido um termo mal colocado, já que 2 deles eu realmente não me dediquei ainda, mas talvez essa seja a hora que você se pergunte, “nossa, mas por que ele vai falar de jogos de nave?”... tá aí uma boa pergunta...


O jogo Naruto Online foi lançado totalmente em português algumas semanas atrás. E para comemorar foi feito mega-festa de lançamento, na qual eu - Pasmem - fui um dos convidados. Posso dizer que fiquei muito surpreso  com o convite, então deixo o meu muito obrigado ao Greg, de coração.


Tem algum tempo que não participo de um podcast, mas com a E3 prestes a acontecer, o  Marvox, Vigia e eu nos reunirmos para falarmos um pouco sobre nossas expectativas da para esse evento.

Foi um bate bapo bem descontraído e que rendeu boas gargalhadas. Posso dizer que foi uma das gravações que mais me diverti. Certamente novos episódios surgiram, mas até lá vocês podem ouvir esse episódio conferir nossas previsões que deram certa e errada.

Ah, mas essa não foi minha primeira experiência, aqui você encontra outros podcast que participei.

Vocês também podem fazer o download do podcast no 4shared clicando aqui. Ou também podem conferir no YouTube:



Os participantes:

Rodrigo Vigia - Jogatinas Saudáveishttps://www.youtube.com/user/vigiabr

Marvox - Marvox Brasilhttps://marvoxbrasil.wordpress.com






Quando assisti ao primeiro trailer do X-Men Apocalypse, tive uma leve impressão que não surgiria coisa boa. Eu cheguei a comentar no Facebook que tinha tudo para ser um grande e bonito balde de merda. E nem digo isso devido o design do vilão Apocalypse do filme, que não se aproxima muito do personagem original. Enfim, mesmo pessimista eu decidi dar uma chance e semana passada fui ao cinema com minha esposa.


Tem algum tempo que estou jogando o jogo br My Night Job, porém, devido as correrias do dia-a-dia acabei adiando, mas não dá para adiar mais tempo, o mundo e a internet precisam conhecer esse fantástico jogo brasileiro.


Quem não gosta de Castlevania? É certo que alguns jogos são extremamente difíceis, outros fogem um pouco do gênero, mas no geral, Castlevania é uma franquia com ótimos jogos, sendo uma das principais franquias da história dos jogos eletrônicos.


Preciso admitir que estava muito ansioso por esse filme. Depois de aguardar alguns dias após o lançamento e quase não conseguir lugar na sessão das 22:00, finalmente ontem eu pude assistir Capitão América: Guerra Civil.


As redes sociais se tornaram capaz de mudar o rumo da vida de qualquer um da noite para o dia, seja de um modo bom ou muito ruim. Os YouTubers são algumas dessas provas, visto que uma grande parcela dessas pessoas seriam improváveis de conseguir qualquer tipo de atenção no mundo real (pelo menos sem tirar a roupa), mas que por alguma razão sombria se tornaram celebridades, formadores de opinião, cientistas políticos e bastiões da verdade.


Hoje rolou o evento HENSHIN+ 2016 da Editora JBC, o local do evento foi  na livraria Saraiva localizada no Shopping Center Norte em SP. Infelizmente eu não pude comparecer, mas pude ter acesso as novidades que aconteceram durante o evento.

A primeira delas foi a confirmação do relançamento do mangá Full Metal Alchemist em edição especial, logo após a apresentação da banda Senpai Old School que tocou uma das músicas de abertura do anime. O mangá chegará as bancas no mesmo formato que outro clássico já publicado pela editora: Rurouni Kenshin e Yu Yu Hakusho.

Full Metal Alchemist é simplesmente sensacional e um dos meus mangás favoritos, então se ainda não conhece ou apenas assistiu o anime, saiba que vale a pena ter no acervo.

No painel de ficção cientifica no mundo dos quadrinhos e mangás houve a participação especial de Marcelo Campos, ilustrador e um dos fundadores da Quanta Academia de Arte. Durante  o bate-papo se falou um pouco sobre Knights of Sidonia (que era possível adquirir na livraria com direito a um brinde especial a quem estivesse no evento) e foi anunciado outra grande novidade: AKIRA.

O mangá será em preto e branco , no formato de 17x24 cm e com leitura no sentido oriental. A primeira edição tem previsão de chegar ás livrarias e lojas especializadas ainda esse ano.

AKIRA é quem abriu as portas para a cultura do mangá e anime no Brasil lá em 1991. Não só pra mim, mas é considerado leitura obrigatória para quem gosta do tema Cyberpunk.

O segundo painel era sobre o BMA (Brazil Manga Awards) e o mercado de quadrinhos nacionais. Nele se reuniu Kaji Pato, um dos vencedores da primeira edição do concurso, criador do Quack!, e o Rafael OCB, que é 1º colocado da segunda edição e criador de Chuva de Meteoros. Também teve como convidado Marcelo Cassaro, um dos grandes nomes do mercado nacional e que hoje está responsável pelo roteiro da Turma da Mônica Jovem, acompanhado de Cassius Medauar, Editor de conteúdo da JBC.

No terceiro e último painel rolou um bate-papo sobre o cenário atual do mercado e suas influencias no trabalho da editora, que esclareceu diversas dúvidas dos leitores presentes. Antes do encerramento foi anunciado mais dois novos títulos: Saintia Shô, que é um mangá que vinha sendo pedido por milhares de leitores nos últimos anos e Sakura Wars, que é baseada em uma franquia de games e de sucesso mundial.

O que fechou a noite do evento foi o anuncio do Henshin Drive, a plataforma digital que a JBC lançara ainda nesse ano. Com ela, a JBC procura inovar mais uma vez e estará entrando definitivamente no mundo digital ao proporcionar mais uma forma de acesso do leitores de mangás, ajudando ainda mais a difundir os quadrinhos japoneses no Brasil ou em qualquer lugar do mundo onde a pessoa tenha acesso a internet. Quem tiver interesse em ler mangás digitais já pode se cadastrar em henshindrive.com .

Quem esteve na Saraiva, além dos anúncios, palestras e banda, também pôde comprar Knights of Sidonia, UQ Holder, o volume final de Yu YU Hakusho e ainda diversos kits de mangás JBC com descontos especiais. No ano que vem tem mais.

Eu não estava esperando por uma boa experiência com Batman VS Superman. Pegar cinema em um dia quente e encarar adolescentes linguarudos. É. Eu não estava em  meu melhor dia, mas quando se programa para fazer algo a dois, é melhor não quebrar a programação.

Como disse antes, o dia estava bem quente, acredito que estivesse por volta dos 34°C lá fora e dentro de casa uns 40°C. O calor destrói o meu bom humor e também é uma das razões pela qual o site não vem sendo atualizado como antes. 

De qualquer maneira acabei indo ao cinema assistir Batman VS Superman e sem expectativa alguma. Posso dizer que esse é mais um filme que me surpreendeu - Viu porque baixa expectativa é bom. Eu sai do cinema bem satisfeito com tudo o que foi jogado violentamente na minha cara por duas horas e meia.



Faaaala meus amigos que curtem uma jogatina saudável, tranquilos? Meu nome é Rodrigo, mas sou conhecido como Vigia e faço vídeos de jogos no youtube, onde tenho um pequeno canal mas que é feito com muita empolgação.

A convite do Woo terei a honra de postar para vocês vídeos sobre jogos e procurarei sempre trazer algo novo ou interessante.

Para começar, escolhi testar o jogo Dark Flame, que me chamou a atenção por sua ambientação sombria e sua arte pixelada. O jogo ainda está em fase pré-alpha, mas já notamos a grande dificuldade que ele impõe.

Com uma clássica pegada que segue os jogos de exploração livre, como Super Metroid e Castlevania Symphony of the Night, vamos obtendo habilidades que nos fazem alcançar áreas antes não alcançáveis, além do elemento "Souls" do jogo, onde não só temos um nível de dificuldade bem elevado, como também temos barra de estamina que deixa o ritmo do jogo controlado, fazendo com que, para obter sucesso o jogador tenha que pensar antes de sair apertando os botões do controle freneticamente.

Enfim, eu espero que vocês curtam essa experiência inicial minha aqui no Arquivos do Woo.

Valeu Woo, farei o meu melhor!

Quem tiver interesse, pode visitar o meu canal para dar uma conferida no conteúdo:





Vou ficando por aqui, até a próxima!!!


The Meat Grinder nos conta a história da pobre vendedora de fidéus, Bodd, que foi deixada a miséria por seu marido, um viciado em jogos que resolveu fugir com a babá. Sem qualquer dinheiro e com uma filha pequena para criar, Bodd se vê forçada a encarar um mundo de violência para sobreviver e manter sua filha bem alimentada.

Todos nós sabemos que mães em situações extremas são capazes de fazerem qualquer coisa para proteger suas crias, então não surpreende ver Bodd moendo carne, logo após a descoberta de um cadáver dentro do seu carrinho de fidéus.

Que? Ela tem criança pequena, oras!

A partir daqui somos levados por meio de flashbacks ao passado de Bodd, onde podemos conhecemos um pouco melhor a história por trás dessa mulher e suas motivações para tornar desafetos em comida.



Bodd inicialmente é introvertida, mas a medida que obstáculos são derrubados, ela se torna uma mulher confiante. Passa de saco de pancadas a dona do próprio destino e decide esmagar a todos que possam atrapalhar sua felicidade com suas próprias mãos.

Se você é amante de um bom terror  e de preferencia com uma magnífica história, certamente The Meat Grinder é o seu filme. Com um final surpreendente e revelações que os deixaram boquiaberto. 

Ah! Mas tem muito sangue? 

O filme é brutal, tem muito gore e violência visual, como podem ter notado nas imagens do texto. rola sangue do começo ao fim do filme e em altas doses, até porquê é impossível esquartejar alguém sem deixar uma gota escorrer.

É estranho assistir um filme onde você compreende o real motivo pelo qual ele comete assassinatos, alias, no final do filme eles mostram que pessoas como Bodd, não são tão difíceis de encontrar, uma vez que grande parte das motivações de um serial killer é ligado a traumas passados ou lesões no crânio.



Fiquei tão empolgado que não contei a vocês que o filme é uma produção Tailandesa, o que só prova que o cinema americano esta precisando muito parar com os remakes e aprender com o diretor Thiwa Meyathaisong, apesar de poucos filmes no currículo, é muito promissora e competente.

É certo que muitas se incomodarão com  o grau de violência e o canibalismo, mas peço que se arrisquem, pois a história é ótima e a atriz mata a pau durante todo o filme.

Recomendo vivamente esse filme!

Depois de duas semanas dedicado as jogatinas de Rise of the Tomb Raider, finalmente eu o terminei.

Rise of the Tomb Raider sem dúvida é um excelente jogo, mas que poderia ser muito mais se não pecasse por tentar agradar essa nova geração de gamers. E não se ofenda caro leitor, pois mudanças são necessárias e por se tratar de um reboot de um jogo antigo, essa adaptação é necessária para uma sobrevida da franquia



Demorou mas finalmente trago minhas impressões sobre a mais nova série de humor do Netflix. Teve um amigo/leitor do site me cobrando nas ultimas 48 horas pela demora do texto ir ao ar.

Pronto, espero que esteja feliz, olha ele aqui!

A série LOVE  é uma comédia romântica criada por Judd Apatow (responsável por dirigir uma das minhas comédias favoritas: Virgem de 40 anos), Paul Rust (Arrest Development) e Lesley Afrin (Brooklyn Nine-Nine), nomes comumente ligados a séries e comédias.

Gus (Paul Rust, escreve e interpreta o personagem principal, safadinho) e Mickey (Gillian Jacobs) são aqueles personagens estereotipados que encontramos no dia-a-dia. Um é o tipico nerd romântico e que sempre é sacaneado por tudo e todos, enquanto a outra é a mulher que diz o que pensa e faz o que bem quiser sem se importar com ninguém e muitas vezes sem pudor. 

Personagens como esse são bem comuns nos filmes do Apatow, caso você não conheça nenhum, mas se você conhece, certamente ficará com aquela sensação de que a série acontece no universo criado por seus filmes. Como se estivesse acontecendo no bairro vizinho de Andy Stitzer.


Gus trabalha como tutor em estúdio, onde dá aulas a uma atriz mirim nos intervalos de uma série sobre Bruxas em que ela atua. Quer dizer, ele tenta dar aulas a uma criança que ganha no mês o que ele ganha em um ano e tenta não se sentir mal por ninguém dar a miníma a ele.

Depois de terminar seu relacionamento, começa a rever as decisões que tomou durante toda a sua vida e decide mudar. Quem nunca tomou aquela famosa decisão depois de um dia frustrante: Ninguém mais vai me zuar, a partir de hoje eu vou ser outra pessoa!

Esse ponto é muito interessante, pois a medida que a história segue, Gus toma decisões ousadas na tentativa de conhecer novas pessoas e fugir da impressão de certinho que todos tem dele.

Apesar dos esterótipos, fica difícil não se identificar com Gus, pelo menos eu passei por muitas senão milhares de situações semelhantes a que o personagem passa durante toda a temporada.


Mickey tralha em uma estação de rádio como produtora e tem sérios problemas com bebidas, cleptomania e drogas, porém, ao longo da temporada você começa a compreender melhor o porque de suas atitudes auto-destrutivas e comportamento egoísta.

No início do episódio ele rompe com seu namorado, um careca que a deixa no meio da transa para comprar calças com a mãe. A personagem é desbocada e não liga nem um pouco para as regras, o que a torna a pessoa mais improvável do mundo a ficar com Gus, que no caso é certinho pra cacete.

Sorry, Gus!

Depois do término, Mickey arruma uma companheira para dividir o aluguel, pois segundo ela: Só não quero morar sozinha. Mas arrasta a garota para todo o tipo de presepada.


LOVE sem dúvida faz jus ao seu título, pois mostra que o amor as vezes surge de lugares improváveis e de diferente formas e com pessoas totalmente opostas em um grau bem estranho.

Nessa primeira temporada os personagens estão deixando sua zona de conforto e se arriscando, aprendendo um com o outro as diferentes maneiras de enxergar a vida. Certamente isso nos leva a diversos momentos engraçados e o melhor de tudo é que sem forçar a barra, mas uma coisa é certa, a série não é para crianças devido ao alto número de palavrões e cenas de sexo (não explicito).

Eu não costumo gostar de comédias românticas por serem bem fantasiosas, mas LOVE cria situações que não criveis do dia-a-dia. Pra ter uma ideia, quando comecei a assistir eu pensei em ver apenas o piloto, mas quando me dei conta eu já estava no quinto episódio.

Caso não goste de comédias românticas, arrisque-se assim mesmo, a probabilidade de você gostar são grandes.


Eu conclui a primeira temporada e já estou ansioso para ver o que vai acontecer com Mickey e Gus. Uma pena que agora precisarei aguardar até 2017 para ver as surpresas que esse casal vai nos oferecer.

Finalmente eu arrumei um tempo para assistir essa produção original do Netflix com calma. Ultimamente eu tenho assistido a tantas coisas que anda difícil eu me decidir sobre o que escrever primeiro. Minha pretensão era escrever sobre a série "LOVE", que estreou recentemente na grade do Netflix, mas após assistir "Beast of no Nation" resolvi que esse filme merece mais atenção.

Primeiramente vamos ao fato de que Beasts of no Nation é baseado no livro homônimo escrito pelo nigeriano Uzodinma Iweala, que teve como inspiração para escrever o livro a guerra civil de Serra Leoa e seu contato com ex-crianças soldados de Uganda. - Crianças soldados são "comum" nas guerras civis pelo fato de que não há fiscalização ou controles, logo é comum vê-los entre soldados adultos. 

O filme parte dessa premissa, eles nos apresentam Agu (Abraham Attah)e sua família, que estão vivendo em uma cidade protegida pelo exercito nigeriano. Com comida escassa e todas aquelas merdas que só a guerra tem a oferecer. Mas ainda assim Agu tenta levar uma vida normal ao lado de sua família, até que, o exercito resolve mudar os planos e deixar a cidade e os cidadãos a sua própria sorte. Claro, eles pedem para que o povo evacue para outra cidade, mas por sorte ou não, seu pai consegue enviar apenas a mãe de Agu e sua irmãzinha, ficando o pai, seu irmão mais velho e o pobre Agu a espera de um futuro incerto.

A guerra não tarda a chegar até a cidade e em questão de horas Agu e seus familiares são capturados e posto em fila para serem executados. Durante uma distração causada por seu pai, Agu e seu irmão fogem, mas não antes de assistirem a execução de seu pai e a morte do seu irmão durante a fuga. Sozinho chega a mata e tenta sobreviver até que é atacado pelo exercito do "Comandante" (Idris Elba).

Comandante (esse é o "nome" dele) conversando com Agu
Como podem ter percebido eu tenho o habito de contar um pouco do início do filme, porém, fiquem calmos que isso não vai atrapalhar em nada o desenrolar, isso é bem por cima do que realmente acontece no filme.

Voltemos!

Beasts of no Nations certamente fez jus ao seu sucesso e as excelentes criticas quanto a atuação de Idris Elba e Abraham Attah, que são incríveis durante todo o filme - Houve momentos em que eu só queria socar a cara do Comandante com o controle da TV.

Eu me senti mal com todo o sofrimento no qual o personagem precisou passar, mas entendo que isso foi necessário para expor ao mundo a maneira como as crianças são transformada em soldados. Perder sua família e passar por tanto trauma realmente mexe com a cabeça de qualquer adulto, então imagine uma criança que perde tudo antes mesmo de conhecer o lado bom da vida - Falo de videogames, seus pervertidos.

Agu é jogado no meio de tudo que há de cruel e passa a enxergar tudo como algo muito comum. É assustador como reagem quando são afastados de toda a lama, violência e drogas. Não mais se veem como outros garotos e até sentem saudades do mundo brutal em que viviam, em alguns casos eles até voltam.


Guerra é terrível e certamente não deveria acontecer nunca, acredito que tudo deveria ser resolvido em partidas de CS GO ou League of Legends - E olha que nem gosto de LoL.

Beasts of no Nation é um excelente drama e que provavelmente vai tirar algumas lagrimas do telespectador mais sensível, mas insisto que se esforce e veja até o final e surpreenda-se com esse magnifica produção do Netflix.

O filme ganhou um globo de ouro e muitas notas positivas em sites especializados como o IMBD, onde recebeu a nota 7,8. 

Agora que você conhece um pouco sobre esse filme sensacional, só resta assistir e tirar suas próprias conclusões, depois volte aqui e me diga o que achou.

Durante minha ida ao cinema pra conferir Deapool, decidi passar em uma banca de revistas. Foi quando eu vi o primeiro volume do mangá GANGSTA. Não conhecia nada a respeito, mas ainda assim decidi me arriscar e comprá-lo as escuras. 

Agora que li e to feliz com a compra, cá estou a trazer para vocês um pouco sobre esse mundo violento em que dois mercenários vivem.


Uzumaki é o tipo de mangá que você não consegue terminar o primeiro volume e seguir adiante. Você acaba voltando e lendo tudo novamente, só para não perder nenhum detalhe na trama desenvolvida por Junji Ito.

E pensar que a primeira vista eu ignorei esse fantástico mangá e seu universo tenebroso e repleto de espirais, simplesmente por pensar que seria repleto de assombrações cabeludas. Bem, eu errei, mas cá estou compensando o erro e compartilhando minhas impressões desse mangá de horror obrigatório aos amantes do gênero.


Recentemente a SEGA fez uma promoção muito legal chamada Make War Not Love 3: A Bloody Valentine, onde diversos jogos da publisher estão sendo oferecidos por um preço ótimo e outros de graça.

Bem, não se nega presentes, então acabei adquirindo seis jogos que me interessou nessa promoção, sendo os mais atraentes Jet Set Radio, iconico título lançado para o falecido console Dreamcast. Mas a surpresa foi Binary Domain, que eu nunca havia ouvido falar e se mostrou um  título de peso.


Deadpool finalmente estreou e como sou um grande fã do personagem, eu não poderia deixar de conferir o filme nos cinemas - E porque minha esposa também queria ver o Ryan Reynolds.

Infelizmente não pude assistir o filme legendado, mas também não me arrependo, pois a versão dublada está ótima. É quase como ler as revistinhas em quadrinhos  do personagem traduzidas em toda a sua gloria e palavrões. Mas ainda assistirei ao filme em inglês!

Chega de enrolações e vamos direto ao ponto: Deadpool é do carai!


Depois de anos e anos de espera, finalmente a adaptação para TV de Preacher, ganhou o seu primeiro trailer (Que foi exibido 3 meses atrás). E aparentemente sua recepção foi um pouco morna e isso magoou meu coração. Eu esperava um impacto muito maior nas redes sociais, pois estamos falando de PREACHER!

Eu entendo que a geração bazinga não é um mar de cultura, e a maioria dos seus super heróis favoritos são aqueles que ganharam filmes, tipo o Deadpool que logo vai aparecer em imagens nada a ver com frases sem sentido, ou, substituir o Coringa dos malandros funkeiros.

Do que eu estava falando mesmo? Ah! Sim, PREACHEEEER!

A série conta a história do ex-pastor Jesse Custer (Dominic Cooper), que tá sem os cabelos cacheados e vivendo uma crise de fé. Mas que por obra do destino, durante a missa de domingo é possuído por uma entidade chamada Gênesis, fruto de uma relação proibida de um anjo e com o demônio. Quando possuído ele incinera (acidentalmente) todos os fieis da igreja, e resolve sair em busca da resposta: Por que diabos o pai celestial deixou o mundo se tornar essa merda e porque a vida dele tá tão fudida.
Jesse Custer
Graças ao Gênesis fundido em seu corpo, agora Jesse tem um dom, que irei chamar de a palavra. Basta ele pedir qualquer coisa a qualquer um, que a pessoa vai lá e faz. Tem a questão também que o céu está a procura da entidade.

Durante sua jornada para chutar a bunda de DEUS e escapar das garras dos lacaios do céu, ele encontra com personagens únicos e repleto de carisma, como o irlandês, Cassidy (Joe Gilgun), que é a porra de um vampiro. Não to falando de um vampiro afrescalhado que chora e fica brilhando sempre que uma luzinha bate na pele. 
Esse é o Cassidy
To falando de um vampiro beberrão que arranca a garganta das pessoas para beber o sangue, isso em um bom dia e se não tiver de ressaca. E depois bebe até cair de bêbado. Cês tem noção do quanto de goró é necessário para embebedar um maldito morto vivo?

Oh! Céus! Eu to hiperventilando!

Mas ainda falta uma das mulheres mais fodonas do quadrinho, Tulipa O'Hare (Ruth Negga), que bate em tanto macho que todo o Femen deve ter sorrido. E isso faz dela uma mulher forte? Claro que não, o que a torna tão foda é o fato de que ela encara qualquer merda durante toda a saga e sem abaixar a cabeça para personagem algum. 


Ela é namorada do Jesse e ainda assim o trata algumas feito um lixo, mesmo ciente de que o cara pode faze-la inalar a areia de todo o Texa, apenas dizendo algumas palavras.

Sério, o cara pode fazer isso, gente!
Essa é a Tulipa
Agora vocês conhecem os personagens principais da trama e eles não são iguais ao do quadrinho, e sinceramente isso não importa, contanto que a essência dos personagens estejam lá. Posso dizer que se os fãs do quadrinho esperam  por fidelidade a todo o conteúdo escrito por Garth Ennis (Criador do quadrinho), bem, é melhor tirar o cavalo da chuva. Temas como chutar a bunda de Deus não é algo que o povo digeri com facilidade e todos sabemos disso.

Seth Rogen é um dos responsáveis pelo roteiro, e que apesar de soar assustador, eu ainda boto fé em seu trabalho, pelo menos estou tentando. Creio eu que um cara que participou do controverso  A Entrevista, sem dúvida tem um pouco de senso com relação a importância de Preacher.

Não espero uma adaptação fiel, só que também não quero algo na pegada de The Walking Dead, que foi decepcionante. O povo ama, só que é questão de gosto, oras.

Obviamente eu queria uma série fiel, porém, eu já li o quadrinho e tenho certeza que todos reclamariam pelo fato da série ser previsível. Não teria graça alguma. E por isso venho procurando enxergar essas adaptações como uma chance de ver personagens que gosto lidando com situações diferentes. Quero ser surpreendido, então só tenho a agradecer pela oportunidade de ver uma HQ que gosto tanto se transformar em um seriado. E olha, tem suas vantagens. Se ela for um sucesso, finalmente poderei completar minhas coleção com os encadernados que serão lançados

MUAAAHAHAHAHAHA!

A série está prevista para Maio desse ano e eu mal posso me aguentar de ansiedade. Talvez mais para ver como será o Herr Starr e o Santo dos Assassinos. Também temos o Jesus de Sade e o sádico Odin Quinncannon, que será interpretado pelo ótimo Jackie Earle Haley, que já interpretou o Rorschach em Watchmen.

Resta agora ver como vai ficar o Cara-de-Cu!



Ontem decidi assisti ao documentário-série "Making a Murderer" do Neflix. Só para ver se realmente valia a pena dedicar um tempo para assistir aos 10 episódios, mesmo depois de ouvir tantos comentários bons a respeito.

Para minha surpresa a série consegue prender a atenção do telespectador muito facilmente. Em poucos minutos meu nervos estavam a flor-da-pele e eu desejava que o Justiceiro invadisse aquele condado só para ter uma conversinha com a policia.

Eu havia decidido assistir apenas o episódio piloto e acabei passando o dia todo. Recordo de adormecer no sétimo episódio e acordar desesperado para descobrir o que acontecerá com o caso de Steven Avery. Um cara que passou 18 anos de sua vida preso injustamente pelo crime de estupro, pelo simples motivo que a policia do condado de Manitowoc decidiu que culpá-lo ao invés de procurar o verdadeiro criminoso era mais prático - além de outros motivos pessoais.

A série foi produzida pelas documentaristas Moira Demos e Laura Ricciardi, que levaram 10 anos para concluir  o trabalho. No caso a série aborda os 18 anos da prisão e mais um novo caso que acaba por levar Steven novamente a prisão por homicídio.


O fato de ser uma história real que ainda continua se desenrolando no sistema judiciário americano realmente intriga. O telespectador acompanha do início ao fim todas o julgamento, que em minha opinião é enervante, pois diversas vezes eu bradei o quão retardado e cega a justiça é perante a provas e depoimentos sempre que isso favorecia ao réu.

Eu quero muito falar a respeito dos detalhes, Oh! Céus! Mas não posso por ser spoiler.

Talvez o ponto importante levantado pela série é o de que se alguém quiser  ver você preso, tenha certeza que não importa se tenha vinte duas testemunhas do seu lado, eles vão te prender. 

O caso de Steven me lembrou muito o do pobre Marcos Mariano da Silva, que fora preso injustamente em 1972 e foi solto apenas seis anos depois, em 1982, quando conseguiram prender o verdadeiro criminoso. Porém, três anos depois, em 1985,  Marcos foi preso novamente, dessa vez após um policial o reconhecer durante uma blitz, quando dirigia um caminhão. Dessa vez ele foi preso como foragido da justiça e passou 13 anos presos, sendo que durante uma rebelião no presidio, Marcos acabou ficando cego após ser atingidos por estilhaço de uma bomba de gás lacrimogênio atirado pela tropa de choque. O pobre Marcos foi solto só em 1998, após um mutirão judiciário descobrir o erro. Fora da cadeia entrou com um processo contra o governo estadual, mas acabou falecendo em 2011 de infarto, sem receber toda sua indenização.

Talvez o caso que citei não seja tão conhecido, porém, mostra que esse tipo de falha não está restrito apenas ao sistema judiciário americano.


Outro ponto do caso e que realmente causa vergonha alheia é o que foi feito com Brendan Dassey, sobrinho de Steven. Ele é coagido a alegar que participou do crime de assassinato da Teresa Halbach, mesmo que os vídeos do interrogatório mostrem claramente que o garoto tem problema de aprendizagem e que o investigador é quem cita sobre os assassinato, não Brendan.

Você se pergunta por diversas vezes se realmente os acusados são inocentes a cada nova prova que surge, o que sempre me levava a soltar um: Ooohhh!

Eu não quero me aprofundar mais na história, por isso recomendo vivamente que todos assistam a essa incrível e exclusiva série da Netflix

Será que Steven Averys realmente matou Teresa com o auxilio de seu sobrinho?