28 de setembro de 2012

OS 6 JOGOS MAIS FRUSTRANTES QUE JOGUEI #01


Foram muitas as vezes que aquela jogatina descontraída se tornava uma tortura a ponto de deixar com um desejo enorme de espancar os programadores até a morte enquanto cantarolava a musica “Unicamente” da Débora Blando.

O porquê de Débora Blando, bem, eu não tenho a míníma idéia, mas a musica vinha a minha mente nesses momentos. E isso acontecia simplesmente pelo fato do jogo ser criado unicamente para o prazer de deuses como Chuck Norris e Steven Seagal poderem brincar sem destruir o universo.

Recordando esses belos momentos de extrema raiva, resolvi selecionar os jogos mais frustrantes que joguei. Sim, escolhi entre todos aqueles games que fizeram com que o Woo aqui chorasse lágrimas de sangue ou implorasse pelo game over supremo

Então começaremos falando de...


CONTRA - NES
O único game que apenas 98% da população mundial não foi capaz de zerar, sem o truques de vida ou mesmo save state. E os outros 3% que alcançaram essa proeza é composto por pessoas geneticamente modificadas, e alguns deuses já conhecido por nós meros humanos.

 Bem, eu faço parte dos 98 % que não concluiu sequer com os truques, tentei varias e varias vezes chegar ao fim desse game sem save state ou mesmo código de vidas, e como podem ver, não obtive sucesso.

Muitas vezes até pensei que o problema era comigo, mas não, não sou eu o problema, e sim o jogo que foi feito com o intuito de traumatizar os jogadores a ponto de recorrer a jogos mais fáceis e sem graça das produtoras. Esse jogo me faz sentir saudades das barras de energia, qual é, acredito que não só eu, mas muitos outros pensam da mesma forma, certo?

Crash Bandicoot - Psone
Comecei a jogar novamente esse o primeiro game no inicio do ano e o progresso do jogo tem sido lento, bem lento.

A falta de tempo contribuiu bastante, mas o vilão real tem sido a dificuldade, pois as fases são muito bem elaboradas, e o grau de dificuldade é insano, não importa o quanto você treine o pulo, você vai cair. E uma fase a ser ressaltada é a Road to Nowhere que me fez arrancar os cabelos em várias e várias tentativas frustradas até concluir a fase, mas sofri horrores até chegarmos ao fim dela, tudo bem que a Boulder Dash também deu um pouco de trabalho assim como a The lost city, mas isso já é outra historia.

Crash é um jogo muito bom, graficamente e musicalmente, adoro todas as musicas, principalmente a Boulder Dash e Neo Cortex Ainda não joguei os outros jogos da serie Crash, mas se todos eles forem como o primeiro, God Save Us!

Ultimate Mortal Kombat 3 - SNES
Muitos devem estar se perguntando “Pow! Por que UMK3 é um dos jogos mais frustrantes”, calma meu caro Padawan, aqui vai à resposta.
Na época em que o joguei, não importava o quão bom fosse suas habilidades no joystick, jogar MKU na dificuldade máxima, era uma missão impossível. Até hoje sou massacrado, quando tento chegar ao fim na dificuldade máxima.

Olha que sou um excelente jogador no controle de Ermac, um dos meus personagens favoritos. Se bem que ultimamente ele tem beijado o chão com mais freqüência, o tempo andou acabando com minhas habilidades e Ermac tem sofrido as conseqüências.

Convenhamos que hoje o game envelheceu um pouco, mas só pelo horror psicológico que causou na época, merece todo o respeito, há muitas pessoas traumatizadas e que babam só de lembrar. Tanto é que o primeiro campeonato de games que rolou em minha cidade, lá pelos meados de 1996, UMK foi o jogo escolhido dentro da franquia por maior numero de votação. Sim, eu tinha 12 anos e fui humilhado por um cara três anos mais novo que eu no torneio de UMK.

Fazer o que, surpresas da vida!

RESIDENT EVIL - PSone
Antes de Resident Evil, já tínhamos games de horror como Sweet Home e Alone in the Dark, mas R.E1 foi o primeiro game a causar o BOOM do gênero survival horror ao mundo.

Bem, Resident Evil é insanamente difícil ao jogar com Chris Redfields, pois você inicia a aventura portando apenas uma faca e quando você encontra um arma, a munição é escassa durante todo o game.
Serei sincero, até o presente momento, eu nunca consegui completar o game jogando com o Chris, compreendo que ele é resistente fisicamente mas acho impossivel terminar o game com ele!

Sim, sinto vergonha de mim mesmo...

YO! NOID - NES
Um velho de 40 anos fantasiado de coelho, viciado em pizza e com coragem suficiente para sair por ai utilizando um ioiô como arma? Poderíamos deduzir que o jogo a primeira vista parece mamão com açúcar, mas essa ideia passa logo depois de 2 minutos de jogatina.

Detentor de fases dificílimas e uma saúde extremamente frágil, o nosso herói pode vir a óbito até mesmo com um espirro ou brisa mais forte. Alérgico a peixes, pássaros e quase tudo que move ou não se move.

Acreditem, Noid conseguiu levar crianças e adultos ao terapeuta na época de seu lançamento pois ele é um dos games mais dificil do Nes. Tão difcil é o game que em todas as listas de games dificeis, Noid sempre é citado.

Não acredita em mim? Então vá jogar uma partida e depois volte aqui compartilhar a experiência!

Shadow of The Beast - Sega CD/ Mega Drive
Jogo desenvolvido pelo próprio cão e que por sinal, é o chefe final do game, se bem que NUNCA consegui chegar ao seu fim.

Vocês acham YO! NOID difícil tentem esse então, você recebe ataque de todos os lados, você se esquivará de um, e será acertado por outro. A dificuldade demasiada para uns é atrativo, para mim em excesso se torna menos atraente, ainda mais quando não consigo sair da primeira fase.

Gosto de um desafio, mas ele tem de se manter divertido e não me deixar frustrado a ponto de chorar.

Bem, meus caros, chegamos ao fim do post, estes apenas foram alguns dos games que me marcaram, em breve retornarei com mais games difíceis ao frustrantes.

24 de setembro de 2012

Megami Tensei World - Daphne


Olá meus caros leitores, hoje trago a vocês o primeiro de uma série de post um tanto macabro, então peço que tirem as crianças de perto do PC, apaguem as luzes e segurem seus rosários.

OK! Não precisa de nada disso, mas acreditem vocês vão conhecer demônios, deuses e os mais diabólicos seres que nem mesmo sua bisavó ouviu falar. Calma, vou explicar o que me levou a querer abordar esse tema tão... Anticristo? Diabos!

Sou um grande fã da série Shin Megami Tensei, então sempre que rola um tempo, eu procuro pesquisar sobre os demônios recorrentes da série e a cultura ligada a eles, que por sinal são fantásticas. Também sei que há preguiçosos que não gostam de ler em inglês ou utilizar do Google tradutor e ficam no aguardo de uma tradução, coisa que pode levar até anos em alguns casos ou mesmo nunca acontecer.

Então foi pensando em vocês, que resolvi criar essa série, assim partilharemos um pouco da rica cultura por trás de cada personagem, divindade e o diabo a quatro da série Shin Megami Tensei. Espero que todos estejam tão ansiosos quanto eu para descobrir esse vasto universo, então vamos ao que interessa.

DAPHNE
Começaremos contando a historia de Daphne, uma ninfa que o cupido resolver ferrar a vida por inveja do deus Apollo.

Poucos sabem, mas Daphne esta na mesa de jantar de quase todas as pessoas do mundo, mas antes de proporcionar um gostoso sabor à cozinha mundial, Daphne era uma linda e solteira ninfa , filha do Deus rio Peneu.

Tudo era maravilhoso para Daphne, até o dia em que Apollo foi induzido a se apaixonar por Dafne ao receber a flecha de Eros, que estava irritado com a arrogância de Apollo, enquanto a ninfa foi atingida por uma flecha de chumbo que causará o efeito contrário, a rejeição.

A partir daí, o deus começou a assediar a ninfa e a persegui-la, tornando a vida dela um inferno e foi chegando ao ponto em que Daphne exausta por ter de fugir das investidas e xaveco barato de Apollo, clamou ao seu pai que a livrasse da perseguição. 

Claro, que Peneu não pensou duas vezes em ajudar sua filha, então ele teve a brilhante ideia de transformá-la em um loureiro, Apollo triste com a decisão de sua amada, grita a plenos pulmões "Se não podes ser minha mulher, serás minha árvore sagrada" e passou a levar consigo folhas de louros em sua coroa a onde fosse.

Apollo & Daphne
Em minha opinião, Peneu não é um Deus muito inteligente e Apollo tem sérios problemas com rejeição. Você encontra Daphne em: Shin Megami Tensei: Devil Summoner, Shin Megami Tensei: Strange Journey

18 de setembro de 2012

DRAGON QUEST VIII | O PRIMEIRO DQ QUE TERMINO [PS2]


Olá meus caros leitores, depois de 100 horas de jogo, finalmente cheguei ao fim de Dragon Quest VIII.

Já estava perdendo a esperança se realmente iria conseguir zerar esse game, não sobrava tempo e quando começava a jogar, rolava alguma coisa pra fazer, como ir trabalhar ou dar atenção a minha bela e doce noiva.

Podem rir, mas eu prefiro urinar no tumulo de Osama Bin Laden trajando a bandeira dos Estados Unidos a encarar a fúria de minha amada.Não é medo, sou apenas um cara consciente do que uma mulher pode fazer quando contrariada.

Bem, mas voltemos ao Dragon Quest VIII!


Esse game me proporcionou uma das mais agradáveis jogatinas que tive em minhas férias, não sei dizer ao certo se é por que o game possui toda a magia de um RPG clássico ou foi pela belíssima arte do grande Akira Toryama, talvez tenha sido a maravilhosa trilha sonora composta por Koichi Sugiyama.

Nunca saberei ao certo quais pontos mais agradaram enquanto o jogava, mas uma coisa é certa, vale cada segundo. Os cel shading são fantástico e proporciona a sensação de que você esta no controle de um episódio de Dragon Ball.

Os efeitos de luzes das magias e golpes são um show a ser conferido e o melhor, a historia é simples, mas não deixa de ser interessante. Uma reviravolta atrás da outra até você topar com o verdadeiro causador de tudo.

Particularmente a única coisa que me desagradou foi à transformação do vilão na ultima batalha. Isso não torna o final ruim, mas decepciona pelo suspense que é feito em torno do demônio supremo.

Oras, mas isso é compensado pelo fato do protagonista principal possuir a habilidade de se transformar em super sayajin. Quantos games você conhece fora do mundo de Dragon Ball onde é possível se alcançar tal transformação?


Em nenhum outro lugar e nem falei sobre o sistema de batalha de monstros, outra coisa que nos deixa viciado é a procura por cada um deles, com direito a fusão.

Bem, só posso dizer aos amantes de RPG que se você não jogou esse game, compre a sua o quanto antes!

Para ajudar o povo, segue o link com o guia definitivo do game, só clicar  AQUI!

17 de setembro de 2012

SHINOBI | O MELHOR NINJA DO MUNDO [MASTER SYSTEM]


Olá meus caros e assíduos leitores (Alguém ai?), aqui quem fala é Cyber Woo, e hoje iremos falar a respeito de um game marcante e responsável pelo meu primeiro contato com a SEGA.

Meu contato com Joey Musashi e suas primeiras aventuras aconteceu aos meus sete anos, precisamente em 1991, e posso recordar como se fosse ontem.

Jogando em um sábado de manhã junto com meu tio, Labutávamos para conseguir destruir Mandara o terceiro vilão do jogo, e como meu tio havia adquirido recentemente o aparelho, de 2º mão, o controle não tinha sua carcaça, era apenas a placa central com as borrachinhas coladas e os fios revestidos com fita isolante, coisa linda de se ver.

Bons tempos...

Uma pena que nos dias de hoje, poucos poderão ter essa experiência, ou mesmo lembranças tão agradáveis como essa, Já que todos estão sempre com pressa e os controles já não possuem fios.
Bem, mas posso viver sabendo que posso reviver uma pequena parcela de minha infância,quando quiser, graças a esse mesmo avanço, sim, sou um hipócrita as vezes.

UM POUCO DA HISTORIA
Como havia citado no inicio, aqui controlamos o ninja Joe Musashi na luta contra o mal, as força de Zeed.
Que nada mais é que o vilão principal da série, até mesmo ganhou uma versão Cyber, que um dia abordaremos por aqui. Isso prova que Zeed é um vilão clássico, não importa de qual forma o destruímos, ele sempre volta.

A primeira vez que joguei, não tinha noção alguma do seu enredo, apesar de que ainda não tenho certeza quanto a sua historia, mas também não quis destruir a lembrança que tenho desse game.
Para mim sempre será o ninja armado, até mesmo criei um personagem em quadrinho quando moleque baseando-me nas shurikens que Joey lançava em seus inimigos.
Diferenciando-o apenas pelo fato de que o meu personagem realmente atirava com uma arma... Mas é outra historia.

GRÁFICAMENTE FALANDO
Estamos falando de um game portado dos árcades para o Master System, e mesmo com a grande diferença de plataforma, trouxe gráficos muito bons.
O cenário é tão detalhado como deveria, mas possui suas variações, tornando o aceitável no decorrer da aventura, mas deixa claro que não houve uso de todo o potencial da plataforma, mas cumpre muito bem com sua proposta. Já os inimigos e nosso protagonista, são grandes e com detalhes, ficaram show de bola, e fluem perfeitamente.

NO CONTROLE DE UM NINJA
Joey é um ninja e como todo bom ninja, tem de possuir comandos precisos, para fazer jus ao lema de silenciosos e letais, e pasmem, aqui conseguimos essa proeza.
Podemos saltar e até mesmo intercalar os lançamentos de shurikens muito bem, pois a resposta do controle é rápida, o que é crucial a qualquer game.

Isso só mostra que não são necessários gráficos maravilhosos, ou mesmo sangue para um game ser divertido, mas é necessario ter uma boa jogabilidade.

Imaginem Ninja Gaiden com um controle duro... NÂO DÀ!

SÓ DUAS, QUE FALTA DE RESPEITO
Não sei dizer a vocês, se o motivo do game possuir duas musica, seja devido a limitações da plataforma ou mesmo relaxo.
A Nintendo tinha uma plataforma de 8 bits, e assim mesmo investia na trilha dos seus games, imaginem Ys, com apenas uma musica martelando no decorrer de toda a aventura, é de se enforcar com o joystick.
Não é a toa que a SEGA foi à falência, demorou em aprender.
As musicas não são ruins, mas pelos poderes de Greyscow, não há que agüente ouvir apenas duas musicas durante muito tempo.

DIFICÍL, NO, NO, NO, NO!
Dificuldade elevada, mas nada que decorar os movimentos não cure, já que os inimigos não são nada inteligentes, e atacam sempre no mesmo padrão, mas também não torna a jogatina um passeio ao parque, já que conforme se avança sua dificuldade aumenta.

Há algumas fases que exigem muito do seu reflexo para serem passadas, assim como alguns chefes, mas graças ao controle é possivel passar a todas sem muito sofrimento, eu disse sem muito, porque sofrimento era o que vinha junto de cada caixinha de game nessa época, Yo! Noid que o diga.
Vale lembrar a fase do Masked Ninja...

Fase do cão perdia todas as minhas vidas e tinha que começar do zero varias vezes, como alguém pode conseguir desviar daqueles ninjas voadores, nem mesmo Jack Chan poderia.

BÔNUS


Esse foi um dos momentos mais tortuosos que tive de encarar, pois não importava o quanto lançasse shurikens, sempre um deles escapava. Não agüento mais olhar para a cara daquele ninja cor de limão.
Ninjas cor verde-limão, era só o que faltava, eu nem me lembrava disso, e por que diabos verde-limão?


Provavelmente nos dias de hoje esse ninja deva trabalhar em alguma rodovia

E CHEGAMOS AO FIM
Shinobi é nostalgia pura, principalmente a versão do Master System, joga-lo depois de tantos anos foi otimo, não há coisa melhor que jogar um game clássico do inicio ao fim, soltando gargalhadas e até mesmo alguns palavrões.

O game envelheceu muito desde a primeira vez, mas não perdeu o seu charme, continua sendo um excelente entretenimento dentro de tantos outros títulos da mesma época, mas com seu algo mais.

Por hoje é só meus caros, em breve voltarei com alguns outros games da série.

16 de setembro de 2012

COLIN | FLME DE ZUMBI EM QUE HUMANOS SÃO OS VILÕES


Filmes de zumbis são todos iguais, começa com uma infecção, gente sendo morta, devorada e boom, temos mais um holocausto zumbi.

Não me leve a mal, eu adoro filme de zumbis, mas infelizmente poucos deles têm o poder de nos surpreender, uma vez que a temática em si já foi usada milhares de vezes.

Então no meio de tanta mesmice surge Colin, um filme de zumbi diferente de tudo que você já viu, pois dessa vez o filme gira em torno da perspectiva do morto-vivo.

Isso mesmo meus caros colegas, quando um filme nos mostra a jornada de um zumbi, tenha certeza que você deve parar e assistir.

Claro, isso se você gostar de filmes de terror, caso contrário há outras opções, consulte o José Wilker para indicar alguns filmes.

Voltemos!

Bem, o diretor inglês Marc Price gravou Colin em 18 meses e gastou cerca de 45 libras ao longo desse tempo, utilizando um elenco composto por pessoas que conheceu no Facebook e amigos próximos.



Lançado em 2008 e mesmo com um orçamento tão baixo, conquistou milhares de fãs mundo afora, sendo exibido em vários festivais, até mesmo em Cannes no ano de 2009.

O Filme conta a historia de um jovem que após ser atacado por um zumbi em meio a um apocalipse, se transforma em um devorador de cérebros, mas continua com alguns traços de sua humanidade.

As cenas de ação também foram muito bem coreografadas, difícil acreditar que foi filmado com uma câmera convencional. Sei, Bruxa de Blair é pioneiro e blá, blá, nem foi grandes coisas esse filme, o segundo filme é o melhor e tenho dito.

A maquiagem utilizada é um show a parte, as vísceras, sangue e tudo mais são bem realistas, incrível como foi feito tanto com tão pouca grana.

Estou pensando seriamente em comprar o DVD para minha coleção.

É difícil falar do quanto esse filme é surpreendente se contar detalhes importantes da historia. Altamente recomendado para os amantes de um bom filme de terror, apesar de ser mais uma aventura zumbi do que um filme de terror no meu ponto de vista.



Então não perca tempo, compre pipoca e chame sua patroa para assistir juntinho e não deixe de apagar as luzes.

Bom divertimento a todos

14 de setembro de 2012

PRINCE OF PERSIA E SUAS AREIAS DO TEMPO


Olá meus caros leitores, cá estou de volta e agora venho apresentar uma aventura que vivenciei lá na Arábia há alguns meses atrás.

Em minha estadia por lá, aprendi Le parkour e utilizei muito dessa habilidade para salvar o meu traseiro gordo, ainda de quebra consegui um poder maneiro de voltar no tempo com uma adaga que utiliza areia, areias do tempo...

OOOH!

Isso não me salvou de atrasos ao trabalho ou de perder o ônibus devido a uma bendita plataforma que não alcançava.

Diabos de plataformas... HUMPH!

Então depois de milhares de vidas perdidas e 40 horas jogadas finalmente cheguei ao fim dessa aventura, mas saibam que o game contém um enredo intrigante e que realmente surpreende, mas não posso dizer que seja original, já que o maior atrativo é a sua jogabilidade. Durante o jogo todo você vai topar com obstáculos que o vai obrigar correr sobre paredes, saltar plataformas e duelar com mais de um inimigo de uma só vez.




O príncipe é o Homem-Aranha árabe, mas isso não quer dizer que os duelos são mamões com açúcar, pois se você ficar encurralado no canto ou derrubado no meio dos inimigos, eles te batem como se estivessem batendo em uma piñata. Houve momentos em que perdia varias vidas seguidas por cometer esse erro e não tenham duvidas, há um numero de batalhas bem irritantes para se enfrentar.

Mas calma lá, não estou querendo desanimá-los, o jogo é ótimo e proporciona um desafio bem alto para se chegar ao fim. Há muita exploração e itens escondidos a serem encontrados, também temos as clássicas passagens secretas.




Não posso deixar de ressaltar a qualidade gráfica do cenário que é espetacular assim como os efeitos de luzes e água, tudo embalado por uma trilha sonora que é maravilhosa. Eu gosto muito do clima que acompanha a musica, aquela tiazinha gemendo ao fundo, de repente o tiozinho começa a gemer também, show de bola!

Ah, um grande título do Playstation 2 e que faz a diferença em sua extensa biblioteca, mesmo em alguns momentos caindo no clichê ele vai proporcionar um desafio alto e de quebra possui extras muito bacanas.

Eu recomendo então vá correndo comprar o seu Ps2 Cabron!

13 de setembro de 2012

ENTREVISTA COM AMER HOUCHAIMI


Eu nunca entrevistei ninguém em toda a minha vida e muito menos esperava que um dia pudesse o fazê-lo, até que conheci o Blog do Amer

Fiquei fascinado pelo conteúdo apresentado, pois não conheci nada semelhante na rede. Recordo que gastei muita tinta imprimindo os diversos artigos contidos no blog. Tudo porquê não podia acessar ao blog no trabalho, visto que não tinha internet em casa.

Crie carinho pela escrita e o humor inigualável, queria conhecer aquele cara por trás do textos que me levava a gargalhada. Todos os dias eu lia e re-lia, sendo assim, me veio a ideia de tentar entrevistá-lo, mas não tinha coragem de convidá-lo.

Não sei quanto a vocês, mas quando admiro alguém, tenho medo do que essa pessoa possa pensar de mim. Levei tempos, mas venci a vergonha e cá estou trazendo a primeira e única pessoa que entrevistei, mas que foi uma experiência muito divertida.


Espero que gostem de conhecer um pouco mais sobre esse ilustre jornalista.

Arquivos do Woo: Primeiramente gostaria agradecê-lo por conceder essa entrevista e pedir a você para nos contar um pouco sobre o verdadeiro Amer Houchaimi? Cidade onde mora?Foto?

Amer Houchaimi: Ish, Sou péssimo em falar de mim mesmo. Ma bene, sou só um nerd-humilde-de-nobre-coração-que-vai-todos-os-dias-ao-bosque-para-recolher-lenha. Moro em Guarulhos, que é uma cidade que fica longe de absolutamente tudo e fotos minhas não existem.

Para todos os efeitos, me pareço com o Rei Cutelo, o pai da Chi Chi de Dragon Ball.

Arquivos do Woo: Algumas pessoas o consideram um ícone do jornalismo gamer atual, como você se sente a respeito?

Amer Houchaimi: Não me sinto um ícone, diabos, preciso de mais uns 30 anos de carreira e pelo menos uns três livros publicados pra achar que sou um ícone. Sou só um maluco que sonha em trabalhar com games desde os 12 anos e que teve essa sorte (eventualmente azar) em algum ponto da vida. Mas agradeço o elogio, thanks a lot.


Arquivos do Woo: O que o motivou a criar o Blog do Amer e o Game Blog do Amer?

Amer Houchaimi: Basicamente, foi um site chamado X-Entertainment. Eu matava aula na faculdade de Direito e ficava nos laboratórios de informática da universidade lendo os artigos deste site a manhã inteira e ria feito um retardado.

O dono do site (Matt Carapacca, se não me falha a memória) tratava de muitos assuntos que eu adorava e isso lá por 2000, 2001. Época em que a internet e a cultura nerd ainda não eram tão difundidas. Foi por causa desse site que eu redescobri minha paixão por Transformers, He-Man e tantas coisas da minha infância.

Desde então eu tive vontade de escrever a respeito. Eu simplesmente precisei vencer a preguiça um dia e foi assim que o Blog começou.

Arquivos do Woo: E de onde vem tanta inspiração para artigos tão distintos?

Amer Houchaimi: Não sei. Inspiração não depende do autor, ela surge quando bem entende e vai embora quando dá na telha. Alguns dias tou muito inspirado e escrever é fácil, outras eu preciso assistir quilos de filmes, jogar horas de videogames e passar o dia inteiro escutando Opie & Anthony (programa de radio americano que adoro) pra ter alguma idéia.

Inspiração é uma amante cruel.

Arquivos do Woo: Percebi que no Game Blog do Amer você aborda jogos de varias plataformas, mas por acaso você tem um carinho especial por algum console ou game especifico?

Amer Houchaimi: Tenho um carinho maior pelo Mega Drive e o Super Nintendo. Mais pela época que eles simbolizam que qualquer coisa.

Mas gosto de todos os meus consoles, cada um pelos jogos que tem. Não acho que um sistema só sustente um gamer, é preciso jogar de tudo um pouco.


Arquivos do Woo: Se fosse para você escolher o melhor console de todos os tempos, qual seria?

Amer Houchaimi: Sinceramente, acho que cada sistema representa bem sua época. Eleger um como melhor de todos os tempos significa classificar tudo que veio depois dele como inferior e inválido. E acho esse tipo de comparação errada.

O Super Nintendo foi ótimo em sua época, bem como o PsOne foi na dele e como o Xbox 360 é hoje. Cada console é bom para seu tempo e para o público que atende. O resto vai de gosto pessoal.

E antes que pergunte, mesmo como questão de gosto pessoal, não tenho um favorito. Achou que ia me pegar nessa, heim, heim, heim?

Arquivos do Woo: Quase peguei, hein, hahaha! Voltando ao assuntoqual o gênero que você mais gosta de jogar?

Amer Houchaimi: Atualmente, Sandbox (GTA, Red Dead Redemption), RPG (Mass Effect, Fallout 3) e luta (Mortal Kombat, Street Fighter IV). Mas meu gosto se modifica de acordo com os jogos que estiverem disponíveis no mercado.

Arquivos do Woo:  Qual uma das melhores franquias dos games em sua opinião?

Amer Houchaimi: Grand Theft Auto. A série amadureceu muito nos últimos anos, mostrou que games para adultos não precisam se limitar a caos, destruição e violência. Uma narrativa madura ajuda horrores também.

Claro, atravessar a cidade com um tanque de guerra também não me deixa triste.

Arquivos do Woo: Cite um dos seus personagens favoritos do mundo dos games?

Amer Houchaimi: Chun Li. Existe alguem que não é apaixonado por ela? Sei que é meio manjado, mas será que existe alguem que não é apaixonado por ela?

Arquivos do Woo: Alguma chance de um artigo sobre os melhores games do PS2?

Amer Houchaimi: Uma hora sai, prometo.

Arquivos do Woo: Deixando um pouco de lado os games, vamos falar sobre sua analise do filme Crepúsculo? Aparentemente foi uma missão quase impossível, mas muito divertida para nós leitores. Ainda lhe restam forças para analisar os demais filmes da franquia?

Amer Houchaimi: Sim, sem dúvida. Falando a verdade, não é tão ruim analisar essa série, eu me divirto pra burro assistindo esses filmes.

Claro, não pelos mesmos motivos que as fãs, que isso fique bem claro. Eu me divirto nos meus termos, que depois escrevo pra que vocês se divirtam também.
Se tudo correr bem, a análise de Eclipse vem em Outubro, então agüentem mais um pouco.


Arquivos do Woo: Seus textos são sempre extensos, mas nunca cansativo de serem lidos, como funciona o processo de criação deles?

Amer Houchaimi: Não tem muito segredo. Brota uma idéia, eu sento, escrevo até onde dá, faço uma pausa, bebo alguma coisa, então começo a andar de um lado pro outro feito um esquilo neurótico e falando em voz alta feito um louco. Em algum momento me pipoca a melhor forma de dar continuidade ao texto, sento escrevo mais e assim por diante, até concluir minha missão.

Arquivos do Woo: Agora vamos falar um pouco sobre o seu lado profissional, como é ser um jornalista gamer?

Amer Houchaimi: Como qualquer outra profissão, as vezes é legal, as vezes é um saco. Alguns dias são melhores que os outros.

Trabalhar com games não é a moleza que muita gente pensa, enche o saco ter de deixar aquilo que você quer jogar de lado, pra terminar alguma bobagem que é o título badalado do momento. Fazer o quêr? Ossos do ofício.

Arquivos do Woo: Como pode ter visto no Twitter algumas semanas atrás, muito de nós leitores estamos tristes com a sua saída da revista Old! Gamer. Você poderia nos contar um pouco sobre o motivo de sua saída?

Amer Houchaimi: Vamos dizer apenas que eu não era respeitado lá. Existiam pessoa ótimas na empresa, mas outras que não eram tão boas. Com o tempo, o lado ruim superou em muito o lado bom de se trabalhar por lá.

Arquivos do Woo: Nós fãs gostaríamos de saber em que revista (editora) você esta trabalhando atualmente, pois queremos acompanhar seus novos artigos.

Amer Houchaimi: Tou escrevendo em um blog sobre cinema agora. Pois é, quem diria? VISITEM, ACESSEM, TRIPLIQUEM O NÚMERO DE LEITORES QUE O AMER SERÁ MAIS BEM PAGO E SE TORNARÁ O REI DO UNIVERSO!!!

O REI!!! DO UNIVERSO!!! Aliás, o link é esse: http://blogs.pop.com.br/cinema/

Arquivos do Woo: Já que falamos sobre revistas, ultimamente vem surgido varias revistas digitais gratuitas abordando jogos antigos e novos, o que você acha dessa iniciativa por parte dos fans?

Muitos desses jovens se formam em jornalismo com o sonho de escrever sobre games, pode dar algumas dicas de como é trabalhar com games?

Amer Houchaimi: Acho que unificar a resposta dessas duas perguntas é o melhor. Acho a iniciativa muito legal, pois assim os criadores dessas revistas digitais podem se dedicar ao assunto que preferirem. Sujeito não precisa fazer detonado de Lego Harry Potter porque tem demanda, ele pode se dedicar a falar de River City Ransom e atingir a um público que não seria atendido pelo grande mercado.


Mas de nada vale vontade sem dedicação.

Se alguem quer trabalhar com games, precisa conhecer TUDO que puder sobre o mercado. Nada de ficar só no FIFA e no Gears of War. Tem de jogar de tudo um pouco, mesmo que seja só pra conhecer.


Tem de saber os nomes dos grandes designers da indústria, não se prender só a Miyamoto e Kojima. Tem de conhecer o passado, o presente e ter alguma idéia de como pode ser o futuro do mercado.

E tem que ler UMA BARBARIDADE!!! Toda a informação sobre games no mundo está na internet, em sites internacionais. É preciso saber um bocado, pesquisar feito um condenado, virar dias e noites atrás de informação. Se você se dispõe a escrever sobre um assunto, tem de saber MUITO dele, pois suas palavras formarão a opinião de inúmeros leitores.

E vocês sabem o que o Homem Aranha dizia sobre poder e responsabilidade.


Já tem muito sujeito metido a profissional que não conhece nada sobre o tema que escreve. A nova geração tem de fazer o possível pra ser diferente.

E nunca tenham vergonha de serem Gamers. Não sejam como alguns profissionais do meio que se gabam de não terem passado a infância jogando video games.

Mas não fiquem abilolados também. Saiam com amigos, vão ao cinema, namorem, pois no fim, a vida não é feita só de pixels e polígonos.

Arquivos do Woo: Sei que é fã da franquia Transformers, então lhe pergunto, o que achou dos filmes Transformers e Transformers – Rise of the Fallen e quais as suas expectativas para o novo filme Dark of the Moon?

Amer Houchaimi: Gostei do primeiro, o segundo me levou ao suicídio e o terceiro é diversão culpada. É uma homenagem tão descarada ao seriado da década de 1980 que não tinha como não gostar.

Arquivos do Woo: Se pudesse escolher uma personalidade famosa para indicar Hokuto no Ken, para quem indicaria?

Amer Houchaimi: Pro Cedrico. Quem sabe assim ele vira gente?

Arquivos do Woo: Em maio ocorreu o 2º etapa do jogo justo, qual sua opinião em relação ao movimento?

Amer Houchaimi: Espero MUITO que dê certo, mas não vou esperar sentado. Infelizmente, não boto muita fé no Brasil quando o assunto é diminuir impostos de algo.

Arquivos do Woo: Antes de encerrar gostaria de passar um recado que nossa amiga Rita do blog Videogame & Etc. Ela te manda um beijo e diz que você é o máximo e é sua grande fã, também pergunta se há possibilidade de ganhar o seu autografo na OLD!Gamer nº1 que ela possui.

Amer Houchaimi: Brigado pelo carinho, Rita. Autografo sua revista sim, sem problema, só nos trombarmos um dia!

Arquivos do Woo: Gostaria de dar algum recado a todos os seus fãs, leitores e admiradores?

Amer Houchaimi: Keep fighting the good fight, kids!

Arquivos do Woo: Gostaria de agradecê-lo por conceder a entrevista e lhe desejo boa sorte na nova empreitada, pois você é um grande cara e esperamos que continue com o excelente trabalho sempre.

Espero que todos tenham apreciado a entrevista, e não deixem de seguir o Amer no Twitter  e em sua página no Facebook

11 de setembro de 2012

I SPIT ON YOUR GRAVE | UM REMAKE TÃO VIOLENTO QUANTO O ORIGINAL


Olá meus caros, prontos para conferir um filme repleto de violência? Não? Tem certeza? AH! Mudou de ideia, então leia essa resenha e corra assistir o filme!