3 de novembro de 2016

ESPECIAL DE HALLOWEEN | CURIOSIDADES DE CLÁSSICOS FILMES DE HORROR


O Halloween infelizmente passou e não tive tempo hábil para publicar no dia 31 em comemoração a data. Bem, isso não será mais problema porque to comemorando atrasado como sempre faço em qualquer data comemorativa.

O texto que irei apresentar aqui não é novo, eu o publiquei anteriormente em outro site, mas ele meio que ficou no underground. Dai tive a ideia de melhorar seu conteúdo (entenda melhorar como corrigir erros) e acrescentar umas coisitas a mais. Sim. eu posso fazer essas coisas, então não enche o saco.

É isso. Chega junto e vamos comemorar esse Halloween atrasado juntinhos feito Belphegor e sua privada. Se preparem para descobrir um pouco das curiosidades de alguns clássicos dos filmes de terror.


O filme Psicose é uma obra prima do mestre do horror Alfred Hitchcock, considerado um marco na história do cinema fantástico. Uma das cenas mais famosa que é a que ilustra essa postagem possui apenas 3 minutos de cena, mas foi preciso de 77 takes individuais e 50 cortes para ser concluída.

É trabalho pra cacete!

Conhecendo um pouco da história do diretor Alfred Hitchcock, podemos deduzir que não deve ter sido nada fácil para os atores. Mas as curiosidades não terminam por ai, pois outro fato curioso é que Psicose foi o primeiro filme norte-americano onde uma descarga foi acionada… Sim, era considerado de extremo mau gosto dar descargas em filmes na época, mas o diretor foi lá e fez. Outro ponto interessante é que o personagem Norman Bates foi inspirado no real assassino Ed Gein, um serial killer que tinha sérios problemas com a mãe, o que levou a ser bem chegado em canibalismo e necrofilia.

Coisa leve.


Halloween está entre uma das minhas franquias favoritas de horror, então foi extremamente difícil de não inseri-lá nessa lista.

O primeiro filme foi feito com um orçamento tão pequeno, que por pouco o filme não foi concebido. A equipe sequer tinha dinheiro para os figurinos, então muitos atores precisaram filmar com  suas próprias roupas. Galera trabalhando com a roupa que trouxe de casa.

A atriz Jamie Lee Curtis gastou menos de 100 dólares com seu figurino, enquanto o pobre Michael Myers não tina grana nem para a criação da mascara, o que os levou a comprar a mascara mais barata que encontraram em uma loja, que no caso é o rosto do Capitão Kirk de Star Trek.

Todos sabemos que o rosto de William Shatner não assusta, então a equipe pintou o rosto de branco e penteou os cabelos para cima para dar um aspecto único. Sim,  um dos vilões mais icônicos dos cinemas dos anos 80 gastou menos do que funkeiros investem para gravar um cd.


The Hills Have Eyes ou Quadrilhas de Sádicos, como ficou popularmente conhecido por aqui, é bem famoso pela violência que apresentou em seus dois filmes lançados. Homens deformados atacando interceptando viajantes e os devorando. É, quem não gosta de um bom filme de canibal.

Claro, a curiosidade fica por conta de Alexander “Sawney” Bean, personagem no qual o diretor Wes Craven se inspirou para criar a história do The Hill Have Eyes. Infelizmente não existem provas que Sawney realmente existiu, pelo menos é o que alguns historiadores afirmas, mas em todo caso não deixa de ser no minimo interessante.

Sawney liderou um clã de 48 integrantes que matou e devorou um pouco mais de 1000 pessoas, até que uma das vitimas acabou escapando durante a emboscada e avisou a civilização sobre a família. Eles viveram por 25 anos matando e devorando suas vitimas e quando capturados, diz  a lenda que o Rei Jaime I ficou tão chocado que não concedeu o estatuto dos seres humanos, então os homens tiveram seus braços e pernas amputados e deixados sangrarem até a morte e as mulheres e crianças foram queimadas vivas.

Pelo menos rolou um churrasco no final das contas =3


Em O Exorcismo de Emily Rose, um padre é condenado pela morte de uma adolescente chamada Emily Rose, que no caso morreu enquanto ele tentava exorcizar.

Esse filme lista os meus favoritos de todos os tempos sobre o tema possessão, mas o que o torna tão interessante é que se baseia na história real de Anneliese Michel. Uma garota que comeu o pão que o diabo amassou por um longo tempo.

Anneliese Michel foi uma garota alemã de 16 anos que misteriosamente começou a apresentar sinal de possessão demoníaca. Por anos a garota sofreu com paralisias, auto-mutilação, fome e visões demoníacas. Desesperados os pais recorreram a padres, que durante  10 meses do ano de 1975 exorcizaram Anneliese por acreditarem que ela estava possuída por um demônio.

Depois de anos sofrendo com os mais diversos e curiosos sintomas, Anneliese acabou morrendo de fome em Julho de 1976, o que levou os pais acusados de maus tratos e presos por 6 meses.


O Exorcista pode ser considerado um dos filmes mais perturbadores e controverso já criado.

Ele é considerado amaldiçoado, principalmente por toda a equipe que trabalhou no filme, a começar por Linda Blair, que no filme interpretava a garota possuída e, nunca mais conseguiu um papel de sucesso.

Bem, mas não é só isso, o diretor William Friedkin conseguiu ser extremamente maldoso e cruel com todos no set. Em alguns momentos ele disparava tiros atrás dos atores só para que eles se assustassem de verdade.

Linda Blair e Ellen Burstyn chegaram a se machucar durante as filmagens, enquanto o William O´Malley, que é padre de verdade e interpretava o padre Dyer, ele chegou a levar tapa na cara só para que o diretor conseguisse uma melhor reação do ator em frente as câmeras.

Além dos acontecimentos estranhos que aconteciam no set de filmagem e a morte do ator Jack MacGowran que veio a falecer devido a uma gripe, o livro no qual o filme se baseou é sobre um exorcismo real executado por um padre jesuíta. Segundo o William O´Malley, 80% do filme é verdadeiro, sendo que a maior diferença foi que ao invés de uma garota exorcizada na vida real foi um garoto.


É uma postagem pequena, mas ao menos a essa data não fica em branco aqui no site. Espero que tenham curtido essa postagem especial e bom Halloween (atrasado) a todos!

2 de novembro de 2016

LISTA | 5 MOTIVOS PARA VOCÊ COMPRAR O PLAYSTATION 2



Bem, fazem dois anos desde a ultima lista de 5 Motivos para você comprar, que por sinal abordei o PlayStation 1, e abordar seu sucessor é algo que estava nos planos algum tempo já. Na real eu tenho intenção de abordar a todos os consoles que me interessam e mostrar os pontos positivos de cada um deles e a razão pela qual vale a pena se adquiri-los.

O PlayStation 2 sem dúvida alguma foi um console marcante e que elevou os jogos a um outro nível, assim como seu antecessor. A expectativa por continuações de jogos da era PS1 chegar ao atual console foi um dos grandes atrativos, assim como os seus exclusivos que só faziam com que suas vendas só aumentassem.

Claro, eu não estou aqui para falar de números ou criticar a concorrência. Jamais devemos desmerece-los. O objetivo aqui é mostrar alguns pontos pelo qual vale a pena você investir seu dinheiro na compra de tal console.


Apesar de ter sido um console extremamente popular, o PlayStation 2, ainda pode ser adquirido por um valor acessível. Um dos motivos ao meu ver deve ser por ele ser comercializado em algumas lojas de games ainda, mesmo depois de interrompido sua fabricação.

É possível encontrá-lo por até 100 reais em sites como Mercado Livre, OLX entre outros de barganha. Sinceramente, o custo para reparo, no caso se necessário trocar um canhão, não é nada caro. Se você tá ligadão em conhecer a biblioteca desse console, acredite, vale o investimento.



A manutenção do PlayStation 2 não é muito diferente daquela que apresentei para o PlayStation One. Em alguns casos vocês consegue um bom leitor por até 30 reais. Sim. Uma bagatela, visto a durabilidade, caso você invista em mídias originais.

Claro, no que se refere a jogos o preço altera um pouco, mas não é impossível de encontrar títulos bons por um preço acessível. Basta olhar nos sites que indiquei na parte de custos.



Uma das coisas que pouco mudou de uma geração para a outra foi os controles. Talvez a cor, visto que o PlayStation 2 possui a cor escura e seus joysticks seguem a mesma tonalidade. Tá certo, é puramente estético, mas continua sendo um dos melhores controles.

Os analógicos ganharam um papel essencial nessa geração, basicamente todos os jogos novos fazem uso dele. E eu depois de anos continuo utilizando o direcional tradicional em jogos de luta.

QUE? NÃO ME OLHA ASSIM!



O PlayStation 2 possui muito, mas muitos jogos. Na hora de pensar a respeito de quais jogos eu apontaria no texto, achei muito difícil escolher, mas procurei citar apenas os jogos que realmente me marcaram, assim justificando a aquisição desse fantástico console.

Sim, baseado totalmente em meu gosto pessoal, então não me encha o maldito saco depois.



MANHUNT é simplesmente um dos melhores jogos que tive acesso no PlayStation 2. É um jogo de horror diferente do que estávamos habituados em Resident Evil.Caso alguém não saiba, Manhunt, nos conta a história de um condenado a morte chamado James Earl Cash, que ficou por três anos no corredor da morte até que finalmente chega o dia de sua execução. Curiosamente os guardas são subornados e ao invés da injeção letal, eles aplicam sedativos. No final das contas James está morto para o resto do mundo, mas é levado para uma ilha.

Ao acordar uma voz se identifica, ela pertence a Lionel Starkweather, famoso diretor de filmes snuff's ( filmes snuffs é um gênero que alega possuir mortes reais, apesar de nunca terem sido comprovadas na vida real.) que deixa bem claro que James precisara matar caso queira sair vivo. No final das contas Lionel está gravando um filme e precisa que James execute os seus inimigos das piores formas possíveis.

O jogo é um stealth extremamente violento, só para ter uma ideia é possível matar um inimigo de três formas diferente com uma única arma. O nível das execuções são possuem cores, sendo branca, amarela e vermelha. Resumindo: Branca é morte simples, amarela é morte média e vermelha é morte brutal - a melhor de todas.

No final das contas eu acabei falando muito sobre Manhunt, mas ele não é um exclusivo. Bem, eu queria falar desse jogo. Pode comprar para o seu PS2, vale a pena.



O melhor Metal Gear de todos os tempos é exclusivo do PlayStation 2. Err... pelo menos era lançamento exclusivo.

Enfim, estou dizendo que Metal Gear Solid 3 é a melhor experiencia que você vai ter com um jogo da franquia. E nem vou ficar falando de história e tal, até porque é Metal Gear. Tá, talvez eu precise apenas dizer que esse jogo seria o primeiro jogo da franquia, o começo de tudo. Então se você jogou o MGS V, talvez saiba um pouco do que tá acontecendo nesse.

Aqui foi introduzido um elemento único (eu não joguei MGS4, então sei), que é o fato de você precisar curar os ferimentos de Snake. Se você é baleado, então é preciso fugir e entrar em um painel onde é possível ver o corpo e descobrir onde foi alvejado. Ali você retira a bala e cura a ferida, caso contrário a energia fica limitada. Há também a fome que precisa ser saciada, caso contrário sua barra de estamina vai reduzindo até que começa a consumir a energia.


Metal Gear Solid 3 apresenta elementos únicos e que infelizmente foram abandonados, mas que fizeram toda a diferença a quem pode jogar esse magnifico jogo e que chorou no final - Sou sentimental.

Cara, esse jogo é obrigatório, eu tenho ele original aqui em casa Sz.




Dragon Quest VIII - The Journey of the Cursed King é um dos meus jogos favoritos de todos os tempos. Por se tratar de um rpg, que também é um dos meus gêneros favoritos, eu só pude sentir felicidade quanto pus minhas mãos nesse título.

Diferente dos jogos antecessores que eram em 2D, aqui em DQ8 os personagens são todos em 3D e o mundo para se explorar também é enorme. Houve momentos em que simplesmente não tinha mais saco para caminhar, dai quando peguei um tigre para montar, a coisa mudou de figura.

Eu chegue a comentar sobre ele aqui no blog a cerca de três anos atrás, pois fiquei bem animado quando conclui a aventura. Dragon Quest 8 é um jogo obrigatório para você que ama um bom rpg e tá comprou um PlayStation 2.

Ah, mas ele foi lançado para android também, porém, eu joguei e detestei o fato de que a imagem se concentra na vertical. Tem quem goste, mas eu recomendo jogar no console.




É bem comum todo mundo indicar Shadow of the Colossus em uma lista com PlayStation 2, mas apesar de achar o título citado excelente, ICO, consegue me cativar muito mais. 

ICO é um garoto que nasceu com chifres e foi deixado em um  castelo para morrer, devido a sua condição. Ninguém deveria ser condenado a um destino cruel apenas por ter chifres, mas sua tribo enxergava isso com mau presságio. No final das contas ele não morreu e conseguiu se livrar da prisão em que estava. Enquanto explorava o castelo ele encontrou uma garota presa em uma jaula, dai em diante o destino de ICO muda totalmente.

A história é simplesmente maravilhosa e surpreende se você pensar que ICO foi concebido em 2001, que é um ano depois do lançamento do PlayStation 2 ao mundo. Um jogo tão recente, mas que é um belo exemplo de como um bom jogo deve ser. Diferente de hoje em dia que os jogos são lançados capados.

O personagem pode escalar, e até utiliza de um pedaço de madeira para enfrentar os inimigos e o mais importante é que você faz tudo isso enquanto defende Yorda,  a garota que você tirou da jaula. Você deve pegar a garota pela mão e puxa-la de lugares perigosos ou correr enquanto segura sua mão, para que ela não fique para trás. Esse elemento realmente faz a diferença.

ICO é um jogo obrigatório em sua coleção de PlayStation 2. Sério.




YAKUZA foi o jogo que compensou a ausência do Shenmue no console, visto que Shenmue 2 ficou exclusivo ao Xbox. A diferença aqui é que a história muito melhor e com personagens que certamente vai marcá-los.

Eu recordo que após concluir o jogo, o sentimento que fica é o de missão cumprida. Você sabe que durante toda a sua jornada tu espancou só nego safado e que merecia levar uma coça cósmica. Ah, mas o jogo não é todo pancadaria, seu enredo é bem mais profundo do que a imagem apresenta.


Você é Kazuma Kiryu, um cara trabalha em uma influente família dentro da Yakuza. A vida estava sendo boa com ele, havia acabado de receber permissão para fundar sua própria família. Porém, devido a um incidente que poderia levar seu melhor amigo a morte, Kazuma assumi a culpa de um assassinato e acaba sendo preso. Anos se passam e ao sair da prisão, Kazuma decidi buscar respostas daquele incidente que acabou com sua vida.


Fora da prisão, Kazuma precisa buscar informações e nem todo mundo quer cooperar, é ai que entra o sistema de combate único mesclando rpg. O personagem não gosta de armas, não tem honra em usar uma pistola. O lance é sair no soco, então prepare-se para lutar com vários inimigos de uma só vez. Mas não se preocupe, pois o personagem evolui e ganha pontos para desbloquear habilidades, mas também é possível usar elementos do cenário para esfregar a cara da bandidagem no chão.

A única parte irritante são os loadings, mas nada que não justifique você deixar de comprá-lo e ir jogar.



Zone of the Enders: The 2nd Runner é um daqueles jogos que a capa não chama muito a atenção, mas se você o compra, certamente vai se surpreender.

Um dos jogos mais legais do gênero robôs gigantes que eu tive o prazer de jogar. Na realidade, acredito que seja o único que tenha me proporcionado tanta diversão e não que não é um RPG.

Você controla um robozão porreta chamado Jehuty, que na realidade não é chamado de robô, mas sim "Orbital Frames", e lembram muito os famosos EVA's de Evangelion. Com eles em seu comando é possível fazer um estrago imenso durante os combates. É possível atacar a distancia com tiros ou partir para a porrada. E o mais legal é que os inimigos vem aos montes. Só que o ápice são as lutas contras os vilões que também utilizam orbital frames.

O nível de dificuldade é mediano para difícil, e isso é bom para quem busca desafios e um bom enredo. Os personagens são ótimos, apesar de eu achar o Dingo um tremendo babaca arrogante, e ele é o personagem principal. Calma, ele se fode, acredite, cê precisa jogar para descobrir.

Há, sem dúvida ZoE 2 é um jogo que todo dono de um PlayStation 2 precisa ter em sua coleção. Acho que vou re-jogá-lo e trazer um review mais detalhado ano que vem.




Urban Chaos Riot Response é ação do começo ao fim e com uma dificuldade alta pra cacete. Foi uma das maiores surpresas que eu tive na época em que comprei o console.

A imagem descreve exatamente do que se trata o jogo: CHAOS

Você controla um personagem que é membro do T-Zero, que é basicamente um tropa de elite, e tem como missão conter a fúria dos "Burners", que são tipo os Blacks Blocs, só que armados e matam indiscriminadamente.

Uma das curiosidades do jogo é o fato de que em determinado momento um dos inimigos pegará reféns para não ser alvejado, e compete a você se aproximar devagar utilizando de um escudo e tentar acertar o bandido no momento certo. O tiroteio é bem frenético e os exige que você fique bem atento para não ser pego de surpresa. Foram diversos os momentos em que levei susto ao adentrar lugares com pouca iluminação. E não é só isso, ainda tem os bombeiros e a galera do SAMU que te acompanha e precisa da sua proteção, o que só aumenta a dificuldade, visto que se um deles morrer é preciso fazer tudo de novo.
O jogo é ótimo. Compre-o e corra oprimir os Burners em seu novo PlayStation 2.



Obviamente eu não espero que ninguém saia correndo comprar um console antigo, só que se você coleciona ou gosta de reviver os jogos clássicos no console original, saiba que o PlayStation 2 é um puta console foda. Não só os jogos que citei, mas os mais famosos como Resident Evil 4, God of War ou Devil May Cry também são ótimos. Nasceram nesse console e tenho certeza que não vai decepcionar caso você queira investir seu tempo e dinheiro nele.

Eu ainda o possuo e sempre que posso instalo para me divertir. Os jogos atuais são bons, mas essa sexta geração ainda possui muitas pérolas escondidas, basta você estar disposto a conhecer.

Bem, como eu disse lá em cima, a intenção do artigo não é dizer se PS2 é melhor do que o Nes ou Xbox360. Eu só quero mostrar as razões pela qual ainda acho que vale a pena ter o console original pra jogar e não só colecionar.

Espero que tenham gostado, deixe nos comentários sua lista de jogos favoritos do PlayStation 2.

7 de outubro de 2016

O PERFURANEVE | O ÚLTIMO BASTIÃO DA CIVILIZAÇÃO



Demorei mais do que esperava, mas finalmente eu conclui a leitura da graphic novel francesa O Perfuraneves. Foram 280 páginas de uma aventura única e com um desfecho de fazê-lo pular da cama. 

Só tenho a agradecer a editora Aleph por trazer essa obra incrível ao Brasil, e com o devido respeito que a obra merece. Gente, o formato europeu e a qualidade  do material estão belíssimo. E você não vai ficar sem compreender o desenrolar, pois a graphic novel possui os três contos em um único volume.

E O Perfuraneve é daquelas graphic novel que você quer devorar de uma só vez, mas a medida que você avança na história, tu coloca o pé no freio e começa a desacelerar, passa a querer que não termine mais e aquelas 280 páginas parecem poucas, porquê você quer entender e conhecer mais desse mundo gélido criado por Jacques Lob, enquanto aprecia a arte incrível de Jean-Marc Rochette.

Ficou curioso? 

Então pegue um casaco e cobertores e se prepare para visitar um mundo em que a era glacial destruiu quase todas as formas de vida e o que restou da humanidade está confinada em um único trem "O Perfuraneve e seus mil e um vagões".


Como eu disse no inicio do texto, a graphic novel é composta por três contos em um único volume, então o primeiro é o "O Perfuraneve", que é escrito por Jacques Lob, o verdadeiro responsável pela criação desse mundo.

Nessa primeira parte descobrimos que o mundo foi acometido por uma catástrofe ambiental que desceu a temperatura do planeta, mantendo-se nos 94 Cº negativo. Nenhuma forma de vida sobreviveu a catástrofe, exceto pelas pessoas que se refugiaram dentro do Perfuraneve. O trem, no caso, ele possui mil e um vagões e vem atravessando o mundo sem precisar de qualquer tipo de manutenção no motor, que alias gera energia perpetua por meio do próprio movimento.

Outro ponto importante é que dentro do trem há um micro ecossistema. Lá existe frutas, legumes e o mais importante: água, que é oriunda de toda a neve que é colhida pela frente do trem, onde depois é tratada e distribuída. Com um ecossistema tão frágil e que necessita de cuidados para que as pessoas ali dentro não acabem com tudo de uma só vez, foram selecionado pessoas para manter o controle e pregar a paz. Pelo menos em teoria.

A história se passa 17 anos desde que a humanidade ficou confinada no trem, e os ânimos não andam nada bom por lá, pois o trem é dividido por classes. Na frente a elite com todo o tipo de luxo e espaço, enquanto no fundo os mais pobre vivem em condições sub-humanas e aglomerados. 

É ai que surge Proloff.


Ele é pego fugindo do fundo, o que não é permitido de maneira alguma por motivos de que a galera do fundo havia se rebelado anos atrás, depois de muito maus tratos e briga por espaço no trem. Os fundistas (pessoas que moram no fundo do trem) resolveram ocupar o resto do espaço a força, pois queria os mesmos privilégios. Não deu nada certo e terminaram contidos e selados.

Porém, por alguma razão, Proloff acaba sendo mantido em custódia ao invés de ser mandado imediatamente para o fundo. É então que surge, Adeline Belleau, uma influente moradora dos vagões do meio, que ao saber da captura de um fundista procura saber as razões pela qual o estão mantendo preso. Devido a sua influencia ela consegue descobrir o paradeiro e até chega ao fundista, mas só consegue mesmo é ficar presa com ele.

Por alguma razão, Proloff e Adeline são "convidados" a conhecer o conselho do trem, que fica localizado próxima a cabeça.  É, eu to chamando a frente de cabeça. Pow, tem mil e um vagões, dá um desconto.

É desse ponto em diante que a aventura realmente começa, pois o casal será escoltado até a ponta e para isso precisara passar por muitos vagões temáticos, e assim a medida que avança vagão por vagão eles descobrem um pouco da verdade oculta sobre o Perfuraneve.



Se vocês notaram, na imagem do cabeçalho Proloff está careca, enquanto na imagem que anexei depois ele está cabeludo e com barba. No primeiro contato com o resto do vagão, os soldados raspam sua cabeça e sua barba por acharem que todos os fundistas possuem doenças e pragas. Isso deixa bem claro o quanto a classe social dominante despreza quem vive no fundo.

Gostei bastante da preocupação com o meio ambiente que é pregado durante toda a história. Durante o decorrer em uma conversa e outra você descobre que uma bomba estaria sendo desenvolvida e ela afetava o ambiente. Só que a merda foi para o ventilador  de alguma maneira e o povo meio que ficou arrependidinho, talvez por não ter contido os testes enquanto ela estava em desenvolvimento. 

Outro ponto que preciso ressaltar é que Proloff não é um herói. Eu achei Isso é genial, pois ele só quer chegar na frente simplesmente por não aguentar mais viver no fundo. Em nenhum momento você o verá tentando ser o herói estereotipado. Proloff sequer tem um plano,  o que mostra que ele é apenas um desesperado e que termina envolvido em algo muito maior do que simplesmente conseguir conforto e comida.



Saber mais sobre as condições do fundo é uma das coisas que prendeu  a minha atenção. Durante a leitura você nota que não há janelas e eles vivem amontoados, o que faz com que ficar sozinho seja um luxo que eles não podem se permitir. Bem, na realidade a vida é tão miserável no fundo que até mesmo o canibalismo ocorre com uma frequência absurda. Há também o fato de que ficar sozinho é um luxo impossível, bem, talvez não tão impossível. 

Proloff relata que um velho ao completar aniversário pede como presente uma hora sozinho no vagão. O pessoal cumpre e se aperta ainda mais no vagão seguinte, tudo para cumprir o desejo do velho. Após essa uma hora ter passado e retornarem, eles o encontram enforcado.

Eu não sei quanto a vocês, mas eu adoro que ficar sozinho teria me enforcado bem antes do velho.



O Perfuraneve abriga a humanidade, então como no antigo mundo, a religião é presente. Aqui ela ensina o povo a ser grato e fiel ao santo motor, pois é graças a ele que a galera tá quentinha (extremamente quente no fundo) e não foram mortos pela "Morte Branca". que é a maneira como eles passam a chamar o frio lá fora.

O papel da religião passa a ter um enfase maior na segunda história, e mostra o quão poderosa ela é. Mas isso é conversa para outro artigo.



Ah,esse primeiro conto acabou ganhando uma adaptação nos cinemas bem interessante e que foge um pouco da proposta original. É quase outra história, sendo aproveitado apenas o mesmo universo. Por exemplo, o Proloff é interpretado por Chris Evans, o Capitão América, mas ele se chama Curtis.

Well, eu particularmente gostei bastante do filme mesmo fugindo da proposta original.

Tenho que ressaltar também que no final da graphic novel existe um posfácio por Jean-Marc Rochette e fotos da pré-produção do filme super bacana. Certamente O Perfuraneves é uma quadrinho - SIM, vou chamar de quadrinho agora - que todos os amantes de uma boa leitura deveria ter. É uma visão bem pessimista do mundo, algo que Jacques Lob deixa bem explicito. É uma pena que Lob tenha falecido em 1990, pois tenho certeza que certamente teríamos muito mais desse congelante universo.

Ficou curioso, então confira a animação abaixo e saiba como rolou os eventos do filme antes do povo entrar no Perfuraneve.

19 de setembro de 2016

RELATO | BRASIL GAME SHOW 2016


Por mais um ano eu pude prestigiar a maior feira de games da América-latina a Brasil Game Show. Diferente do ano passado, dessa vez a edição aconteceu no recém reformado Expo São Paulo, que é enorme e proporcionou melhor acesso as estandes. E eu achava que tinha andado muito ano passado, saibam que andei o triplo nesse ano. Também pude comparecer dois dias no evento, sendo que o primeiro dia foi o de imprensa, onde as filas eram reduzidas e só havia imprensa e VIPs. 

No geral a estrutura desse ano foi bem melhor que a do ano passado. Eu que sou uma pessoa grande e larga, consegui trafegar tranquilamente na sexta-feira, que foi o primeiro dia aberto ao público. Claro, não ficou tão abarrotado de gente quanto no sábado e domingo, mas os amigos que estiveram por lá no final de semana disseram que comportou bem o público e ninguém saiu pisoteado. Outro ponto interessante do evento foi que tivemos alguns lançamentos com demos disponíveis, então pude jogar alguns jogos que tinha vontade, pelo menos alguns que não precisei ficar quase 1 hora na fila e encarar uma demo que já estava disponível desde a E3, né, Resident Evil 7.

A parte mais triste é que depois de voltar para a minha cidade é que fui descobrir que havia uma demo exclusiva para a imprensa, a "The Lantern". É, lagrimas de sangue rolaram por minha face.

Bem, agora vamos ao que interessa que são os jogos; 


O que na BGS passada se resumiu a apenas uma luta entre Marvox e eu. Esse ano eu pude jogar o modo survival por uns 10/15 minutos e derrotar (cof cof) 18 personagens. Se você tinha alguma dúvida quanto a compra do jogo, saiba que ele tá perfeito. A jogabilidade está ótima e os controles respondem com precisão. 

Eu sou mega fã do Street Fighter Alpha e torci o nariz para o Street Fighter 3 e 4. Só que esse novo jogo realmente consegue agradar até os mais chatos (eu). Eu só tenho uma ressalva quanto ao jogo.

A CAPCOM DEVERIA VENDER O JOGO COMPLETO!

É ridículo ter que comprar personagens ou esperar download de MODO HISTÓRIA. O modo história é obrigatório. Daqui a pouco vão começar a cobrar por ele ou pelo função de pausar o jogo na hora que tu quer dar uma mijada.



Resident Evil 7 é o jogo que mais ansiava por conferir coisa nova durante o evento. Lá fui eu ficar pegar uma fila e ficar por 40 minutos aguardando a minha oportunidade de jogar. E eis que ao adentrar a sala e topo com a demo "The Beginning Hour".

...

A culpa não é do evento, eu sei disso. Só que isso não me impediu de praguejar e blasfemar mentalmente por horas.

Bem, de qualquer maneira as minhas expectativas com Resident Evil VII são boas. Há uma probabilidade bem grande de sermos surpreendido com a versão final do jogo. Principalmente agora que diversas informações novas estão sendo divulgadas, como o novo trailer que mostra um pouco do combate, armas e a família Baker.

Outra coisa bacana é que reproduziram a casa do jogo durante o evento, então para ter acesso você pega uma fila para entrar na casa e jogar a demo do jogo. Claro, tivemos uma replica menor que a da E3, mas ela é igualmente foda.

Uma coisa que vem martelando a minha cabeça a cerca do jogo são as comparações com Outlast, que se trata de um horror em primeira pessoa. Gente, vocês não devem ter jogado F.E.A.R em sua vida, né?



Enfim, eu pude testar "Cuphead Don't Deal with the Devil" aquele que é um dos jogos mais aguardado por mim e, talvez outras pessoas que eu desconheça. Mas você deve tá se perguntado: Será que presta?

Primeiramente não é um jogo nada fácil, e os inimigos não dão trégua, logo você pode ser morto em poucos segundos e isso é ótimo. Há tempos não temos um jogo que cobre tanta habilidade, além dos Dark Souls e Super Meat Boy.  Temos aqueles jogos estúpidos criados unicamente para serem injogáveis, mas não aqui.

Cuphead leva o jogador a memorizar os padrões dos inimigos, algo que pudemos vivenciar nos jogos clássicos, como Contra do Nes. O seu visual único e inspirado nas animações dos anos 60/70 é lindo e abraça perfeitamente com tudo diante dos nossos olhos.

Claro, não posso confirmar se tudo vai correr bem na versão final, mas essas primeiras impressões só confirmam uma coisa: EU VOU COMPRAR.



Enquanto Might Nº9 estava apanhando feito uma cachorro sarneto da mídia especializadas, ReCore prometia ser a obra prima de Keiji Inafune para esse ano.

Infelizmente eu não pude jogar por mais tempo, pois era no esquema de quem morre passa a vez. O que é bem difícil, visto que era a primeira vez que tava jogando o game, agora imagine a situação. Sem morrer você poderia ficar até 40 minutos, que seria o tempo da demo - Corrijam-me se eu estiver errado.

ReCore é um jogo de plataforma e tiro, o que não é muito comum para as plataformas atuais, visto que tudo hoje em dia é focado no realismo ao melhor estilo Grand Theftiano - gostei, vou usar sempre.

Infelizmente eu não pude jogar o suficiente para fazer uma analise mais profunda sobre a mecânica e jogabilidade, mas no geral eu achei bacana. É um jogo que gostaria de jogar muito mais. 

Provavelmente o resto do dinheiro de Might Nº9 foi parar nesse jogo - Muaahahaha!



Horizon Zero Dawn sem dúvida tá na lista daqueles jogos que deixou a galera com a boca cheia d'água durante a E3. Quando eu o vi por lá fiquei empolgado para jogar, mas a fila me desanimou. Pelo menos eu pude ver a galera jogando e gostando bastante da demo,  que só aumenta as expectativas.

Uma das coisas que achei bacana é que você não poderá sair levando tudo no peito. Será preciso ter cautela, pois alguns animais do jogo causam um dano bem grande. Temos também uma variedade de armas e... Cara, esse jogo tá bonito demais. Eu devia ter jogado ele.

Bem, não tenho muito o que falar a respeito, mas o Tchulanguero jogou a demo durante o evento e fez uma ótima análise lá no Vão Jogar.



A area indie desse ano estava muito maior do que ano passado e com uma estrutura bem melhor, e lá conheci o jogo: G.U.TS - Gory Ultimate Tournament Show, que vem sendo desenvolvido pelo pessoal do Flux Games Studio. O jogo ainda está em alpha e conta apenas com um personagem, mas já dá para ter uma ideia do que nos aguarda.

O maior diferencial é que sua energia é medida pelos membros do corpo ao invés de uma tradicional barra de energia. Para retirar os membros você precisa executar um golpe especial que depende de uma barra de GUTS, que carrega a medida que você bate no oponente. Com barra carregada basta soltar o especial e arrancar um braço ou perna. A luta termina só quando um dos oponentes que está sem os membros recebe um último guts.

Eu joguei com o Vigia e demos muitas risadas durante as batalhas. Ver o personagem sem braços e pernas dando cabeçadas nos arrancaram boas risadas. Estou bem ansioso para conferir a versão final do jogo. Ele me lembrou o clássico B.I.O. Freaks do saudoso PlayStation. Quem lembra do jogo sabe que era possível arrancar membros dos inimigos.

Se você ficou curioso, saiba que o alpha está disponível para download no site: http://www.playguts.net. Também não deixem de curtir a página e ficarem ligados nas novidades: https://www.facebook.com/GUTSshow.



For Honor foi o jogo que fiquei ansioso pra jogar, mas devido a uma fila com espera de até 30 minutos e deixei pra lá.

A Brasil Game Show desse ano eu posso dizer que foi maior em diversos quesitos, um deles foi no espaço e a quantidade de pessoas cobrindo o evento. Outro ponto que me agradou foi que dessa vez muitas pessoas que gosto, admiro e respeito, puderam participar do evento. Eu não abordei ninguém, talvez um e outro, mas no geral eu dei atenção ao evento e nos colegas próximo que acompanhei.

Infelizmente eu não joguei tanto quanto eu queria. O primeiro dia do evento em que estive por lá, eu esperava não encontrar filas demoradas por ser um dia dedicado a imprensa. Na realidade não havia tantas filas, por exemplo: Gears of War 4 não tinha filas, mas também não me interessava. Talvez se tivesse chegado mais cedo eu tivesse jogado muito mais, fica a lição.

Não, esse ano eu não dormi na rodoviária. Eu fui acolhido pelo amigo Marvox, assim pude ir ao segundo dia de evento que rolou na sexta-feira. Alias, o Marvox fez uma cobertura show, então não deixe de conferir aqui: MarvoxBrasil na BGS2016. Também temos a cobertura do Thiago Machuca do Portallos: Cobertura Portallos, e do Cadu do Gamer Caduco: Cobertura do Cadu.

E esse foi o meu segundo ano de BGS. Eu me diverti a beça e só tenho a agradecer a Brasil Game Show pela oportunidade que tive de prestigiar esse grande evento e as vocês leitores que tem me suportado nesses 6 anos de site. Se não fosse por vocês, certamente o site teria fechado as portas a tempos.

Abaixo o vídeo do Vigia sobre o primeiro dia do evento:


Bem, acho que a única tristeza foi que eu não joguei a demo "Lantern" de Resident Evil 7. Poxa, eu teria levado altos sustos =/

NEWS | VR Gamer, a primeira Casa de Arcade de realidade virtual do Brasil, é inaugurada em São Paulo


Já pensou ficar cara a cara com um zumbi monstruoso enquanto experimenta o terror de ter mais centenas deles se aproximando por todos os lados? Ou flutuar pelo espaço em uma estação espacial destruída sobre a terra? Ou ainda ficar bem no meio de uma banda de rock durante sua apresentação? Esse tipo de experiência única já pode ser experimentado na VR Gamer, a primeira Casa de  Arcade de realidade virtual do Brasil, recém-inaugurada em São Paulo.

Localizado na Vila Mariana, o espaço oferece salas individuais e, a partir de 15 reais, o usuário pode testar mais de 60 jogos e experiências completamente imersivas. 

A VR Gamer possui cinco salas equipadas com um set completo de realidade virtual com ambiente mapeado, óculos HTC Vive, o mais avançado do mercado, e computadores poderosíssimos de última geração.

Para quem nunca jogou, a realidade virtual é uma experiência indescritível. Os óculos cobrem totalmente os olhos e os fones de ouvido garantem o som ambiente do game. São possibilidades de experiências únicas, como voar pelo sistema solar e ver os planetas de perto, em todos os detalhes, e até pegá-los na mão; ou observar as criaturas abissais do oceano, ou passear por um recife de coral colorido, ou explorar o corpo humano em detalhes. Para os fãs de Star Wars, a experiência de Trials on Tattooine, em que a espaçonave Millenium Falcon pousa sobre o jogador e o droid R2-D2 lhe entrega um sabre de luz, traz lágrimas aos olhos.


Os óculos HTC VIVE possuem um sistema de rastreamento e mapeamento do ambiente e dos controles de movimento, que são recriados em modelos tridimensionais dentro do jogo. Os controles se transformam nos objetos que o jogador usa nos games, como armas, lanternas, espadas e todo o resto. É impressionante poder aproximar esses objetos do rosto e vê-los com perfeição.

Entre os títulos, alguns que merecem destaque são o aclamado ADR1FT, de sobrevivência e exploração espacial; The Brookhaven Experiment, jogo de terror em que o jogador precisa exterminar hordas de zumbis que tentam matá-lo; o premiado Job Simulator, que simula diversas profissões, como mecânico, vendedor, cozinheiro, e outras; The Lab, a experiência de realidade virtual da Valve, criadora do Steam, com diversas opções de jogos (como defender um castelo com arco-e–flecha no puro estilo tower defense; controlar uma pequena espaçonave dando tiros de raio laser para atingir os inimigos),  dentro de um laboratório experimental da Aperture Science, de Portal, que inclui um simpático cachorrinho robô! E muitos, muitos outros, como Holopoint, House of the Dying Sun e Vanishing Realms.

Vale muito a pena conhecer. A VR Gamer disponibiliza uma ferramenta online de agendamento para evitar filas muito grandes na casa – pois é garantido que os usuários desfrutem dos jogos e demais experiências imersivas por horas, inclusive com a possibilidade de jogar em rede com os amigos. Mas, para quem for lá  sem prévio agendamento, a casa possui uma sala de espera com PlayStation 4 à vontade e uma área externa muito agradável com som ambiente, onde são servidas algumas bebidas. Além do arcade de realidade virtual, a VR Gamer se posiciona como um espaço para eventos, particulares ou corporativos, e também oferece um serviço único de captação, gravação e edição de gameplays em uma sala com fundo verde (chroma key).




MAIS INFORMAÇÕES: www.vrgamer.com.br

Ou no endereço: Rua Dona Inácia Uchoa, 373 – Vila Mariana – São Paulo/SP
 Pertinho dos metrôs Vila Mariana e Ana Rosa
Funcionamento: De segunda a segunda, das 13h às 22h.
Quanto: R$ 30/30min. Preço promocional de R$ 15/30min no período das 13h às 18h
Tels.: (11) 5081-7623 / (11) 9-9744-0619