Quando adolescente, sempre tive o costume de cantarolar essas musiquinhas pop da moda, mas acrescentando um bom gutural, pois sempre senti falta de algo nelas. Eu me sentia o gênio da musica por fazer algo que até então ninguém tivesse pensado.

Não me julgue, pois naquela época eu não tinha internet e me divertia dessa forma. Era apenas um adolescente imaginando como seriam essa versões agressivas e brutais das musicas pop mela-cueca.

Bons tempos aqueles!

Depois de um bom tempo sem me aventurar em games que me levam as lagrimas, resolvi retornar com mais essa lista dos games mais frustrantes.

Queria esclarecer a todos que os games listados aqui não são ruins, apenas difíceis ou possuem alguma fase ou uma particularidade que tenha me frustrado. O conteúdo é baseado em minha experiência pessoal e obviamente pode haver pessoas que nem tenham sofrido tanto com alguns dos games listados abaixo.

E se você não leu a primeira parte, basta clicar aqui - Boa leitura a todos!


Eu adoro o Super Nintendo, um dos consoles mais legais que já tive e apesar de não ter sido o meu primeiro console, foi o videogame que tive por mais tempo e isso me rendeu a milhares de jogatinas ao lado do meu velho e irmão, vale ressaltar que até minha mãe jogava conosco (Ela adora Fighting Games).

Pensando nesse carinho que tenho por esse grande console da Nintendo, cheguei à conclusão de que ainda existem diversos motivos para se ter um Super Nes, então, enquanto junta grana para comprar o seu XboxOne ou PS4, o que acha de reviver os bons tempos da Nintendo?

Quer alguns bons motivos?

Depois de dois filmes medianos e um terceiro que não vale nem a pipoca, Resident Evil: Afterlife (Recomeço aqui no Brasil) tentou ser melhor que os outros.

Tentou!

Após a luta com o Tyrant capenga e provar que possui superpoderes, Alice encontra milhares de clones de si mesmo. Como uma Alice é pouca, ela desperta todos os seus clones e segue rumo a central da Umbrella na tentativa de eliminar a corporação.

Felizmente essa empreitada termina mal e só serviu para mandar todos os clones para o inferno. Uma das novidades da trama é que Alice perde os superpoderes na luta contra Wesker, finalmente voltando a ser humana. Enfim ela será morta e o papel principal será protagonizado por Claire.

Só que não!

Falando em Claire, aqui ela encontra seu irmão Chris, que nada mais é que o cara do Prison Break e que nada tem a ver com Chris. Todos os personagens são porcamente adaptados e isso é algo que me irrita profundamente nessa franquia.


Bora cometer um suicídio em conjunto
Não há valorização ou profundidade nos personagens, não passa de meros coadjuvante na trama. Falo sério, acredite em mim!

Outro ponto que eu preciso desabafar com relação à série é que a vadia da Alice reclama em todos os filmes sobre os seus superpoderes, se chamando de aberração... meu sangue ferve!
Todo mundo nessa merda se transformou em algum monstro e a vaca continua linda, saltitante e matando tudo e a todos com golpes de karate.

Aberração é meu ovo esquerdo Alice! ...  Desculpe o desabafo, mas voltemos!

O filme é bem produzido, não posso questionar, porém, ressalto que Paul W.S Anderson não sabe fazer adaptações. Quem assistiu Mortal Kombat sabe o que estou dizendo, olha que eu ainda curto aquela tranqueira.

Resident Evil: Afterlife tem muitos defeitos no roteiro, algo que é marca registrada da franquia, mas ainda consegue divertir e tem uns efeitos competentes, mas seu sucessor pega a história toda e a estupra com tanta violência, que eu me senti violentado ao fim do filme.

Prepararem-se para... RESIDENT EVIL: Retribuição



Esse é o filme onde os roteiristas simplesmente cagaram no roteiro literalmente, aqui rola a maior suruba com os personagens e nada, absolutamente nada faz sentido com coisa alguma.

Umbrella criou diversos clones de Carlos, Alice e todos os protagonistas (exceto aquele inútil do RE: Apocalipse que morreu no 3º filme.) com o intuito de ver como reagiriam em um apocalipse zumbi.

Alice (clone) é casada com Carlos e possui uma filha, ambos levam uma vida normal exceto que na primeira simulação ela morre e a menina sobrevive, encontrando com a verdadeira Alice em certo momento do filme.

Calma, o filme vai piorar!

Alice acorda dentro de uma base subterrânea onde Jill a mantém em cárcere e propõem um teste – Matar milhares de pessoas, por simplesmente matar. Não podemos esquecer-nos das roupas novas, marca registrada da franquia e que não acrescenta porra nenhuma.

Sabe o que me surpreendeu nesse filme – BARRY BURTON!

Por que diabos inserir o Barry a essa altura da trama? Pior que isso é saber que eles ainda o matam. Temos o Leon também que por sinal não serve pra nada na trama, exceto enfrentar o esquadrão Carlos Clone, onde temos a Michele Rodriguez como a penúltima Boss e Jill como final Boss.

Sim, o final é uma bosta, nele Michele tem o mesmo poder da Alice, graças a uns vermes que a Umbrella criou, nenhuma novidade até aqui (Assisti 3 vezes pra tentar digerir esse filme).

Jill perde o besouro que controlava ela, Michelle é levada pelos zumbis do gelo e Alice se junta a Wesker na luta contra a Umbrella - Ele devolve os poderes de Alice e prepare-se para um sexto filme.
Pronto, já viu a Jill novamente, pode quebrar esse disco também.
Resident Evil é uma das piores adaptações já feitas para um game, só não perde para as adaptações porcas feitas por Uwe Boll, diretor que ficou famoso pelas péssimas adaptações. Eu assisti aos filmes deixando o foco dos games de lado, mas a história em si simplesmente chama o telespectador de idiota.

O T-Vírus causa mutações e na trama não há uma justificativa lógica para a não transformação de Alice, tampouco para Umbrella não conseguir controlá-la em nenhum momento. No filme somos apresentado ao Nêmesis e parte dos processos que o tornou o monstro que é, porém não há sinal do processo na qual ela passou.

Ela é pega cerca de três vezes pela corporação  Umbrella e em nenhuma delas o processo de controla-la funcionou. Um mega corporação que tem o governo americano no bolso, incapaz de controlar uma loira magrela.

PUTA QUE PARIU!

Não vale o stress então basta de Resident Evil dirigido pelo Sr. Paul W.S. Anderson e protagonizado pela Milla Jovovich.

Acabou, chega, até o próximo maldito filme e que Odin tenha piedade da nossa alma.

Ainda não leu a primeira parte? Cliquei aqui!


Olá meus caros leitores , sentiram saudades? Depois de um tempinho sem postar, retorno com uma nova dica de games e o escolhido foi o Trog, um jogo bacana do que foi lançado para os Arcades, mas ganhou sua versão NES, que é a qual eu joguei. Quase uma fusão de Pac-Man e Bomberman, combinação bem interessante e divertida pra cacete.

Nossa jornada tem inicio aproximadamente 230 milhôes de anos atrâs, nos tempos em que os dinossauros ainda caminhavam na terra, para ser preciso esse mundo tem um nome OG.

Lindo né?