Quem nunca deixou de jogar aquele jogo famoso que todos comentavam, simplesmente porquê parecia uma droga?

Bem, talvez não seja apenas eu, e  por esses motivos apresento a vocês alguns jogos mega avaliados por milhares de jogadores mundo a fora, mas que eu nunca zerei, joguei ou me tive algum tipo de interesse quando jovem.

Então confira o primeiro  da lista!



Um dos personagens mais legais dos quadrinhos nasceu no ano de 1962, graças a Stan Lee e Steve Ditko. foi o sucesso que o personagem ganhou diversos produtos, desde séries bizarras como uma versão japa(link) ou mesmo mundos alternativos assim como diferentes uniformes e etc...

Então no ano de 2000, nós meros gamers fomos agraciados com um game  magnífico e fiel as aventuras do amigão da vizinhança. game foi produzido pela Neversoft, a mesma produtora do excelente Tony Hawks Pro Skater. Há uma leve melhoria na qualidade gráfica do game, mas nada excepcional, já que utiliza da mesma engine de THPS.


Foram muitas as vezes que aquela jogatina descontraída se tornava uma tortura a ponto de deixar com um desejo enorme de espancar os programadores até a morte enquanto cantarolava a musica “Unicamente” da Débora Blando.

O porquê de Débora Blando, bem, eu não tenho a míníma idéia, mas a musica vinha a minha mente nesses momentos. E isso acontecia simplesmente pelo fato do jogo ser criado unicamente para o prazer de deuses como Chuck Norris e Steven Seagal poderem brincar sem destruir o universo.

Recordando esses belos momentos de extrema raiva, resolvi selecionar os jogos mais frustrantes que joguei. Sim, escolhi entre todos aqueles games que fizeram com que o Woo aqui chorasse lágrimas de sangue ou implorasse pelo game over supremo

Então começaremos falando de...


CONTRA - NES
O único game que apenas 98% da população mundial não foi capaz de zerar, sem o truques de vida ou mesmo save state. E os outros 3% que alcançaram essa proeza é composto por pessoas geneticamente modificadas, e alguns deuses já conhecido por nós meros humanos.

 Bem, eu faço parte dos 98 % que não concluiu sequer com os truques, tentei varias e varias vezes chegar ao fim desse game sem save state ou mesmo código de vidas, e como podem ver, não obtive sucesso.

Muitas vezes até pensei que o problema era comigo, mas não, não sou eu o problema, e sim o jogo que foi feito com o intuito de traumatizar os jogadores a ponto de recorrer a jogos mais fáceis e sem graça das produtoras. Esse jogo me faz sentir saudades das barras de energia, qual é, acredito que não só eu, mas muitos outros pensam da mesma forma, certo?

Crash Bandicoot - Psone
Comecei a jogar novamente esse o primeiro game no inicio do ano e o progresso do jogo tem sido lento, bem lento.

A falta de tempo contribuiu bastante, mas o vilão real tem sido a dificuldade, pois as fases são muito bem elaboradas, e o grau de dificuldade é insano, não importa o quanto você treine o pulo, você vai cair. E uma fase a ser ressaltada é a Road to Nowhere que me fez arrancar os cabelos em várias e várias tentativas frustradas até concluir a fase, mas sofri horrores até chegarmos ao fim dela, tudo bem que a Boulder Dash também deu um pouco de trabalho assim como a The lost city, mas isso já é outra historia.

Crash é um jogo muito bom, graficamente e musicalmente, adoro todas as musicas, principalmente a Boulder Dash e Neo Cortex Ainda não joguei os outros jogos da serie Crash, mas se todos eles forem como o primeiro, God Save Us!

Ultimate Mortal Kombat 3 - SNES
Muitos devem estar se perguntando “Pow! Por que UMK3 é um dos jogos mais frustrantes”, calma meu caro Padawan, aqui vai à resposta.
Na época em que o joguei, não importava o quão bom fosse suas habilidades no joystick, jogar MKU na dificuldade máxima, era uma missão impossível. Até hoje sou massacrado, quando tento chegar ao fim na dificuldade máxima.

Olha que sou um excelente jogador no controle de Ermac, um dos meus personagens favoritos. Se bem que ultimamente ele tem beijado o chão com mais freqüência, o tempo andou acabando com minhas habilidades e Ermac tem sofrido as conseqüências.

Convenhamos que hoje o game envelheceu um pouco, mas só pelo horror psicológico que causou na época, merece todo o respeito, há muitas pessoas traumatizadas e que babam só de lembrar. Tanto é que o primeiro campeonato de games que rolou em minha cidade, lá pelos meados de 1996, UMK foi o jogo escolhido dentro da franquia por maior numero de votação. Sim, eu tinha 12 anos e fui humilhado por um cara três anos mais novo que eu no torneio de UMK.

Fazer o que, surpresas da vida!

RESIDENT EVIL - PSone
Antes de Resident Evil, já tínhamos games de horror como Sweet Home e Alone in the Dark, mas R.E1 foi o primeiro game a causar o BOOM do gênero survival horror ao mundo.

Bem, Resident Evil é insanamente difícil ao jogar com Chris Redfields, pois você inicia a aventura portando apenas uma faca e quando você encontra um arma, a munição é escassa durante todo o game.
Serei sincero, até o presente momento, eu nunca consegui completar o game jogando com o Chris, compreendo que ele é resistente fisicamente mas acho impossivel terminar o game com ele!

Sim, sinto vergonha de mim mesmo...

YO! NOID - NES
Um velho de 40 anos fantasiado de coelho, viciado em pizza e com coragem suficiente para sair por ai utilizando um ioiô como arma? Poderíamos deduzir que o jogo a primeira vista parece mamão com açúcar, mas essa ideia passa logo depois de 2 minutos de jogatina.

Detentor de fases dificílimas e uma saúde extremamente frágil, o nosso herói pode vir a óbito até mesmo com um espirro ou brisa mais forte. Alérgico a peixes, pássaros e quase tudo que move ou não se move.

Acreditem, Noid conseguiu levar crianças e adultos ao terapeuta na época de seu lançamento pois ele é um dos games mais dificil do Nes. Tão difcil é o game que em todas as listas de games dificeis, Noid sempre é citado.

Não acredita em mim? Então vá jogar uma partida e depois volte aqui compartilhar a experiência!

Shadow of The Beast - Sega CD/ Mega Drive
Jogo desenvolvido pelo próprio cão e que por sinal, é o chefe final do game, se bem que NUNCA consegui chegar ao seu fim.

Vocês acham YO! NOID difícil tentem esse então, você recebe ataque de todos os lados, você se esquivará de um, e será acertado por outro. A dificuldade demasiada para uns é atrativo, para mim em excesso se torna menos atraente, ainda mais quando não consigo sair da primeira fase.

Gosto de um desafio, mas ele tem de se manter divertido e não me deixar frustrado a ponto de chorar.

Bem, meus caros, chegamos ao fim do post, estes apenas foram alguns dos games que me marcaram, em breve retornarei com mais games difíceis ao frustrantes.


Olá meus caros leitores, hoje trago a vocês o primeiro de uma série de post um tanto macabro, então peço que tirem as crianças de perto do PC, apaguem as luzes e segurem seus rosários.

OK! Não precisa de nada disso, mas acreditem vocês vão conhecer demônios, deuses e os mais diabólicos seres que nem mesmo sua bisavó ouviu falar. Calma, vou explicar o que me levou a querer abordar esse tema tão... Anticristo? Diabos!

Sou um grande fã da série Shin Megami Tensei, então sempre que rola um tempo, eu procuro pesquisar sobre os demônios recorrentes da série e a cultura ligada a eles, que por sinal são fantásticas. Também sei que há preguiçosos que não gostam de ler em inglês ou utilizar do Google tradutor e ficam no aguardo de uma tradução, coisa que pode levar até anos em alguns casos ou mesmo nunca acontecer.

Então foi pensando em vocês, que resolvi criar essa série, assim partilharemos um pouco da rica cultura por trás de cada personagem, divindade e o diabo a quatro da série Shin Megami Tensei. Espero que todos estejam tão ansiosos quanto eu para descobrir esse vasto universo, então vamos ao que interessa.

DAPHNE
Começaremos contando a historia de Daphne, uma ninfa que o cupido resolver ferrar a vida por inveja do deus Apollo.

Poucos sabem, mas Daphne esta na mesa de jantar de quase todas as pessoas do mundo, mas antes de proporcionar um gostoso sabor à cozinha mundial, Daphne era uma linda e solteira ninfa , filha do Deus rio Peneu.

Tudo era maravilhoso para Daphne, até o dia em que Apollo foi induzido a se apaixonar por Dafne ao receber a flecha de Eros, que estava irritado com a arrogância de Apollo, enquanto a ninfa foi atingida por uma flecha de chumbo que causará o efeito contrário, a rejeição.

A partir daí, o deus começou a assediar a ninfa e a persegui-la, tornando a vida dela um inferno e foi chegando ao ponto em que Daphne exausta por ter de fugir das investidas e xaveco barato de Apollo, clamou ao seu pai que a livrasse da perseguição. 

Claro, que Peneu não pensou duas vezes em ajudar sua filha, então ele teve a brilhante ideia de transformá-la em um loureiro, Apollo triste com a decisão de sua amada, grita a plenos pulmões "Se não podes ser minha mulher, serás minha árvore sagrada" e passou a levar consigo folhas de louros em sua coroa a onde fosse.

Apollo & Daphne
Em minha opinião, Peneu não é um Deus muito inteligente e Apollo tem sérios problemas com rejeição. Você encontra Daphne em: Shin Megami Tensei: Devil Summoner, Shin Megami Tensei: Strange Journey

Olá meus caros leitores, depois de 100 horas de jogo, finalmente cheguei ao fim de Dragon Quest VIII.

Já estava perdendo a esperança se realmente iria conseguir zerar esse game, não sobrava tempo e quando começava a jogar, rolava alguma coisa pra fazer, como ir trabalhar ou dar atenção a minha bela e doce noiva.

Podem rir, mas eu prefiro urinar no tumulo de Osama Bin Laden trajando a bandeira dos Estados Unidos a encarar a fúria de minha amada.Não é medo, sou apenas um cara consciente do que uma mulher pode fazer quando contrariada.

Bem, mas voltemos ao Dragon Quest VIII!


Olá meus caros e assíduos leitores (Alguém ai?), aqui quem fala é Cyber Woo, e hoje iremos falar a respeito de um game marcante e responsável pelo meu primeiro contato com a SEGA.

Meu contato com Joey Musashi e suas primeiras aventuras aconteceu aos meus sete anos, precisamente em 1991, e posso recordar como se fosse ontem.


Filmes de zumbis são todos iguais, começa com uma infecção, gente sendo morta, devorada e boom, temos mais um holocausto zumbi.

Não me leve a mal, eu adoro filme de zumbis, mas infelizmente poucos deles têm o poder de nos surpreender, uma vez que a temática em si já foi usada milhares de vezes.

Então no meio de tanta mesmice surge Colin, um filme de zumbi diferente de tudo que você já viu, pois dessa vez o filme gira em torno da perspectiva do morto-vivo.

Isso mesmo meus caros colegas, quando um filme nos mostra a jornada de um zumbi, tenha certeza que você deve parar e assistir.

Claro, isso se você gostar de filmes de terror, caso contrário há outras opções, consulte o José Wilker para indicar alguns filmes.

Voltemos!

Bem, o diretor inglês Marc Price gravou Colin em 18 meses e gastou cerca de 45 libras ao longo desse tempo, utilizando um elenco composto por pessoas que conheceu no Facebook e amigos próximos.



Lançado em 2008 e mesmo com um orçamento tão baixo, conquistou milhares de fãs mundo afora, sendo exibido em vários festivais, até mesmo em Cannes no ano de 2009.

O Filme conta a historia de um jovem que após ser atacado por um zumbi em meio a um apocalipse, se transforma em um devorador de cérebros, mas continua com alguns traços de sua humanidade.

As cenas de ação também foram muito bem coreografadas, difícil acreditar que foi filmado com uma câmera convencional. Sei, Bruxa de Blair é pioneiro e blá, blá, nem foi grandes coisas esse filme, o segundo filme é o melhor e tenho dito.

A maquiagem utilizada é um show a parte, as vísceras, sangue e tudo mais são bem realistas, incrível como foi feito tanto com tão pouca grana.

Estou pensando seriamente em comprar o DVD para minha coleção.

É difícil falar do quanto esse filme é surpreendente se contar detalhes importantes da historia. Altamente recomendado para os amantes de um bom filme de terror, apesar de ser mais uma aventura zumbi do que um filme de terror no meu ponto de vista.



Então não perca tempo, compre pipoca e chame sua patroa para assistir juntinho e não deixe de apagar as luzes.

Bom divertimento a todos

Olá meus caros leitores, cá estou de volta e agora venho apresentar uma aventura que vivenciei lá na Arábia há alguns meses atrás.


Eu nunca entrevistei ninguém em toda a minha vida e muito menos esperava que um dia pudesse o fazê-lo, até que conheci o Blog do Amer

Fiquei fascinado pelo conteúdo apresentado, pois não conheci nada semelhante na rede. Recordo que gastei muita tinta imprimindo os diversos artigos contidos no blog. Tudo porquê não podia acessar ao blog no trabalho, visto que não tinha internet em casa.

Crie carinho pela escrita e o humor inigualável, queria conhecer aquele cara por trás do textos que me levava a gargalhada. Todos os dias eu lia e re-lia, sendo assim, me veio a ideia de tentar entrevistá-lo, mas não tinha coragem de convidá-lo.

Não sei quanto a vocês, mas quando admiro alguém, tenho medo do que essa pessoa possa pensar de mim. Levei tempos, mas venci a vergonha e cá estou trazendo a primeira e única pessoa que entrevistei, mas que foi uma experiência muito divertida.


Espero que gostem de conhecer um pouco mais sobre esse ilustre jornalista.

Arquivos do Woo: Primeiramente gostaria agradecê-lo por conceder essa entrevista e pedir a você para nos contar um pouco sobre o verdadeiro Amer Houchaimi? Cidade onde mora?Foto?

Amer Houchaimi: Ish, Sou péssimo em falar de mim mesmo. Ma bene, sou só um nerd-humilde-de-nobre-coração-que-vai-todos-os-dias-ao-bosque-para-recolher-lenha. Moro em Guarulhos, que é uma cidade que fica longe de absolutamente tudo e fotos minhas não existem.

Para todos os efeitos, me pareço com o Rei Cutelo, o pai da Chi Chi de Dragon Ball.

Arquivos do Woo: Algumas pessoas o consideram um ícone do jornalismo gamer atual, como você se sente a respeito?

Amer Houchaimi: Não me sinto um ícone, diabos, preciso de mais uns 30 anos de carreira e pelo menos uns três livros publicados pra achar que sou um ícone. Sou só um maluco que sonha em trabalhar com games desde os 12 anos e que teve essa sorte (eventualmente azar) em algum ponto da vida. Mas agradeço o elogio, thanks a lot.


Arquivos do Woo: O que o motivou a criar o Blog do Amer e o Game Blog do Amer?

Amer Houchaimi: Basicamente, foi um site chamado X-Entertainment. Eu matava aula na faculdade de Direito e ficava nos laboratórios de informática da universidade lendo os artigos deste site a manhã inteira e ria feito um retardado.

O dono do site (Matt Carapacca, se não me falha a memória) tratava de muitos assuntos que eu adorava e isso lá por 2000, 2001. Época em que a internet e a cultura nerd ainda não eram tão difundidas. Foi por causa desse site que eu redescobri minha paixão por Transformers, He-Man e tantas coisas da minha infância.

Desde então eu tive vontade de escrever a respeito. Eu simplesmente precisei vencer a preguiça um dia e foi assim que o Blog começou.

Arquivos do Woo: E de onde vem tanta inspiração para artigos tão distintos?

Amer Houchaimi: Não sei. Inspiração não depende do autor, ela surge quando bem entende e vai embora quando dá na telha. Alguns dias tou muito inspirado e escrever é fácil, outras eu preciso assistir quilos de filmes, jogar horas de videogames e passar o dia inteiro escutando Opie & Anthony (programa de radio americano que adoro) pra ter alguma idéia.

Inspiração é uma amante cruel.

Arquivos do Woo: Percebi que no Game Blog do Amer você aborda jogos de varias plataformas, mas por acaso você tem um carinho especial por algum console ou game especifico?

Amer Houchaimi: Tenho um carinho maior pelo Mega Drive e o Super Nintendo. Mais pela época que eles simbolizam que qualquer coisa.

Mas gosto de todos os meus consoles, cada um pelos jogos que tem. Não acho que um sistema só sustente um gamer, é preciso jogar de tudo um pouco.


Arquivos do Woo: Se fosse para você escolher o melhor console de todos os tempos, qual seria?

Amer Houchaimi: Sinceramente, acho que cada sistema representa bem sua época. Eleger um como melhor de todos os tempos significa classificar tudo que veio depois dele como inferior e inválido. E acho esse tipo de comparação errada.

O Super Nintendo foi ótimo em sua época, bem como o PsOne foi na dele e como o Xbox 360 é hoje. Cada console é bom para seu tempo e para o público que atende. O resto vai de gosto pessoal.

E antes que pergunte, mesmo como questão de gosto pessoal, não tenho um favorito. Achou que ia me pegar nessa, heim, heim, heim?

Arquivos do Woo: Quase peguei, hein, hahaha! Voltando ao assuntoqual o gênero que você mais gosta de jogar?

Amer Houchaimi: Atualmente, Sandbox (GTA, Red Dead Redemption), RPG (Mass Effect, Fallout 3) e luta (Mortal Kombat, Street Fighter IV). Mas meu gosto se modifica de acordo com os jogos que estiverem disponíveis no mercado.

Arquivos do Woo:  Qual uma das melhores franquias dos games em sua opinião?

Amer Houchaimi: Grand Theft Auto. A série amadureceu muito nos últimos anos, mostrou que games para adultos não precisam se limitar a caos, destruição e violência. Uma narrativa madura ajuda horrores também.

Claro, atravessar a cidade com um tanque de guerra também não me deixa triste.

Arquivos do Woo: Cite um dos seus personagens favoritos do mundo dos games?

Amer Houchaimi: Chun Li. Existe alguem que não é apaixonado por ela? Sei que é meio manjado, mas será que existe alguem que não é apaixonado por ela?

Arquivos do Woo: Alguma chance de um artigo sobre os melhores games do PS2?

Amer Houchaimi: Uma hora sai, prometo.

Arquivos do Woo: Deixando um pouco de lado os games, vamos falar sobre sua analise do filme Crepúsculo? Aparentemente foi uma missão quase impossível, mas muito divertida para nós leitores. Ainda lhe restam forças para analisar os demais filmes da franquia?

Amer Houchaimi: Sim, sem dúvida. Falando a verdade, não é tão ruim analisar essa série, eu me divirto pra burro assistindo esses filmes.

Claro, não pelos mesmos motivos que as fãs, que isso fique bem claro. Eu me divirto nos meus termos, que depois escrevo pra que vocês se divirtam também.
Se tudo correr bem, a análise de Eclipse vem em Outubro, então agüentem mais um pouco.


Arquivos do Woo: Seus textos são sempre extensos, mas nunca cansativo de serem lidos, como funciona o processo de criação deles?

Amer Houchaimi: Não tem muito segredo. Brota uma idéia, eu sento, escrevo até onde dá, faço uma pausa, bebo alguma coisa, então começo a andar de um lado pro outro feito um esquilo neurótico e falando em voz alta feito um louco. Em algum momento me pipoca a melhor forma de dar continuidade ao texto, sento escrevo mais e assim por diante, até concluir minha missão.

Arquivos do Woo: Agora vamos falar um pouco sobre o seu lado profissional, como é ser um jornalista gamer?

Amer Houchaimi: Como qualquer outra profissão, as vezes é legal, as vezes é um saco. Alguns dias são melhores que os outros.

Trabalhar com games não é a moleza que muita gente pensa, enche o saco ter de deixar aquilo que você quer jogar de lado, pra terminar alguma bobagem que é o título badalado do momento. Fazer o quêr? Ossos do ofício.

Arquivos do Woo: Como pode ter visto no Twitter algumas semanas atrás, muito de nós leitores estamos tristes com a sua saída da revista Old! Gamer. Você poderia nos contar um pouco sobre o motivo de sua saída?

Amer Houchaimi: Vamos dizer apenas que eu não era respeitado lá. Existiam pessoa ótimas na empresa, mas outras que não eram tão boas. Com o tempo, o lado ruim superou em muito o lado bom de se trabalhar por lá.

Arquivos do Woo: Nós fãs gostaríamos de saber em que revista (editora) você esta trabalhando atualmente, pois queremos acompanhar seus novos artigos.

Amer Houchaimi: Tou escrevendo em um blog sobre cinema agora. Pois é, quem diria? VISITEM, ACESSEM, TRIPLIQUEM O NÚMERO DE LEITORES QUE O AMER SERÁ MAIS BEM PAGO E SE TORNARÁ O REI DO UNIVERSO!!!

O REI!!! DO UNIVERSO!!! Aliás, o link é esse: http://blogs.pop.com.br/cinema/

Arquivos do Woo: Já que falamos sobre revistas, ultimamente vem surgido varias revistas digitais gratuitas abordando jogos antigos e novos, o que você acha dessa iniciativa por parte dos fans?

Muitos desses jovens se formam em jornalismo com o sonho de escrever sobre games, pode dar algumas dicas de como é trabalhar com games?

Amer Houchaimi: Acho que unificar a resposta dessas duas perguntas é o melhor. Acho a iniciativa muito legal, pois assim os criadores dessas revistas digitais podem se dedicar ao assunto que preferirem. Sujeito não precisa fazer detonado de Lego Harry Potter porque tem demanda, ele pode se dedicar a falar de River City Ransom e atingir a um público que não seria atendido pelo grande mercado.


Mas de nada vale vontade sem dedicação.

Se alguem quer trabalhar com games, precisa conhecer TUDO que puder sobre o mercado. Nada de ficar só no FIFA e no Gears of War. Tem de jogar de tudo um pouco, mesmo que seja só pra conhecer.


Tem de saber os nomes dos grandes designers da indústria, não se prender só a Miyamoto e Kojima. Tem de conhecer o passado, o presente e ter alguma idéia de como pode ser o futuro do mercado.

E tem que ler UMA BARBARIDADE!!! Toda a informação sobre games no mundo está na internet, em sites internacionais. É preciso saber um bocado, pesquisar feito um condenado, virar dias e noites atrás de informação. Se você se dispõe a escrever sobre um assunto, tem de saber MUITO dele, pois suas palavras formarão a opinião de inúmeros leitores.

E vocês sabem o que o Homem Aranha dizia sobre poder e responsabilidade.


Já tem muito sujeito metido a profissional que não conhece nada sobre o tema que escreve. A nova geração tem de fazer o possível pra ser diferente.

E nunca tenham vergonha de serem Gamers. Não sejam como alguns profissionais do meio que se gabam de não terem passado a infância jogando video games.

Mas não fiquem abilolados também. Saiam com amigos, vão ao cinema, namorem, pois no fim, a vida não é feita só de pixels e polígonos.

Arquivos do Woo: Sei que é fã da franquia Transformers, então lhe pergunto, o que achou dos filmes Transformers e Transformers – Rise of the Fallen e quais as suas expectativas para o novo filme Dark of the Moon?

Amer Houchaimi: Gostei do primeiro, o segundo me levou ao suicídio e o terceiro é diversão culpada. É uma homenagem tão descarada ao seriado da década de 1980 que não tinha como não gostar.

Arquivos do Woo: Se pudesse escolher uma personalidade famosa para indicar Hokuto no Ken, para quem indicaria?

Amer Houchaimi: Pro Cedrico. Quem sabe assim ele vira gente?

Arquivos do Woo: Em maio ocorreu o 2º etapa do jogo justo, qual sua opinião em relação ao movimento?

Amer Houchaimi: Espero MUITO que dê certo, mas não vou esperar sentado. Infelizmente, não boto muita fé no Brasil quando o assunto é diminuir impostos de algo.

Arquivos do Woo: Antes de encerrar gostaria de passar um recado que nossa amiga Rita do blog Videogame & Etc. Ela te manda um beijo e diz que você é o máximo e é sua grande fã, também pergunta se há possibilidade de ganhar o seu autografo na OLD!Gamer nº1 que ela possui.

Amer Houchaimi: Brigado pelo carinho, Rita. Autografo sua revista sim, sem problema, só nos trombarmos um dia!

Arquivos do Woo: Gostaria de dar algum recado a todos os seus fãs, leitores e admiradores?

Amer Houchaimi: Keep fighting the good fight, kids!

Arquivos do Woo: Gostaria de agradecê-lo por conceder a entrevista e lhe desejo boa sorte na nova empreitada, pois você é um grande cara e esperamos que continue com o excelente trabalho sempre.

Espero que todos tenham apreciado a entrevista, e não deixem de seguir o Amer no Twitter  e em sua página no Facebook

Olá meus caros, prontos para conferir um filme repleto de violência? Não? Tem certeza? AH! Mudou de ideia, então leia essa resenha e corra assistir o filme!


OH! MY GOD!  

Um filme do Van Damme que não é de pancadaria, pensei que jamais veria uma coisa dessas e...

Nossa nunca pensei que Van Damme soubesse atuar, Uau!

Eu sei que poucos gostam de filmes de ação ou admiram os grandes astros dos filmes de ação do passado, mas não poderia deixar passar em branco este ótimo filme e já aviso para não se assustarem se por acaso eu postar a análise do filme O Grande Dragão Branco por aqui.

Não me olhem assim, Humph!

JCVD é um filme autobiográfico e possui uma trama secundaria como pano de fundo, onde esta ocorrendo um assalto a uma agência dos correios e o assaltante é o próprio Van Damme.

A historia é contada através de vários flashbacks durante o decorrer do filme, onde é possível conhecer um pouco sobre a vida pessoal do artista, como a briga a judicial pela guarda de sua filha.

Bem, se você espera pancadaria por parte do Van Damme, esqueça, vá alugar Cyborg: O Dragão do futuro ou assista Street Fighter: O Filme se tiver coragem. 
Diabos, eu queria tanto ver o Guile no cinema quando garoto que minhas expectativas  estava nas alturas quanto ao Street Fighter, mas no fim dos 102 minutos me senti violentado com jegue amarrado a um tronco.
Só de recordar alguns momentos do filme me bate a vontade de chorar!

...

Err... 

Voltemos ao JCVD

O filme é repleto de diálogos e tem o desenrolar meio lento, o que pode não agradar a geração blockbuster, o que a meu ver não atrapalha em nada, pois o clima tenso intercala com alguns momentos de humor deixando a atmosfera leve como uma pluma.


O filme em si não vai agradar aos fãs do “Grande Dragão Branco”, mas vai mudar a forma de como os demais enxergam o belga.

Vale relatar que há um monólogo muito bom e que com certeza vai acabar com o seu pré-julgamento com relação a esse filme - Jean Claude Van Damme prova que sua existência não se resume a socos e ponta pés, ele é um bom ator acima de tudo. 

O Master System é um console com uma biblioteca modesta e repleta de títulos inesquecíveis, então saiba que não foi ao acaso que a SEGA fora um dia, a grande rival da Nintendo.

Grandes títulos apresentados no Mega Drive acabavam por serem portados ao console 8 bits, isso quando não eram praticamente refeitos, tudo para não desamparar os detentores do console 8 bits. Há muito o que ser dito sobre essas duas gigantes do século XX, mas hoje o foco será Chuck Rock II – Son of Chuck, que foi lançado em 1993 para Amiga, Amiga CD32, Sega Game Gear, Sega Mega-CD, Sega Master System, Sega Mega Drive/Genesis – Diferente do seu antecessor, esse a Nintendo não teve acesso, pelo menos na época.