19 de setembro de 2016

RELATO | BRASIL GAME SHOW 2016


Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show. Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse ano. Também pude comparecer dois dias no evento, sendo que o primeiro dia foi o de imprensa, onde as filas eram reduzidas e só havia imprensa e VIPs. 

No geral a estrutura desse ano foi bem melhor que a do ano passado. Eu que sou uma pessoa grande e larga, consegui trafegar tranquilamente na sexta-feira, que foi o primeiro dia aberto ao público. Claro, não ficou tão abarrotado de gente quanto no sábado e domingo, mas os amigos que estiveram por lá no final de semana disseram que comportou bem o público e ninguém saiu pisoteado. Outro ponto interessante do evento foi que tivemos alguns lançamentos com demos disponíveis, então pude jogar alguns jogos que tinha vontade, pelo menos alguns que não precisei ficar quase 1 hora na fila e encarar uma demo que já estava disponível desde a E3, né, Resident Evil 7.

A parte mais triste é que depois de voltar para a minha cidade é que fui descobrir que havia uma demo exclusiva para a imprensa, a "The Lantern". É, lagrimas de sangue rolaram por minha face.

Bem, agora vamos ao que interessa que são os jogos; 


O que na BGS passada se resumiu a apenas uma luta entre Marvox e eu. Esse ano eu pude jogar o modo survival por uns 10/15 minutos e derrotar (cof cof) 18 personagens. Se você tinha alguma dúvida quanto a compra do jogo, saiba que ele tá perfeito. A jogabilidade está ótima e os controles respondem com precisão. 

Eu sou mega fã do Street Fighter Alpha e torci o nariz para o Street Fighter 3 e 4. Só que esse novo jogo realmente consegue agradar até os mais chatos (eu). Eu só tenho uma ressalva quanto ao jogo.

A CAPCOM DEVERIA VENDER O JOGO COMPLETO!

É ridículo ter que comprar personagens ou esperar download de MODO HISTÓRIA. O modo história é obrigatório. Daqui a pouco vão começar a cobrar por ele ou pelo função de pausar o jogo na hora que tu quer dar uma mijada.



Resident Evil 7 é o jogo que mais ansiava por conferir coisa nova durante o evento. Lá fui eu ficar pegar uma fila e ficar por 40 minutos aguardando a minha oportunidade de jogar. E eis que ao adentrar a sala e topo com a demo "The Beginning Hour".

...

A culpa não é do evento, eu sei disso. Só que isso não me impediu de praguejar e blasfemar mentalmente por horas.

Bem, de qualquer maneira as minhas expectativas com Resident Evil VII são boas. Há uma probabilidade bem grande de sermos surpreendido com a versão final do jogo. Principalmente agora que diversas informações novas estão sendo divulgadas, como o novo trailer que mostra um pouco do combate, armas e a família Baker.

Outra coisa bacana é que reproduziram a casa do jogo durante o evento, então para ter acesso você pega uma fila para entrar na casa e jogar a demo do jogo. Claro, tivemos uma replica menor que a da E3, mas ela é igualmente foda.

Uma coisa que vem martelando a minha cabeça a cerca do jogo são as comparações com Outlast, que se trata de um horror em primeira pessoa. Gente, vocês não devem ter jogado F.E.A.R em sua vida, né?



Enfim, eu pude testar "Cuphead Don't Deal with the Devil" aquele que é um dos jogos mais aguardado por mim e, talvez outras pessoas que eu desconheça. Mas você deve tá se perguntado: Será que presta?

Primeiramente não é um jogo nada fácil, e os inimigos não dão trégua, logo você pode ser morto em poucos segundos e isso é ótimo. Há tempos não temos um jogo que cobre tanta habilidade, além dos Dark Souls e Super Meat Boy.  Temos aqueles jogos estúpidos criados unicamente para serem injogáveis, mas não aqui.

Cuphead leva o jogador a memorizar os padrões dos inimigos, algo que pudemos vivenciar nos jogos clássicos, como Contra do Nes. O seu visual único e inspirado nas animações dos anos 60/70 é lindo e abraça perfeitamente com tudo diante dos nossos olhos.

Claro, não posso confirmar se tudo vai correr bem na versão final, mas essas primeiras impressões só confirmam uma coisa: EU VOU COMPRAR.



Enquanto Might Nº9 estava apanhando feito uma cachorro sarneto da mídia especializadas, ReCore prometia ser a obra prima de Keiji Inafune para esse ano.

Infelizmente eu não pude jogar por mais tempo, pois era no esquema de quem morre passa a vez. O que é bem difícil, visto que era a primeira vez que tava jogando o game, agora imagine a situação. Sem morrer você poderia ficar até 40 minutos, que seria o tempo da demo - Corrijam-me se eu estiver errado.

ReCore é um jogo de plataforma e tiro, o que não é muito comum para as plataformas atuais, visto que tudo hoje em dia é focado no realismo ao melhor estilo Grand Theftiano - gostei, vou usar sempre.

Infelizmente eu não pude jogar o suficiente para fazer uma analise mais profunda sobre a mecânica e jogabilidade, mas no geral eu achei bacana. É um jogo que gostaria de jogar muito mais. 

Provavelmente o resto do dinheiro de Might Nº9 foi parar nesse jogo - Muaahahaha!



Horizon Zero Dawn sem dúvida tá na lista daqueles jogos que deixou a galera com a boca cheia d'água durante a E3. Quando eu o vi por lá fiquei empolgado para jogar, mas a fila me desanimou. Pelo menos eu pude ver a galera jogando e gostando bastante da demo,  que só aumenta as expectativas.

Uma das coisas que achei bacana é que você não poderá sair levando tudo no peito. Será preciso ter cautela, pois alguns animais do jogo causam um dano bem grande. Temos também uma variedade de armas e... Cara, esse jogo tá bonito demais. Eu devia ter jogado ele.

Bem, não tenho muito o que falar a respeito, mas o Tchulanguero jogou a demo durante o evento e fez uma ótima análise lá no Vão Jogar.



A area indie desse ano estava muito maior do que ano passado e com uma estrutura bem melhor, e lá conheci o jogo: G.U.TS - Gory Ultimate Tournament Show, que vem sendo desenvolvido pelo pessoal do Flux Games Studio. O jogo ainda está em alpha e conta apenas com um personagem, mas já dá para ter uma ideia do que nos aguarda.

O maior diferencial é que sua energia é medida pelos membros do corpo ao invés de uma tradicional barra de energia. Para retirar os membros você precisa executar um golpe especial que depende de uma barra de GUTS, que carrega a medida que você bate no oponente. Com barra carregada basta soltar o especial e arrancar um braço ou perna. A luta termina só quando um dos oponentes que está sem os membros recebe um último guts.

Eu joguei com o Vigia e demos muitas risadas durante as batalhas. Ver o personagem sem braços e pernas dando cabeçadas nos arrancaram boas risadas. Estou bem ansioso para conferir a versão final do jogo. Ele me lembrou o clássico B.I.O. Freaks do saudoso PlayStation. Quem lembra do jogo sabe que era possível arrancar membros dos inimigos.

Se você ficou curioso, saiba que o alpha está disponível para download no site: http://www.playguts.net. Também não deixem de curtir a página e ficarem ligados nas novidades: https://www.facebook.com/GUTSshow.



For Honor foi o jogo que fiquei ansioso pra jogar, mas devido a uma fila com espera de até 30 minutos e deixei pra lá.

A Brasil Game Show desse ano eu posso dizer que foi maior em diversos quesitos, um deles foi no espaço e a quantidade de pessoas cobrindo o evento. Outro ponto que me agradou foi que dessa vez muitas pessoas que gosto, admiro e respeito, puderam participar do evento. Eu não abordei ninguém, talvez um e outro, mas no geral eu dei atenção ao evento e nos colegas próximo que acompanhei.

Infelizmente eu não joguei tanto quanto eu queria. O primeiro dia do evento em que estive por lá, eu esperava não encontrar filas demoradas por ser um dia dedicado a imprensa. Na realidade não havia tantas filas, por exemplo: Gears of War 4 não tinha filas, mas também não me interessava. Talvez se tivesse chegado mais cedo eu tivesse jogado muito mais, fica a lição.

Não, esse ano eu não dormi na rodoviária. Eu fui acolhido pelo amigo Marvox, assim pude ir ao segundo dia de evento que rolou na sexta-feira. Alias, o Marvox fez uma cobertura show, então não deixe de conferir aqui: MarvoxBrasil na BGS2016. Também temos a cobertura do Thiago Machuca do Portallos: Cobertura Portallos, e do Cadu do Gamer Caduco: Cobertura do Cadu.

E esse foi o meu segundo ano de BGS. Eu me diverti a beça e só tenho a agradecer a Brasil Game Show pela oportunidade que tive de prestigiar esse grande evento e as vocês leitores que tem me suportado nesses 6 anos de site. Se não fosse por vocês, certamente o site teria fechado as portas a tempos.

Abaixo o vídeo do Vigia sobre o primeiro dia do evento:


Bem, acho que a única tristeza foi que eu não joguei a demo "Lantern" de Resident Evil 7. Poxa, eu teria levado altos sustos =/

NEWS | VR Gamer, a primeira Casa de Arcade de realidade virtual do Brasil, é inaugurada em São Paulo


Já pensou ficar cara a cara com um zumbi monstruoso enquanto experimenta o terror de ter mais centenas deles se aproximando por todos os lados? Ou flutuar pelo espaço em uma estação espacial destruída sobre a terra? Ou ainda ficar bem no meio de uma banda de rock durante sua apresentação? Esse tipo de experiência única já pode ser experimentado na VR Gamer, a primeira Casa de  Arcade de realidade virtual do Brasil, recém-inaugurada em São Paulo.

Localizado na Vila Mariana, o espaço oferece salas individuais e, a partir de 15 reais, o usuário pode testar mais de 60 jogos e experiências completamente imersivas. 

A VR Gamer possui cinco salas equipadas com um set completo de realidade virtual com ambiente mapeado, óculos HTC Vive, o mais avançado do mercado, e computadores poderosíssimos de última geração.

Para quem nunca jogou, a realidade virtual é uma experiência indescritível. Os óculos cobrem totalmente os olhos e os fones de ouvido garantem o som ambiente do game. São possibilidades de experiências únicas, como voar pelo sistema solar e ver os planetas de perto, em todos os detalhes, e até pegá-los na mão; ou observar as criaturas abissais do oceano, ou passear por um recife de coral colorido, ou explorar o corpo humano em detalhes. Para os fãs de Star Wars, a experiência de Trials on Tattooine, em que a espaçonave Millenium Falcon pousa sobre o jogador e o droid R2-D2 lhe entrega um sabre de luz, traz lágrimas aos olhos.


Os óculos HTC VIVE possuem um sistema de rastreamento e mapeamento do ambiente e dos controles de movimento, que são recriados em modelos tridimensionais dentro do jogo. Os controles se transformam nos objetos que o jogador usa nos games, como armas, lanternas, espadas e todo o resto. É impressionante poder aproximar esses objetos do rosto e vê-los com perfeição.

Entre os títulos, alguns que merecem destaque são o aclamado ADR1FT, de sobrevivência e exploração espacial; The Brookhaven Experiment, jogo de terror em que o jogador precisa exterminar hordas de zumbis que tentam matá-lo; o premiado Job Simulator, que simula diversas profissões, como mecânico, vendedor, cozinheiro, e outras; The Lab, a experiência de realidade virtual da Valve, criadora do Steam, com diversas opções de jogos (como defender um castelo com arco-e–flecha no puro estilo tower defense; controlar uma pequena espaçonave dando tiros de raio laser para atingir os inimigos),  dentro de um laboratório experimental da Aperture Science, de Portal, que inclui um simpático cachorrinho robô! E muitos, muitos outros, como Holopoint, House of the Dying Sun e Vanishing Realms.

Vale muito a pena conhecer. A VR Gamer disponibiliza uma ferramenta online de agendamento para evitar filas muito grandes na casa – pois é garantido que os usuários desfrutem dos jogos e demais experiências imersivas por horas, inclusive com a possibilidade de jogar em rede com os amigos. Mas, para quem for lá  sem prévio agendamento, a casa possui uma sala de espera com PlayStation 4 à vontade e uma área externa muito agradável com som ambiente, onde são servidas algumas bebidas. Além do arcade de realidade virtual, a VR Gamer se posiciona como um espaço para eventos, particulares ou corporativos, e também oferece um serviço único de captação, gravação e edição de gameplays em uma sala com fundo verde (chroma key).




MAIS INFORMAÇÕES: www.vrgamer.com.br

Ou no endereço: Rua Dona Inácia Uchoa, 373 – Vila Mariana – São Paulo/SP
 Pertinho dos metrôs Vila Mariana e Ana Rosa
Funcionamento: De segunda a segunda, das 13h às 22h.
Quanto: R$ 30/30min. Preço promocional de R$ 15/30min no período das 13h às 18h
Tels.: (11) 5081-7623 / (11) 9-9744-0619


30 de agosto de 2016

MINECRAFT | NÃO É RUIM, SÓ MAL FALADO


Reclame, xingue, bata a cabeça no chão, mas é melhor começar a aceitar que Minecraft já vendeu mais de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Não é surpreendente que um jogo que criticamos tanto e que possui vídeos imbecis feito por adultos agindo como crianças, nos faça revirar os olhos ao ponto de enxergar a nuca e cair ao chão babando?

SIM. Não dá pra evitar, pois desde que o YouTube foi tomado por milhares de vídeos sobre Minecraft, só de ouvir algo a respeito do jogo, logo me vem a mente aquele bando de retardado jogando e gritando feito hienas sendo violentadas por gorilas. Porém, alguns anos atrás eu ganhei o jogo original de um amigo - Que também tinha ganhado de outro amigo - que não jogava. Então aceitei, joguei uns 4 minutos e nunca mais mexi no jogo. Isso até algumas semanas atrás depois de assistir a um vídeo de amoeba que abriu meus olhos. Sim, aquilo foi importante, pois percebi que o problema não era o jogo e sim os idiotas.

Eu sei que você devem estar pensando que eu odeio os YouTubers de Minecraft, mas saiba que estão enganados, eu apenas acho que há muito conteúdo vazio. Oras, não vou me estender, apenas leia esse texto que escrevi a respeito:  YouTube Br - Onde Conteúdo vazio só Cresce.

Esse é o meu refugio no jogo
Percebo que muito da má impressão que tinha a respeito jogo estava ligado diretamente aos vídeos retardados que tive contato, então decidi voltar a jogar  e tentar encontrar os motivos certos para continuar não gostando do jogo.

Iniciado a jogatina a primeira coisa a se fazer foi criar armas e socar arvores até que essa sucumbissem as forças do meu punho pixelado. Essa parte foi fácil e porque nas poucas vezes que joguei no passado, me ensinaram, então consegui me orientar logo de cara. Só que enquanto derrubava as arvores na porrada eu decidi que meu personagem deveria ser alguém, então mentalmente eu criei uma historia para meu personagem.

Ele se chama Joaquim, um senhor de meia-idade que resolveu abandonar a sociedade após o falecimento de sua esposa. Amargurado se mudou para uma região isolada, onde passa seus dias sobrevivendo e explorando. Sim. É com esse enredo digno de um filme ruim que passaria na sessão da tarde, que venho passando algumas boas horas em Minecraft.


Eu sou um cara que é apaixonado por jogos de RPG, logo eu senti muito a ausência de um enredo ou algo me guiando para algo, mas depois de um tempo jogando eu me senti satisfeito.

Dai veio o problema de entender o sistema de "craftar", e muitas coisas eu aprendi na marra e achei extremamente interessante a quantidade de itens que podem ser criados. Outra coisa bacana foi o fato de que caminhar a noite é uma péssima ideia, pois há muitos monstros a espreita. O que é um ponto positivo, se você é pai. De uma maneira indireta ele explica que explorar locais escuros a noite pode ser perigoso.

Ai meu Odin!! Eu me transformei em um tiozão preocupado com as crianças!!

Bem... eu já falei que caçar e cultivar alimento é essencial?

O jogo ensina que para sobreviver é essencial se abrigar, caçar e escavar, caso você queira sobreviver. Também há um submundo, caso você queira visitar o capeta. 

Tá, não ficou convidativo essa última parte.

No geral eu consegui durar muitos dias e depois de construir uma casa, eu evito explorar durante a noite. Exceto nos caso em que Joaquim enche a cara e sai pelado no meio da noite. Ah, pobre e solitário Joaquim.


Certo, eu não tenho intenção alguma de ensiná-los a jogar ou contar as aventuras de Joaquim. Eu só quero mostrar a vocês que as vezes é preciso dar o braço a torcer antes de formar opinião baseada apenas em alguns vídeos. O jogo oferece um mundo enorme para você explorar, e que certamente vai te entreter por horas.

Hoje eu passei a enxergar esse tão mal visto jogo com outros olhos. Mas não se esqueça, deixe seu filho longe daquele retardado da amoeba. Sério, aquilo é doença, pode escrever que digo, antes dos 40 anos ele tá comendo merda e escrevendo nas paredes com sangue.

Sim, isso pode acontecer.

Bem, foi uma experiência curiosa jogar novamente esse jogo e compreender um pouco melhor a proposta. Claro, eu ainda não o tenho como um dos meus passatempos favoritos, mas sempre que posso visito esse mundo e desbravo um pedacinho dele. Talvez seja essa uma das razões pela qual eu me diverti e tirei um pouco do preconceito que tinha.

Por essas razões que digo: vocês podem se divertir muito ao jogar isso sozinho ou com seus filhos, basta deixar o preconceito de lado e se arriscar.

14 de agosto de 2016

ESPECIAL DIA DOS PAIS | MEU VELHO E O VÍCIO EM RESIDENT EVIL


Hoje resolvi trazer algo diferente, graças ao vídeo em homenagem ao dia dos pais, que meu amigo Vigia em conjunto do Issui produziram. O teor do vídeo realmente mexeu comigo, por isso me motivou a querer contar um pouco da minha relação com meu pai e os jogos.

Uma das coisas que devo dizer é que os jogos chegaram em minha vida ainda muito cedo, sendo que o primeiro console no qual tive contato foi o Master System, alias, eu já falei sobre isso: O Primeiro Console a Gente Nunca Esquece!

Nessa época meu pai até chegou a jogar Master System algumas vezes com meu tio e meu irmão, mas as coisas ficaram bacanas mesmo quando ele comprou o Super Nintendo em umas 500x. Sério, eu não lembro em quantas vezes ele parcelou o console, mas parecia que foram em anos, pois, de vez em quando reclamava que não terminava nunca de pagar.

Bem, o console acompanhava o Super Mario World, o que tornou as nossas noites em família muito mais divertidas. Uma pena que depois ele conheceu o International Super Star Soccer e o vício tomou conta dele, mas durou só até o tempo do meu velho descobrir os  belíssimos gráficos 3D do jogo Resident Evil.


Meu pai ficou extasiado naquele momento. Recordo que havíamos ido a locadora para pegar alguns jogos e ficamos uns 40 minutos assistindo um rapaz jogando Resident Evil. O rapaz até mesmo cedeu os controles para eu jogar aquele jogo super realista. Lembro de ter ficado confuso com a movimentação e entrar diversas vezes no menu do jogo, mas em meu inconsciente eu gritava: SANTA MÃE DE DEUS!! QUE JOGO MAIS LOUCO!! PAI VOCÊ PRECISA COMPRAR.

Saímos de lá conversando sobre o quão maravilhoso e potente aquele console era e porque devíamos comprar o quanto antes. Meses se passaram até que finalmente meu pai comprou o PlayStation. O console tinha apenas o disco de demo de jogos, mas não impedíamos de jogarmos por horas Cool Boarders, Crash Bandicoot 2 ou Star Wars Masters of Tera Kasi.

Tempos depois, durante uma compra de alguma coisa nas Lojas CEM, meu pai comentou a respeito do magnífico console que tínhamos em casa e na falta de jogos, visto que apenas alugávamos. Eu não tenho ideia de como ele entrou nesse assunto com o vendedor, mas  o vendedor disse que vendia jogos alternativos e que poderia pegar os jogos que meu pai quisesse.

Meus olhos brilharam naquele momento!

Algumas semanas depois tínhamos o Resident Evil e Resident Evil 2 em nossa casa, além de outros que não recordo - Pow, to velho, a memoria não ajuda mais.

Passamos meses jogando Resident Evil, todos nós eramos o suporte na hora das jogatinas. Minha mãe preparava tudo antecipado para que durante a noite nós pudéssemos ver meu pai jogar. Isso me lembro um sábado em que ele começou a jogar por volta das 9:00 da manhã e varou o dia, sendo que por volta das 22:00 e alguma coisa, eu me deitei no sofá para assisti-lo jogar, mas dormi. Acordei as 6 da manhã e lá estava ele orgulhoso por ter avançado no jogo sem ajuda de revistas - Mal sabia ele que minha mãe acordaria e daria aquele esporro por ele dar mal exemplo.

O interessante é que eu morro de medo desde aquele tempo, apesar de jogar com ele, eu sempre tive pavor, mas adorava auxiliá-lo durante sua jornada. Meu velho chegou a travar de nervoso na fase de enfrentar a cobra. Minha mãe gargalhava, mas sempre o incentivamos a continuar.

Depois de muito sofrimento ele conclui a campanha do Resident Evil com a Jill, mas agora tínhamos o desafio de terminar Resident Evil 2.


Resident Evil 2 foi um dos jogos que eu o bundão joguei muito, mas as jogatinas do meu pai foram as melhores. Nosso primeiro contato com esse jogo antes de comprá-lo foi através da versão japonesa: Biohazard 2.

Era divertido, pois não tínhamos memory card, então fazíamos tudo em uma jogada só e torcendo para não ser morto por qualquer zumbi. Estávamos orgulhosos de avançar tanto sem morrer. Bem, isso mudou ao chegarmos nos esgotos com o Leon.

O crocodilo gigante atacava o Leon, mas quando corríamos para ativar o cilindro de gás, a tela mudava e surgia uma mensagem em japonês. Meu velho surtou naquele momento. Acreditávamos que pudesse ter sido algum outro problema e refizemos a jogatinas mais duas vezes e sempre o mesmo problemas. Naquele dia percebemos que o memory card era imprescindível.

Semanas se passaram e meu pai já havia comprado a versão alternativa americana. Jogava praticamente todos os dias. Família sempre se reunindo durante a noite para as jogatinas, enquanto meu pai ainda perdia noites de sono para progredir no jogo. Em pouco tempo ele terminou os dois cenários de cada personagem e desbloqueou o extra HUNK.

Eu o admirei por um bom tempo pelo feito de concluir os Resident Evil. Achava o máximo ter um pai que jogava vídeo games conosco e conversava a respeito das transformações do William BirkinApesar dele ser babaca as vezes e nos proibir de mexer no console ou ficar jogar PES. As vezes até levava o cabo de força para o trabalho ¬¬

Acredito que muito do meu amor pelo PlayStation esteja ligado ao fato de ter sido uma das fases em que meu pai mais jogou ao lado do meu irmão e eu. Hoje aos 31 eu sinto um pouco de falta dessa proximidade que o vídeo game havia nos proporcionado naquele tempo.

Bem, é isso, espero que tenham apreciado esse fragmento do meu passado envolvendo meu pai. O texto ficou um pouco corrido, mas acho que consegui transmitir um pouco da nostalgia que o dia de hoje está me proporcionando.

FELIZ DIA DOS PAIS!

Abaixo vocês conferem o vídeo do Especial do dia dos Pais:

12 de agosto de 2016

NEWS | DÊ UM BOOST EM SUAS JOGATINAS COM A NOVA CATEGORIA DO SPOTIFY


Procurando uma trilha sonora que te dê forças para uma maratona de games? Ou algo para surpreender os seus amigos com novas táticas? Então nós temos uma novidade que certamente vai elevar o nível das suas jogadas.

A partir de hoje (12), o Spotify disponibiliza todas as suas faixas e trilhas sonoras preferidas de games em uma só categoria. Encontre playlists como Electronic Gaming, RetroWave, Heavy Gamer e outras milhares com títulos de jogos - desde as nostálgicas trilhas em mono dos anos 80 até as músicas dos lançamentos mais recentes. E é só o começo!

Além disso, a categoria também traz playlists com curadoria exclusiva, feitas por alguns dos melhores jogadores. Aqui no Brasil, os gamers Pedro Giglio (Riot), Flávia Gasi e Gustavo Petró (IGN Brasil) já montaram as suas playlists oficiais no Spotify! Tem playlist para games de terror, para quem gosta de desbravar mundos virtuais, para quem curte rock, pop.


Também criamos o www.spotify.com/gaming para te ajudar a fazer suas próprias playlists para jogar, com acesso fácil a todo o conteúdo de games do Spotify, em ordem alfabética.

Nós temos a trilha sonora perfeita para qualquer situação - se você anda correndo por aí como um encanador italiano, lutando contra exércitos de inimigos do mal ou jogando contra o Barcelona no Camp Nou.

Encontre a nova categoria Gaming a partir de hoje no menu “Navegar” em todas as plataformas, incluindo iOS, Android, Windows Phone, desktop e Playstation.

● Acesse www.spotify.com/gaming e crie sua própria playlist para games

“It’s time to #PlayYourWay!”

6 de agosto de 2016

POKÉMON GO CHEGOU AO BRASIL | O QUE MUDOU EM NOSSAS VIDAS?


Finalmente o Pokémon GO chegou ao Brasil, para a alegria de muitos - E para a tristeza de outros - o jogo está sendo um sucesso absoluto, porém, se você é uma pessoa madura pra cacete, deve ter notado o caos que se instaurou no país.

Jovens estão abandonando seus lares e indo caminhar com seus amigos na busca de Pokémons. Milhares de pais trocaram o tempo e família em frente a TV de lado e também estão acompanhando seus filhos na busca pelos bichos virtuais. Há também alguns casos ultrajantes em que é possível ver idosos caminhando ao lado de seus netos, claramente forçados a acompanhar nessa caçada demoníaca.

Minha vida não tem sido a mesma desde então, pois para todos os lados que eu vou minha esposa olha no celular e diz: Homem, aquele monumento histórico é um pokestop. Minha revolta chegou as alturas com tamanha ousadia. 

Como um país sério como o Brasil, deixou inserir monumentos históricos que 90% do tempo são ignorado por adultos, jovens e crianças. Nossos monumentos estão lá  para serem destroçado pelo tempo. Que palhaçada é essa de incluir pontos históricos, as crianças não precisam saber deles ou a história por trás.

TO REVOLTADO!

Nós precisamos de empregos e não bichinhos virtuais. Claro, eu poderia enviar um email com meu curriculum em anexo a Niantic e pedir emprego, mas foda-se, o fato é que a alegria dessa povo me incomoda. Claro, eu também poderia tá criando uma conta LinkedIn ou me cadastrar em sites de vagas, mas dai você não daria atenção alguma a minha pessoa.

Não consigo aceitar essa alienação que esse aplicativo desenvolvido pelo cão vem causando no povo. O FBI tá pegando os dados do povo e tirando foto dos tijolos que nos usamos para sustentar a cama. Há uma grande probabilidade do Estados Unidos invadir o ´país com essas informações. Imagine, quase posso ouvi-los rindo das minhas paredes sem reboco e minhas fotos no iPhone.

Bem, não sei quanto a vocês, mas venho combatendo esse mal através do Facebook e Twitter. To a todo momento compartilhando imagens para debochar e mostrar o quão errado, pecaminoso e perigoso é esse Pokémon GO.

Nós pessoas adultas, trabalhadoras e desempregadas devemos nos unir e tentar combater esse mal, pois disso nada de bom pode surgir.


Falando sério agora, é muito fácil criticar a felicidade alheia. Eu sou um tremendo babaca na grande maioria das vezes, porque simplesmente não consigo gostar do que a massa geralmente gosta, mas com a idade você aprende que o seu gosto nem sempre serve de opinião para o próximo, então não existe razões para ser um babaca.

Há muitas pessoas criticando e se incomodando com quem está jogando, o que ao meu ver é estupido. Pode ser que dentro de poucos meses o jogo caia no esquecimento ou não, e isso sequer vai mudar a realidade dessas pessoas. Enquanto reclamam, mal sabem que outras pessoas estão sendo beneficiadas desse joguinho simples.

Claro, eu não acho legal um monte de gente invadindo pistas e andando entre carros, como em um vídeo que circulou pela internet e que aconteceu em Portugal. Mas não dá pra generalizar achando que todos são mongol. Muitas crianças doentes estão se beneficiando, se divertindo ao invés de ficarem acamados e deprimidas.

Enquanto você tá ai reclamando e cheio de mimimimi, vai lá fora, respire e passe a cuidar da sua vida.

4 de agosto de 2016

SOUTH PARK - THE STICK OF TRUTH | PEIDANDO EM FETOS ABORTADOS ZUMBIS NAZI


Normalmente quando animações são adaptadas para o mundo dos jogos, elas acaba culminando em jogos incríveis, medianos à ruins, porém, South Park, mesmo depois de alguns títulos no minimo esquecíveis conseguiu nos proporcionar uns dos RPGs mais engraçados e divertido dos últimos tempos. Eu já havia comentando a respeito do Stick of Truth em um meme que participei dois anos atrás: O que você jogou em 2014. E com a recente aquisição, decidi jogá-lo novamente e consegui tirar um proveito maior dessa vez.

Eu sei que existem pessoas que gostaram do jogos lançados no passado, e eu sinceramente não consigo entender a graça de nenhum deles, pois são péssimo ao meu ver, enquanto South Park Stick of Truth, o transporta para um jogo que faz jus a animação e respeita todo aquele universo criado por Trey Parker e Matt Stone.


Durante o jogo você controlará um garoto que acabará de se mudar para South Park, e que após resolver dar uma volta pela vizinhança encontra Butters sendo atacado e resolve ajudar. A partir dai, você descobre que os garotos estão brincando de guerra entre humanos e elfos, e acaba sendo convidado a conhecer mago mestre (Cartman), que convida a ser parte do grupo, então você precisa dizer seu nome, mas não importa, você pode nomear como bem quiser, Cartman vai continuar chamando-o de Sir Babaca. Opte por manter o Douchebag, isso faz com que ganhe uma conquista.


Nesse momento você aprende os comandos do jogo que é bem simples e certamente vai te levar as gargalhadas quando descobrir que peidar é um poder secreto. Principalmente quando Cartman ensiná-lo o poderoso "Urro do Dragão".

O jogo tem um sistema de combate bem simplificado, o que mostra que apesar de ser um rpg, ele foi pensado para que todos pudessem se divertir. Não importa qual o combate que você tenha que encarar, a todo momento ele é divertido e não cansa nunca. Os poderes especiais, armas, tudo faz referencia a episódios e se você é um fã, certamente vai cair na risada quando ver. Há também um sistema de invocação que pode ser utilizado uma vez ao dia e que para ser recarregado você precisa ir até o personagem e conversar para renovar. Acredito que a melhor invocação é a do Sr. Slave, então faça as missões dele o mais rápido possível, acredite.


É preciso reforçar que o jogo é simplesmente incorreto, ele extrapola sem qualquer piedade, e se você é do tipo que fica ofendido e faz textão no Facebook, certamente vai odiar, então passe longe desse jogo. Não bota fé, pois saiba que em uma das missões se passa em uma clinica de aborto e lá dentro é possível conseguir uma conquista, que para consegui-la você deve peidar nos fetos abortados nazistas.

O fato desse humor ácido e tão negro quanto a vantablack é uma das razões desse jogo cair no gosto dos fãs da série animada. Claro, sua jogabilidade simples também é uma das razões, pois ela é criada para que todos possam jogar e se divertir, só que isso não significa que o jogo seja fácil. Ele obriga você a pensar e criar estratégias como em qualquer outro RPG.


As batalhas contra chefes são difíceis e exige que você esteja bem equipado, mas para isso é necessário ganhar dinheiro e se atentar aos remendos, que são itens que oferecem atributos as armas, roupas e armaduras. 

Oras, pensou que era só gargalhar? Vai ter que suar, cabron.


A campanha principal leva em torno de umas 12 horas, isso se você explorar bastante, mas fique avisado que após a conclusão não se tem muita coisa pra fazer. Faça a campanha principal e pegue os itens que não podem ser pegos depois.

Acredito que esse seja o único ponto negativo do jogo, uma campanha curta, alias, ultimamente é comum os jogos terem uma campanha curta e encher linguiça com sidequest extremante vazias - ou se valer unicamente do modo multiplayer. Não sei quanto a vocês, mas não adianta enfiarem 100 horas de jogos, sendo que nos oferecem apenas 10 horas de campanha e o resto é busca de itens idiotas. Quero missões com algum valor ou história interessante, algo que valha a pena eu sentar e passar mais algumas boas horas em frente a TV.


No geral South Park Stick of Truth é um ótimo jogo de RPG/aventura que vai agradar a todos, exceto aquele grupo que citei lá em cima. Se bem que na maioria das vezes aquele grupo nem joga vídeo games, só fazem estardalhaço mesmo. Fica o recado, não tenham medo de rir do humor negro, ele é inofensivo e tem o intuito de brincar com o absurdo, logo rir desse tipo de humor não define você com um psicopata.

PS: Façam as conquistas do jogo;)

24 de julho de 2016

JOGATINAS SAUDÁVEIS | 3 JOGOS DE NAVES DO SNES QUE VOCÊ DEVE CONHECER


Aqui estou eu, dessa vez para falar um pouco de 3 jogos de nave que tenho jogado para Super NES. “Tenho jogado” talvez tenha sido um termo mal colocado, já que 2 deles eu realmente não me dediquei ainda, mas talvez essa seja a hora que você se pergunte, “nossa, mas por que ele vai falar de jogos de nave?”... tá aí uma boa pergunta...

Esse tem sido um gênero que tenho jogado bastante ultimamente... sempre gostei, mas ultimamente tenho sentido a necessidade de jogar esse tipo de jogo... são jogos extremamente ativos, com um gameplay frenético, de baixa duração – pelo menos até batermos de cara com a temida tela de game over – e eu não me perco na história, algo que estava se tornando cada vez mais comum com a frequente falta de tempo, então é um gênero que diverte bem, treina meus reflexos e rende o pouco tempo de jogatina que tenho.

Capa da versão Japonesa
Abrindo a nossa pequena lista, um clássico de 1994, Sonic Wings, como é conhecido no Japão ou Aero Fighters por nossas bandas... o grande fato é que o cartucho da versão americana é extremamente raro, então se você jogou um original, provavelmente foi o Sonic Wings.

Capa da versão americana

Um shooter vertical, um botão para tiro (semi-automático... sem auto-fire, mas não precisamos esmagar o botão de tiro num frenesi descontrolado), um botão para especial... e podemos jogar em dupla com um amigo!!! O que é extremamente divertido!!! Pronto, são os ingredientes para uma receita da felicidade!

Temos 4 duplas de personagens, cada uma representando um país. Digo dupla porque o jogador 1 usa uma nave e o 2 usa a nave da dupla do mesmo país,num total de 8 personagens, com tiros, especiais e até mesmo velocidades diferentes entre si!




Os diferentes pilotos e suas habilidades

Com certeza, uma excelente pedida! Mas já aviso, a versão americana do jogo é extremamente difícil! Mesmo com o máximo de 5 créditos e 5 vidas, no nível fácil ainda continua um jogo desafiante, ainda mais que depois de um game over, dependendo da fase em que estivermos, voltamos para o começo da mesma!

Portanto, minha recomendação... joguem o Sonic Wings se acharem o Aero Fighters muito difícil! A versão japonesa, mesmo no nível normal apresenta uma dificuldade bem justa e o jogo pode ser terminado, mesmo que você tenha que usar o número aumentado de continues desta versão, que soma 9 créditos para você se divertir, afinal, o intuito é a diversão, não é mesmo? Ah, um segredo...  nessa versão, caso jogue no nível fácil, mesmo que morra na última das 7 fases, você não volta do começo, então mande bala ;)

O segundo da lista é Phalanx - The Enforce Fighter A-144, de 1992, ou como alguns devem conhecer, “o jogo com o tio do banjo na capa”. 

Phalanx é um shooter horizontal, que me impressionou. Não esperava que o jogo do banjo apresentasse tanto potencial! Esse foi um jogo que selecionei para conhecer mais, já que vale pela surpresa. Um sistema interessante, com 3 “slots” de armas principais que montamos à nossa escolha, com lasers, tiros carregados, teleguiados e uma metralhadora, os quais podem combinar com 3 tipos de mísseis diferentes, gerando uma combinação bacana, além de que existe uma barra de energia, algo não tão comum do gênero. 


Além disso, você também pode alternar entre 3 velocidades da sua nave, algo que pode ajudar muito!
Phalanx pode ter seus defeitos... os tiros avermelhados muitas vezes são difíceis de ver, além de que as fases são assustadoramente extensas, mas pode ser um ótimo jogo para iniciantes do gênero. O jogo já começa configurado no fácil, mas mesmo jogando no modo normal, mesmo os novatos no gênero não deverão ter muitos problemas pra se divertirem!


Para fechar com chave de ouro, Axelay, de 1992 pela Konami! Onde controlamos a incrível nave D117-B - também conhecida como Axelay -, resultado dos esforços da engenharia dos planetas do sistema Illis no desenvolvimento de uma arma tão avançada e tão cara que apenas uma pôde ser construída! Isso, para deter uma força de destruição à caminho de Illis!


Caras, que game fantástico! Começa com uma trilha sonora fantástica e uma mecânica de jogo bem interessante... alternamos entre fases verticais (as quais abusam dos poderes do Mode 7) e horizontais.

A cada fase que passamos, ganhamos uma nova arma e temos a chance de utilizá-la em um dos 3 slots que temos, podendo estas armas ser tiros ou bombas. Uma característica interessante, é que se recebermos um tiro, perdemos a arma equipada, ou seja, podemos tomar 3 tiros antes do tiro fatal. No entanto, uma colisão ou um tiro enquanto estivermos com uma arma quebrada selecionada resultarão em morte certa.


A velocidade é regulada logo no início do jogo, no menu de opções. Sugiro que regulem para a velocidade 4 (de 5 disponíveis). Mesmo nessa velocidade conseguimos controlar a nave de maneira tranquila, sem ficar trombando a torto e a direito em tudo quanto é canto... aliás, na primeira fase já temos um trecho que se estivermos numa velocidade inferior a essa, quase certamente não passaremos intactos.
Acho Axelay bem difícil, e pode representar um desafio bom para os amantes do gênero, mas é um jogo que vale muito jogar!

E essas foram minhas recomendações iniciais de 3 jogos de nave do SNES... não quer dizer que são os melhores, mas são jogos que tem suas marcas interessantes... seja por serem clássicos, originais ou por terem capas polêmicas...

E caso queiram checar o gameplay dessas belezuras, é só ver esse vídeo aqui onde jogo um pouco dos três.


Boa jogatina a vocês!