19 de maio de 2013

SPEC OPS THE LINE | UM JOGO ÚNICO E QUE TODOS DEVERIAM JOGAR


São muito poucos os games atuais que tenho interesse em jogar, mas reconheço que as vezes me surpreendo com alguns títulos não tão badalados.

Spec Ops: The Line é um desses que me surpreendeu bastante, já que nunca tivera contato com a franquia e ao jogar a demo desse game no ano passado, fique extremamente empolgado.

Graças ao meu primo, que me presenteou com o jogo, finalmente pude jogar até o fim esse magnífico game.

O game é repleto de cenas emocionantes e ação constante, colocando o jogador a todo o momento em fogo cruzado. É como viver um filme do John Woo, mas com um roteiro tão impressionante que você irá chorar com o desfecho - E compartilhar com todos seus colegas o quanto esse game é impressionante.



Eu não chorei, mas senti que a areia de Dubai irritou meus olhos, devo ser alérgico, deve ser isso.


O roteiro do game foi baseado no livro “Heart of Darkness (Coração das Trevas)” do escritor Joseph Conrad, que é homenageado no game.
O jogo nos tem inicio quando Capitão Walker, Sargento Adams e o Tenente Lugo chegam a Dubai, pronto para executarem uma missão de reconhecimento aparentemente tranquila, exceto pelo fato de encontrarem corpos de soldados do 33º comando mortos.



Logo Walker se vê perdido em uma cidade tomada pela guerra e sem meios de contatar o mundo exterior, a não ser por uma estação de rádio, onde o locutor narra ter conhecimento dos três soldados e que suas vidas estão prestes a acabar.

Galera, nossos personagens chegam ao fim do game praticamente destruídos, braços quebrados, perca de coro cabeludo, orelha, queimaduras no rosto, eles tem de superar ondas e mais ondas de inimigos, com armas cada vez mais pesadas, bombas, fósforo branco e até helicópteros metralhando prédios inteiros, só para matá-los.

Os gráficos são muito bons, mas é possível notar o uso em excesso de claridade para cobrir algumas imperfeições, mas esses detalhes passam despercebidos, pois a história e a ação envolvem o jogador com muita facilidade.



A trilha sonora do game é perfeita e consegue abraçar todo o conteúdo visual de uma forma surpreendente. Vale ressaltar que as dublagens são ótimas, principalmente a do locutor de rádio.

Apesar de possuir três personagens, controlamos apenas o Capitão Walker, sendo seus dois parceiros, Sargento Adams e Tenente Lugo controlados pelo computador, mas extremamente competente apesar de cometerem algumas cagadas, tipo, ficarem em pé sendo alvejados, mas isso não ocorreu com muita freqüência em toda a jogatina.

Eu não sei qual foi a nota que esse game recebeu de sites e revistas, mas ele recebe a nota 8.5, pois é extremamente foda. Esse vai para a lista dos melhores games que joguei em 2013, então não perca tempo e compre sua copia.

2 comentários:

  1. Joguei muito no PC. Eu lembro que recomendei pra um Bro meu e ele ficou fascinado pelo jogo. Não muda em nada a jogabilidade, a história é o que impacta no jogo.

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  2. O fato de haver escolhas é sensacional e o enredo, puta-que-pariu! Me conquistou hahahaha!


    Puta jogão mesmo ^^

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