7 de julho de 2015

1º IMPRESSÕES | DRAGON BALL SUPER


Uma das coisas que eu sempre quis desde moleque era ter acompanhado o Dragon Ball desde o seu lançamento. O que praticamente era impossível visto que a internet discada ainda não havia aterrissado por aqui e, nossa unica fonte com esse conteúdo eram revistas como a Herói, que ouriçava a molecada e foi a porta de entrada de muita gente no mundo dos animes.

Eu fui um desses felizardos, pois tive contato com o anime Dragon Ball através de uma dessas Heróis.

Bem, a questão é que hoje eu tive o privilégio de assistir ao primeiro episódio da nova franquia do Dragon Ball, e que diferente daquela tosqueira que foi o Dragon Ball GT, aqui temos o grande Akira Toriyama supervisionando tudo, o que trouxe um grande alivio.

OK, chega de enrolação e vamos ao que interessa!

A apresentação de Dragon Ball Super é sensacional e fara com que você faça uma ligação automática com DBZ - Digo isso pelo fato de DB GT ter sido o último - E ver toda a turma se reunindo depois de 18 longos anos é coisa linda de ser ver. 


Eu tenho certeza de que se a icônica "Cha-la Head Cha-la" tivesse sido tocada, lagrimas teriam brotado de meus olhos e no de muita gente. Não que a música atual seja ruim, mas talvez não tenha sido tão impactante quanto foi a primeira vez que ouvi a música do clássico - Quem sabe depois de 100 episódios ela acabe caindo no gosto de todos nós.




Não quero soar como um velho resmungão, só que esse formato utilizado no filme Battle of Gods realmente não é tão rico quanto aos traços clássicos. Ele passa uma estética de desenho em flash - Como citada pelo meu amigo Tony Leite no Twitter - , não é nada que comprometa a diversão, mas também não me tira a ideia de que custos foram cortados.


Depois da apresentação você é levado ao momento em que Majin Boo esta sendo destruído pela Genki - Damma de Goku, e o narrador explica que após a saga Boo tudo ficou em paz. Em seguida Goku aparece dirigindo um trator, algo inédito para um personagem que nunca trabalhou. Goten surge em seguida e assume o comando, pois Goku queria treinar, mas Goten quase se mata pilotando.

Eu nunca vou entender a relação do Goku com os filhos, eles estão mais para irmãos do que pai e filho. Deve existir alguma explicação - ou não.

Esse episódio basicamente é uma apresentação dos personagem que provavelmente serão relevantes a saga. Por exemplo: Bills aparece destruindo metade de um planeta, pelo fato da comida oferecida não ser totalmente de seu agrado.



Quem assistiu Battle of Gods sabe que Bills e Goku não se conheciam até o filme, então podemos presumir que Bills não vai sair na mão com os guerreiros Z tão cedo.

O anime em si parece seguir para o estilo aventura de Dragon Ball, pelo menos esse primeiro episódio remete bastante. Aqui Goten e Trunks tiveram um espaço maior também e até saíram pra uma aventura em busca do presente de casamento perfeito para a Videl.

Eu não me importaria com essa linha mais Dragon Ball e menos porradaria frenética com 50 episódio para dar um soco. O universo do Dragon Ball é tão rico, que não revisitá-lo com os novos personagens seria uma pena.

Infelizmente o Vegeta não aparece nesse episódio, mas o segundo focara nele - pelo menos foi o que preview pareceu demonstrar.



Depois de ver o episódio por completo fica impossível não ter a sensação de que você acabou de assistir a um OVA. Talvez tenha sido pelo estilo flash, mas realmente fiquei com essa sensação.

Provavelmente os próximos episódios sejam uma apresentação do que alguns personagens andaram fazendo após a morte do Boo. Pelo menos esse é o meu chute, pois no segundo episódio já sabemos que será focado no Vegeta.

De uma maneira geral eu gostei bastante do retorno da franquia e irei acompanhar, estou intrigado pra ver como Bills será inserido nesse meio. Então não perca tempo e corra assistir, depois volte aqui e comente o que achou.

Por enquanto ficamos por aqui, obrigado por ler e até a próxima.


2 comentários:

  1. Então, eu tava processando melhor as coisas e vi que esse aspecto de animação em flash não se limita ao DBZ novo (sejam os filmes ou a série nova), mas a todo tipo de anime feito após a mudança para o digital.

    No caso do DBZS isso fica muito claro quando você assiste o resumo da fase Z no começo do episódio (um ponto super positivo). Ignorando a qualidade da imagem (que já tem longos 18~19 anos), dá pra ver que os traços são muito bem feitos, emulando muito bem o traço do Akira.

    Agora, olhando a animação atual, feita com vetores, parece quando você desenha no paint usando a ferramenta de linha reta, sabe?

    Fora que a Toei é famosa por cagar tudo que não é One Piece, não tendo nada a ver com a época em que fazia animações a mão...

    Sobre o roteiro, é muito provável que ele siga a linha engraçadinha do filme, o que pra mim não é tão bom, mas tem apelo com muita gente... mas seria bom ver uma saga com um tom sério como alguns filmes antigos e sagas como a do Cell e do próprio Baby no DBGT.

    O negócio é esperar os clássicos 8 episódios de marasmo e ver como vai se desenvolver a série. Vamos aguardar.

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  2. Você disse exatamente o que eu tentei dizer: "Agora, olhando a animação atual, feita com vetores, parece quando você desenha no paint usando a ferramenta de linha reta, sabe?"

    Enquanto assistia lembrava da conversa que tivemos no twitter quando DBZS foi anunciado. Eu posso imaginar que o custo de produção tenha sido bem menor do que na fase Z, hahaha!

    Eu espero que consigam transpor um pouco daquela aura do primeiro Dragon Ball, sem deixar a pancadaria de lado. Só que insistir em muitas piadas, provavelmente vai deixar o anime meio cansativo, pelo menos eu achei o Bills meio forçado.

    O lance é esperar, vejamos como DBZS vai se desenvolver!

    Obrigado por compartilhar sua opinião comigo, Tony ^^

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